🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

O Dono do Território: O Dia em que o Manto Sagrado Cobriu a Putinha do Rival

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Ninfetinho luquinhas
Categoria: Gay
Contém 4712 palavras
Data: 15/07/2026 00:32:45

​O vapor quente do vestiário abafava o ambiente, misturando o cheiro de sabonete barato com o suor forte que ainda emanava da nossa pele. Ali, lado a lado sob os chuveiros, a comparação era inevitável. Rômulo era o típico playba de condomínio: 1,80 m de altura, pele pálida, corpo todo desenhado na academia, aquele "trincado" de quem vive de suplemento. Um boneco de vitrine.

​Já eu... eu sou um típico ursão. Com meus 1,88 m, eu ocupava o espaço. Sou troncudo, denso, um ursão bruto igual ao meu pai. Enquanto a água escorria pelos ombros dele, eu via o olhar dele descer para o meu peito largo, cheio de pelos e massa bruta, e depois descer mais, para o volume que eu carregava. Eu também faço o mesmo e percebo que o pau dele é do mesmo comprimento que o meu, mas é fino.

​O Rômulo percebeu o meu olhar analítico e tentou estufar o peito de frango dele, esboçando aquele risinho arrogante de quem se acha o rei da cocada preta.

​— Tá olhando o quê, Augusto? — ele provocou, tentando manter a marra de playboy de condomínio mesmo debaixo do chuveiro. — Gostou do que viu ou tá assustado porque o playba aqui não fica atrás de você?

​Soltei uma risada rústica, um som de puro deboche que ecoou nas paredes de azulejo úmidas do vestiário. Dei um passo para o lado, deixando a água quente bater direto nas minhas costas largas de urso, diminuindo a distância entre nós dois. A minha carcaça de 1,88 m e 95 kg simplesmente engolia a presença dele ali.

​— Assustado com o quê, Rômulo? — rosnei, com a voz grossa e calma, sem pressa. — Você acabou de ser amassado por mim no tatame agora há pouco. Ficou por baixo batendo duas vezes para eu não te apagar, e ainda quer pagar de brabo aqui no chuveiro? Tu treina, toma suplemento, fica todo trincado aí para foto, mas na hora do vamo-ver falta substância. Teu pau pode até ter o mesmo comprimento que o meu, mas é fino, playba. Parece um cabo de vassoura. Não tem o calibre que um macho de verdade precisa ter para dar conta do recado.

​O sorriso dele vacilou por um segundo, a bochecha pálida ganhando um tom avermelhado de pura raiva por ser lembrado da humilhação recente no tatame. Sentindo o orgulho de macho trincado ser estraçalhado, ele esticou o braço até o banco do vestiário, pegando o celular com a mão úmida.

​— No tatame você levou a melhor, Augusto, mas na cama eu sou o dono do jogo. Eu sei muito bem como usar o que eu tenho — ele rebateu, a voz tremendo de leve de nervoso enquanto desbloqueava a tela com pressa. — E, se você acha que eu não dou conta do recado, dá uma olhada em como eu uso o meu Bielzinho. Isso aqui é meu depósito, serve só para aliviar o meu estresse.

​Ele virou a tela do aparelho na direção do meu rosto.

​O vídeo começou a rodar. Na tela, o Bielzinho estava de bruços na cama, com o rosto afundado no travesseiro, usando só uma calcinha vermelha que contrastava perfeitamente com sua pele caramelizada. O corpo do garoto estava todo arqueado, trêmulo, e o Rômulo vinha por trás, golpeando sem a menor paciência, bruto de um jeito estúpido, quase violento.

​O áudio no vestiário vazio saiu limpo: o Bielzinho choramingava baixinho, a voz manhosa e sufocada pedindo por favor, com os olhos amendoados cheios de água.

​— Rômulo... para... por favor, tá doendo… Amor, vai devagar... — o garoto implorava, as mãozinhas magras cravadas no lençol de forma desesperada.

​Mais o Rômulo, no vídeo, só dava risada, pisando na cabeça dele e acelerando as estocadas sem se importar com a dor do menino.

​— Viu? Ele chora, mas no fundo sabe que o rabo dele tem dono. Esse viadinho nasceu para ser meu brinquedo e aguentar o tranco de homem de verdade. Eu faço o que eu quero com ele — o Rômulo comentou do meu lado, com um sorriso orgulhoso e asqueroso no rosto azedo.

​O sangue subiu tão quente para a minha cabeça que a minha visão chegou a embaçar. O meu peito largo de urso subiu e desceu num estalo de puro ódio. Eu herdei a bruteza do meu pai, o Tião Mestre, mas herdei também o código de honra de homem de verdade. Ver aquele moleque escroto tratar um garoto delicado e dedicado como o Bielzinho feito lixo, filmando-o sem permissão e o maltratando para se gabar no vestiário, fez a minha mão se fechar num punho pesado.

​Para mim, um menino dócil e caprichoso como o Bielzinho tinha que ser tratado com firmeza, sim, mas com a delicadeza e a pegada de quem sabe valorizar o que tem nas mãos. Ele merecia ser dominado por um macho de verdade, que soubesse preenchê-lo por completo, não maltratado por um moleque covarde com um pau fino.

​Dei um passo firme na direção dele, a minha carcaça cobrindo toda a luz do chuveiro, encurralando o playba contra a parede fria de azulejos.

​— Apaga essa porra de vídeo agora, Rômulo — rosnei, a minha voz de trovão ecoando no vestiário com um peso que fez o celular dele quase escorregar da mão. — Apaga agora, antes que eu quebre a tua cara no meio desse piso.

​O Rômulo deu um passo para trás, as costas pálidas batendo contra o azulejo gelado do box. A água do chuveiro caía direto no topo da cabeça dele, mas o suor frio de medo já começava a se misturar com as gotas quentes. Ele tentou sustentar o olhar marrento, mas a tremedeira na mão que segurava o celular entregava que o playba tinha se tocado do tamanho da encrenca em que se metera.

​— Q-qual é, Augusto? Tá defendendo a minha putinha por quê? — gaguejou o Rômulo, a voz forçando uma marra que ele já não tinha mais, enquanto tentava afastar o celular do meu alcance. — O que eu faço entre quatro paredes com o meu brinquedo não é da tua conta. Vai dizer que tá com pena dele?

​Dessa vez, eu não respondi com palavras.

​Avancei como um trem desgovernado. Com a mão esquerda calejada, joguei o braço dele contra a parede, prendendo o pulso do playba num aperto de ferro que fez o celular dele finalmente escorregar e se estraçalhar no piso molhado do vestiário. Antes que ele pudesse soltar um grito, travei a minha mão direita direto no gogó dele, apertando com força.

​— Eu mandei apagar, caralho — rosnei baixinho, colando a minha cara na dele. O meu peito largo, peludo e suado esmagava o peito liso e trincado dele contra a parede. — Mas já que a porcaria do celular quebrou, a gente resolve do meu jeito.

​O Rômulo arregalou os olhos, tentando puxar o ar, as pernas pálidas tremendo enquanto ele ficava na ponta dos pés para não sufocar sob a minha mão. O pau fino dele, que antes estava meio erguido pela soberba, murchou completamente de puro pavor diante do meu canhão que latejava duro e pesado entre as minhas pernas grossas, batendo contra a coxa dele.

​— O Bielzinho tenta te agradar, veste a porra da camisa do teu time, aguenta o teu gênio de moleque mimado, e tu trata o moleque feito lixo? Filmando o sofrimento dele para pagar de gostoso para os outros? — continuei, a voz de trovão saindo pausada, fazendo o gogó dele tremer sob os meus dedos. — Homem de verdade domina com pegada, preenche o espaço e faz o moleque implorar de tesão, não de dor, seu frouxo. Tu não é homem nem no tatame e muito menos na cama.

​Soltei o pescoço dele com um empurrão que o fez deslizar de costas pelo azulejo até sentar no chão molhado, tossindo e puxando o ar com desespero. Olhei de cima para ele, exalando autoridade no vestiário vazio.

​— Veste a tua roupa e some da minha frente antes que eu termine o serviço que comecei no tatame — ordenei, dando as costas e deixando a água do chuveiro lavar o resto do ódio do meu lombo. — E se eu souber que tu encostou mais um dedo no Bielzinho, ou se esse vídeo aparecer em algum lugar... eu mesmo vou na tua casa te buscar pelo colarinho. Suma.

​O Rômulo não piou. Juntou os pedaços do celular com as mãos trêmulas, pegou a toalha e saiu quase rastejando pelo corredor, me deixando sozinho com o som da água batendo no chão e a imagem do corpinho magrinho do Bielzinho queimando na minha mente. Aquele garoto precisava urgente de um macho de verdade para lhe dar o devido valor, e o Gutão aqui acabou de assumir a responsabilidade. A amizade com o Rômulo tinha acabado ali mesmo, no chão molhado daquele vestiário. Um bosta daquele não merecia andar do meu lado, muito menos ter o direito de tocar em um garoto que fazia de tudo para agradar.

​Terminei o meu banho sem pressa, me sequei e vesti a minha bermuda de moletom e a camisa do Flamengo, que ficou esticada no meu peitoral de urso. Peguei a minha mochila, mas em vez de ir para casa, passei a chave na ignição da moto, decidido. Eu sabia exatamente onde o Bielzinho morava. O Rômulo não ia voltar para lá tão cedo depois do calor que levou, e era a hora perfeita para o Gutão assumir o controle da situação.

​Parei a moto na porta da casa do Bielzinho. Quando ele abriu a porta, ainda com os olhinhos amendoados meio úmidos e aquela expressão de quem tinha passado a tarde esperando o namorado escroto mandar mensagem, o rostinho dele de pêssego entregou o choque de me ver ali. Ele estava com um shortinho curto que deixava as coxas inteiras de fora e aquela camisa do Fluminense colada no corpo magrinho.

​— G-Guto?... O que você tá fazendo aqui? Cadê o Rômulo? — ele perguntou, a voz manhosa e baixinha, segurando o batente da porta.

​Dei um passo para dentro, impondo a minha presença e fechando a porta atrás de mim com um baque firme, sem pedir licença. Olhei bem no fundo dos olhos dele, deixando claro quem mandava a partir daquele segundo.

​— Aquele frouxo não vem mais aqui, Bielzinho. E você não vai mais andar com ele — rosnei, a voz grossa e firme, enquanto dava um passo na direção dele, encurralando o seu corpo esguio contra a parede do hall. — A minha amizade com aquele bosta acabou hoje no vestiário. Ele não sabe o que é ser homem de verdade, e muito menos sabe o valor que você tem.

​O Bielzinho engoliu em seco, o peito liso subindo e descendo rápido, os olhos brilhando de medo e de um tesão reprimido que ele vinha guardando há meses. Ele olhou para o meu tamanho, para a largura dos meus ombros e para o volume bruto que marcava o moletom bem na altura da barriga dele.

​— Mas Guto... eu... — ele tentou gaguejar, mas eu calei a boca dele colocando o meu polegar calejado contra aqueles lábios macios.

​— Sem "mas", bonequinho. A partir de hoje as regras mudaram — declarei, descendo a mão pesada até a cintura fina dele, apertando a carne macia com força, forçando o corpo dele a colar no meu. — Esquece aquela camisa de merda do Fluminense. Nos dias de Fla-Flu, você vai vestir a minha camisa do Flamengo. E não vai ser para assistir ao jogo do sofá, não. Você vai assistir sentado aqui, na minha coxa grossa, sentindo o calibre de um homem de verdade debaixo de você o tempo todo para aprender quem é o teu único dono. Entendeu?

​O Bielzinho estremeceu dos pés à cabeça, as perninhas depiladas vacilando sob o peso da minha presença. Ele mordeu o lábio, entregando-se completamente ao meu domínio, e apenas assentiu com a cabeça, soltando um suspiro manhoso que confirmava que, a partir daquele dia, ele era todo do Gutão.

​Avanço engolindo a boca carnuda dele e apertando sua cintura fina, enquanto ele geme contra minha boca. O beijo foi bruto, possessivo, do jeito que um macho de verdade faz. Enfiei os dedos por entre os cachos da nuca dele, forçando a cabeça do Bielzinho para trás para abrir caminho, enquanto a minha outra mão apertava a cintura fina dele com tanta força que o garoto perdeu o ar. O gemido dele saiu abafado, úmido, direto contra a minha boca, um som manhoso de quem estava sedento por aquela pegada há muito tempo.

​O cheiro da pele dele misturado com o meu suor pós-treino tomou conta do hall de entrada. Descolei os meus lábios dos dele devagar, deixando apenas um fio de saliva ligando as nossas bocas, enquanto o Bielzinho tentava recuperar o fôlego, com as bochechas coradas e os olhos amendoados totalmente entregues, brilhando de desejo.

​— G-guto... — ele sussurrou, as mãozinhas trêmulas apoiadas no meu peito de urso, sentindo o meu coração bater forte sob a camisa do Flamengo. — Você é muito forte... muito bruto...

​— É assim que homem de verdade faz, bonequinho — rosnei baixo, a minha voz vibrando direto no ouvido dele enquanto eu descia os lábios pelo pescoço macio, dando uma mordida forte bem na junção com o ombro, o suficiente para deixar a minha marca ali.

​O Bielzinho soltou um arfar agudo, arqueando o corpo esguio e colando ainda mais o quadril dele contra o volume pesado que marcava a minha bermuda de moletom. Ele estava completamente sob o meu feitiço.

​Olhei para baixo, encarando aquela camisa tricolor que ele usava. O pano colado no peito liso dele me subiu o sangue. Com um movimento rápido e sem qualquer paciência, enfiei as duas mãos na gola da camisa retrô do Fluminense e puxei para os lados de uma vez só. O som do tecido se rasgando ao meio ecoou pelo hall silencioso, revelando de vez o peito caramelizado, liso e completamente depilado do garoto.

​O Bielzinho deu um sobressalto, mas não tentou se cobrir. Os mamilos dele, pequenos e rosados, arrepiaram na hora com o ar fresco da sala e com o calor do meu olhar de predador.

​— Eu disse que não queria mais ver essa porcaria de time no meu território — declarei, jogo os trapos de pano rasgado no chão da entrada e empurro o corpo dele de leve para trás, guiando o menino em direção ao sofá da sala de estar. — Agora você é meu. E vai aprender a gostar do que é bom.

​O garoto deu passos para trás, descalço, até os joelhos baterem na borda do estofado. Ele caiu sentado de uma vez, com as pernas abertas de forma vulnerável, as coxas brilhando sob a luz da sala. Fiquei de pé bem na frente dele, os meus 1,88 m de carcaça bruta cobrindo toda a visão do Bielzinho, que olhava para cima com a boca entreaberta, completamente hipnotizado pela minha presença.

​Desci a mão pesada até a barra da minha camisa do Flamengo, puxando-a para fora e revelando o meu peitoral largo, troncudo e coberto de pelos escuros. Joguei a camisa por cima do rosto dele, cobrindo os cachos do garoto com o meu manto sagrado.

​— Veste — ordenei, a voz grossa não deixando espaço para discussões. — Quero ver como o manto fica no teu corpinho.

​O Bielzinho puxou a camisa do Flamengo com pressa pela cabeça, os bracinhos magros se debatendo no tecido largo até conseguir passar os braços pelas mangas. Como esperado, a camisa que ficava esticada e colada na minha carcaça de urso sobrou inteira no corpo dele. O tecido rubro-negro desceu largo, cobrindo o peito liso de caramelo e batendo quase na metade das coxas depiladas do garoto, cobrindo o shortinho curto e parecendo um vestido.

​Mas o que pegou o Bielzinho de jeito não foi o tamanho da camisa. Foi o cheiro.

​Impregnada nas fibras do pano pesado estava a minha essência: o suor forte, o sabonete barato do vestiário e aquele aroma denso de testosterona pura do macho que tinha acabado de dominar o tatame e quebrar um playboy no dente.

​O garoto fechou os olhos por um segundo, segurando o pano contra o próprio rosto e puxando o ar com força pelo nariz. O cheiro bruto e puramente masculino do Gutão bateu direto na mente dele, agindo como um entorpecente. O Bielzinho estremeceu por inteiro, as pupilas dele voltando completamente dilatadas quando ele abriu os olhos amendoados para olhar para mim de baixo para cima. Ele estava completamente dominado, mole no sofá, com as bochechas queimando de febre de tesão.

​— G-Guto... — a voz dele saiu como um sopro, manhosa, trêmula e carregada de uma carência que ele tinha guardado por meses sob os maus-tratos do Rômulo. — Tem tanto cheiro de homem nessa camisa... tá tão quente...

​Dei um passo lento para a frente, travando as minhas duas pernas grossas e peludas bem no meio dos joelhos abertos dele, encurralando o quadril do garoto contra o encosto do sofá. Olhei de cima, bloqueando qualquer réstia de luz da sala, impondo a minha sombra sobre ele.

​— Esse é o cheiro de um macho de verdade, bonequinho — rosnei baixo, sentindo o latejar pesado da cabeçada jeba melecando toda a minha cueca. — Não aquele perfume doce de playboy de condomínio que você estava acostumado.

​O Bielzinho jogou a cabeça para trás, o pescoço totalmente exposto e trêmulo, enquanto as mãozinhas dele abandonavam o sofá para agarrar, hesitantes, a lateral das minhas coxas grossas, sentindo a densidade dos meus músculos sob o brim do moletom. Ele se ajoelhou, olhou bem no fundo dos meus olhos, com os lábios carnudos entreabertos, completamente entregue.

​— Por favor, Guto... — ele implorou, a voz saindo num sussurro dengoso que quase parecia um choro, mas de puro desejo. — Faz o que você quiser comigo... Me usa do seu jeito... Eu sou todinho seu agora. Me ensina o que é homem de verdade…

​— É exatamente isso que eu vou fazer, viadinho — afirmei, a minha voz saindo ainda mais grossa enquanto eu descia a minha mãozona calejada pela nuca dele, puxando os cachos de leve para forçar o rosto dele a ficar firme na direção da minha bermuda de moletom, onde o volume do canhão que ele tanto cobiçava marcava de forma intimidadora. — Agora você vai aprender a respeitar o dono desse território.

​Abaixei a bermuda e a cueca com tudo, deixando a jeba durassa bater no rostinho daquele anjo. Nem precisei mandar: o ninfeto começou a cheirar e lamber toda a minha pentelhada, e botar meu sacão na boca, embriagado com a minha testosterona. O menino abocanha a cabeça da minha rola, faminto, preenchendo toda a sua boquinha e me fazendo urrar.

​— É assim que se faz, bonequinho... — rosnei, a voz grossa e falhada pelo tesão acumulado, sentindo o calor da boca dele e a entrega absoluta daquele corpo. — Esquece aquele frouxo. O teu dono agora sou eu.

​O Bielzinho me olhava de baixo com os olhos amendoados e marejados, totalmente entorpecido pelo cheiro forte de testosterona e pela pegada bruta que ele nunca tinha experimentado na vida. Ele tentava dar conta do calibre do meu canhão, segurando firme no meu sacão cheio para não perder o equilíbrio, aceitando cada centímetro da minha dominância sem reclamar.

​Eu segurei firme nos cachos da nuca dele com uma das minhas mãos grossas, controlando cada movimento e ditando o ritmo. A boca do garoto era quente, apertada, e ele se esforçava ao máximo para abocanhar tudo o que podia, os olhos amendoados brilhando de lágrimas provocadas pelo tamanho do meu caralho, mas fixos nos meus, sem desviar um segundo sequer.

​— Engole tudo, viadinho... — comandei, a minha voz saindo num rosnado arrastado e rouco enquanto eu sentia a saliva dele escorrer pelo meu membro e molhar os meus pentelhos. — Mostra para mim como você é obediente. Mostra o que aquele frouxo tricolor perdeu.

​O Bielzinho soltou um som abafado, um gemido sôfrego e manhoso que vibrou direto na minha jeba. Ele usava as duas mãozinhas pequenas para massagear e apertar o meu saco pesado, sentindo o calor e o volume do meu esperma acumulado que latejava ali dentro. Ele puxava o ar pelo nariz com força, completamente inebriado pelo cheiro forte de suor e testosterona, descendo e subindo a cabeça com uma fome e uma devoção que me faziam trincar os dentes para não entregar o jogo rápido demais.

​Eu forcei o quadril levemente para a frente, sentindo a minha cabeçada gorda raspar no fundo da garganta dele, fazendo o garoto engasgar de leve e arquear as costas por baixo da camisa gigante do Flamengo. Em vez de recuar, ele se entregou ainda mais, usando a língua macia para rodear todo o meu saco, deixando-o completamente encharcado e brilhante.

​— Isso... chupa o teu macho... — bufei, jogando a cabeça para trás e sentindo os meus trapézios tensionarem de tanto tesão. — Você é meu brinquedinho agora, Bielzinho.

​O ritmo foi ficando mais rápido e pesado. Com a minha mãozona calejada na nuca dele, comecei a guiar a cabeça do garoto em estocadas curtas e brutas contra a minha jeba, fazendo a boca dele estalar úmida a cada movimento. Ele aguentava firme, segurando-se com força nas minhas coxas grossas e peludas para ter apoio, completamente entregue ao prazer de ser dominado de verdade.

​Coloco minhas mãos debaixo das suas axilas e o levanto para voltar ao sofá, antes arrancando seu short e cuequinha de uma só vez. O coloco na posição de frango assado só para me deparar com a coisinha mais linda: o buraquinho dele parecia virgem, com todas preguinhas piscando para serem abertas. Aquele rola fina…

​O Rômulo era tão frouxo que nem para abrir o Bielzinho de verdade ele servia. Olhando para aquele buraquinho apertado, cheio de preguinhas intactas, deu para ver na hora que o playba do pau fino nunca tinha chegado nem perto de fazer o serviço direito.

​Soltei uma risada, cheia de deboche, que ecoou pela sala enquanto eu segurava aquelas coxas magrinhas dele com as minhas mãos calejadas, abrindo o garoto sem a menor cerimônia na minha frente.

​— Caralho, Bielzinho... — rosnei, limpando o suor da testa com as costas da mão e dando um tapa estalado na bunda dele que deixou a marca certinha dos meus dedos na pele macia. — Aquele bosta do Rômulo passava o dia tirando onda de gostoso, mas na hora do vamo-ver o cara não dava conta nem de lacear o próprio namorado? Que moleque impotente, puta que pariu. O cara tem um canudinho de refrigerante entre as pernas, só pode.

​— Gutão… põe devagar…. Por favor… O Rômulo era muito bruto comigo… — disse meu novo namoradinho com a voz macia e cheia de tesão.

​— Vou te preparar como você merece, minha puta — respondi com a língua já adentrando no buraquinho dele. Minha língua era da grossura do pau de Rômulo, iria o lacear aos poucos.

​— Ainn, Gutão, que delícia de linguada, meu macho! — gemia Bielzinho todo se tremendo, entregue.

​Depois de lambuzar bem, fui enfiando um dedo e depois dois, ouvindo-o gemer meu nome com a linguinha para fora, completamente cadelizado.

​— Pede para eu te usar, vai, pede — comandei, olhando de cima para aquela cena.

​— Usa, Gutão... por favor, me usa! Faz o que você quiser com o seu brinquedinho! — o Bielzinho implorou, com a voz embargada, entregando todo o controle para o macho que mandava ali.

​Agora era a hora de preencher o vazio que esse menino estava sentindo nesses anos todos com um namorado frouxo. Enfio o caralho aos poucos, preenchendo o cuzinho do ninfeto que dá um gemidinho agudo. Eu travei o quadril lá no fundo por alguns segundos, deixando o buraquinho dele, que parecia intocado pelo frouxo do Rômulo, se moldar ao calibre bruto que agora o preenchia por completo. Era como estar no paraíso: a carne quente e incrivelmente apertada dele abraçava cada milímetro do meu membro, latejando de forma ritmada ao redor da minha jeba.

​Comecei a mandar ver, iniciando uma sequência de estocadas firmes, brutas e ritmadas que faziam o corpo leve do Bielzinho balançar contra o sofá. A cada pressão pesada do meu quadril contra as nádegas dele, o garoto soltava um gemido agudo e arrastado, a voz manhosa e entregue ecoando sem qualquer controle pela sala. Ele cravava as unhas no estofado, com as bochechas vermelhas e a língua de fora, completamente dominado pela força e pelo calibre que o preenchia por inteiro.

​— G-Guto... tá muito cheio... tá tudo preenchido... — o Bielzinho choramingou de forma manhosa, a voz saindo quase sem ar, abafada contra a almofada do sofá. Os olhos amendoados dele estavam brilhando de lágrimas de puro êxito e prazer, completamente entregues ao tamanho da minha jeba. — Você me preenche... inteirinho... O Rômulo nunca... nunca chegou nem perto…

​O buraquinho dele, de tão apertado, parecia que ia espremer toda a porra do meu saco de uma vez, sugando o meu caralho a cada golpe profundo. O Bielzinho só sabia gemer o meu nome, tremendo-se por inteiro sob a camisa gigante do Flamengo, completamente dominado pelo único macho daquela casa.

​Com o aperto absurdo daquele buraquinho sugando o meu caralho a cada estocada, o limite chegou rápido demais. Sentir o Bielzinho totalmente entregue, tremendo sob o manto sagrado do Flamengo e gemendo o meu nome, foi o estopim para a minha testosterona de urso transbordar de vez.

​Travei o meu quadril com toda a força lá no fundo, prensando o quadril dele contra as almofadas do sofá. Dei um rosnado alto e arrastado que ecoou pela sala toda no exato momento em que o canhão disparou. Foram jatos e jatos de porra quente, grossa e pesada sendo descarregados direto nas profundezas dele, inundando o buraquinho apertado até começar a transbordar. O Bielzinho soltou um último gemido esganado e manhoso, enquanto o corpo dele amolecia completamente sob o meu peso, saciado e usado pelo novo dono.

​Algumas semanas se passaram, e o dia do clássico no Maracanã finalmente chegou. Mas, na sala de casa, o jogo já estava ganho antes mesmo de o juiz apitar o início da partida.

​Eu estava sentado de pernas abertas no centro do sofá, usando a minha bermuda de moletom e exibindo o peitoral de urso largo e peludo, sem camisa. Sentado direto na minha coxa grossa, de costas para mim, estava o Bielzinho. Ele vestia apenas a minha camisa do Flamengo — que ainda sobrava inteira no corpinho magro dele, batendo no meio das coxas —, mas com um detalhe bem especial escondido por baixo do manto sagrado.

​Para garantir que ele lembrasse exatamente a quem pertencia durante os 90 minutos de jogo, eu mesmo tinha preparado o garoto antes de a bola rolar. Bem lá no fundo daquele buraquinho que agora era meu território exclusivo, estava bem encaixado um plug anal com a joia vermelha e preta do Flamengo na base, piscando sutilmente sob a barra da camisa a cada movimento que ele fazia.

​A TV exibia o aquecimento dos times, mas o foco do Bielzinho estava em outro lugar. Ele se rebolava de leve na minha coxa, sentindo a pressão do plug preencher o seu espaço interno e o volume do meu membro já começar a latejar duro bem debaixo dele.

​— G-Guto... — ele sussurrou de forma dengosa, jogando a cabeça para trás para ao menos apoiar a nuca no meu ombro largo, com as bochechas coradas. — Tá vibrando muito... Eu não consigo prestar atenção no jogo assim...

​Dei uma risada possessiva, envolvendo a cintura fina dele com os meus braços peludos, apertando a carne macia para deixá-lo bem preso contra o meu peito de urso.

​— Não é para prestar atenção na TV não, bonequinho — rosnei baixo, a minha voz grossa vibrando direto no ouvido dele. — É para prestar atenção no teu dono. Nos dias de Fla-Flu, você assiste ao jogo exatamente assim: sentindo o calibre do Flamengo te dominando por dentro e por fora. Entendeu?

​O Bielzinho mordeu o lábio inferior, completamente entorpecido pelo meu cheiro de testosterona e pelo controle absoluto que eu exercia sobre ele. Ele apenas assentiu, deixando o corpinho se entregar de vez ao peso do Gutão, sabendo que o Rômulo e o Fluminense eram apenas um passado enterrado e insignificante.

Notas do autor: Tive essa ideia ontem enquanto escrevia o conto anterior, espero que gostem :) não esqueçam de dar votos e de comentar. Adoro sugestões de temas para escrever

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Ninfetinho luquinhas a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaNinfetinho luquinhasContos: 4Seguidores: 5Seguindo: 0Mensagem

Comentários

Foto de perfil genérica

muito tesao. é o filho do Tião ainda por cima? tesão demais. escreve um todo que se passa durante o jogo? 🥴

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →