Nos dias seguintes, eu comecei a notar algo interessante em Mário. Ele sempre foi um cara tranquilo, um pouco passivo, daqueles que evitam confronto. Mas depois que comecei a foder a Paula regularmente, inclusive enchendo o cu dela com porra, algo na postura dele mudou sutilmente.
Ele chegava do trabalho, beijava Paula na boca, e ela — ainda com meu esperma escorrendo do cu ou da buceta — sorria com aquela cara de safada e falava:
— Amor, hoje eu tô tão molhadinha pra você…
E Mário, em vez de estranhar, ficava visivelmente excitado. Eu observava da sala e via o volume na calça dele crescer. Era como se, no fundo, ele sentisse que algo estava errado… mas isso o deixava mais duro.
Uma tarde, depois de eu ter fodido o cu da Paula novamente pela manhã (deixando ela cheia de porra e margarina), Mário chegou mais cedo. Paula, ainda sentindo o cu latejar, o chamou pro quarto.
Eu fiquei na sala, perto da porta entreaberta, e escutei tudo.
Paula deitou de bruços, empinou aquela bunda enorme e falou com voz manhosa:
— Amor, vem chupar minha buceta e meu cuzinho hoje… tá tudo tão sensível…
Mário se ajoelhou atrás dela, abriu as bandas daquela bunda rabuda e começou a lamber. Ele passou a língua primeiro na boceta, depois subiu pro cuzinho ainda inchado e arrombado.
— Caralho, amor… tá tão aberta hoje… — murmurou ele, quase sem acreditar.
Paula gemeu, rebolando na cara dele:
— É porque eu tô muito excitada… você gosta quando minha buceta e meu cu ficam assim, né? Inchadinhos, molhados, cheios de tesão…
Mário lambeu com mais vontade, enfiando a língua no cuzinho dela. Eu sabia que ele estava sentindo o gosto residual da minha porra misturada com margarina.
Nesse momento, a psicologia do corno começou a se revelar:
Mário era o tipo de homem que, no fundo, sentia prazer na humilhação. Ele não admitia, mas adorava o fato da namorada estar sempre “diferente” — mais molhada, mais aberta, com um cheiro forte de sexo. Parte dele sabia que algo estava acontecendo, mas em vez de confrontar, ele mergulhava naquela submissão inconsciente. Era como se a possibilidade dela estar sendo fodida por outro (especialmente por mim, o padrasto) o excitasse de uma forma doentia e poderosa.
Paula, percebendo isso, começou a cutucar a ferida psicológica:
— Amor… você acha que eu sou uma boa namorada? — perguntou ela enquanto ele chupava. — Às vezes eu me sinto tão safada… tão vadia… e você continua me tratando como princesinha.
Mário gemeu, pau duro na calça, lambendo mais fundo:
— Eu amo você assim… molhada… safada… não sei por quê, mas me deixa louco.
Paula sorriu, maliciosa, e continuou cutucando:
— Imagina se eu estivesse traindo você… se outro homem estivesse comendo minha buceta e meu cu enquanto você trabalha… você ia ficar com raiva… ou ia ficar com o pau duro igual agora?
Mário ficou em silêncio por alguns segundos, só lambendo, respirando pesado. Depois respondeu baixinho, quase envergonhado:
— Eu… não sei… só sei que tô muito excitado agora…
Paula gozou na boca dele, gemendo alto, enquanto Mário engolia tudo — inclusive o que restava da minha porra do cuzinho dela.
Mais tarde, quando os dois saíram do quarto, Mário estava com uma expressão confusa, excitada e envergonhada ao mesmo tempo. Ele me olhou de relance e desviou o olhar rapidamente. Era nítido: ele suspeitava. Mas a suspeita, em vez de gerar raiva, gerava uma excitação masoquista. Ele gostava de ser o “corno”, mesmo que não admitisse conscientemente.
Paula, depois que ele foi tomar banho, veio até mim na cozinha, ainda com o cu dolorido, e sussurrou:
— Ele tá começando a perceber… e tá ficando cada vez mais excitado. Acho que no fundo ele quer ser corno. Quer que eu seja sua puta.
Eu sorri e respondi:
— Então vamos alimentar isso. Amanhã eu quero foder você enquanto ele tá em casa. E você vai gemer meu nome bem baixinho.
Paula mordeu o lábio, olhos brilhando de tesão:
— Você realmente quer destruir ele psicologicamente, né?
— Quero. E você vai adorar ajudar.