Minha afilhada Flávia, filha de uma prima minha.foi criada só pela mãe. O pai sumiu no mundo. Eu fui sempre presente com elas, embora morassemos em cidades diferentes. Na adolescência, Flavinha, me ligava quase todo dia. Ficou bem mais apegada a mim. Toda vez que eu ia lá ela pedia pra mim levá-la em algum lugar: restaurante, bares, praça, no Rio pra tomar banho.
Eramos como pai e filha.depois na adolescência, ela vivia pedindo pra vim passar uns dias comigo. Quando teve idade pra viajar sozinha, Helena deixou ela passar ima semana comigo.
O corpo de Flavinha era todo lindo, gostosissima da cabeca pés. Eu ficava imaginsndo ela em minha casa. Minha encoxadas nela, ia subir no atrevimento. Eu certamente ia comê-la todas as noites.
Flavinha chegou na rodoviária a tarde. Fui buscá-la de carro, saímos pra jantar passeamos pela cidade, passei vsrias vezes a mão em suas coxas enquanto dirigia, ela sorria, gostosa, apetitosa, animada.
Flavinha era muito assanhadinha com os garotos da escola, eu desconfiava que ela podia já ter dado a bucetinha pra algum coleguinha. Seu traseiro era maravilhoso, bunda larga, arrebitada. Dava água na boca. Voltamos pra casa.
Ela tomou banho e trocou a roupa. Quando eu entrei no quarto percebi que ela usava só uma camisolinha, sem nada por baixo, minha boca salivou: toquei nas coxas dela, descobri. Buceta lisinha. Ela olhou pra mim com olhinhos pedintes, toda aberta. Padrinho!! Sim Flavinha. Fui baixando a boca, falei: posso meu amorzinho?
Pode .pode
Arregacei bem suas pernas e toquei a lingua. Fui xupando como nunca tinha xupado alguém. Ela se contorcia toda, gemia gostoso: ahhhh padrinho, enfiei as duas mãos por baixo da bunda dela e levantei xupando com força, quase mordendo, o corpo dela comecou a tremer, foi se contorcendo e gozou na minhha boca.
Subi na cama encostei o pau na boca a dela, fiquei pincelando nos lábios dela, a boca foi se abrindo e ela segurou com as duas mãos e foi mamando, esperei ela acostumar, segurei sua cabeça por trás e fui trazendo até ela engolir todo meu pau. Soltava um pouco e trazia de novo. Senti que ia gozar, levei o pau bem no fundo da garganta dela e soltei o primeiro jato, Flavinha engoliu, eu puxei e soquei de novo, soltei o resto e segurei umPouquinho até ela receber tudo.
Tirei o pau e passei no rosto dela. Nos abraçamos e depois falei: vou ali no mercado comprar umsa coisa pra nós. Dexei ela com o rostinho todo lambuzado e fui. Passei também num local que vendia lubrificante e comprei. Minha idéia era comer o cuzinho dela na volta. Eu queria espancar muito aquela raba, maravilhosa que ela tinha até, vê-la implorando pra mim rasgar seu CUZINHO.