🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

O Desejo Entre Cunhadas

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Lésbicas
Contém 1882 palavras
Data: 16/07/2026 22:06:11

Duas semanas haviam se passado desde aquela noite insana no apartamento de Marcelo em Campeche. A chuva de Florianópolis parecia ter lavado o cheiro de sexo do ar, mas não da memória de nenhuma de nós. Eu, Juliana, ainda sentia o corpo latejar só de lembrar das estocadas brutais de Marcelo, do gosto salgado do gozo dele pintando meu rosto e o de Adriane. Roberto estava novamente em viagem, dessa vez para uma semana inteira em Curitiba. A casa ampla no bairro de Jurerê estava silenciosa, perfeita para o que quer que viesse.

Recebi a mensagem de Adriane por volta das 14h: “Ju, posso passar aí? Preciso conversar sobre... aquilo. Sozinhas.” Meu coração acelerou. Respondi imediatamente: “Vem. Porta aberta. Roberto viajou, estou sozinha.” Coloquei um shortinho de algodão justo que mal cobria metade das minhas nádegas grandes e empinadas, uma regata fina branca sem sutiã, deixando os mamilos pequenos e sensíveis marcando o tecido. Meu cabelo castanho ondulado solto, pele morena clara ainda com um leve bronzeado do sol da praia.

Adriane chegou às 15h, dirigindo o carro simples da família. Vestia uma saia leve floral até os joelhos e uma blusa de botão recatada, o uniforme da “certinha” que ela sempre fingia ser. Mas eu já sabia a verdade. Seu corpo magro deslizou para dentro da casa, bunda pequena e redondinha balançando discretamente. Peitos pequenininhos, quase imperceptíveis sob a blusa, mas com aqueles mamilos que eu vira endurecerem naquela noite.

Fechamos a porta. O silêncio da casa era carregado. Sentamos no sofá da sala, com um copo de vinho branco gelado cada uma. Adriane cruzou as pernas finas, apertando-as uma contra a outra, visivelmente nervosa.

— Juliana... eu não consigo parar de pensar naquela noite — começou ela, voz baixa, quase sussurrando. Seus olhos castanhos evitavam os meus no começo. — Eu sempre me fiz de santa. Meu marido, aquele religioso conservador, mal me toca. Sexo uma vez por mês, missionário, sem gemidos, sem força... Eu fantasiava com Marcelo há tempos, mas ver vocês dois... ver aquele pau grosso na sua boca... me quebrou.

Eu sorri, inclinando-me para frente. Meus peitos pequenos roçaram o tecido da regata, mamilos já duros.

— Eu sei, Adriane. Vi como você molhou a calcinha só de olhar. Você não é a santinha que finge ser. Você adora safadeza. Adora chupar até engasgar, ser fodida com força. Naquela noite você gozou como uma puta quando ele te arrombou.

Adriane corou violentamente, mas não negou. Sua respiração acelerou. Ela tomou um gole grande de vinho.

— Foi errado... traímos Carla, traímos nossos maridos. Mas... caralho, Juliana, foi a melhor coisa que já senti. O pau dele me rasgando, você comendo minha bucetinha... Eu gozei tanto que pensei que ia desmaiar. Meu marido nunca me fez sentir isso. Nunca me chamou de vadia, nunca meteu forte.

Eu me aproximei mais, colocando a mão na coxa magra dela. Senti a pele arrepiada.

— Então para de fingir, Adriane. Aqui, agora, somos só nós duas. Sem Marcelo, sem maridos. Eu quero você. Quero comer essa bucetinha apertada com aqueles lábios grandes e carnudos que você tem. Quero te ouvir gemer como a safada que você é.

Adriane hesitou por um segundo, mordendo o lábio inferior. Então, o tesão venceu. Ela se inclinou e me beijou. O beijo começou tímido, mas logo virou fome. Nossas línguas se enrolaram, molhadas, barulhentas. Minhas mãos grandes apertaram a cintura fina dela, descendo para apertar aquela bunda pequena e redondinha por cima da saia.

— Porra, Juliana... você é tão safada — gemeu ela contra minha boca.

Levantei a blusa dela devagar, revelando os peitos pequenininhos, mamilos rosados já duros como pedrinhas. Baixei a cabeça e chupei um com força, mordendo de leve, puxando com os dentes. Adriane arqueou as costas, gemendo alto.

— Ai, caralho! Chupa meus peitinhos, Ju... morde mais forte!

Enquanto chupava, minha mão subiu por baixo da saia, encontrando a calcinha já encharcada. Os grandes lábios externos da bucetinha dela eram volumosos, carnudos, inchados de tesão, pressionando contra o tecido fino. Afastei a calcinha e enfiei dois dedos grossos de uma vez, sentindo a bucetinha pequeninha e apertada me sugar.

— Que bucetinha gulosa! Tá pingando pra mim, sua vadia escondida. Olha esses lábios grandes... tão cheios, tão molhados.

Dedava ela com força, curvando os dedos para acertar o ponto G, polegar girando no clitóris inchado. Adriane rebolava no sofá, pernas finas tremendo, bunda redondinha se mexendo contra minha mão.

— Mais forte, Juliana! Me fode com esses dedos! Eu adoro ser fodida com força... meu marido nunca faz isso! Aaaahhh!

O primeiro orgasmo dela veio rápido e intenso. O corpo magro convulsionou, bucetinha apertando meus dedos como um punho, suco escorrendo pela minha mão e molhando o sofá. Ela gritou, unhas cravando no meu ombro.

— Gozei... porra, gozei gostoso na sua mão!

Não dei tempo para recuperação. Tirei minha regata, mostrando meus peitos pequenos, mamilos escuros duros. Meu shortinho saiu junto com a calcinha, revelando minha bunda grande, empinada, pernas grossas e a buceta carnuda, lábios inchados brilhando. Adriane me olhou com fome, tirando o resto da roupa. Corpo magro, pele clara, bunda pequena redondinha, bucetinha depilada com aqueles lábios externos volumosos e carnudos destacando-se, clitóris protuberante.

Levei ela para o quarto. Joguei na cama de casal, abrindo aquelas pernas finas bem largas. Empinei minha bunda grande na direção dela enquanto baixava o rosto entre suas coxas.

— Olha essa bundona pra você, Adriane. Enquanto eu como sua bucetinha, você pode olhar e se tocar.

Minha língua atacou com voracidade. Lambi os grandes lábios carnudos, sugando cada um, enfiando a língua fundo na bucetinha apertada. O gosto era doce e salgado, viciante. Chupei o clitóris com força, vibrando a língua rápido. Adriane segurava meus cabelos ondulados, empurrando meu rosto contra sua buceta.

— Come minha bucetinha, sua puta! Enfia essa língua fundo! Ai, que delícia... chupa esses lábios grandes! Sou sua vadia agora!

Eu metia a língua como se fosse um pau, fodendo ela oralmente com força, nariz pressionando o clitóris. Uma mão minha apertava um dos peitos pequenininhos dela, beliscando o mamilo. A outra dava tapas leves na bunda redondinha dela. Adriane rebolava desesperada, gemendo alto, palavreado sujo saindo sem filtro.

— Mais forte! Rasga minha bucetinha com a boca! Eu adoro isso... nunca fui comida assim!

Ela gozou pela segunda vez, jorrando um pouco de squirt no meu queixo e peitos pequenos. O corpo magro tremia violentamente, pernas finas apertando minha cabeça.

Virei ela de quatro. Empinei aquela bunda pequena e redondinha, dando tapas fortes, marcando a pele clara.

— Olha essa bundinha gostosa... toda minha pra bater. Agora vou te comer de quatro, sua safada.

Deitei atrás dela, posicionando minha buceta carnuda contra a dela, tribbing com força. Nossas bucetas molhadas se esfregavam, meus lábios carnudos contra os grandes lábios volumosos dela. Rebolava com potência, clitóris batendo no dela, fazendo barulho molhado obsceno.

— Sente minha bucetona grande esfregando na sua, Adriane! Olha como meus lábios engolem os seus! Rebola essa bundinha pra mim!

Adriane empinava como podia, gemendo rouca.

— Isso, esfrega forte! Nossas bucetas molhadas... caralho, que tesão! Me fode assim, Juliana! Sou sua puta lésbica!

A fricção era intensa. Minhas pernas grossas davam potência, bunda grande quicando. Apertei a cintura fina dela, puxando contra mim. Gozamos quase juntas, gritos ecoando no quarto. Meu suco escorria misturado com o dela, molhando as coxas.

Não parei. Peguei um vibrador grosso que guardava na gaveta (um segredo meu), daqueles com veias e cabeça larga, uns 20cm. Lubrifiquei rápido e posicionei na entrada da bucetinha apertada dela.

— Agora vou te arrombar de verdade, Adriane. Esse pauzinho de borracha vai te foder como Marcelo fez, mas sou eu quem manda.

Empurrei devagar no começo, abrindo aqueles grandes lábios carnudos. Centímetro por centímetro, a bucetinha pequeninha engolia o vibrador. Adriane gritava de prazer e dor misturados.

— Aaaahhh! Que grosso! Enfia tudo, Ju! Rasga minha bucetinha apertada! Meu marido nunca me enche assim!

Comecei a meter com força, estocadas profundas e rápidas, uma mão puxando os cabelos dela, a outra dando tapas na bunda redondinha. O vibrador entrava e saía brilhando de suco, fazendo barulhos molhados. Adriane empinava, rebolando contra as investidas.

— Me fode forte! Sou sua cachorra! Mais fundo, porra! Arromba essa buceta!

Aumentei a velocidade, metendo como um animal. Meu corpo suado contra o dela: meus peitos pequenos roçando as costas magras, bunda grande batendo contra a bundinha dela. Liguei a vibração no máximo. Adriane explodiu em um orgasmo violento, corpo convulsionando, bucetinha esguichando ao redor do vibrador, grito rouco enchendo o quarto.

— Gozei... gozei pra caralho! Não para... continua metendo!

Troquei de posição: deitei de costas, pernas grossas abertas. Puxei Adriane para cima de mim, na posição 69. Minha bunda grande e buceta carnuda na cara dela, enquanto eu voltava a chupar e foder ela com o vibrador.

— Chupa minha buceta enquanto eu te arrombo, vadia! Engole meus lábios carnudos!

Adriane, apesar de inexperiente com mulheres, atacou com fome. Lambeu minha buceta molhada, enfiando a língua entre meus lábios, sugando o clitóris. Engasgava de tesão, baba escorrendo. Eu metia o vibrador nela sem piedade, alternando com lambidas no cu dela.

— Isso, engole minha bucetona! Chupa como a puta que você é! Olha esses meus lábios grandes... tão molhados pra você!

O quarto cheirava a sexo, suor e buceta molhada. Nossos gemidos se misturavam. Gozei na boca dela, suco escorrendo pelo rosto magro de Adriane. Ela lambeu tudo, esfregando o rosto na minha bunda grande.

Viramos novamente. Eu sentei no rosto dela, bunda grande cobrindo quase todo o rosto magro, rebolando enquanto ela comia minha buceta e meu cu com desespero. Minhas coxas grossas apertavam as bochechas dela.

— Senta na minha cara, Juliana! Sufoca com essa bundona! Me afoga na sua buceta!

Rebolei forte, peitos pequenos balançando, mãos apertando meus próprios mamilos. Outro orgasmo intenso me atravessou.

Depois, usei o vibrador nela no missionário, pernas finas dela nos meus ombros, dobrando o corpo magro. Metia com brutalidade, peito contra peito pequenino.

— Toma esse pau na bucetinha apertada! Goza pra mim de novo, sua safada!

Adriane gozou pela quarta ou quinta vez, corpo inteiro tremendo, olhos revirando, unhas cravando nas minhas costas. Eu gozei junto, esfregando meu clitóris contra o dela.

Exaustas, suadas, gozadas, caímos na cama. Nossos corpos entrelaçados: minha perna grossa sobre as coxas finas dela, mão apertando a bunda redondinha, rosto dela entre meus peitos pequenos.

— Isso foi... incrível — murmurou Adriane, ainda ofegante, lambendo um pouco de suco do meu mamilo. — Nunca imaginei que sexo entre mulheres pudesse ser tão forte, tão sujo. Quero mais. Quero você me comendo sempre que der.

— Sempre que os maridos viajarem, sua puta — respondi, beijando-a com gosto de buceta. — Somos cunhadas safadas agora. E isso é só o começo.

A tarde virou noite. Tomamos banho juntas, nos tocando, nos esfregando. Na cozinha, comi ela debruçada na bancada, vibrador metendo forte por trás enquanto ela gemia contra o mármore. No sofá, 69 novamente até gozarmos exaustas. Foram horas de prazer proibido, intenso, com tapas, puxões de cabelo, palavreado sujo (“Arromba minha bucetinha!”, “Chupa essa vadia molhada!”, “Goza na minha cara de puta!”) e orgasmos que deixaram nossos corpos marcados e doloridos de tanto prazer.

Quando Adriane foi embora, já era madrugada. Beijamo-nos na porta, línguas ainda famintas. Sabíamos que o segredo nos unia ainda mais. Carla e Roberto nunca saberiam. E nós duas, agora, éramos viciadas uma na outra.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive AndressaMR a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

vendo videos incesto, zoo e outros videos, interessados chamar telegram @ANDERSONAGUIARSP1977 ou 62981371007....xxx

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →