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AMIGO DESPERTOU A PUTINHA EM MIM

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Um conto erótico de Branquinho
Categoria: Homossexual
Contém 2144 palavras
Data: 02/07/2026 11:41:15

Esse relato se passa quando eu tinha cerca de 15 anos. Na época, morávamos juntos: eu, minhas irmãs mais novas e meus pais.

Eu era um rapaz magro, de pele bem clara, e uma das minhas características mais marcantes sempre foi ter os glúteos mais avantajados. Minha mãe costumava dizer que eu havia herdado essa característica da família materna. Naquele período, eu apenas estudava e passava boa parte do tempo brincando na rua.

Sempre tive um perfil tímido, introvertido e, até certo ponto, passivo. Em razão dessas características, normalmente acompanhava as brincadeiras propostas pelos meus amigos e, quase sempre, era o último a ser escolhido para participar delas.

Nessa fase da vida, com os hormônios à flor da pele, alguns amigos costumavam brincar dando tapas na minha bunda. No início isso me incomodava bastante, mas, com o tempo, acabei me acostumando e passei apenas a resmungar, sem reagir.

Havia alguns amigos mais ousados, e o Rafael era, sem dúvida, o mais atrevido do grupo. Durante as brincadeiras de esconde-esconde, ele frequentemente insistia para que eu me escondesse com ele. Normalmente, eu ficava à frente, enquanto ele permanecia atrás de mim. Aos poucos, ia se aproximando e, como eu não o impedia, continuava avançando. Primeiro dava tapas na minha bunda, depois passava a apalpá-la e, por fim, segurava minha cintura, pressionando o próprio corpo contra o meu, de modo que eu sentia seu pênis encostado no sulco entre minhas nádegas.

Aquelas "brincadeiras" despertavam em mim sentimentos contraditórios. Havia algo que eu sabia ser errado, mas que, ao mesmo tempo, me causava uma sensação difícil de explicar. Eu não conseguia compreender esse conflito interno. Sabia perfeitamente que era um rapaz e que aquele não deveria ser o meu papel, mas, de alguma forma, gostava da sensação de ser subjugado. O Rafael percebeu isso e passou a se aproveitar da situação.

Quase todos os dias, ele se aproximava de mim e permanecia ao meu lado apenas conversando. Enquanto falava, acariciava o próprio pênis, dizia que estava excitado e insistia para que eu olhasse. Eu apenas ria, sem graça, diante daquela situação.

Sempre procurava oportunidades para que ficássemos sozinhos. Nesses momentos, assumia uma postura cada vez mais dominante, dando ordens e passando a me chamar por apelidos depreciativos, como "putinha" e "gostosa".

Eu permanecia naquela situação sem saber como reagir. Limitava-me a dar risadas constrangidas, sem enfrentá-lo. Além disso, ele era fisicamente mais forte do que eu, o que aumentava minha sensação de impotência. No fim, ele exercia sobre mim uma espécie de domínio que eu próprio não conseguia compreender.

A partir de certo momento, quando ficávamos sozinhos, ele já me virava de costas e passava a pressionar o corpo contra o meu. Segurava-me com firmeza, aproximava-se cada vez mais e sussurrava no meu ouvido, chamando-me de "putinha".

Em uma das brincadeiras de esconde-esconde, estávamos escondidos bem próximos um do outro quando ele colocou o pênis para fora. Foi a primeira vez que vi o órgão genital de outro homem. Era maior e mais grosso que o meu. Enquanto se masturbava, insistia para que eu olhasse para ele.

Naquele clima, ordenou que eu também tirasse o meu para fora. Hesitei por alguns instantes, mas recebi um tapa leve no rosto, suficiente para demonstrar que esperava obediência. Acabei cedendo. Ele riu ao comparar nossos corpos; o meu estava ereto, porém era bem menor. Entre risadas, dizia que eu havia nascido para ser sua "putinha".

Em seguida, segurou minha mão e a levou até o próprio pênis, fazendo com que eu o tocasse e movimentasse a mão conforme suas ordens. Eu estava completamente nervoso, suando e com a voz trêmula.

Percebendo que eu já não oferecia qualquer resistência, ordenou que eu me ajoelhasse e colocasse seu pênis na boca. Balbuciei que não era gay e que não queria fazer aquilo, mas ele apenas riu. Segurou-me pelo braço e me puxou para mais perto, até que fiquei a poucos centímetros dele. O cheiro marcante, a proximidade e a tensão do momento me deixaram paralisado, enquanto ele continuava a se masturbar lentamente.

Então segurou a minha nuca e conduziu minha cabeça para a frente. Abri a boca e, pela primeira vez, coloquei um pênis na boca. Sem saber exatamente o que fazer, permaneci apenas na glande, movimentando os lábios e a língua de forma hesitante durante alguns instantes.

Logo em seguida, recebi outro tapa no rosto. Levantei os olhos e vi, na expressão dele, um evidente sentimento de satisfação por exercer aquele domínio sobre mim.

Ao ouvirmos o barulho dos nossos amigos se aproximando, recobrei a consciência da situação. Levantei-me rapidamente, limpei os lábios de forma discreta, enquanto ele se recompunha. Em seguida, voltamos para a brincadeira como se nada tivesse acontecido.

No dia seguinte, ao sair para a rua, avistei-o ainda de longe. Assim que veio em minha direção, percebi que já o observava de uma forma diferente. Sua compleição física chamava minha atenção e isso despertava em mim sentimentos que eu ainda não compreendia. Tentei disfarçar o constrangimento cruzando os braços, na tentativa de ocultar minha reação.

Depois de nos cumprimentarmos, ele disse que fôssemos até sua casa, explicando que a mãe havia saído e que teríamos algum tempo sozinhos. Seguimos para lá, eu caminhando à frente e ele logo atrás. Em determinado momento, olhei para trás e o vi sorrindo discretamente, mantendo um comportamento que me deixava ainda mais desconcertado. Estávamos na rua, com pessoas passando ao nosso redor, o que aumentava minha tensão.

Ao chegarmos, ele abriu o portão e, em tom de ordem, mandou que eu entrasse. Meu coração acelerou imediatamente. Sentia as mãos suarem, as pernas pesarem e um nervosismo crescente tomar conta de mim.

Assim que entramos no corredor, ele adotou novamente a postura dominante que já vinha demonstrando havia algum tempo. Fui surpreendido por um gesto brusco, seguido de palavras que reforçavam a maneira como ele procurava me intimidar e exercer controle sobre mim. Permaneci imóvel por alguns instantes, enquanto ele diminuía a distância entre nós e dizia, em voz baixa, o que pretendia fazer dali em diante.

Naquele momento, experimentei um intenso conflito interno. Ainda existia em mim a insegurança e o pudor característicos da minha idade, mas, ao mesmo tempo, havia sentimentos contraditórios que eu não conseguia compreender nem controlar. Cheguei a dizer, de forma hesitante, que não gostava daquilo e que era homem, embora minhas palavras parecessem ter pouco efeito sobre ele.

Entramos na sala e ele pediu que eu me sentasse no sofá. Obedeci em silêncio. Enquanto ele se movimentava pelo ambiente com aparente naturalidade, eu permanecia imóvel, tomado pela ansiedade, pelo medo e pela curiosidade. Ele percebeu meu estado de hesitação e, com um sorriso de evidente autoconfiança, reforçou a sensação de que acreditava ter total controle sobre a situação.

Ele ordenou que eu tirasse a roupa. Hesitei por alguns instantes. Em seguida, foi até o quarto e, antes de sair da sala, disse que, quando voltasse, eu deveria estar completamente nu.

Não foi fácil me despir naquela casa. Apesar da vergonha e da insegurança, havia algo dentro de mim que começava a aceitar a intensidade daquelas sensações. Tirei a camisa, abaixei o short e, quando estava retirando a cueca, ele retornou. Olhou para mim, dirigiu-me alguns insultos e fez comentários depreciativos sobre o tamanho do meu pênis.

Em seguida, colocou uma calcinha em minhas mãos e ordenou que eu a vestisse. Estiquei aquele pequeno pedaço de tecido e percebi que era uma minúscula calcinha fio-dental vermelha. Hesitei novamente, mas ele tornou a me apressar. Passei os pés pelas aberturas e fui erguendo a peça lentamente. À medida que o tecido deslizava pelas minhas pernas, experimentava uma sensação completamente nova. Quando a calcinha se ajustou ao meu corpo, fui tomado por uma intensa mistura de vergonha, curiosidade e excitação.

Ele mandou que eu a ajustasse melhor e, logo depois, apontou para um espelho. Instintivamente, observei meu reflexo. Girei discretamente diante dele, ainda tentando compreender o que estava sentindo. Permaneci por alguns instantes contemplando aquela imagem, até ser interrompido por um tapa na nádega. Ele riu e disse que agora seria a vez dele sentir prazer.

Mantendo a postura autoritária que vinha assumindo desde o início, ordenou que eu me sentasse no sofá. A partir dali, conduziu toda a situação de maneira firme, sem me dar espaço para qualquer iniciativa. Eu permanecia completamente dominado pelos acontecimentos, sem saber como reagir, dividido entre o medo, o constrangimento e a submissão que, aos poucos, havia se instalado. Em determinado momento, ergui os olhos e encontrei seu olhar. Havia nele uma expressão intensa, marcada pela sensação de controle absoluto sobre a situação, enquanto eu permanecia totalmente entregue à sua vontade.

Ele apoiou uma perna no sofá e enfiou de uma fez só, com força, seu pau na minha boca, engoli com sofreguidão, ele ficava bombando, não sabia o que fazer, estava totalmente entregue, olhei para ele, um olhar de ferocidade, raiva, ele mordia os lábios, demonstrando um prazer que até aquele momento jamais havia visto em alguém.

Ele bombava com força, segurava minha nuca, eu babava naquele pau. Ele tirou, eu respirei, limpei a baba que escorria, tomei um tapinha e voltei a chupar, dessa vez sem pedido, parecia já saber o meu papel, chupei com vontade, engolia tudo, volta para a cabeça, passava a língua, punhetava, chupei seu saco. Engolia novamente e chupava. O gozo veio sem avisar, tomei um susto, engasguei com aquele gozo, vazou um pouco pelos meus lábios. Ele urrava, me xingava. Foi muita porra, eu chupei tudinho, deixei limpinho, olhei para cima e vi sua cara de satisfação, seu pau amolecia. Ele dizia que tinha sido a melhor chupada. Que eu tinha nascido para aquilo.

Ele se jogou no sofá, e eu permaneci ao seu lado. Um silêncio estranho tomou conta do ambiente. Eu ainda estava excitado e, por alguns instantes, fiquei observando meu próprio corpo usando apenas a calcinha. Olhei para ele e percebi uma pequena gota na ponta do seu pênis. Instintivamente, aproximei-me e a retirei com a boca.

De repente, ouvimos um barulho no portão. O susto nos fez sair imediatamente daquele estado de envolvimento. Começamos a nos vestir às pressas. Consegui apenas colocar o short e estava terminando de vestir a camisa, permanecendo ainda com a calcinha. Enquanto isso, ele escondeu minha cueca sob a almofada do sofá.

Pouco depois, sua mãe entrou na casa. Ela nos observou por alguns instantes e tive a impressão de que lançou um olhar de reprovação em minha direção. Rapidamente, ele ligou o videogame e passamos a agir como se estivéssemos apenas brincando. Em seguida, ela foi para a cozinha.

Alguns minutos depois, disse que precisava ir embora. Ele concordou. Quando fui procurar minha cueca, impediu-me de pegá-la. Disse que iria jogá-la fora e que eu deveria permanecer usando aquela calcinha, afirmando que era um presente.

Saí em direção à minha casa, em um trajeto de cerca de dez minutos. No início do caminho, tinha a sensação de que todos percebiam o que eu estava vestindo por baixo da roupa. Caminhava de cabeça baixa, tomado pela vergonha e pela ansiedade. Ao mesmo tempo, a sensação do tecido contra o meu corpo despertava emoções contraditórias que eu ainda não conseguia compreender, tornando todo o percurso uma experiência intensa.

Ao chegar em casa, fui diretamente para o banheiro. Ainda usando a calcinha, masturbei-me e ejaculei rapidamente, em uma descarga intensa de tensão e excitação acumuladas.

Tirei a calcinha a contragosto e voltei à minha aparência habitual. Passei o restante da tarde sentado no sofá, refletindo sobre tudo o que havia acontecido. Não conseguia afastar aqueles pensamentos da cabeça.

Naquela noite, antes de dormir, peguei a calcinha novamente. Depois de alguns instantes de hesitação, resolvi vesti-la e adormeci com ela.

Durante a madrugada, acordei excitado. A calcinha envolvia meu corpo de uma maneira que intensificava ainda mais as sensações que eu vinha experimentando desde o dia anterior. Permaneci deitado por alguns instantes, tentando compreender o que estava sentindo, enquanto buscava aliviar a tensão acumulada. Ainda deitado, tirei meu pau pra fora e punhetei algumas vezes. Passei um dedinho em volta do meu reguinho, dedilhei, senti um prazer incontrolável. Me ajeitei, continuava passando o dedo no meu reguinho e em dado momento enfiei no meu reguinho. Doeu um pouco, mas não tirei. Continuei com o dedo dentro e me punhetando, que gostoso, gozei rápido, me melando todo.

Naquele momento, percebi que algo havia mudado dentro de mim. Sentimentos que antes pareciam impensáveis agora surgiam com naturalidade, despertando curiosidade, conflito e prazer ao mesmo tempo. Quando tudo terminou, permaneci alguns minutos em silêncio, tentando assimilar a intensidade da experiência. Depois me limpei, deitei novamente e voltei a dormir.

A partir daquele dia, iniciou-se uma transformação que mudou profundamente a forma como eu enxergava a mim mesmo. Foi o começo de uma jornada repleta de conflitos, descobertas e mudanças que relatarei nos próximos capítulos.

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