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Miguel e o rei do pedaço

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Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Gay
Contém 2012 palavras
Data: 20/07/2026 09:01:04

Reinaldo era o rei indiscutível do bairro. Aos dezenove anos, tinha o corpo talhado pelo futebol de rua e pela malandragem: ombros largos, braços definidos, peito largo que esticava as camisetas regatas velhas. O pau dele, grosso mesmo quando mole, marcava o tecido da bermuda de nylon como uma promessa perigosa. Caminhava com o quadril solto, sorriso debochado, sempre cercado pela turma que ria das suas piadas cruéis.

Miguel era o alvo favorito.

O garoto afeminado, de voz mansa e gestos delicados, era sacaneado desde o colégio. “Bichinha”, “mulherzinha”, “viadinho da esquina”. Reinaldo participava das brincadeiras, ria mais alto que todos, mas guardava um segredo que queimava por dentro: toda vez que via Miguel passar, o pau dele endurecia dentro da calça. Ele imaginava aquela bundinha redonda, empinada, apertada, abrindo-se para ele. Imaginava o rosto delicado de Miguel contorcido de prazer enquanto ele metia fundo.

Um fim de tarde, o destino deu a oportunidade.

A rua estava quase vazia. Reinaldo voltava da quadra suado, a camiseta grudada no peito definido, o volume da bermuda já semi-duro só de pensar. E lá estava Miguel, sozinho, carregando uma mochila, caminhando rápido como quem tenta ficar invisível.

— Ei, Miguelzinho — chamou Reinaldo, a voz rouca de malícia.

Miguel parou, tenso. Reinaldo se aproximou devagar, o corpo grande bloqueando a passagem. O cheiro de suor masculino, misturado com o perfume barato que ele usava, invadiu o espaço.

— Tá sozinho hoje, hein? Sem as suas amiguinhas pra te proteger.

Miguel baixou os olhos.

— Deixa eu passar, Reinaldo.

Reinaldo sorriu, mas o olhar era faminto. Ele deu mais um passo, quase colando o corpo no de Miguel. O pau dele, agora completamente duro, pressionava contra o tecido da bermuda, marcando um volume obsceno e pesado.

— Eu tava pensando… — murmurou, a voz baixa. — Você tem uma bundinha tão gostosa. Empinadinha, redonda. Aposto que nunca foi comida direito.

Miguel arregalou os olhos, indignado.

— Tá louco? Sai da frente!

Ele tentou passar, mas Reinaldo segurou seu braço com firmeza. A mão grande e calejada apertou a pele macia.

— Para de frescura. Eu sei que você quer. Todo mundo vê como você olha pros caras. Eu quero comer esse cu. Quero meter bem fundo, te fazer gemer como a putinha que você é.

Miguel sentiu o rosto queimar de vergonha e raiva. Empurrou o peito de Reinaldo com força.

— Me solta, seu nojento!

Ele conseguiu se livrar e correu. As lágrimas já escorriam enquanto disparava pela rua. Reinaldo ficou parado por um segundo, o pau latejando dolorosamente dentro da bermuda, a cabeça inchada roçando o tecido úmido de suor.

Mas não desistiu.

Nos dias seguintes, Reinaldo começou a perseguir. Sempre quando ninguém via. Na saída da escola, no beco atrás do mercadinho, na rua escura perto de casa. Cada vez mais insistente.

— Para de correr, Miguel. Eu sei que você sente falta de uma rola de verdade. Olha aqui — ele apertava o pau por cima da bermuda, mostrando o volume grosso e comprido. — Tá duro só de pensar em abrir essa bundinha.

Miguel chorava, desesperado, fugindo sempre que conseguia. O coração batia forte, o corpo tremia de medo e de uma confusão que ele não queria admitir. Reinaldo era bonito, forte, o rei do bairro. E isso tornava tudo ainda mais humilhante.

Uma tarde, no beco estreito atrás da quadra abandonada, Reinaldo o encurralou. Miguel estava encostado na parede, respirando rápido, lágrimas escorrendo. Reinaldo se aproximou devagar, o corpo suado brilhando, o pau completamente ereto marcando a bermuda como uma arma.

— Para de fugir — rosnou, a voz rouca de tesão. — Eu vou comer você. Vou te foder até você pedir mais.

Ele esticou a mão, tentando segurar Miguel pela cintura. O garoto se debateu, chorando alto, empurrando e conseguindo escapar por um triz. Correu desesperado, soluçando, enquanto Reinaldo ficava para trás, o pau latejando de raiva e desejo insatisfeito.

Mas o rei do bairro não estava acostumado a perder.

Os dias seguintes foram um inferno silencioso para Miguel. Ele evitava as ruas, mudava o trajeto, mas Reinaldo aparecia como uma sombra. Os olhares pesados, os sussurros roucos quando ninguém via.

— Eu sei que você pensa em mim — dizia Reinaldo, encostado na parede, apertando o volume grosso na bermuda. — Para de fugir, Miguel. Deixa eu te mostrar.

Até que, numa tarde cinzenta, no beco atrás da quadra abandonada, Miguel parou de correr.

Estava encostado na parede, respirando rápido, lágrimas nos olhos. Reinaldo se aproximou devagar, o corpo grande e suado irradiando calor.

— Só… só a boca — sussurrou Miguel, a voz falhando de vergonha e desejo. — Nada mais.

Reinaldo sorriu devagar, triunfante, mas com fome. Encostou-se na parede e abriu a bermuda. O pau saltou livre — grosso, pesado, veias marcadas, a cabeça larga e rosada brilhando de pré-gozo. Era maior do que Miguel imaginava, curvado levemente para cima, o saco peludo pendendo baixo.

Miguel caiu de joelhos na poeira, o coração martelando. O cheiro forte de suor masculino, virilha e tesão invadiu suas narinas. Ele segurou a base com mãos trêmulas. A pele era quente, aveludada, pulsando contra sua palma.

Primeiro, apenas beijou a cabeça. Um beijo tímido, quase reverente. Depois, a língua saiu, lambendo devagar a fenda, saboreando o gosto salgado do pré-gozo. Reinaldo soltou um gemido baixo, a mão grande descansando na cabeça de Miguel, sem forçar.

Miguel abriu a boca e envolveu a glande. O calor era avassalador. A boca pequena se esticou ao redor da grossura, a língua girando desajeitada mas ansiosa. Ele desceu devagar, sentindo cada veia, cada pulsação. Quando chegou na metade, engasgou, saliva escorrendo pelos cantos dos lábios.

— Isso… assim — rosnou Reinaldo, a voz rouca.

Miguel tentou mais fundo. A garganta se contraiu ao redor da cabeça inchada. Lágrimas escorriam pelos seus olhos, mas ele não parou. Subia e descia a cabeça, o som molhado e obsceno ecoando no beco. Saliva pingava do queixo, molhando a bermuda de Reinaldo. Ele chupava com uma mistura de medo e desejo recém-descoberto — sugando, lambendo a parte de baixo, girando a língua na glande sensível.

Reinaldo segurava a cabeça dele com firmeza, mas sem violência, guiando o ritmo. O pau latejava dentro da boca quente e molhada de Miguel.

— Porra, Miguel… que boca gostosa — gemeu, os quadris se movendo devagar.

Miguel sentiu as bolas pesadas de Reinaldo contra o queixo. O cheiro forte, o gosto salgado, a grossura esticando seus lábios — tudo era demais. Ele chupava com mais fome, os sons molhados ficando mais altos, a saliva escorrendo pelo pau grosso e pingando no chão.

Reinaldo tensionou.

— Vou gozar… — avisou, a voz entrecortada.

Miguel não recuou. Continuou chupando, os olhos úmidos erguidos. Reinaldo gozou com um gemido rouco, o pau pulsando forte dentro da boca. Jatos quentes e grossos encheram a garganta de Miguel, que engoliu o que conseguiu, tossindo um pouco enquanto o resto escorria pelo canto dos lábios e pelo queixo.

Reinaldo ficou tremendo, ofegante, olhando para baixo com uma mistura de surpresa e desejo ainda maior.

Miguel limpou a boca com as costas da mão, o rosto vermelho, os olhos brilhando. Não disse nada. Apenas se levantou, ainda tremendo, e saiu do beco sem olhar para trás.

Miguel viveu os dias seguintes em pânico puro.

Cada olhar de Reinaldo na rua, cada sorriso debochado da turma, cada sussurro fazia seu estômago revirar. E se ele contar? E se todo mundo souber que eu chupei o pau dele? A vergonha queimava mais que o medo. Ele fugia de novo, mudava de caminho, trancava-se em casa mais cedo. Mas o corpo traía: à noite, lembrava do gosto salgado, da grossura esticando sua boca, do gemido rouco de Reinaldo ao gozar. E odiava a si mesmo por endurecer com a memória.

Reinaldo, porém, não desistia.

Perseguia como um predador paciente. Aparecia nos cantos, nos becos, na saída da escola. Sempre sozinho. Sempre com aquele volume pesado marcando a bermuda, os olhos escuros brilhando de desejo insatisfeito.

Até que, numa tarde abafada, no caminho que cortava o mato atrás do bairro, Reinaldo o alcançou.

Miguel correu desesperado, lágrimas escorrendo, mas as pernas longas de Reinaldo eram mais rápidas. Ele o agarrou pela cintura, puxando-o para dentro do mato cerrado, longe de olhares. Miguel se debateu, soluçando, mas o corpo maior o prensou contra uma árvore.

— Para… por favor… — implorou Miguel, a voz quebrada.

Reinaldo encostou o corpo suado contra o dele, o pau já completamente duro pressionando a bunda por cima da calça.

— Eu nunca vou contar pra ninguém — murmurou rouco no ouvido dele, a respiração quente. — É nosso segredo. Ninguém vai saber que você chupou minha rola como uma putinha faminta.

Miguel tremia. Reinaldo continuou, a voz baixa e persuasiva:

— E se você me der esse cu… eu faço todo mundo parar de mexer com você. Ninguém mais te sacaneia. Eu sou o rei aqui. Posso proteger você. Só precisa me deixar comer essa bundinha gostosa.

Reinaldo o arrastou mais para dentro do mato, longe de qualquer trilha. Miguel se debatia, chorando, mas o corpo maior e mais forte o prensou contra o tronco áspero de uma árvore. A mão grande e calejada de Reinaldo tampou a boca dele com força, abafando qualquer som.

— Quieto — rosnou no ouvido dele, a voz rouca de tesão. — Não quero que ninguém escute você gritando.

Com a outra mão, Reinaldo baixou a calça de Miguel até os joelhos, expondo a bunda redonda e clara. Cuspiu duas vezes na própria palma, espalhou a saliva no pau grosso e veioso, e pressionou a cabeça larga contra a entrada virgem.

Miguel arregalou os olhos em pânico.

A dor foi imediata e devastadora quando Reinaldo empurrou. A glande inchada forçou o anel apertado, rasgando a resistência seca. Miguel tentou gritar, mas a mão forte abafava tudo, transformando o som em um gemido abafado e desesperado. A ardência era lancinante — uma queimação profunda, como se estivessem rasgando sua carne. Cada centímetro que entrava parecia maior que o anterior. A grossura do pau de Reinaldo esticava as paredes internas ao limite, as veias pulsantes roçando e abrindo caminho de forma brutal.

Reinaldo gemeu baixo, sentindo o cu apertadíssimo engolir sua rola. Empurrou mais, centímetro por centímetro implacável, até enterrar tudo. Miguel tremia inteiro, lágrimas escorrendo em profusão, o corpo tenso como uma corda prestes a romper. A sensação era de ser completamente invadido, aberto, arrombado. O pau grosso latejava dentro dele, preenchendo-o de uma forma obscena e dolorosa, pressionando órgãos que nunca haviam sido tocados.

— Isso… tá apertadinho pra caralho — grunhiu Reinaldo, começando a se mover.

As estocadas foram ficando mais firmes, mais profundas. O pau saía quase todo e voltava com força, fazendo o cu de Miguel se esticar e contrair em espasmos de dor. Cada investida era sentida até o fundo da barriga, um impacto que fazia o corpo dele balançar contra a árvore. A ardência inicial deu lugar a uma queimação constante, misturada a uma pressão estranha e profunda que fazia suas pernas tremerem.

Miguel soluçava contra a mão que tapava sua boca, o nariz escorrendo, os olhos vidrados. Aos poucos, o corpo cedeu. As pernas amoleceram, os braços pendiam sem força, o corpo inteiro ficou flácido, sustentado apenas pela mão de Reinaldo na cintura e o pau grosso que o mantinha empalado.

Reinaldo acelerou, fodendo o buraco agora mais aberto e molhado. O som obsceno de carne contra carne ecoava no mato. Ele metia com força bruta, o pau latejando, as bolas pesadas batendo contra a bunda de Miguel.

Com um gemido rouco e longo, Reinaldo gozou. Enterrou-se até o talo e despejou jatos quentes e grossos direto no fundo do intestino de Miguel. Pulsava forte, enchendo-o completamente, o sêmen quente transbordando ao redor da rola ainda enterrada.

Quando finalmente saiu, o cu de Miguel ficou piscando, vermelho, aberto, com porra escorrendo pelas coxas trêmulas.

Reinaldo, ainda ofegante, segurou Miguel pelos cabelos e puxou seu rosto para baixo. O pau, sujo de porra, lubrificante e restos de sangue, foi enfiado na boca mole do garoto.

— Limpa.

Miguel, exausto e sem forças, chupou devagar, lambendo o próprio gosto misturado ao de Reinaldo, os olhos vazios.

Reinaldo acariciou o cabelo dele quase com carinho.

— Bom menino. Agora você é meu.

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