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Da série Superstar
Um conto erótico de Kelly
Categoria: Heterossexual
Contém 4508 palavras
Data: 22/07/2026 00:16:12
Última revisão: 22/07/2026 00:19:57

Eu não sei como eu e o Christian viemos parar em um motel… Eu realmente não sei, estávamos conversando, a conversa estava tensa eu bebi demais, confesso, ver ele com a namorada, acabou comigo… Mas… Foi comigo que ele veio parar em um motel, meu corpo inteiro está com a dorzinha deliciosa de quem teve uma noite e tanto ou melhor, uma manhã nem sei se consigo andar… kkk…

Mas vamos começar do começo… Como foi que cheguei aqui.

… … … … … … … … …

Eu queria que a vida fosse fácil, eu queria que depois de seja lá qual foi a conversa do Chris com a Bárbara, ou depois do que o Jonathan fez comigo a gente tivesse se afastado, mas o Christian me fascina, eu me pego sonhando com ele, pensando nele na cama, logo após acordar, mãos tocando, buscando, no banho, nos sonhos… Quantas vezes eu fui dele, naquela sala de aula em meus pensamentos, com olhares discretos, enquanto o professor explicava algo.

Minha pele sentia falta da sua pele, meu corpo sentia falta do seu corpo no meu, Deus, como eu desejo esse homem, quanto mais marcação o Jonathan e a Geovana fazem, mas eu desejo o Christian, é impossível explicar, mas como eu já disse, ele têm namorada, eu tenho namorado, eu não posso terminar meu namoro e isso me torna impura, aos olhos dele e da família, eu seria tudo o que eles disseram, o que eles fizeram eu me sentir como e eu não queria isso para mim…

Mas o efeito Christian já me atinge com força total, como dá para perceber por esses dois únicos parágrafos e é claro, já é percebido por outras pessoas, foi o que o Jonathan percebeu que fez ele ter sua ‘crise de ciúmes’, era o que a Valéria percebia para ficar no meu pé com piadinhas, o que faz com que as meninas do curso mantenham seu bullying que por mais que não me atinja está lá… Mas, eu sequer percebi que tudo isso literalmente significa que está óbvio como nos sentimos.

… … … … … … … … …

“Kelly vocẽ está se envolvendo com o Christian de novo?”, a pergunta veio direta, sem cerimônias, eu estava fazendo yoga na sala, usando um tapete de exercício, de calcinha e uma camiseta longa, Alberto, fez a pergunta, sem perder a concentração do seu notebook, do trabalho que fazia, lá fora, uma chuva forte caía, com raios e ventos…

“Não, claro que não.”, ele sorri e fecha o note impaciente, “Kelly é sério, você pode acabar se machucando.”, eu olho para ele, sinto o sangue ferver, “Kelly anjo, ele não é para você ele já…”, “Alberto você separou a gente, por racismo, mas eu não quero voltar, então relaxa.”, ele fica bravo comigo eu percebo no jeito dele, até me encolho de leve, é raro, mas às vezes exagero, Alberto é meu pai, mesmo não gostando de suas atitudes.

“Kelly ele não te merece…”, eu sinto tudo explodir, “ALBERTO DEIXA A GENTE TENTAR!”, ele olha para mim, eu percebo o quê gritei e fico sem jeito, abaixo os olhos, ele se levanta e vai buscar um café na cozinha, eu respiro fundo, ele volta com o café, “Desculpa ter gritado.”, ele se senta com o café e olha para mim, “Essa é a adulta que vocẽ quer ser? Eu não quero e não vou castigar você, mas… Não é a educação que eu te dei, gritar comigo desse jeito não é o que espero de você.”, eu respiro fundo olhando para chão.

“Desculpa.”, ele abre o computador, “Não é sobre desculpas.”, “Alberto, só… Me deixa errar, se for um erro.”... Ele olha para mim por cima do notebook, “Farei como quer minha menina”, ele se concentrou no seu trabalho e me deixou pensando. A verdade é que bem poucos anos atrás eu jamais bateria de frente com o meu pai, lembrei de uma conversa há poucos anos atrás.

… … … … Dois Anos Atrás … … … …

Eu havia chegado bêbada de um encontro com Luiz acordei de ressaca e ele estava preparando café da manhã para mim, “Pai eu…”, ele sorri e serve o café, “Kelly eu, não quero invadir seu espaço, mas, vocẽ precisa tomar cuidado com o que faz.”, “Desculpa…” foi o que eu pude dizer, “Não quero um pedido de desculpas, você é uma adulta, não fez nada de errado… Mas… Acho que pensar, no que quer da sua vida e no que a gente sempre conversou é o ideal certo?”, eu fiquei sem jeito, tomei meu café.

“Desculpa Alberto, ontem acho que eu realmente perdi a linha.”, ele deu risada, olhando para mim bagunçou meus cabelos, “Não. Eu é que peço desculpas, eu invadi seu espaço sem querer.”, eu sorri e ficou tudo bem, foi a primeira vez, que nós dois conversamos como dois adultos, a primeira vez, que eu não me senti uma adolescente que devia explicações para o pai e sim uma mulher, que podia falar como adulta com o próprio pai.

… … … … Presente … … … …

Eu me levantei e sentei no colo dele, “Desculpa Alberto eu prometo que não vou gritar mais.”, ele deu risada olhando para mim e fazendo um não com a cabeça, “Kelly vocẽ está me prometendo algo que você não têm controle, porque você nem sabe o porquê fez.”, eu fico vermelha e baixo a cabeça, sem jeito, “Eu amo ele.”, ele alisa meus cabelos e me responde, “Eu sei.”, deitei minha cabeça no ombro dele e fiquei ali até me sentir forte para sair de debaixo das suas asas.

“Por favor Alberto não se mete dessa vez, por favor.”, sinto seu peito subir, ele respira fundo mas quando ia falar o telefone toca, “Eu já falo meu amor.”, ele me solta e vai atender eu fico olhando curiosa mas sem prestar muita atenção, mas entendo que ele tem uma reunião com um Sr. Jiang para hoje.

Ele volta para perto de mim, “Conversamos sobre isso mais tarde coração.”, eu olho curiosa, “Quem era.”, ele sorriu para mim, eu percebi que eram notícias boas pela sua expressão, mas não tinha ideia de quais eram, ele vêm falando de novos patrocinadores internacionais., “Estou vendo um patrocínio para chegarmos até a Ásia, mas preciso ir lá hoje.”, eu sinalizo que positivo com a cabeça.

“A noite a gente conversa…”, só que nunca conversamos, aparentemente, essa parceria com o senhor Jiang Zichuan exige suficiente do Alberto para ocupar tempo, claro, têm o Jonathan também, que parece estar tentando ocupar todo o tempo que o Alberto têm… Acho que ele quer controlar o Alberto para me deixar mais vulnerável ao que ele quer, sei lá… É um idiotice, afinal, eu já estou dando para ele, não sei o que mais esse homem deseja.

… … … … … … … … …

O semestre já está acabando e aqui estou eu em mais uma festa universitária… A verdade é que me tornei frequentadora ativa, é um excelente jeito de não pensar no Christian, de não pensar em nada, de cumprir minha promessa, me divertir, não deixar que me tirem esse momento, porque tudo isso pode acabar de uma hora para outra e como eu tinha dito para o Alberto, ‘estou tentando esquecer’, no dia ele olhou com culpa, agora, havia mais preocupação em seu olhar.

Uma parte de mim, também culpa o Alberto, dizendo que eu poderia estar com o Christian, mas essa não é a parte racional, porque racionalmente estar com o Christian não impediria o Jonathan só tornaria tudo mais dolorido, porque ele me faria terminar com o Chris ou morrer, uma ótima forma de conseguir uma namorada, sendo o dono quase literal da vida dela e garantindo que ela não esqueça disso.

O mundo não é justo… Mas a calça que eu escolhi para usar hoje... Um jeans, branco e fininho praticamente desenhando minhas pernas longas, o quadril redondinho com uma bunda pequena, mas que chama atenção, uma blusinha de alcinha pequena, cobrindo praticamente apenas meus seios médios e colocando em evidência, seu formato cheio e macio, com um mini-cropped de tule, nos pés um tênis confortável, dançando me divertindo, lábios vermelhos, maquiagem nos olhos puxadinhos, os cabelos em cachos longos descendo pelas minhas costas, soltos e livres minha pele cor-de-canela bronzeada com marquinhas de biquini que às vezes ficam visíveis, como uma marca de alcinha, na linha ca cintura da calça, insinuando um arco, que passa alto nas laterais e desce em um ângulo logo após.

Eu já estou acostumada com essas festas e mas não fiquei com ninguém, venho com minhas amigas, ficamos juntas e depois vamos embora juntas ou não, mas o resultado comigo continua 0 x 0, depois daquele dia, eu aprendi a não ficar vulnerável… Acho que uma hora eu tinha que aprender, ao menos o Chris estava lá o que foi fofo, apesar dos meus seguranças, também estarem o que era bom...

Pensando essas coisas dançando, eu sorrio e sinalizei uma saidinha saio de perto das meninas buscar uma bebida, foi quando percebi que aconteceu de novo, eu e o Christian na mesma festa, ele está com ela, pela primeira vez vejo sua namorada, ela é definitivamente uma loira linda, percebo logo que ele escolheu uma com bem mais corpo do que eu, doeu… Vou admitir, doeu, eu esperava achar ela feia ou sem sal.

Chris está maravilhoso um jeans justo, uma blusa pólo, seus músculos desenhados, corpo bonito, seus cabelos, sua barba, a mulher que o acompanhava, usa jeans comum, mas que não consegue esconder o quadril largo, as coxas grossas, uma camiseta simples, parece estar curtindo com ele, ambos com uma bebida nas mãos quando meus olhos e os dele se encontram eu respiro fundo, cortando o encanto, vermelha, olhei demais, reparei nisso e saí com lágrimas nos olhos.

Na fila da bebida, quando sinto uma mão no meu ombro, olho para trás e é o Christian desvio os olhos, não quero que ele veja as lágrimas, do lado dele a garota, “Olá Kelly, não achei que fosse te encontrar aqui.”, eu sorrio sem graça, “A Valéria está em uma cruzada de me tirar de casa.”, ambos rimos, “Essa é a minha namorada Geovana.”, eu sorrio e me viro para a garota, “Prazer Geovana, Kelly”, “Prazer senhorita Kelly.”, o jeito que ela me olha, avaliando uma competidora e não simplesmente conhecendo alguém.

“Você é a namorada daquele bilionário né?”, eu sorrio e faço que sim com a cabeça, “Sim sou sim…”, não sou idiota, essa foi gratuita, foi para insinuar, para levantar uma parede, eu fico sem jeito após a resposta, mas o Christian, ele fica completamente desconsertado, “E como ele é como namorado?”, ela realmente quer ferir o Christian, eu respiro fundo e aceito o seu jogo.

“Ele é um bom namorado e um excelente amante, daqueles que te deixam jogada na cama por horas se recuperando, se é o que está curiosa.”, digo a última parte, colocando a mão na lateral do rosto, como se estivesse fazendo uma confissão secreta e íntima, a mulher ficou vermelha, muito vermelha, como se tivesse ouvido o maior de todos os absurdos, “Isso é muita informação.”, eu dou risada, olhando para o teto, como se fosse uma mera brincadeira entre amigas.

“Não falei nada de mais.”, ela ri, tentando se recuperar do jogo que ela mesma começou, “Eu sei, só achei um pouco de mais na frente do meu namorado.”, o Christian parece ter se divertido com a quebra da garota, mas o olhar dele para mim é de ciúmes, eu atingi os dois sem querer, “Relaxa, não falei nada de mais, é que você perguntou se era um bom namorado e um bom namorado passa por te satisfazer na cama né.”, eu falo, com um tom de voz muito insinuante, a garota parece que vai desmaiar de tão pega de surpresa, por dentro dou uma gargalhada, mas por fora apenas olho para ela confusa com a reação.

“Sim sim é um fato.”, ela engasga na resposta, minha bebida, chega, pego ela, “Com licença, minha amiga está me esperando.”, ela olha para mim, vejo o veneno no olhar, “Uma amiga, não vem com o namorado.”, ela fala abraçando o braço do Christian de forma possessiva, “O que um bilionário estaria fazendo em uma festa de alunos da USP?”, os três rimos, “Faz sentido né?”, ela fala sem jeito, vendo a própria armadilha se desmontar.

Eu ia me virar e paro, “Divirtam-se inclusive…”, me aproximo e falo como uma confissão de alguém que sabe de algo, “Aproveita que o Chris como ex aluno, deve conhecer todos os cantinhos secretos para onde ir.”, ela primeiro fica confusa, depois furiosa, com a insinuação, mas antes que ela diga algo eu já me afastei, sentindo os olhares, o ódio dela nas minhas costas e o olhar do Christian na minha bunda, prensada e moldada pelo tecido do jeans.

“O que houve gata, voltou com um sorrisinho.”, eu dou risada com as palavras da Valéria, “Só, ouvi algo engraçado.”, “Conta?”, faço que não com a cabeça, “É bobagem.”, ela deu risada, sem dúvida, achando que foi alguma piada sexual que não quero repetir embora tenha achado engraçado e de certa forma, não está tão errada assim.

As horas vão seguindo a festa está realmente maravilhosa, dessa vez eu realmente perdi a hora, mas estou tão envolvida, quando a Valéria me chama eu sorrio e faço que não com a cabeça, “Quer ir para outro lugar.”, “Quero caminhar Val, pode ir na frente, eu chamo o carro depois.”, ela olha em volta, não é um comportamento comum meu e isso a deixa preocupada, “Kelly têm certeza.”, eu sorrio e faço que sim com a cabeça, “Relaxa, eu não estou sozinha.”, ela sorri e entende fazendo que sim com a cabeça.

Saindo em direção diferente das minhas amigas, a verdade é que… Me diverti a noite toda ao lado delas, eu ri, eu dancei, eu brinquei, cantei, gritei, mas por dentro, estava me sentindo no deserto mais gelado e escuro do mundo, Geovana, tinha conseguido um acerto sem perceber, feito um corte fundo no meu coração, profundo suficiente para eu me afogar nas minhas lágrimas.

Ela é loira com um corpo bonito, têm menos seios, mas isso é fácil com uma cirurgia, eu perco fácil para essa mulher e a confiança que ela demonstrou ao me atingir sobre o Jonathan é exatamente isso, o fato de que eu perco fácil, não há espaço para contestar isso, eu sou linda, de uma forma específica para quem gosta, mas eu sei que uma loira com uma bunda enorme é algo que cai no gosto da maioria dos homens, não sou boba, não sou inocente.

… … … … … … … … …

Eu saí caminhando, mal me dei conta e estava perdida em um bairro, sem saber qual bairro? Quanto tempo estou caminhando? Os seguranças nunca estão longe, também não perto demais, então estou segura, mas, sei que estou perdida.

Chego em um mercado municipal e entro avaliando as coisas, ele é um círculo, com primeiro e segundo andar, então subo e caminho até chegar em um restaurante, sorrio e peço uma comida, coloco o fone para ouvir música enquanto espero e sinto uma mão sobre a minha…

“Oi…”, minha resposta é o meu sorriso, não esperava encontrar Chris aqui, seja lá onde aqui seja… “Oi, o que está fazendo aqui?”, ele sorri um pouco sem jeito, se fazendo a mesma pergunta sem dúvida, afinal, eu a pé aqui é uma anomalia. “Na verdade vim deixar algumas coisas na casa de um amigo antes de ir para casa, eu vou tocar hoje.”, não consegui esconder meu sorriso.

“Que legal, faz tempo que não ouço você…”, não termino a frase percebo o erro, mas já era tarde, “Você sabe que está sempre convidada né?”, “Sua namorada é meio ciumenta e sua prima vai me agredir se eu ir em um show seu.”, ele dá risada, “Bom hoje nem uma das duas vem, então está segura.”, eu fico toda sem jeito olhando para ele.

“A Bárbara têm um compromisso hoje e pediu a companhia da Geo.”, “Ah… Elas se dão bem ao menos.”, ele fica sem jeito e estende mão acariciando meu rosto, sinto quente, sinto a vontade de recuar, mas permito, “Elas são amigas, a Bárbara me apresentou a Geo… Quando…”, ele se afasta ele, não precisa completar, eu vi em seus olhos, quando ele soube de mim com o Jonathan.

“Vocês formam um casal bonitinho…”, ele sorri, percebo que não é o que queria ouvir, mas eu também não queria falar… “Obrigado, você está um arraso hoje sabia?”, isso me pega de surpresa, minhas bochechas ficam vermelhas, eu sinto meu corpo todo reagir de uma forma que eu não esperava.

“Achei que nem tinha me visto.”, ele fica meio perdido, “Como não ver?”, eu sorrio e respondo, “A Geo parece chamar bastante atenção, também, achei que estava cuidando disso.”, ele reage na hora, percebo que há desejo, mas também culpa, “Kelly… Você está feliz com seu namorado?”, ele pergunta como quem já sabe a resposta, então minha resposta é a melhor que posso, “É um acordo, ele têm uma namorada, eu tenho o impulso para a minha carreira, ricaços e artistas fazem isso o tempo todo.”, ele olha para mim, analisando, pensando antes de falar.

“E você está feliz com isso?”, eu engulo em seco, “Isso realmente não importa.”, ele olha para mim, “Para mim importa.”, eu sinto a ferida doer, “Não faz diferença Chris, eu só preciso chegar lá e depois descansar.”, ele fica magoado, sabendo o que isso significa e me segura pelos ombros, “Não é assim Kelly, você merece ser feliz, você principalmente deveria ser feliz já que acha que têm tão pouco tempo.”, eu me afasto de costas para ele, “Mas não posso Christian, eu não posso ser amada e te fazer sofrer por isso…”, me arrependi no momento que a frase saiu da minha boca.

Ele me abraça por trás, sinto seu corpo colado ao meu, minha calça jeans surpreendentemente justa, moldando meu quadril, têm um tecido fino demais para a minha pele não se arrepiar, sentindo a pressão e o calor da presença dele, a miniblusa deixa espaço demais das costas para sentir o calor do seu corpo, uma longa faixa assim como suas mãos pousadas na minha barriga, eu estremeci na hora me arrepiando, ele só queria me abraçar pelo que eu disse, mas nós dois caímos na armadilha do álcool.

Eu virei meu rosto para olhar para ele e o beijo aconteceu, explosivo, nada momentâneo, sem pedir licença ou permissão, um beijo explosivo, cheio de desejo, virei meu corpo inteiro de frente para ele, apertando meu corpo, amassando meus seios contra seu peito, pendurada em seu pescoço, deixando ele me tirar do chão de leve pela cintura, beijando a boca dele, com a urgência e a fome de meses, afastados.

Mas suas mãos ainda conheciam os caminhos do meu corpo, seus lábios, ainda conheciam as necessidades dos meus, sua língua ainda sabia para onde ir, era o beijo de quem nunca esqueceu e isso me desarmou completamente, ou melhor, me deixou completamente excitada…

… … … … … … … … …

Pois é depois dos beijos tudo só aconteceu, logo, o mercado era incômodo demais com pessoas olhando enquanto a gente queria se beijar, depois a praça ficou incômoda demais, porque só beijar não era suficiente, a gente queria os toques, depois o carro já não era o bastante para a quantidade de toques e é assim que eu estou entrando no quarto de motel, quase sem desgarrar do Christian, estamos nos beijando completamente entregues um ao outro.

Ele praticamente me arranca do chão segurando pela bunda, eu agarro a cintura dele com as minhas pernas ainda vestida, ele me dá sustentação enquanto me leva para a cama, eu arranquei minha blusa e cropped, ele me deita de barriga para cima na cama e começa a trabalhar nos meus pés e no jeans, arrancando minha roupa, me deixando nua ao seu dispor.

Meu corpo ainda se lembra dos toques, meu quadril ainda se lembra da pressão da sua mão, minha boceta ainda se lembrava da sua língua, ficou molhada antes dela encostar, suas lambidas firmes, seus lábios a pressão, o desejo, me arrancam gemidos me contorço em seus lábios famintos enquanto ele me segura firme pelo quadril até eu gozar intensamente, agarrando as cobertas com força, tremendo dos pés a cabeça com um gemido alto de prazer, o tipo de reação que não deixo meu corpo ter com o Jonathan.

Ele se ajeita e tira a própria roupa, ele retira a blusa pólo que desenhavam seus músculos agora expondo a pele para mim eu mordo o lábio, estremeço toda, depois a calça liberando o membro enorme, que eu estremeço inteira, o velho medinho de ser machucada, ele por pura brincadeira coloca sobre minha virilha, mostrando para a minha mente até onde vai sentindo por cima do meu corpo, fazendo eu entender o quão fundo estará, arrepiando e tremendo.

“Vem aqui gostosa…”, me segura pelo pulso e me puxa para ele, sentada na cama, ele quer uma mamada e eu quero mamar, sento ele na cama me ajoelho entre suas pernas e começo a chupar, com vontade com força, olho para cima com o pau na boca e vejo que peguei ele de surpresa… Com o Jonathan eu aprendi a não ter vergonha de ser engasgada… E agora o Christian descobre o que aprendi nos últimos meses.

Socando com força, me engasgando no pau, sugando e usando a língua, usando os lábios, as mãos a velocidade, ouvindo os gemidos dele e os sons indecentes e molhados dos meus lábios devorando seu caralho, sentindo pulsar, ficar mais duro, pulsar enquanto ele se contorce, as vezes fazendo ir até minha garganta, fazendo entrar tudo, só para ele ver o quanto mudei, sinto ele gozar e enterro tudo bebendo tudo, fazendo o vai e vem, quando sinto que não vai sair mais nada, empurro tudo na garganta, até a virilha, fazendo meu corpo estremecer em espasmos de prazer, escutando o gemido alto dele.

Ele me joga na cama, vejo o tesão em seus olhos, ele enterra em mim e eu grito, de pernas bem abertas, com ele em cima de mim me fodendo, fazendo minhas pernas balançar com o impacto, fazendo meus pés se contorcer, os dedos do pé se contraindo com as estocadas fundas e firmes, “Era isso que queria sua gostosa, queria ser fodida…”, “Sim quero, quero muito muito…”, “Aguenta indiazinha, quero ver aguentar…”, resolvo ser malvada para ser fodida com mais força… “Meu atual mete mais forte…”... … …

Ele deu uma enterrada com tanta força que eu quase desmaiei com a surpresa, me fodendo com muita força, fodendo com raiva, “Quer ser uma putinha traidora? Então vou te tratar como uma.”, ele me fodendo com muita força, “Vai fode, deixa as marcas para o corno.”, eu falo isso e levo com mais força dentro de mim, eu não aguento, faço um arranhão no ombro dele e levo um tapa forte na cara, não muito forte, mas suficiente para assustar e tirar do transe vendo seu sorriso, “Amante não arranha.”, eu sorrio de volta, “Então bate mais…”, respondo para seu delírio de prazer.

Ele me fode com força, com tapas fortes na bunda, alguns na cara, ele se senta segurando minhas pernas e fode com toda a força com tudo o que têm, enquanto enche minhas coxas de tapas, ardidos me fazendo gritar até gozar uma, duas, três vezes, antes dele finalmente me encher por dentro, depois me coloca de quatro, me xingando de vadia, dizendo que meu namorado é um corno e eu concordando, “Mai trata essa traidora que quis um pauzão para trair o corno do namorado.”, ele não perdoa, com tapas e palavrões.

Ele soca com tanta força, que não consegue nem ir rápido, é tirar e socar, tirar e socar, me fazendo babar molhar o travesseiro, os lençóis minha boceta, molha tudo ao redor, lençol, ele, minhas coxas, escorre, ele segura meu pescoço com uma mão apertando, “Grita mesmo, grita, que traidora merece ser posta para gritar…”, ele solta meu pescoço repentinamente e eu grito, alto e gozo imediatamente, junto com ele, que apesar de gozar não para de socar.

Ele me fode mais algumas vezes, até eu ficar acabada na cama, deitada… Tremendo toda, com lágrimas nos olhos o rosto está ensopado, de lágrimas,a baba, suor, tudo, deitada tremendo na cama, com a mão dele alisando minhas costas, minha bunda, minhas coxas… “Está satisfeito agora?”, eu pergunto para ele com voz manhosa e dolorida, que estremece de leve arrepiado me acariciando, “Acho que sim e você?”, eu sorrio olhando para ele, “Só acha? kkkk… Sem dúvidas estou… Preciso de um banho…”, “Vamos juntos.”, ele me puxa para ele me levando para o banho.

A raiz dos cabelos dói pelos puxões, as coxas e as nádegas ardem dos tapas, por dentro sinto a dorzinha gostosa de pós sexo bruto, algo que não sentia fazia meses, algo que o próprio Christian me ensinou a gostar…

“Nossa acabou comigo…”, falo manhosa, olhando para ele, “Traidora a gente trata assim ué.”, ele fala bravo, referência ao que eu disse, eu fico toda sem jeito, “Não me odeie.”, “Nem se eu me esforçasse para isso.”, ele responde e eu fico toda contente, me encaixo nele, me penduro nele, beijando, esfregando meu corpo molhado no corpo dele, embaixo do chuveiro, “Então acho que o corno do meu namorado merece que eu faça mais…”, ele olha safado para mim, me taca um tapa na bunda que me faz dar um pulinho e um gritinho, “Vou adorar conhecer esse seu lado.”... Eu sorrio, ele sorri, dois safados.

Apesar disso o cansaço venceu e ao voltar para a cama dormimos como dois anjinhos que não devem nada para ninguém…

… … … … … … … … …

Acordo nua na cama, ele está no banho, foi assim que vim parar aqui como disse no começo, eu respiro fundo, não queria que fosse assim, não queria ser essa mulher, mas agora sou, eu sou a amante, eu sou a traidora, eu sou a mulher, que a Bárbara diz que sou, que o pai do Alê sempre soube que eu era.

Mas… Ao menos eu tenho ele. Pensar isso me faz sorrir, mesmo que eu jamais consiga justificar meus atos, ao menos tenho essa pequena alegria. Mesmo sabendo que no fundo me tornei a mulher que meses atrás ele rechaçou e tratou como um lixo…

=== === === … … … FIM … … … === === ===

Música do Título: Innocence

Interprete: Deborah Blando

Pois é povo mais uma faixa de Fera Ferida, como todos já vinham percebendo era impossível isso não acontecer os encontros dos dois virar algo mais, mas isso torna o Chris um negão pauzudo comedor e a Kelly uma traidora… Ou será que não?

Jonathan é um namorado? Suas orgias o tornam digno da fidelidade dela? Da para chamar de namoro, um relacionamento que ela não tem escolhas?

Qual será a ação do namorado traído? Curiosa para saber as opiniões de vocês, mas por enquanto Kelly está tendo de um jeito ou de outro seu momento de paz onde tudo parece se encaixar da forma correta… Ou será que não???

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Foto de perfil de GizGizContos: 81Seguidores: 259Seguindo: 40Mensagem Eu sou uma escritora, não escrevo profissionalmente ainda, mas me vejo como uma, já fui incentivada a publicar, mas ainda não escrevi nada que eu ache que mereça isso.

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