Enquanto caminhava com as roupas sujas de lama e a chuva que agora caía mais fina, Eduarda chegou até a tenda onde todos estavam se abrigando. Estava encharcada, a blusa leve colada ao corpo marcando seus seios grandes, a calça jeans grudada nas coxas e na bunda arredondada, os cabelos loiros molhados grudados no rosto e lama espalhada pelas pernas e braços. Paulo a avistou imediatamente e correu até ela, preocupado. Pegou-a pelos ombros e disse:
— Amor, você está suja de lama e molhada da chuva! Onde você estava?
Eduarda, ainda abalada, respondeu rapidamente:
— Amor, eu fiquei numa casa de madeira abandonada, mas fiquei com medo dela ceder.
Ela pensou rapidamente que não queria que ninguém soubesse que tinha estado na casa de Tatu e, pior, que o vira se masturbando com aquele pau grande e grosso.
Bete, que estava por perto, se aproximou e ofereceu:
— Irmã, vamos até minha casa se limpar.
Eduarda negou, tentando disfarçar o nervosismo:
— Não, irmã, não é necessário.
Eles ficaram ali aguardando a chuva parar. Após o temporal mais forte passar, saíram pelo terreno avaliando alguns estragos que aconteceram: barracos com telhados danificados pela água, poças profundas de lama que dificultavam a passagem, algumas ligações elétricas expostas e crianças brincando nas poças. Eduarda caminhava ao lado de Paulo, tentando manter a compostura, mas sua mente ainda estava perturbada com a imagem de Tatu se masturbando e as palavras que ele disse. O corpo dela ainda sentia arrepios misturados de frio, medo e uma excitação proibida que ela lutava para afastar, enquanto orava silenciosamente pedindo força e proteção.
Após saírem do terreno baldio, Eduarda foi direto para casa e foi tomar um banho. A água quente caía com força sobre seu corpo, escorrendo pelos cabelos loiros, descendo pelo pescoço, pelos seios grandes e firmes, pela barriga, pela cintura marcada, pelo quadril largo e pela bunda arredondada, levando embora a lama e a sujeira da chuva. Ela fechou os olhos, deixando a água quente relaxar os músculos tensos, mas assim que as pálpebras se fecharam, a mente traiçoeira trouxe de volta a cena na casa de Tatu: ele se masturbando devagar, o pau preto grosso e venoso latejando na mão, o olhar predatório fixo nela. Ao mesmo tempo, lembrou da visão que a missionária Antônia lhe entregara — “o diabo quer entrar na sua mente, pastora” — e sentiu um aperto no peito. Sua buceta estava molhada, não só pela água do chuveiro, mas por uma excitação proibida e culpada que pulsava entre as pernas. Eduarda orava baixinho, tentando expulsar aqueles pensamentos impuros: “Senhor, tira isso da minha mente, me guarda, me protege...” Mas não conseguia. As imagens voltavam com força — o pau de Tatu, os gemidos de Eliane, as palavras safadas dele. Ela permaneceu mais tempo do que o necessário debaixo da água quente, lutando contra si mesma, até finalmente sair do banho enrolada na toalha.
Paulo, que a esperava na sala, disse com satisfação:
— Amor, o trabalho voluntário foi um sucesso apesar da chuva forte.
À noite de sábado, os outros pastores foram a um restaurante. Paulo e Renato comentaram, orgulhosos, como estavam felizes por suas esposas não terem brigado pelo trabalho voluntário. Clara e Eduarda sorriram discretamente. O jantar foi calmo e tranquilo.
Ao voltarem de carro para casa, Paulo disse à esposa:
— Amor, paguei a pensão do Tatu pelo trabalho dele. Amanhã ele vai comprar as tintas e pintar a igreja. Na segunda essa semana só terá culto na quinta e no domingo, porque terça a tinta não estará seca.
Eles voltaram para casa. Eduarda e Paulo tentaram transar. Ele a penetrou com desejo, mas ejaculou na primeira estocada forte. Eduarda caiu sobre a cama, insatisfeita, mas não demonstrou isso ao marido.
A manhã de domingo foi bem tranquila. Eduarda acordou cedo, fez o café da manhã para a família, ajudou as crianças a se arrumarem e aproveitou o momento de paz em casa. Enquanto isso, Paulo saiu com Tatu para comprar as tintas que seriam usadas na pintura da igreja. À tarde, Eduarda organizou a casa, separou as roupas para o culto e preparou os versículos que poderia usar. O culto de domingo foi abençoado, com a igreja cheia, louvor forte e emocionante, e uma atmosfera de adoração que tocou muitos corações. No entanto, durante o momento de testemunhos, Clara, com um tom aparentemente casual, mas carregado de indireta, disse na frente de algumas pessoas: “O boato que rola por aí é que teve pessoas indo para a casa de um irmão e mentiu para o marido… Que Deus tenha misericórdia e traga a verdade à tona”. Eduarda sabia perfeitamente que aquilo era direcionado a ela. Sentiu o estômago apertar, mas manteve a compostura, orando internamente para não reagir.
Na segunda-feira e na terça-feira, Eduarda seguiu sua rotina normalmente. Após deixar os filhos na escola, ela ia entregar a marmita com comida quente para Tatu, a pedido do marido, que achava que estava ajudando o “irmão Reinaldo” a se reintegrar. Nos dois dias, ao chegar no local onde ele pintava a igreja, Tatu dava em cima dela de forma descarada e provocadora. Ele se aproximava, suado e com a camiseta grudada no corpo musculoso, e dizia coisas como: “Pastora, você trazendo comida pra mim todo dia… tá querendo me matar de tesão ou o quê?”, “Olha como você tá gostosa hoje, essa calça marcando essa bunda… se eu fosse seu marido, não te deixava vir aqui sozinha”, ou “Você sabe que eu fico com a rola dura só de te ver chegar, né? Essa loira gostosa mexe comigo”. Eduarda tentava ignorá-lo, mantendo o olhar baixo, mas inconscientemente seus olhos acabavam descendo para a rola dura e marcada na calça velha e suja de tinta, o volume impressionante ficando evidente. Tatu percebia e sorria debochado, como estivesse sabendo exatamente o efeito que causava nela.
O restante da semana seguiu com uma rotina relativamente tranquila, embora Eduarda ainda se sentisse inquieta. Pela manhã, ela acordava cedo com Paulo, preparava o café da manhã para toda a família, ajudava as crianças a se arrumarem, verificava as mochilas e os levava para a escola. Depois, entregava a marmita para Tatu, que já havia terminado a pintura da parte interna da igreja e agora trabalhava na parte externa. À tarde, cuidava da casa, organizava as doações para o projeto e passava tempo com os filhos quando eles voltavam da escola — ajudando nos deveres, brincando com eles no quintal e fazendo lanches juntos. Paulo, quando chegava do trabalho, participava da rotina: jantava com a família, brincava com as crianças e orava com todos antes de dormir. No culto de quinta-feira, a igreja estava cheia e o ambiente foi de muita bênção. Tatu estava pintando a parte externa, mas o culto transcorreu com louvor forte, palavra ungida e muita presença de Deus. Eduarda conseguiu se concentrar e participou ativamente.
No sábado pela manhã, Paulo recebeu uma ligação. Era Clara. Ele fechou a cara imediatamente, ouviu com atenção e olhou para a esposa com preocupação:
— Irmão Reinaldo caiu da escada e se machucou. Estou indo para o hospital.
Paulo e Eduarda seguiram até a UPA onde Clara havia levado Tatu. Chegando lá, ele estava esperando o raio-x, com dores na mão e na perna esquerda. Mesmo machucado, ele olhava para Eduarda de cima a baixo com aquele olhar intenso. Paulo perguntou como o acidente havia acontecido. Tatu explicou que, após a chuva forte do dia do trabalho voluntário, o telhado estava com goteiras e ele subiu para tentar resolver, mas escorregou e caiu de cima.
O médico chegou e informou que Reinaldo havia machucado a perna de forma leve — a dor era pelo impacto — e que uma das mãos (o punho) estava deslocada, mas com o uso de um bracelete voltaria ao lugar. Tatu então chorou e disse:
— Como vou fazer as coisas com uma mão? Eu nem sei escrever com ela…
Paulo ficou com pena e disse:
— Irmão Reinaldo, temos um quarto no quintal. Você pode passar uns dias lá, né amor?
Eduarda gaguejou:
— Ele… na nossa casa?
Paulo confirmou, animado:
— Sim, eu ajeito tudo para recebermos.
E virou-se para Tatu:
— Você vai para a minha casa, novo hóspede.
Eduarda e Clara foram para o carro de Paulo. Clara comentou:
— Tomei um susto e tive que vir de Uber. Nem pensei no meu carro.
Paulo veio com Tatu no carro e eles os seguiram. Deixaram Clara em casa e seguiram para a própria residência. Paulo ajeitou uma cama velha, mas resistente, que era para doação, e Tatu se hospedou no quarto do quintal.
Eles foram dormir. Eduarda estava brava com Paulo — ele deveria tê-la consultado em particular, e não ali na frente de Tatu e Clara. Paulo tentou sexo, mas ela disse:
— Não. Temos hóspedes.
E dormiu virada para o outro lado.
A manhã seguinte chegou. Eduarda seguiu sua rotina normalmente até ver Tatu andando mancando e sentando-se à mesa do café da manhã com ela e seus filhos. Ela seguiu a rotina com naturalidade, servindo o café, mas sentindo-se desconfortável com a presença dele ali. Tatu ficou no quarto durante parte da manhã. Eduarda levou os filhos para a escola e, ao retornar, lavou roupas e terminou de preparar o almoço. Ela havia esquentado o jantar para os filhos mais cedo. Quando Paulo chegou, ele pediu à esposa:
— Amor, pode chamar o Tatu para almoçar?
Eduarda entrou no quarto sem bater e viu Tatu tentando se masturbar. O pau dele estava duro e latejando na mão, mas ele gemia de dor por causa do punho machucado. Ela saiu correndo do quarto, o rosto vermelho. Alguns minutos depois, Tatu apareceu na sala, ainda mancando.
O primeiro dia de Tatu em casa passou rápido. No segundo dia, pela manhã, Eliane apareceu por lá e foi direto até o quarto dele. Eduarda, curiosa e desconfiada, espia pelo buraco da porta. Viu Eliane ajoelhada entre as pernas de Tatu, chupando o pau dele com vontade. A boca da morena deslizava pelo pau grosso e preto, sugando a cabeça roxa inchada enquanto a mão massageava as bolas. Tatu gemia baixo. Eliane tirou o pau da boca por um instante e disse, provocante:
— Fica aí excitado… Você não consegue se aliviar mesmo.
E saiu do quarto.
Eduarda se escondeu rapidamente. Após Eliane ir embora e elas conversarem brevemente sobre o projeto, Eduarda foi até o quarto chamar Tatu, pois Clara viria visitá-lo. Ao entrar, ele estava sem calça, o pau duro e latejando na mão. Ele olhou para ela com desejo e disse, rouco:
— Por favor, me alivia… Só uma punheta. Vai ser rápido, eu vou gozar. Você nem vai perceber…
Ele continuou, com a voz rouca e sofrida:
— Por favor… minha mão está doendo e a outra eu não consigo me aliviar.
Eduarda ficou sem palavras, parada na porta, olhando fixamente para aquele pau duro e latejando na frente dela. Era grosso, preto, com veias saltadas e a cabeça roxa brilhante de pré-gozo. Tatu insistiu, respirando pesado:
— Só uma punheta… e eu te deixo em paz.
Eduarda murmurou, quase em choque:
— Meu Deus… o que eu faço?
Ele a incentivou, com o pau pulsando na mão:
— Pega… só uma punheta. Vai ser rápido.
Eduarda cedeu, o coração disparado. Fechou a porta atrás de si e se aproximou devagar. Com a mão tremendo, envolveu aquele pau preto grosso, sentindo o calor e a rigidez impressionante. Começou a mover a mão para cima e para baixo, lentamente no início, depois ganhando ritmo enquanto Tatu gemia baixinho de prazer.
Ele a guiava com a mão boa, segurando o pulso dela e mostrando o ritmo que queria. Eduarda, com o coração acelerado e a respiração curta, movia a mão para cima e para baixo naquele pau preto grosso, sentindo as veias pulsando contra sua palma. O pau latejava quente e pesado, a cabeça roxa inchada brilhando com pré-gozo. Tatu gemia baixo, os olhos semicerrados de prazer, e murmurava rouco: “Isso… mais rápido… aperta mais na cabeça…”. Eduarda obedeceu, acelerando o movimento, sentindo o pau inchar ainda mais em sua mão. Ele respirava pesado, os músculos da barriga tensionados, até que seu corpo inteiro ficou rígido. Com um gemido gutural, Tatu gozou forte — jatos grossos e quentes de porra branca saíram com força, acertando a barriga e os seios de Eduarda, escorrendo pela mão dela em quantidade impressionante, pulsando várias vezes enquanto ele esvaziava completamente.
Ela saiu dali com lágrimas nos olhos, o coração apertado e a mente em conflito. Entrou no banheiro, trancou a porta e tomou um banho quente, esfregando o corpo com força como se quisesse tirar toda a “sujeira” daquele momento. A água escorria pelo seu corpo curvilíneo enquanto ela pedia perdão a Deus, orando baixinho por proteção e força para resistir às tentações. Tremia de vergonha e culpa, mas, mesmo contra a sua vontade, sua buceta estava molhada, latejando de excitação.