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Isabela, de esposa troféu e recatada a uma puta. (Parte 01)

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Um conto erótico de PAULO
Categoria: Heterossexual
Contém 3485 palavras
Data: 14/07/2026 10:49:05

Isabela era uma mulher realizada, tinha a impressão que nada lhe faltava, um excelente marido que se amavam, um filho maravilhoso, uma qualidade de vida confortável fruto da boa mesada que recebia dos pais e do ótimo salário do marido que era funcionário publico e realizava alguns investimentos. Isa, como a maioria das pessoas a chamavam estava no auge de seus 33 anos, loira, pele branca, descendente de italianos, levemente bronzeada por passar alguns minutinhos na piscina do condomínio com seu maiô comportado onde morava no interior de SP, os cabelos lisos quase até a cintura que ela se recusava a cortar, 1,67 de altura, 60 kg bem distribuídos graças a dieta que seguia disciplinarmente como um soldado da nutrição, academia 5 vezes por semana duas horas por dia, aulas de beach-tenis todas as quintas-feiras, silicone nos seios e uma bunda redonda fruto de muito agachamento. O rosto era angelical com traços finos, olhos levemente esverdeados e uma boca levemente carnuda e quando usava óculos por ter miopia ficava com aquele ar de intelectual mas sem perder sua beleza.

Isa sabia das reações que causava nas pessoas, principalmente nos homens e nas mulheres casadas que a lançavam olhares nada receptivos como se ela quisesse roubar seus maridos porém Isa adorava isso, adorava sem assumir para si mesma que sentia prazer em despertar esse desejo nas pessoas, se sentia poderosa. Por outro lado, Isa sabia ignorar, se fingir de desentendida em várias situações chegando até a se fazer de ingênua ainda mais quando estava ao lado do seu marido Artur, Isa tinha um verdadeiro pavor se Artur desconfiasse que ela sentia prazer nesses olhares, sentia que isso era como uma traição por parte dela. Umas das formas que Isabela usava como “defesa” dessas investidas era seu vestuário, roupas chiques mas nada provocantes, na academia sempre de calça legging levemente largas até as canelas e uma blusa cobrindo boa parte de seu lindo bumbum e sempre quando ia agachar colocava um casaquinho pra tampar a obra-prima que a genética tinha lhe dado. Na rua sempre bem arrumada, bem disfarçada e tampada, porém sua beleza e curvas eram indiferentes para tais artifícios da camuflagem, deixando-a muitas das vezes enfurecida e molhada pelas cantadas nada românticas que recebia, até na igreja onde o casal ia todos os domingos praticamente tampada dos pés a cabeça, recebia olhares nada religiosos e apertos de mão ligeiramente mais demorados que o normal fazendo com que se sentisse desconfortável e temorosa ainda mais estando ao lado do marido.

Artur seu marido, tinha 35 anos, era meio baixo 1,70 de altura, era branco, já com uma boa entrada na cabeça realçada pelos fios branco que teimavam em aparecer precocemente. Chegou a frequentar academia quando era mais jovem, mas o futebol e a bebida toda quinta e domingo não deixava tempo para mais nada, mentia para si mesmo e sua barriguinha de chopp já era evidente. Era apaixonado por Isa e as vezes refletia de como uma mulher tão linda tinha se apaixonado perdidamente por ele na juventude. Artur tinha um tesão enorme pela mulher, não entendia do porque Isa se vestia tão recatadamente, chegou até a lhe dizer que deveria se vestir mais sensualmente, mas Isa o cortava na hora, dizendo que isso não era coisa de mulher casada e da igreja, até que ele parou com essas investidas.

Isa em casa era uma verdadeira esposa troféu, cuidava de seu lar com punhos de ferro, nada poderia estar fora do lugar, a empregada era sempre orientada dos afazeres, Isa tinha tanta consciência do quando exigia da empregada que lhe pagava um adicional a mais no seu salário.

O sexo era rigorosamente uma ou duas vezes por mês, com hora marcada, um papai e mamãe quase sagrado com beijos apaixonados, sexo oral era raridade, Isa não chupava o pau de 16 cm do Artur já tinha anos, já Artur chupava a buceta e cu de Isa com voracidade a levando ao orgasmo. Os dois se conheceram na juventude, Artur até então tinha sido o único homem de Isa que se casou virgem, tiveram um filho que estava com 15 anos e lá se passaram 22 anos de um relacionamento aparentemente feliz e inabalável.

Domingo a noite, os dois estavam na cama se preparando para dormir, Isa um pouco aborrecida que Artur não tinha ido ao culto na igreja, Artur com um leve cheiro de cerveja por causa do futebol olhava seu celular e Isa lendo um livro a luz do abajur.

Ela fechou o livro tirou seus óculos e falou para Artur:

- Você também é tarado como todos os homens ou você tenta pelo menos se comportar em público ?

- O que, tá falando comigo ? ( Artur falou sem tirar os olhos do celular mostrando indiferença).

- Os homens Artur, e só tem você aqui além de mim, por que vocês vivem dando em cima das mulheres descaradamente, cantadas grotescas dignas desses pedreiros nas obras que não pode passar uma mulher passar.

- Antes de mais nada, tira o “vocês” do seu raciocínio machista, não sou assim e nunca te dei motivos pra isso.

Isa o olhou com raiva, na verdade ela queria discutir e vendo que seu marido não ia entrar na conversa, partiu para o ataque mesmo com poucos argumentos porque em todos esses anos de convivência, nunca tinha pego Artur olhando para outra mulher.

- Vocês homens são todos iguais, basta passar um rabo de saia, e nem precisa estar com nada de fora, e não tem lugar pra isso, festas em família, na escola até no culto meu Deus. ( Isa continuou ).

Artur vendo que não teria chance, vendo que sua mulher não ira parar de falar comentou:

- Nem todos os homens são iguais e nem todas as mulheres são iguais e despertam os mesmos desejos nos homens, você por exemplo, desperta esse desejo naturalmente nos homens, provavelmente hoje alguém a olhou de um jeito diferente, você não gostou e está tentando descontar em mim, o que foi, passou por alguma construção e mexeram com você ? Não se preocupe, não será a primeira e nem a última vez.

- Sou uma mulher normal como todas as outras da cidade e não gosto que as pessoas ficam me olhando feito uns animais além de que sou uma mulher casada e da igreja (falou negando sua sensualidade e poder).

- Não é não; ( Artur virou-se pra ela e passou levemente seus dedos por sua perna e continuou)

Olha essa pele, suas pernas, sua definição, sua bunda é um espetáculo, seu rosto, até seus pé são lindos, e você luta diariamente para melhorar o que já é perfeito, então definidamente você não é igual as outras mulheres, se você não ligasse porque se preservaria tanto, tantas horas na academia, fazendo esportes e aposto que sente um conforto em ser admirada.

- Faço pra me cuidar, por saúde, não é estética ou empoderamento. ( Isa respondeu gesticulando com os braços).

- Você acha que não vejo os homens te olhando quando saímos, até os amigos do nosso filho quando vem aqui em casa, na igreja, aqueles falsos moralistas, até seus primos, aliás seus primos são um caso a parte, só faltam te comer com aqueles olhos famintos.

Isa sentiu um frio na barriga, sempre achou que Artur não observava essas coisas, sempre o achou ingênuo e até bobo demais nesses olhares, mas ela estava enganada, por anos estava equivocada quanto a indiferença do marido. Seus dois primos realmente eram abusados, Pedro e Joaquim, os dois eram um pouco mais velhos que Isa, na adolescência viviam arrumando desculpas para passar mão nas partes intimas de Isa, que logo corria para os braços dos pais, hoje são casados e são muito bonitos.

- E por que você nunca me falou dessas coisas? Por que nunca me repreendeu? ( Isa perguntou ).

Artur levantou as sobrancelhas com um ar de espanto.

- Te repreender, por ser bela, gostosa e desejada, que culpa você tem? E olha que você se veste de um jeito bem conservador, imagina com roupas mais chamativas, que estrago você faria na nossa sociedade. (e com um leve sorriso pra Isa continuou ), eu não me importaria se você se vestisse mais sensual, mas provocante, isso não seria nenhum pecado, você ainda é bem jovem.

Isa sentia um frio na barriga que começou a descer, nunca pensou que seu marido permitiria tais coisas, então Artur lhe mostrou a tela de seu telefone.

-Já comprou algo na Shein?, olha esse shortinho, tem de várias cores, ficariam ótimos em você, não acha ??.

Isa olhou e ficou de boquiaberta, o short era bem pequeno desses de piriguetes e não acreditava que Artur a deixaria usar tais roupas ainda mais em público.

- Você perdeu o juízo, Artur, isso é quase uma calcinha, e não vou usar isso na rua, minha bunda ficaria toda de fora e o que as pessoas pensariam de mim ? Artur , não gosto desse assunto , sou uma mulher casada e respeitada. ( Isa mentiu para sim mesma, ainda estava na defensiva pois quem sabe seu marido a estava lhe testando).

- Não precisa ser na rua, pode ser aqui em casa, quando nosso filho não estiver é claro, mas quem sabe poderia colocar o lixo na rua ou atender os correios assim, já pensou como seria a reação deles?.

Os olhos de Isa brilharam e sua mente lhe mostrava as reações dos homens as verem vestida naquele micro short com boa parte de seu bumbum de fora.

- Eu já comprei três, preto, vermelho e rosa, tamanho 34.

- Você está enganado que vou usar isso, gastou dinheiro desnecessariamente, além de que meu tamanho é 38, vai ficar muito apertado.

-Mas a minha intenção é essa, justo, apertado, indecente e imoral. ( Artur falou sorrindo ).

Isa reparou que Artur apertava seu pênis por cima do pijama. Nunca tinha tido uma conversa assim com seu esposo.

- Isa, sei que não somos muito evoluídos no sexo, mas o que acha de hoje a gente beber um vinho e assistir a um filme pornô ?.

- Filme pornô, esses de perdição e pecado ? Nem pensar, isso é coisa do diabo, não vou ver isso, mas se você quiser ver, sinta-se à vontade, vou lhe fazer companhia . ( Isa estava adorando aquela ideia mas se mostrava contrariada e sempre teve curiosidade de saber como são esses filmes adultos ).

Vinte minutos depois estavam na sala, prontos para assistir ao filme pornô, degustando um vinho seco, por ser férias escolares seu filho estava na casa de praia dos pais de Isa.

- Sou vou beber uma tacinha e vou ficar mexendo no meu celular enquanto você assiste essa coisa nojenta e não coloque alto para ninguém da rua ouvir, o que vão pensar da gente ?. ( Isa falou pegando no telefone mostrando total desinteresse ).

Isa usava seu vestimento tradicional para dormir, um conjunto de seda rosa, uma bermuda até os joelhos e uma camisa.

O filme começa com uma loira até bonita com um belo corpo na cama de um quarto com um cara branco que provavelmente seria seu marido, a loira vestia apenas calcinha e sutiã, o homem apenas de short conversam algo e se beijavam ardentemente. Isa pensou de como os homens são egoístas, a mulher era bem bonita enquanto o homem era careca e barrigudo, então que espécie de atrativo seu marido pensava que ela teria naquele filme?. Ela pensou, que porcaria de filme.

Isa degustava o vinho mexendo no celular ou fingindo mexer .De onde estava no outro lado do sofá, Artur não percebia pra onde ela olhava. Alguns minutos depois a porta se abre e entra um negro alto forte sem rouba, Isa pensou, até que é bonito, mas o que chamou a atenção era seu pênis enorme, grosso e com veias espessas, que meia bomba já media uns 19 centímetros, Isa nunca tinha visto algo assim, sabia dos boatos de negros e seus pênis enormes mas aquilo era surreal, o negro balançava o pênis como se fosse uma garrafa de refrigerante olhando para o casal, vendo a cena Isa se engasgou com o vinho.

- O que foi amor, se engasgou ? ( Artur perguntou a Isa ).

- Sim, esse vinho não deve ser de uma safra boa, esta um pouco amargo pro meu paladar.

- Pensei que tinha se engasgado por causa de algo no filme. ( Artur falou sorrindo mas sem olhar pra Isa ).

- Nem estou prestando atenção nesse seu filme idiota e pecaminoso.

O filme continuou, o negro chegou perto da cama e falou para o homem usando um tom de autoridade :

- Você deve ser o marido dela, sai dessa cama e senta naquele banquinho na ponta da cama, você vai assistir eu enrabar a vagabunda da sua esposa.

Marido?, esposa?, vagabunda?, Isa não entendeu o enredo do filme, como assim, um marido deixaria uma pessoa transar com sua esposa e ele assistindo ? Algo estava errado ali.

Então a atriz do filme falou olhando pro marido :

- Amor, faz o que ele mandou, depois quando ele me comer você também poderá me comer e quem sabe chupar minha buceta cheio de porra.

Aquele enredo era pesado pra Isa, pensou em subir para o quarto, mas sentia algo quente pelo corpo, foi beber mais um gole do vinho mas percebeu que já tinha bebido tudo, então pegou a garrafa e colou mais um pouco em sua taça.

A loira mandou o marido ficar de pé ao lado negro, ela pegou ambos os paus um em cada mão , sentiu seus pesos desproporcionais e mediu o tamanho fazendo uma pequena competição. Isa estranhamente fez uma comparação com o pênis de seu marido, nunca tinha visto um tão grande e ficou pensando se aquele pau caberia em sua buceta, se sentira dor ou prazer?. A loira então mandou o marido retornar para a cadeirinha e começou a chupar o pau do negro, ela lambia a cabeça, engolia o que sua anatomia permitia, tentava chupar por inteiro mas apenas 1/3 entrava pela sua pequena boca, uma baba grossa começou a escorrer pela boca da loira caindo por cima de seus peitos. O negro forçava a entrada pressionando sua cabeça, como um ladrão forçando a entrada, os olhos da mulher começaram a lacrimejar se misturando com a maquiagem escura, a lágrimas negras começaram a escorrer fazendo um contraste com seus lindos olhos azuis, o negro forçava mais a entrada da boca, até que a pegou pelos cabelos com um das mãos e com a outra lhe deu um tapa no rosto, não tão forte mas com pressão o suficiente para gerar um estalo, nessa hora Isa se assustou com a agressividade da cena mas ao mesmo tempo sentiu sua buceta reagir, queria se tocar mas Artur veria sua reação, então permaneceu indiferente perante seu marido fingindo mexer no celular. O homem esfregava seu pau já totalmente duro pelo rosto da mulher, a mulher babava muito, havia saliva até em seus cabelos e orelha, aquela saliva grossa que vem do fundo da garganta, Isa tentando decifrar os olhares da mulher e percebia o quanto ela estava adorando ser usada e abusada daquele modo, o negro então mandou a mulher ficar de quatro com a bunda voltada pra ele e começou a bombar devagar, com uma das mãos puxava os cabelos da mulher e com a outra dava vários tapas em sua bunda já vermelha pelo golpes, aquela cena fez o corpo de Isa reagir de um modo que nunca tinha imaginado, mas algo superou essa cena, o marido da mulher se masturbava vendo toda a situação e a mulher olhava pra ele sorrindo e com um ar dominadora e essa situação fez Isa sentir um tesão enorme, sentia sua buceta umedecendo. Isa olhou para seu marido e viu que ele se masturbava e era a primeira vez que ele fazia isso na sua presença.

Voltando ao filme o negro mandou o marido colocar seu rosto sobre a bunda da esposa, que permanecia de quatro, o negro deu ordem pro marido abrir a bunda da esposa para facilitar a entrada, o rosto do marido ficava a poucos centímetros do pau do negro, um descuido e o pau do negro atingiria em cheio o rosto do marido. O negro socava sem piedade, a mulher gritava e gemia, sem amor ou compaixão, apenas pelo instinto animal e isso deixava Isa atônica e confusa, por fim ela começou a se tocar sem se importar com a presença do marido. O negro colocou a mulher de frente e começaram a fazer um papai e mamãe só que com beijos ardente e melados, enquanto o marido segurava os dois pés da esposa para arreganhá-la ainda mais. O marido pediu ao negro para que diminuísse o ritmo que poderia estar machucando sua esposa, fazendo com que os dois rissem do seu atrevimento. O negro então após um beijo ardente, cuspiu em cheio na boca da mulher. Isa nunca tinha visto ou sabido de algo assim, isso era mais uma novidade para ela, ela que sempre foi exageradamente “limpa” e higiênica achou aquilo muito excitante. Isa adorava o filme, estava amando cada cena, mas ela via que seu marido saboreava o filme ainda mais, sem ao menos piscar e agora tudo fazia sentido, no passada, as vezes que ele pedia para ela usar roupas curtas, as vezes que ele apontava para homens que a comiam pelos olhos na rua, agora sabia que Artur tinha tesão quando os homens a desejavam, mas até onde essa fantasia iria ?

O negro começou a aceleram os movimento, o gozo estava próximo, então veio o ruivo de um animal e a cara de felicidade da esposa, o negro tirou o pau da buceta da loira e começou a escorrer um filete fino de esperma saindo pela sua buceta que foi gradativamente aumentando para um grande quantidade de liquido grosso, o ato estava consumado, mas para o espanto de Isa o melhor estava por vir, a mulher virou a buceta para o marido e falou :

- Limpa, suga tudo seu corno, ou você quer ter um filho negro ? Vem, quero gozar de novo com a sua língua .

A cabeça de Isa entrou em parafuso, como assim o marido ser humilhado sendo chamado de corno e ainda chupar a buceta da esposa cheia de esperma, aquilo não fazia sentido, mas foi o que aconteceu, o marido sugou e saboreou até a última gota, depois o marido e a esposa deram um beijo que pareceu de apaixonados com parte do sêmen caindo pelo canto de suas bocas. Por fim o marido gozou com seu pau minúsculo na bunda da esposa e novamente teve que fazer o trabalho de limpeza. Isa não queria mas comparava o pênis do marido do filme com o de Artur.

Isso acabou de beber sua terceira taça de vinho, algo que nunca tinha feito em sua vida, tirou toda sua roupa sob o espanto do marido e falou pra ele:

- Te espero lá encima no nosso quarto.

Artur acompanhou com os olhos famintos cada passo da esposa nua indo em direção ao quarto. Isa mexia os quadris de um modo diferente ao subir a escada.

- Ja vou amor, não demoro. (ele disse boquiaberto ).

Ao entrar no quarto Isa estava deitada de costas, ele não perdeu tempo, começou a beijar e lamber suas pernas, até chegar a sua buceta que estava ensopada.

Isa rebolava com cada lambida que recebia na buceta e no cu.

- Gostou do pau do negão né sua vadia ( ele falou sem tirar seu rosto da bunda de Isa ).

Isa nunca tinha sido chamada de vadia, aquilo foi um choque, ela sabia que não era vadia, era uma esposa recatada, do lar e da igreja, mas o tesão falava mais alto, e achou que não seria nenhum problema ser chamada de vadia entre quadro paredes e sua cabeça rodava pelo excesso de álcool.

- Quer um pau daquele tamanho ? Eu arrumo um pra você ? ( Artur continuou suas investida ).

Isa suspirou alto, dessa vez não pensou nada, ou pensou, como seria sentar numa rola daquele tamanho ainda mais de um homem negro?.

Isa que até então estava em silêncio falou a única frase que não poderia ser dita aquela hora, pois Artur não iria se aguentar.

- E você Artur, quer ser um corninho manso ? Que me ver sendo comida por aquele negão ? Quer beber porra de outro macho? Fala pra mim Artur, é isso que você sempre quis ? CORNO.

Artur se tremeu todo, parou o que estava fazendo, se levantou mostrando a macha de seu gozo no colchão, ele a olhou com uma cara de espanto e até medo.

- O que foi Artur, só entrei na fantasia, juro que era mentira, você não é corno e eu não sou vadia, e a culpa é sua me mostrando essas coisas, me chamando pra ver aquele filme. ( Isa falou quase chorando se cobrindo com o lençol ).

- Você não tem culpa de nada, me desculpa, vou tomar um banho, eu te amo muito, nunca duvida disso.

Naquela noite dormiram sem se falar como se fossem dois estranhos.

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Comentários

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Bom começo, essa cumplicidade é muito exitante, aguardando a continuação.

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