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As Mulheres de Miguel - Capítulo 17: Esposa do Tio

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Um conto erótico de Allan Grey
Categoria: Heterossexual
Contém 2805 palavras
Data: 20/07/2026 06:30:02

A noite no alojamento dos peões fedia a óleo diesel, fumo de corda e a um mormaço abafado que parecia brotar diretamente das telhas de amianto. O chão de cimento batido, os beliches de ferro com colchões gastos e a fraca lâmpada de trinta watts pendurada por um fio descascado criavam o cenário perfeito para a crueza do que acontecia ali dentro.

​Quando empurrei a porta de madeira lascada, o ranger das dobradiças mal conseguiu competir com o barulho de carne batendo contra carne e os gemidos altos, rústicos e desavergonhados que vinham do fundo do alojamento.

​Lá estava ela. Flor.

​Montada de sobre o peito de Tião. Ele estava deitado de costas em um colchão de solteiro jogado no cimento batido. Ele era o maior e mais reservado dos três; com seu silêncio bruto e agressivo, ele não dava a mínima para quem entrava ou saía, focado apenas em se satisfazer, segurando as coxas grossas de Flor com as mãos imensas enquanto ela cavalgava com violência em seu membro.

​Logo atrás dela, posicionado na altura de seu quadril monumental, estava Tonico. Direto, competitivo e dominador, ele segurava a cintura de Flor com força, desferindo estocadas secas e sem misericórdia diretamente no cu dela, que piscava e se contraía ao redor de seu membro sob a luz amarela.

​De joelhos diante dela, Tonho, estava com seu pênis enfiado até o talo na boca de Flor, que o chupava com uma voracidade barulhenta, os lábios carnudos besuntados de saliva. A pele preta dela brilhava inteiramente de suor, e a silhueta exuberante parecia uma máquina de prazer em rotação máxima, os quadris monumentais ditando uma cadência violenta e implacável. Ao ouvir o barulho da porta, Flor não tentou se cobrir. Não houve susto, nem pressa. Ela simplesmente virou o rosto redondo de traços marcantes para mim, jogou o cabelo castanho e volumoso para trás com um safanão felino e fixou aqueles olhos castanhos escuros — predatórios e devoradores — direto na minha boca, enquanto continuava a tragar o membro de Tonho.

​Cruzei os braços, apoiando as costas no batente da porta com o meu cinismo analítico intacto, medindo a cena de cima a baixo antes de disparar, com a voz gélida:

​— Você não cansa não, né, piranha?

​Flor soltou o membro de Tonho por um segundo, deixando o pau do peão escapar de seus lábios com um estalo úmido, e soltou uma gargalhada alta, crua e depravada, um som rústico que veio lá do fundo do peito e ecoou pelas paredes descascadas do alojamento. Ela rebolou com ainda mais força nos dois canais, cravando as unhas compridas nos ombros de Tião enquanto sustentava o meu olhar com um deboche cortante.

​— Cansá de quê, sobrinho? — ela arrastou o sotaque pesado da roça, a voz cortante e cheia de escárnio. — Ocê sabe muito bem que aquele frouxo do seu tio num dá conta desse rabo sozinho... Se eu dependê do Paulo, eu morro de fome!

​Tonho, sempre prestativo e avesso a conflitos, limpou o suor da testa com as costas da mão calejada ao me ver. Submisso e pronto para ceder o lugar, ele se afastou de joelhos, estendendo a mão livre para mim com um riso cúmplice.

​— Vem, patraozinho... — Tonho incentivou, a voz rouca pelo esforço, dando um tapa estalado e firme na nádega direita e volumosa de Flor. — Ajuda a gente a rasgar sua tia. A bicha é insaciável, num tem quem dê cabo desse latifúndio sozinho não. Toma o meu lugar na boca dela.

​Tonico deu uma estocada mais forte no cu dela, fazendo-a dar um grito agudo, e olhou para mim com um risinho de canto, insolente.

​— Vamo vê se o pessoal da cidade aguenta o rojão ou se o pau de ocês é mole que nem papé de escritório — Tonico provocou, o tom áspero e competitivo de quem gosta de ditar as regras na marra. — Aqui na roça o sistema é bruto, a gente bate até a nega pedi arrego.

Tonho ergueu as mãos e interveio com seu linguajar arrastado e sua postura mansa de submisso:

​— Larga de sê chato, Tonico! Para de pegá no pé do patrãozinho. Deixa o menino... E ocê, pega mais leve com a Flor, senão cê vai quebrá a bicha no meio com essa brutalidade toda!

Tonico nem se deu ao trabalho de responder. Apenas soltou um rosnado rústico pelo nariz, apertou ainda mais o quadril de Flor e deu um tranco violento, mostrando que sua única preocupação era gozar.

​Flor deu uma risada devassa, a cabeça pendida para trás, os seios fartos e firmes balançando sob a luz da lâmpada:

​— Quebrá o quê, Tonho? Deixa esse bicho batê! Eu guento é mais! O frouxo do Paulo num dá conta de um buraco só, eu tenho que dá pra três, quatro pra conseguí me saciá! Vem, Miguel! Vem limpá o cano em mim!

Dei um meio sorriso cínico, descolando o corpo da porta e desabotoando a bermuda com calma. Deixei que o meu pênis rígido e latejante se libertasse da roupa, apontando diretamente para o rosto dela.

​— A Flor é uma puta de marca maior, Tonico — comentei friamente, observando a fenda dela se esticar enquanto eu me aproximava. — Uma vaca dessas devia viver amarrada no pasto. O corno do meu tio Paulo acha que ela está rezando na igreja a uma hora dessas, mas ela está aqui, servindo de banquete para o alojamento inteiro.

​— Sou puta mermo! Sou a puta dos peão! — Flor berrou, os olhos castanhos devorando a minha ereção com insolência. — Põe essa porra na minha boca, menino... Vamo vê se dotô continuar falando bonito!

Tonho, solícito, se afastou de joelhos no cimento batido, dando espaço para mim com um riso cúmplice.

​— Vai lá, patrão... toma o meu lugá. A boca dela tá quente que é um forno — Tonho disse, limpando o suor da testa.

Ajoelhei-me de frente para o rosto de Flor. Ela avançou como uma loba faminta, envolvendo a minha glande com os lábios carnudos e engolindo meu membro até o talo, enquanto as suas mãos quentes seguravam a base do meu saco. A sucção dela era rápida e desesperada; ela usava a língua para massagear o freio do meu pau, emitindo ruídos estalados e fúmidos que ecoavam pelo quarto.

​Enquanto eu enchia a boca dela, sentindo o calor de sua garganta, Tião continuava sua estocada brutal na vagina e Tonico martelava o cu dela por trás. Para não ficar com as mãos vazias, Flor esticou a mão direita e envolveu o pênis de Tonho, iniciando uma punheta rápida e ritmada para o beta do grupo. Ela operava como uma máquina de quatro tempos perfeita: a minha boca na frente, a vagina de Tião embaixo, o cu de Tonico atrás e a mão trabalhando para Tonho ao lado.

De repente, num tranco seco, Tião puxou o pescoço de Flor para baixo com uma mão e, sem aviso, cravou os dentes com força implacável em um de seus mamilos fartos.

​— Ai, caralho! — Flor soltou um grito agudo, misturando dor real e tesão, o corpo arqueando em um espasmo violento.

​Tonho, que estava ao lado, deu um passo atrás, assustado com a crueza do gesto.

​— Pega leve, Tião... — Tonho pediu com seu linguajar arrastado e a postura mansa de submisso. — Desse jeito ocê vai arrancar o bico do peito da mulher!

​Tião nem piscou. Não respondeu, não olhou para o lado e não afrouxou o aperto das mãos imensas nas coxas dela. O silêncio dele era pesado, perigoso. Sua única reação foi empurrar o quadril com ainda mais força para cima, fazendo a madeira do beliche ao lado tremer.

​Foi nessa hora que a pose de Tonico começou a ruir. O vaivém violento no cu da Flor e o aperto da fenda dela o pegaram de surpresa. Vi de soslaio quando ele deu uma vacilada no ritmo, com os olhos arregalados e a respiração subitamente cortada. Disfarçando para manter a banca de dominador, ele puxou o membro para fora do cu dela com um estalo rápido, levou a mão calejada até a base do próprio pau e apertou a ponta com força, segurando o sêmen no gogó para não passar a vergonha de gozar antes do tempo. Ele limpou o suor da testa, bufando alto para recuperar o fôlego, e empurrou os ombros de Flor de lado para disfarçar a fraquejada:

​— Sai daí, Tião. Quero a frente agora. Deita e deixa eu rasgá essa nega de frente.

​Tião rolou para o lado sem reclamar, deitando-se de bruços para recuperar o fôlego, enquanto Tonho continuava massageando os seios fartos dela. Levantei-me do chão de cimento e assumi o controle traseiro de seu quadril monumental, posicionando-se exatamente atrás de suas nádegas pretas e colantes de suor.

​Apoiei a ponta do meu pau rígido, lambuzado da saliva dela, no esfíncter estreito de Flor.

​— Segura o tranco, piranha — avisei com a voz gélida.

​Com um empurrão firme, seco e implacável do meu quadril, forcei a penetração de uma vez só, rasgando o cu dela até a base do meu membro.

​Flor soltou um grito rasgado e agudo que fez as telhas de amianto vibrarem. O canal anal dela era incrivelmente apertado, esmagando a minha haste com uma pressão absurda enquanto o anel escuro se esticava no limite físico para comportar a espessura. Pela frente, o impacto do meu golpe empurrou o corpo dela com força contra o pênis de Tonico, que já havia entrado com tudo em sua vagina.

​— Olha aí, patrão! — Tonico provocou entre dentes, desferindo estocadas rápidas que colidiam contra o meu quadril. — Vê se num amolece aí atrás! A nega é pesada, tem que batê com força de homem da roça pra ela sentí o estrago!

​— Cala a boca, Tonico. Olha o aperto dessa piranha — respondi, o sadismo atiçado pelas provocações dele enquanto eu desferia estocadas violentas e profundas no cu de Flor. — Ela está piscando, implorando por mais. O meu tio Paulo não tem a menor ideia do latifúndio que tem em casa.

Tonico sentiu a alfinetada e tentou acelerar na frente, mas a falta de fôlego era evidente. As bombadas dele eram curtas, rasas, e dava para ver o músculo de suas coxas tremendo sob a luz amarela, lutando para aguentar o peso do quadril monumental de Flor, que nem ligava para o cansaço dele e continuava se jogando contra nós dois.

​Flor rebolava de forma devassa entre nós dois, entregue ao colapso sensorial da dupla penetração. Ela cravava as unhas nos colchões gastos e gritava de forma explicita, sem um pingo de vergonha ou decência:

​— Fode, Miguel! Fode a sua tia... deita a lenha nessa nega! O Paulo é um frouxo, num guenta nem metade disso aqui! Eu guento os quatro de uma vez só e ainda quero mais! Rasga o cu da sua tia, meu fio!

Nesse momento, a dinâmica mudou drasticamente. Tião, que até então assistia a tudo deitado, sentou-se no colchão com uma agilidade assustadora para o seu tamanho. Ele segurou Flor pela nuca com uma brutalidade fria, sepultando os dedos grossos nos cachos dela, e puxou-a para a frente. O pênis grosso e escuro de Tião foi empurrado goela abaixo na boca de Flor sem qualquer aviso de transição.

​Ele forçou o rosto redondo dela contra a sua virilha com tanta força, enterrando o membro até o talo, que Flor começou a engasgar violentamente. O som sufocado de sua garganta batendo contra a carne e os olhos escuros arregalados de pânico genuíno encheram o canto do quarto. Tião continuou segurando a cabeça dela ali embaixo por alguns segundos, rígido, demonstrando quem realmente detinha o perigo físico naquele lugar.

​Tonho avançou rápido, empurrando o ombro imenso de Tião para afastá-lo.

​— Sai fora, Tião! Desse jeito ocê mata a mulher sufocada, caralho! — Tonho esbravejou, puxando Flor pelas axilas. Ele olhou para o rosto dela, que tossia e limpava a saliva do queixo. — Tá tudo bem aí, Flor? Consegue respirar, nega?

​Flor tossiu duas vezes, o peito farto subindo e descendo com violência, mas o olhar predatório dela voltou a brilhar com uma devassidão doentia. Ela soltou um riso rouco, limpando a boca com as costas da mão preta.

​— Deixa... deixa o bicho... — ela arquejou, cínica, adorando o perigo. — Esse Tião é um animal mermo...

Aproveitando o recuo de Tião, Tonico — que usou o susto para roubar mais alguns segundos de descanso para os pulmões — a puxou de volta pelos quadris e eu afundei novamente com tudo no seu canal anal, retomando o massacre coordenado.

​O sexo era bruto, barulhento e impiedoso. O contraste entre a minha frieza analítica e a selvageria rústica dos peões criava uma atmosfera de pura transgressão. O som de carne batendo com força contra as nádegas monumentais de Flor misturava-se aos gemidos altos e às risadas depravadas que ela soltava toda vez que as nossas pelves colidiam contra o seu quadril largo.

​As marcas de suor juvenil, o cheiro de óleo de cacau e o cheiro forte de suor de sol impregnaram o ar do alojamento até o limite da exaustão física. Sentindo a musculatura interna de Flor prender meu pênis em espasmos incontroláveis decorrentes de seu próprio clímax, acelerei as estocadas finais por trás.

​Antes do desfecho, soltei os quadris dela e comandei com frieza analítica:

​— Puxa para fora todo mundo. Ela vai receber tudo no rosto. Ajoelha aí, Flor.

​Os peões recuaram imediatamente, ofegantes. Flor se posicionou de joelhos no cimento batido, erguendo o rosto suado, os lábios entreabertos e os olhos predatórios fixos nos membros rígidos alinhados à sua frente.

​Tonho foi o primeiro a avançar, empunhando o pênis com os dedos calejados. Com um gemido rouco, disparou as primeiras lufadas densas diretamente na bochecha e no queixo dela.

​— Toma o seu leite, nega... bebe tudo — Tonho murmurou com seu linguajar arrastado, trêmulo pelo esforço.

​Tonico, apressado para não demonstrar o cansaço que quase o fazia dobrar os joelhos, veio logo em seguida. Apertou o quadril com força e despejou jatos rápidos e desordenados que atingiram os olhos e a testa de Flor, escorrendo pelo cabelo volumoso.

​— Olha o rojão da roça, piranha! Engole essa porra! — esbravejou Tonico, num urro de alívio por finalmente descarregar.

​Tião aproximou-se em silêncio pesado. Segurou os cachos dela por trás e, com uma única bombada manual, descarregou uma quantidade impressionante de sêmen espesso, cobrindo o nariz e cobrindo os lábios carnudos de Flor, que saboreava a substância com uma voracidade silenciosa.

​Deixei-me por último, assistindo ao espetáculo com o meu distanciamento cínico. Aproximei meu membro latejante do rosto dela, já completamente besuntado de branco. Flor ergueu os olhos castanhos escuros para mim, sustentando o deboche mesmo sob o peso do sêmen dos peões. Segurei o queixo dela com firmeza e apertei a haste, disparando jatos quentes e profundos diretamente dentro de sua boca aberta e sobre as suas bochechas.

​— Limpa o cano do patrãozinho, tia Flor — sussurrei friamente.

​Ela engoliu a maior parte com um estalo úmido, deixando o resto escorrer pelo pescoço brilhante de suor, exibindo a máscara esbranquiçada sob a fraca lâmpada do alojamento com um sorriso depravado de satisfação.

​O silêncio pós-coito se instalou, quebrado apenas pela respiração pesada dos homens. Tonho, recuperando o fôlego e mantendo sua postura prestativa, ajeitou as calças e olhou para ela com compaixão:

​— Quer um banho, Flor? Tem água quente ali no galpão de trás... Ocê tá inteira lavada de porra, nega.

​Flor soltou uma risada curta, cheia de escárnio, enquanto usava os dedos para recolher o excesso de sêmen do canto da boca.

​— Banho nada, Tonho. Me passa só uma toalha aí pra eu tirar o grosso — ela respondeu, estendendo a mão preta e firme. — Vou voltar pra casa desse jeito mermo. Deixa que o maridão limpa o resto...

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Comentários

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Allan te peço, por favor, se for possível finaliza essa série (Família Fodida) - parou nesse cap. (Parte 16 Agora é Oficial! Minha Tia é Minha Puta), então um capítulo anterior a esse o tio estava preparando o rabinho da esposa,para o sobrinho comer.

Mas, não apareceu a continuação no cap.16.

Falta um show do sobrinho comendo a tia na frente do marido dela,(principalmente o rabinho, quer dizer o rabão magnifico dela)

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