🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Agora todo mundo quer comer minha mulher parte 13

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3232 palavras
Data: 17/07/2026 06:31:29

Somos o 19° conto mais lido da casa dos contos😍

O Everaldo deu um urro que parece que fez a casa inteira sacudir. Ele travou o quadril, segurou os quadris dela com as duas mãos, apertando a pele dela com uma força bruta, e começou a bombear tudo pra dentro. Foi uma cena pesada, o pau dele, preto e latejando, injetando todo o leite dele no cuzinho apertado da Vanessa. A cada pulsação, a cada jato que ele despejava dentro dela, o corpo da Vanessa dava uns pulos, como se tivesse levando um choque.

— Isso! Toma! Toma tudo, sua puta! — ele gritava, enquanto descarregava a vontade de anos ali dentro.

A Vanessa entrou em colapso. O primeiro orgasmo veio como um estalo, ela gritou alto, o corpo inteiro arqueou. O segundo veio logo em seguida, com ela babando no estofado, o rosto todo vermelho e os olhos virando. Ela tava sentindo tanto prazer que as pernas dela amoleceram de uma vez. Ela começou a cair, escorregando do sofá, mas ele foi mais rápido: agarrou ela pelos cabelos e pelos braços, segurando o peso dela como se ela fosse nada.

— Onde você pensa que vai? — ele rosnou, ofegante, ainda afundado nela enquanto sentia o terceiro orgasmo dela acontecer.

Ela tava tremendo tanto que não conseguia nem ficar de pé. O terceiro orgasmo veio numa sequência de contrações tão fortes que ela chegou a soluçar. Ela tava ali, pendurada nele, com a boca aberta, sem conseguir soltar uma palavra, só sentindo o prazer que subia e descia pelo corpo. Ela tava quase desmaiando, o rosto encostado no peito dele, enquanto ele ainda despejava o resto de leite dentro do cu dela.

Eu, lá fora, tava vendo tudo. A cena era tão insana, tão suja, que o meu pau tava latejando de um jeito que eu nunca senti. Ela tava acabada, toda assada, toda marcada pelo Everaldo, e a única coisa que eu conseguia pensar era em como ela tava gostosa sendo destruída assim. O velho tava lá, exausto, segurando o corpo da minha mulher que não aguentava mais ficar em pé de tanto gozo. Ele deu um último tapa na bunda dela, uma marca forte, e soltou uma risada de vitória.

— Aula encerrada por hoje, aluna. Acho que você aprendeu direitinho.

Ele soltou ela e a Vanessa caiu no tapete, toda largada, mas com aquele sorriso de quem tinha acabado de zerar a vida. Eu tava quase saindo dali, mas fiquei paralisado. Aquilo não era só sexo, era uma parada muito mais profunda. A Vanessa tava ali, toda melada da porra dele, e eu mal podia esperar pra ver como ela ia chegar em casa e me contar cada detalhe da surra que ela tinha acabado de levar.

O velho se levantou, ajeitando a calça com uma calma que contrastava com a bagunça que ele tinha feito na sala. A Vanessa continuou ali, jogada no tapete, com as pernas abertas e o corpo todo tremendo. Ela parecia uma boneca que tinha sido descartada, com o cabelo grudado no rosto pelo suor e as costas marcadas de vermelho pelos tapas que ele tinha dado. Ela soltou um suspiro longo, que terminou num gemido baixo de pura satisfação, e ficou olhando para o teto, com aquele brilho estranho nos olhos.

Ele caminhou até uma mesinha, pegou um copo de água e bebeu tudo de um gole só, sem nem olhar pra trás. Depois, voltou e deu um chute leve na coxa dela, só pra ela acordar daquele transe.

— Levanta, puta. Não tenho o dia todo. Você já teve sua dose — ele disse, com a voz fria, como se estivesse mandando um aluno sair da sala.

A Vanessa tentou se levantar, mas as pernas dela falharam e ela caiu de volta no chão. Ela riu, uma risada gostosa, cheia de malícia.

— Eu não consigo... você me destruiu, Everaldo. Eu tô toda dolorida, meu cu tá queimando e minhas pernas não obedecem mais. Você foi muito bruto, eu adorei.

Ela olhou pra ele com uma adoração que me deu um aperto no peito, misturado com uma excitação sem fim. Ela se arrastou até o sofá, pegou a blusa branca que tava rasgada e tentou se cobrir, mas tava tudo sujo de porra e de fluido.

— Amanhã eu quero mais — ela falou, a voz quase um sussurro, mas com uma firmeza que me deixou chocado. — Eu quero vir aqui todos os dias. Você não pode me deixar assim, você tem que terminar de me treinar.

Ele se aproximou, pegou o queixo dela com força e forçou ela a olhar nos olhos dele.

— Você acha que aguenta? Você viu como você ficou? Se eu te tratar como você merece, você não vai nem conseguir andar até o carro amanhã.

Ela sorriu, um sorriso sujo, e passou a mão na calça dele, onde ainda tinha vestígios do que a gente tinha acabado de ver.

— Eu não me importo. Eu quero ser sua boneca. Eu quero que você faça de mim o que você quiser. E o Rafa... ele vai adorar saber que você me deixou desse jeito.

Eu, lá fora, senti um arrepio subir pela espinha. Ela estava falando de mim, ela estava usando tudo o que ele tinha acabado de fazer com ela pra me atiçar. Eu dei um passo atrás, me afastando da janela, e comecei a caminhar em direção ao carro. O meu corpo tava queimando, o meu pau doía de tanto tesão contido, e eu sabia que, quando ela saísse por aquela porta, a nossa noite ia ser muito mais doente do que a do Everaldo. A aula tinha acabado, mas o treinamento dela tava só na metade. Eu me escondi e fiquei esperando, vendo ela sair de lá, toda bamba, com a cara de quem tinha acabado de descobrir o seu verdadeiro lugar no mundo.

A porta abriu com um rangido seco. Eu me escondi atrás de uma pilastra da varanda, grudado na parede, sem respirar. A Vanessa saiu primeiro, cambaleando, com a blusa ainda aberta e o rosto inchado. O Everaldo veio logo atrás, arrumando o cinto da calça com uma tranquilidade que me dava nojo. Ele parecia ter acabado de sair de uma aula comum, como se não tivesse acabado de destruir a minha mulher ali dentro.

De repente, num movimento rápido que eu nem vi chegar, o Everaldo levantou a mão e desceu um tapa estalado no rosto da Vanessa. A cabeça dela foi pro lado com o impacto e ela quase caiu. Ele sorriu, aquele sorriso escroto e cheio de arrogância.

— Você tá ficando doida, sua puta? — ele falou, com a voz carregada de desprezo. — Tá achando que aqui é casa da mãe Joana? Eu já te comi, já te usei, fiz exatamente o que eu tinha planejado com você. Agora dá o fora, porque eu tenho outras alunas na fila pra comer também. O que eu quis fazer com você, eu já fiz. Pode ir embora.

A Vanessa parou de cambalear. O rosto dela ficou vermelho na hora, onde ele tinha batido, e os olhos, que antes brilhavam de tesão, começaram a encher de lágrimas. Ela se ajeitou, respirou fundo e, num impulso de raiva, partiu pra cima dele. Ela deu um tapa na cara dele, um tapa forte que fez o estalo ecoar na varanda vazia.

O Everaldo ficou estático, surpreso pela ousadia dela. A Vanessa começou a chorar de verdade agora, as lágrimas escorrendo pelo rosto, misturadas com o suor da foda. Ela olhou pra ele com um ódio que eu nunca tinha visto, mas que tava carregado de uma mágoa que vinha lá do tempo da escola.

— Você continua o mesmo idiota de antes, Everaldo! — ela gritou, a voz saindo cortada pelo choro. — Sempre se achando o dono de tudo, sempre tratando todo mundo como se fosse lixo. Eu fui uma idiota de ter acreditado que você tinha mudado. Você não mudou nada, continua sendo esse velho babaca e vazio.

Ele ficou parado, com a mão no rosto onde ela tinha batido, olhando pra ela com um olhar de quem ia explodir, mas depois soltou uma risada debochada, como se ela fosse apenas uma criança fazendo birra.

— Chora, Vanessa. Chora o quanto quiser. Isso não muda o fato de que você veio aqui pedindo por cada centímetro que eu te dei. Agora vaza daqui, antes que eu perca a paciência de vez.

Ela olhou pra ele uma última vez, cheia de lágrimas, mas com o queixo erguido, e começou a caminhar em direção ao carro. Eu fiquei ali, vendo a cena toda. A Vanessa tava derrotada, mas tava inteira. E eu, vendo aquele velho tratar ela como lixo depois de ter acabado com ela, senti uma vontade de invadir aquele lugar e quebrar tudo, mas a imagem dela vindo em minha direção, toda arrebentada, me prendeu no lugar. Ela era minha, e agora eu ia ter que consertar o estrago que ele tinha deixado.

A Vanessa desceu os degraus da varanda tropeçando nos próprios pés, com a respiração cortada pelo choro. Eu saí do meu esconderijo no escuro e fui direto até ela. Quando ela me viu, travou. O rosto dela tava inchado pelo tapa, os olhos azuis vermelhos de tanto chorar, e o rastro das lágrimas riscava a maquiagem borrada. Ela tava um caco, mas quando os olhos dela encontraram os meus, vi um turbilhão de coisas: vergonha, raiva, e uma entrega que ainda me deixava louco.

Ela tentou falar, mas só um soluço saiu. Eu não disse nada. Peguei ela pelos braços e botei ela dentro do carro, no banco do passageiro. O cheiro dela, ali dentro, era uma mistura insuportável de suor, perfume e da porra daquele velho. Aquilo me deu um tranco no estômago, uma mistura de ciúme com um tesão que eu não sabia explicar.

Eu entrei no banco do motorista e, antes de ligar o carro, fiquei olhando pra ela. Ela tava encolhida, tentando puxar a blusa rasgada pra cobrir os peitos, soluçando baixinho.

— Você viu, Rafa... — ela soltou, a voz saindo um fio. — Você viu como ele me tratou. Ele não me quer, ele só queria me usar. Eu fui uma idiota, eu me rebaixei...

Eu não respondi. Liguei o motor e o som do carro pareceu ecoar naquela rua vazia. Eu não queria consolar ela, não naquele momento. O que eu queria era sentir que, apesar de tudo o que ele fez, ela ainda era minha.

— Ele não te merece, Vanessa — eu disse, com a voz baixa, focando na estrada que tava deserta. — Mas ele te marcou, não marcou? Ele te deixou desse jeito pra todo mundo ver.

Ela passou a mão no rosto, limpando as lágrimas, e me olhou. Aquela dor nos olhos dela tava começando a dar lugar pra outra coisa.

— Ele é um monstro, Rafa. Mas, meu Deus, como dói ter sido usada assim... Eu me sinto um lixo.

Eu encostei o carro num canto escuro, onde ninguém podia ver a gente, e me virei pro banco dela. Eu vi as marcas dos dedos dele na pele dela, o vermelho vivo no rosto, e os hematomas leves nos braços. Em vez de sentir pena, eu senti que precisava marcar ela de novo, pra apagar qualquer vestígio que aquele velho tinha deixado.

— Você não é um lixo — eu falei, puxando ela pra perto pelo pescoço, sem nenhuma gentileza. — Você é minha. E se ele te tratou como lixo, eu vou te mostrar agora o que é ser tratada com a possessividade que você merece.

Ela soltou um suspiro, quase um gemido, e se aproximou de mim, encostando a cabeça no meu ombro, buscando proteção, mas os olhos dela ainda tavam perdidos na dor. A noite tava só começando, e eu sabia que ela não ia dormir até eu ter certeza que ela tinha esquecido o nome daquele desgraçado.

Eu não perdi tempo. Puxei ela para cima de mim, fazendo ela cair sentada nas minhas coxas. A blusa rasgada caiu de vez e os peitos dela, marcados pelas mordidas do Everaldo, ficaram ali, me encarando. Eu senti um ódio bom, um ódio que me dava força. Eu vi a marca dos dedos dele no rosto dela e a minha mão coçou pra marcar aquele lugar de novo, mas dessa vez com o meu jeito.

— Você quer esquecer ele, Vanessa? — eu rosnei no ouvido dela. — Então para de chorar e olha pra mim. Eu sou o seu homem, não ele. Aquele velho idiota já foi, o que importa agora é o que eu vou fazer com você.

Ela se agarrou na minha camisa, fungando, mas os olhos dela já tavam mudando de novo. A dor tava ficando pra trás e o tesão, aquele tesão doentio que a gente dividia, tava voltando com tudo. Ela passou a mão pelo meu peito e depois desceu pro meu pau, que tava batendo na calça pedindo pra sair.

— Me tira isso, Rafa... — ela pediu, a voz falhando, mas já com aquela malícia de antes. — Me tira tudo, me faz sentir que eu sou sua de verdade. Eu tô me sentindo suja, eu quero que você me limpe do seu jeito.

Eu não esperei. Arranquei o resto da roupa dela num movimento só, deixando ela completamente nua no banco do carro. A luz do poste entrava pela janela e iluminava o estrago: as pernas dela tavam vermelhas, a pele tava assada, e ela ainda tava toda úmida de tudo o que tinha passado. Eu senti uma vontade louca de não ter nenhuma piedade.

— Eu vou fazer você esquecer dele, Vanessa. Vou te fazer você esquecer dele, socando tanto que você não vai conseguir nem lembrar o nome dele amanhã — eu falei.

Eu joguei ela de costas no banco, as pernas dela dobradas contra o painel, e avancei. Não teve beijo, não teve carinho. Foi na base da força, do jeito que o ódio manda. Eu entrei nela de uma vez só, ouvindo ela gritar o meu nome, mas não como uma vítima, e sim como uma mulher que tava finalmente voltando pro dono. Cada estocada era pra apagar o que ele fez, pra marcar o meu território. Ela gemia, o corpo dela batia contra o banco, e a gente ali, dentro daquele carro, no meio do nada, vivendo uma parada que era só nossa. Eu tava punindo ela por ter se entregado pra ele, e ela tava amando ser punida, porque era isso que fazia ela se sentir viva. A noite tava quente, o carro balançava, e eu sabia que ali, naquele momento, o Everaldo tinha virado apenas uma lembrança suja que eu ia fazer ela esquecer na base da foda bruta.

Eu não dava trégua. Cada soco que eu dava era como se eu estivesse apagando cada toque daquele velho da pele dela. A Vanessa gemia alto, jogando a cabeça pra trás, com os cabelos bagunçados batendo no vidro do carro. Ela tava se contorcendo toda, com as mãos cravadas no estofado, sentindo o peso da minha raiva. Eu queria que ela sentisse que, por mais que ele tivesse usado ela, o meu pau era o que ia dominar a mente dela agora.

— Quem é o seu homem, Vanessa? — eu perguntava entre uma estocada e outra, a voz grossa, cheia de possessão.

— É você, Rafa! Só você! — ela respondia, aos prantos e gemidos, com a voz embargada. — Por favor, não para! Me marca, me faz sua de novo, apaga tudo o que aconteceu lá!

Eu segurei os cabelos dela e puxei com força, fazendo ela olhar direto nos meus olhos enquanto eu continuava o ritmo bruto. A pele dela, que já tava assada por causa do Everaldo, começou a ficar ainda mais vermelha com o meu atrito, mas ela não pedia pra parar. Pelo contrário, ela cavalgava junto, querendo sentir cada pedacinho do meu pau, querendo que eu fosse tão fundo que ela perdesse a noção do tempo.

O carro balançava tanto que o alarme chegou a disparar por um segundo, mas a gente nem ligou. O suor escorria pela testa da gente, o ar dentro do veículo tava pesado, quase irrespirável. Eu sentia cada contração da bucetinha dela, sentia como ela apertava, como ela queria me prender ali dentro. Era uma briga de poder, uma forma doentia de se sentir dono de alguém que tinha acabado de se entregar pra outro.

— Amanhã, quando você acordar, você não vai lembrar do nome dele. Você só vai lembrar do meu peso em cima de você, da minha mão te marcando — eu falava, socando sem piedade.

Eu tava sentindo o meu pau latejar, aquela pressão que vem antes de despejar tudo. A Vanessa tava ali, com as pernas abertas, as mãos agarradas no volante do carro, o rosto todo suado e com aquela cara de quem ia ter um treco. Eu dei um último golpe, o mais fundo que eu consegui, e senti que era a hora.

De repente, antes mesmo de eu conseguir gozar a porra toda, ela soltou um gemido que parece que veio do fundo da alma, um som de agonia e prazer que eu nunca tinha ouvido. Do nada, começou a sair um jato forte de dentro dela. Eu levei um susto na hora, o meu pau tava lá dentro, travado, e eu senti aquele líquido quente banhar tudo, molhando minhas coxas, o banco do carro, a calça, tudo. Não era pouco, não, era um jato mesmo, daqueles que não parava.

Eu fiquei paralisado, com o olho arregalado, sem acreditar no que tava vendo. A Vanessa tava ali, tendo espasmos, o corpo todo tremendo, soltando aquele líquido como se tivesse aberto uma torneira. Ela também tava com os olhos abertos, sem entender nada, com aquela cara de quem tinha levado um choque.

— O que é isso, Vanessa? Meu Deus! — eu gritei, sem saber se tirava o pau ou se continuava ali, vendo a cena.

Ela não conseguia nem falar, só ficava gemendo, com a boca aberta, o corpo todo travado no orgasmo mais forte que ela já tinha tido na vida. E foi nesse momento que eu perdi o controle também. O meu corpo cedeu, e eu comecei a gozar junto com ela. A minha porra ia entrando, misturando com o que tava saindo dela, uma mistura quente, suja, que tava inundando o banco do carro.

A gente ficou ali, os dois, em choque. O jato dela ainda tava saindo, dando umas últimas bombadas, e o meu pau pulsando lá dentro, despejando tudo o que tinha acumulado. O carro tava uma zona, o cheiro de sexo era tão forte que chegava a dar tontura. Quando finalmente parou, a gente ficou em silêncio absoluto, só se olhando, os dois assustados com o que tinha acabado de acontecer.

Eu tirei o pau dela devagar, vendo o líquido escorrer pela perna dela, molhando o estofado. A gente tava tão acabado que nem conseguia se mexer. A Vanessa tava com a boca aberta, o peito subindo e descendo, olhando pra baixo pra poça que a gente tinha feito no banco. A gente nunca tinha passado por uma parada dessas. Aquele velho tinha fodido ela tanto, tinha deixado ela tão aberta e tão no limite, que o meu pau só precisou de um toque pra fazer ela ter esse estrondo. A gente tava ali, sujos, molhados, no meio da rua, e eu sabia que, depois daquela noite, nunca mais ia ser a mesma coisa entre a gente.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 12 estrelas.
Incentive Casal hot a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 79Seguidores: 190Seguindo: 37Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →