Já haviam se passado três meses desde a maior mudança da minha vida e eu estava muito feliz; só precisei desses três meses para me tornar o melhor judoca do dojo. Todos os rapazes me admiravam muito nesse sentido. Eu me mantinha muito discreto, pois sou assim mesmo, mas sempre muito aplicado nos treinos. E quanto às fodas, eu tinha feito amizade com dois caras incríveis: o Daniel e o Bruno. Eles têm sempre vontade de me foder e, claro, eu sempre tenho vontade de dar para eles. Mas me lembrava muitas vezes do Diego e do Nelson. Do Diego, eu sabia que não me procuraria mais; ele deixou isso bem claro. Já do Nelson, eu ainda tenho esperança de que a nossa foda se repita; é que não sei bem porquê, mas depois que fodemos, ele quase deixou de aparecer lá em casa. Sondei a Diana e ela me respondeu muito secamente que ele andava mais fora, em competições.
Tinha chegado o dia do meu aniversário e, logo bem cedo de manhã, o Daniel e o Bruno entraram no meu quarto me dando os parabéns; depois, começaram a me abraçar, a me beijar e ficamos os três a rebolar na cama, até que ficamos os três deitados conversando, a recuperar as forças.
Daniel – Diogo, nós temos um presente de aniversário especial para ti.
Eu — Aí sim, e o que é? — perguntei bem curioso.
Bruno – É uma foda surpresa — fiquei intrigado, mas logo falou o Daniel.
Daniel – Nós sabemos o quanto tu gostas de uma vara nesse cuzinho; hoje vais experimentar uma nova... — fiz cara estranha, não gostei da ideia.
Bruno – Melhor presente não te poderíamos dar [Riso safado]
Eu – Gosto mesmo… mas não sou um tarado, não dou assim o meu cu para qualquer um.
Bruno – Confia em nós, não vais ser fodido por qualquer um.
Daniel – Só te podemos dizer que vais adorar.
Eu – Não sei... mas vocês estão me deixando curioso.
Bruno – A tua curiosidade já vai passar… [Riso malandro] Anda, a partir de agora vais fazer tudo o que eu mandar.
Eu – Tudo bem.
Fiquei meio desconfiado, mas sabia que aqueles dois caras gostavam muito de mim e não iam fazer nada comigo que eu não gostasse. O Bruno então me levou para a sala e mandou-me ficar pelado; o Daniel foi buscar alguém. Já na sala, ele colocou uma venda nos meus olhos e me colocou de quatro no sofá.
Bruno – O teu presente já está aqui… desfruta, pois é um macho maravilhoso e não está sempre disponível.
Senti outro cara se aproximar e uma mão diferente tocar na minha bunda. Era uma mão forte, uma mão de macho – e confesso, aquela situação deixava-me explodindo de tesão.
- Nossa, mas que porra de cu tesudo - o cara tinha falado e eu nem queria acreditar. Era o Carlos, o nosso treinador; eu sempre senti o maior tesão por ele.
- Carlos?
- Carlos, não. Na próxima hora sou teu macho, só isso - e deu uma palmada e começou a apertar a minha bunda.
- Mal posso acreditar que és tu o meu presente, meu macho – entrei logo na sua fantasia.
- E eu mal posso acreditar que tinha aqui uma bunda tão gostosa e aqueles safados só hoje me falaram dela – e senti o dedo dele a cutucar a entradinha do meu cu.
- Uhmmmm nossaaaa!
- Puta que pariu, este botãozinho... já está pedindo por vara - e ele foi logo lá de língua, caralho, me contorci todo de tanto tesão!
- Aiiii nossaaaa, meu machoooo!
- Uhmmm, que delícia de cu – e deu uma palmadinha que eu adorei.
- Aiiii nossaaaa…
- Gostas que eu mexa nesta bundinha, não é, seu viado? – e novo tapinha.
- Ai, adorooooo.
- Quem adora um cu assim sou eu – e senti ele a abrir bem a minha bunda e começar a massagear o meu botãozinho; ele rodava os dedos em círculos e eu senti logo um prazer enorme.
- Aiiii caralhooooooo… que tesãoooo.
- Tu gostas disto, não é?! – e enfiou logo de uma vez dois dedos.
- Aí, porra – assim de uma vez, dois dedos era meio estranho, e o meu corpo fugiu para frente instintivamente.
- Aonde pensas que vais, cara? Isto não é nada comparado com o meu pau.
Não falei nada. Ele me empurrou para junto dele de novo e, experiente como ele era, começou a me foder bem gostoso com os dois dedos enterrados no meu cu e, claro, eu soltei logo um gemido.
- Aí, nossa!
- Caralho de viado, fizeste de difícil, mas adoras isto – e começou a me foder bem rápido com os dedos e de um jeito tão gostoso que me contorcia todo, até que tirou os dedos do meu cu e enfiou na minha boca – toma, mama os dedos que te deram tesão.
O meu treinadorzão era um safadão; nunca imaginei, mas até confere, pois ele é um cara sempre muito combativo nos treinos, sempre a puxar para darmos o melhor, o máximo de nós, e ali estava a me dominar completamente e eu adorava. Suguei os seus dedos como se fossem um pau; ele ficou louco.
- Que viadinho mais guloso que eu tenho aqui, rsrs.
Tirou os dedos da minha boca e logo em seguida me beijou. Um beijo carregado de virilidade, intenso e bem gostoso; porra, aquele homem era perfeito, enfiava a sua língua na minha boca e as nossas línguas lutavam uma com a outra, cheias de tesão, eu sentia que também ele me desejava muito; dava para sentir nos seus beijos tesudos e na sua mão que não parava de acariciar o meu peito, e eu então levei a minha mão na direção do seu pau. Eu estava de olhos vendados, não o encontrei logo, primeiro a minha mão percorreu os seus abdominais definidos e depois senti o tamanho do seu pau, que devia ser um pauzão, e estava bem teso.
- Queres a minha vara, viadinho?
- Quero.
Foi então que, para minha surpresa, ele me deu um pequeno tapa na cara.
- Tu aqui não queres nada, seu guloso. Se queres mamar, mama mas é aqui no meu dedo — e enfiou o dedo na minha boca para eu mamar.
Aquela agressividade dele me excitava muito, e comecei a mamar o seu dedão; era o polegar, o dedão grosso.
- Isso aí, seu viado guloso, o teu macho aqui é que sabe quando vais ter pau. – Eu continuei a chupar o seu dedão, mas a minha mão voltou a ir na direção da sua picona.
- Safado, sempre atrás do meu pau – foi então que ele agarrou a minha cabeça e a levou contra o seu pau – é isto que tu tanto queres?
- Sim… - e comecei a lamber o volume das suas calças que delineavam o seu pau.
- Eu já te dou o que tu tanto queres.
Ele afastou-me um pouco e senti uma pancada no meu rosto, era uma pancada de vara.
- É isto que tu queres, seu viado?
- É isso sim.
- Se queres, tem que pedir com mais convicção, seu viado.
- Me dá essa vara, porra!
- Essa é toda a tua convicção, seu viado? – ele continuava a bater com o seu pau no meu rosto.
- Dá-me essa vara, meu macho; quero muito saborear esse pau gostoso.
- É isso aí, viadinho, toma!
Encostou o pau nos meus lábios e, assim que abri a minha boca, ele enfiou o seu pau boca adentro e eu comecei logo, então, a mamá-lo; mal tive tempo para respirar.
- Engole… - ele metia o seu pau até o fundo da minha garganta - isso, seu viado…
Porra, era mesmo másculo o meu treinador, nunca me tinham tratado assim e eu estava a adorar; ele era muito macho, gostava de me dominar, e o sacana gostava de mostrar isso, por isso me afastou do seu pau e me avisou:
- Eu quero ver as minhas bolas baterem no teu queixo, vou enfiar o meu pau de novo e quero ver essa boca gulosa engolir tudinho, estás a entender?
- Sim, meu macho.
- Então abre essa boquinha.
Abri a boca e pus a língua de fora, e ele colocou logo lá a sua vara e, depois, ele foi enfiando o seu pau até que senti os seus pentelhos no meu rosto.
- Viado do caralho, ninguém engole assim o meu pau, eu vou foder essa boca gulosa. - Ele veio para cima de mim e começou a meter e a tirar o seu pau da minha boca, feito um louco.
O pau dele começou a liberar gotinhas de porra, o meu treinadorzão estava super excitado comigo e então abrandou, sentou-se no sofá de pernas abertas e colocou o seu pirocão junto ao meu rosto e eu, ao senti-lo, comecei logo a dar pequenas sugadinhas na sua cabecinha e a saborear as suas gotinhas de pré-porra. Como ele estava mais calmo, eu finalmente estava a apreciar aquela vara como devia ser.
- Tu adoras mesmo uma vara, seu viado.
- Uhmmmm…. Principalmente esta, que é uma delícia.
- Seu safado, rsrsrs…
- Auhmmmmmm… - comecei a mamar e a gemer alto ao mesmo tempo para deixá-lo mais excitado.
Passado algum tempo, eu arrisquei e fui lambendo o tronco do seu pau e cheguei às suas bolas.
- Aiiii, seu viadinho, uhmmm – notei que ele tinha muito tesão naquela zona.
Chupei uma, depois chupei a outra bola e ele se contorcia, e então desci mais um pouco e lambi o seu cuzinho.
- Issssoooo, caralhoooo.
O corpo dele estremeceu todo; o meu treinadorzão tinha tesão também no seu cuzinho, pelo menos de uma língua gostava.
- Aí, porra! Tu és um viado do caralho, Dioguinho! Uhmmm…
Nunca tinha chupado um cu, mas gostei, me dava tesão, e o cuzinho dele piscava, caralho. O meu treinador parecia um viadinho, eu metia a minha língua no seu buraquinho e fodia o seu cu com ela, e ele adorava; e, quando dei por mim, ele já estava a agarrar o meu pau.
- Gostoso, uma língua assim, né, meu macho?
- É, porra! Vai, seu viado... continua a lamber assim o meu cu, que eu já, já trato do teu, mas, por agora, está muito bom assim, uhmmmm... caralho!
O cu dele não parava de piscar e eu sempre a meter a minha língua nele. Foi então que, de repente, senti a boca dele a abocanhar o meu pau. Nossa, tenho a certeza de que libertei umas gotinhas de pré-porra na hora, e ele não parou de me chupar; muito pelo contrário, ele ainda me chupava com mais vontade. E ele sabia mamar um pau também; aquele treinador safado estava bem habituado a mamar um pau, pois sentia a boca dele a engolir o meu pau todinho. Ficamos assim um bom tempo, eu estava a adorar aquilo, mas depois ele largou o meu pau e empurrou mais as pernas para mim.
- Ajeita essa bunda, caralho, que eu quero ver esse teu cu, porra.
A bunda dele saiu do meu alcance e depois senti a língua dele no meu cuzinho; meu corpo tremeu todo.
- Ai, nossa, meu macho…
O Carlos metia a língua bem no meu buraquinho, tentava enfiá-la lá dentro, depois dava umas sugadas; nossa, que tesão, ele é um macho do caralho e sabe mesmo como estimular outro cara. Eu me contorcia de prazer só com aquela língua dele.
- Aaaaiiii, porra, isso é tão bom, uhmmmmm....
- Estás cheio de vontade de ser fodido, não é, seu viado?
- Desde o começo, meu macho.
- Viado safado.
Ele veio sobre mim, deu-me um beijo cheio de tesão, depois empurrou as minhas pernas contra o meu peito e, claro, a minha bunda ficou toda aberta para ele. Ele colocou logo o seu pau no meu cu e forçou; a cabeça entrou e eu senti aquele calafrio bom.
- Aiiii, nossa!
- Que foi? Ainda só entrou a cabeça.
- Eu sei… mas já está tão bom.
- Bom vai ficar é quando estiver todo dentro.
Ele, vendo que eu era bem acostumado a levar pau no cu, fez com que o pau dele escorregasse bem rápido pelo meu cu adentro; ele deu logo uma estocada bem forte e eu segurei nas suas pernas.
- Uhmmm, está bom, mas vai com calma.
- Este cu aguenta, engoliu o meu pau logo de primeira.
- Uhmmm, porque essa vara é uma delícia mesmo, mas o meu cu precisa se acostumar a essa vara gostosa.
- Eu já te mostro como ele se acostuma – e deu uma estocada bem forte. E eu, claro, estava a ser fodido a seco; ele nem cuspido tinha no meu cu. Embora eu estivesse acostumado a paus pirocudos, uma geba poderosa como aquela, sendo fodido assim, custa sempre no início.
- Aiiii caralhooooo!
- Cu de viado é para ser fodido assim.
O meu treinadorzão é um valente sacana, não estava nem aí para o que eu dizia e começou a meter a sua vara com tudo. Porra, mas ele fodia bem pra caralho, porque eu comecei logo a sentir um tesão inacreditável, e estar de olhos vendados ainda aumentava mais essa sensação.
- Aiiii nosssaaaaaa…. Que estás a estourar o meu cu!
- Este cu do caralho gosta – e mais uma estocada forte – toma vara, seu viado!
- Aiiiiiii, fode, meu machooooo!
- Tu gostas de levar com vara nesta bunda, não é, seu viado?
- Aiii, adorooooooo… uhmmmm, me fode assim, com tudo o que eu gosto.
- Eu vou te foder como tu mereces, como se fode uma cadela, seu viado do caralho.
Ele saiu rápido de dentro de mim e, com toda a sua força, me colocou de quatro no chão, apoiado no sofá.
- Empina bem essa bunda, caralho, que eu vou arrebentar esse cu – e deu-me uma palmada. Eu, claro, arrebitei mais a minha bunda para ele; ele foi logo enfiando o pau dele de novo e meteu tudo de uma só estocada.
- Aiiiiii caralhooooooo….. – adorei, e ele começou logo a me foder para valer; eu sentia um tesão enorme.
- Que cu mais gostoso, caralhoooo, vou enchê-lo, porra, caralhooooo.
- Aiiii, que delíciaaaaaaaaaa, uhmmmm, isso, me fode, aiiii, que bommmm... Quero o teu leitinho todo…
O meu novo macho fodia feito um touro, dava estocadas fortes e tirava o pau, depois metia tudo até o fundo do meu cu; eu só gemia, mas depois ainda melhorou mais: abrandou as estocadas e ficou metendo o pau bem devagar; eu sentia cada centímetro do seu pau a entrar e a sair de dentro de mim.
- Empina mais essa bundinha, ah! - que tesão ouvir aquele homem a gemer com a minha bunda.
- Ai, é tesão demais, caralho!
- Tesão é foder este cu quentinho, uhmmmm… isso, empina bem esta bunda…. Aiiiiii, que delícia de cu, porraaaa!
- Uhmmmm, ai, que piroca tão gostosaaa, caralhooo!
- Tu me deixas louco, seu viado filho da puta, nunca vi um cu gostar tanto de pau, caralho!
Estávamos os dois muito envolvidos naquela foda, ele começou cada vez a ficar mais louco e então começou a me foder muito rápido e depois percebi: ele estava a chegar ao seu limite e ia gozar.
- Estou quase a gozar, queres leitinho na boca ou neste cuzinho, seu viado?
- Quero no cuzinho.
- Então fala: quero leitinho no cuzinho.
- Quero leitinho no cuzinho, meu macho.
- Aiiiiii, que delícia! – ele passou a me foder bem violentamente e me empurrava para junto dele, agarrando a venda que eu tinha nos olhos – vou gozar neste cu gostoso, caralho!
- Ahhhhhh, ahhh... goza, meu macho! – eu também estava pronto para gozar.
Ele deu duas estocadas mais fortes e senti o primeiro jato de porra me invadindo, e eu comecei a gozar também.
- Ah, caralho, que delícia de cu, porraaaaa…
- Goza, meu macho gostoso.
- Este teu cu está ficando cheio de leite, e tu, seu viado do caralho, estás deitando já o teu leite também.
- Aiiii, fode… me enche de leite, meu macho, que estou a gozar bem gostoso.
O meu maravilhoso treinador começou a abrandar as estocadas e eu também a minha gozada, e ele então me puxou para junto dele, eu já sem a venda nos olhos, e me beijou; um beijo de outro mundo, beijo de pós-foda.
- Gostaste do meu presente para ti, safadinho?
- Adorei, Carlos! Não poderia pedir um presente melhor.
- Tu mereces, tens sido um atleta incrível, um exemplo para todos. Tenho muito orgulho em ser teu treinador, mas não te acostumes, não; eu não sou de andar a foder os meus atletas, mas te foder foi incrível, e tu dás este cu maravilhosamente.
- Podes tê-lo sempre que quiseres.
- Já te falei: não te acostumes, não.
Eu já estava super feliz com aquele presente dele, e muito mais ainda com aquelas suas últimas palavras de elogio. Ficamos enroscados um no outro, sempre nos beijando, até o pau dele amolecer; depois fomos ao banho e ele passou a me tratar normalmente e, para minha desilusão, os meus colegas que tramaram tudo me confirmaram: ele não é de andar sempre a foder os seus atletas, só muito de vez em quando, até porque ele é casado e bem casado, segundo eles.
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