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A revelação do Amigo parte 6

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Um conto erótico de Clara
Categoria: Heterossexual
Contém 558 palavras
Data: 20/07/2026 13:12:14

No dia seguinte, o ar na sala de estar parecia carregado de eletricidade. Lucas chegou mais cedo, e eu já o esperava com uma blusa leve, decote discreto, mas suficiente para que meus seios marcassem o tecido. Assim que fechei a porta, ele me puxou para um beijo mais urgente. Eu correspondi, tímida, mas com o corpo colado no dele. Depois de nos separarmos, sentamos no sofá. Meu coração batia forte. O acordo da véspera ainda ecoava na minha cabeça.

Eu baixei os olhos, mordendo o lábio, e perguntei com a voz quase inaudível, corando violentamente:

— Lucas… naquela sua fantasia… o amigo que você quer convidar pra… pra comer eu junto com você… quem seria?

Ele hesitou por um segundo, mas o brilho nos olhos entregou a resposta antes mesmo das palavras:

— Seria o Fabinho. Meu melhor amigo. Ele já comentou várias vezes que tem desejo por você. Sempre curtia suas fotos no Instagram, aquelas em que você aparece mais arrumada… Ele fala que você tem cara de santa, mas que deve ter um corpo incrível por baixo. Eu até contei pra ele que estava rolando algo comigo e você… mas o Fabinho não acredita. Achou que eu estava zoando.

Eu senti um frio na espinha. Fabinho. Eu odiava aquele nome. Ele era o típico mulherengo da cidade — alto, bonito de um jeito cafajeste, sempre com um sorriso safado. Todo mundo falava dele: galinha assumido, traía todas as namoradas, tratava as meninas como putas mesmo quando estava comprometido. E havia os boatos sobre o pau dele… cabeça grande, grossa, do tipo que marcava as garotas. Eu sempre fingia desprezo quando ouvia as histórias, mas, no fundo, tinha uma curiosidade proibida. Quantas vezes imaginei como seria estar no lugar daquelas meninas que ele usava e descartava?

— Eu odeio o Fabinho — murmurei, voz trêmula, olhando para o chão. — Ele é um galinha, trata todas como vadia… Mesmo sendo bonito, eu detesto o jeito dele. Mas… eu confesso que às vezes me pegava imaginando… como seria estar no lugar das meninas que ele fica. Sentir ele me tratando daquele jeito bruto.

Lucas percebeu o conflito na minha voz e sorriu, apertando minha coxa.

— Ele ia pirar se soubesse que a “santa Clara” quer chupar pau e ser usada. Imagina nós dois juntos… ele com aquela cabeça grossa na sua boca enquanto eu te seguro.

Eu corei até o pescoço, sentindo uma onda de excitação misturada com nojo e curiosidade. Meu corpo traía minha mente: a calcinha estava molhada só de imaginar.

— Eu… não sei se consigo isso ainda — sussurrei, tímida, mas sem afastar a mão dele da minha perna. — Mas se for nosso segredo absoluto… se você prometer que ele nunca vai contar pra ninguém… talvez um dia a gente realize sua fantasia. Por enquanto… quero começar com você. Quero realizar a minha: sentir outro pau na boca novamente. Quero te chupar, Lucas. Quero que você me use como o meu primo usou.

Lucas respirou pesado, visivelmente excitado com a ideia.

— Então vamos pro quarto de hóspedes agora?

Eu assenti devagar, o rosto queimando de vergonha, mas me levantei e segurei a mão dele, guiando-o pelo corredor com passos hesitantes. Meu coração batia descontrolado. Eu estava prestes a cruzar mais uma linha perigosa… e a imagem do Fabinho, com seu jeito arrogante e aquele pau famoso, não saía da minha cabeça.

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