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Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 20 final

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2594 palavras
Data: 02/07/2026 07:10:30

O Henrique soltou um assobio baixo, balançando a cabeça e colocando a mão no rosto:

— Caramba, tio Omar! O Cláudio com aquela banca toda de machão, cheio de marra na obra, e a mulher dele abrindo as pernas pro bombado da academia na cidade? Puta que pariu, o mundo dá voltas mesmo! O coitado não aguenta, Que loucura!

A Mariana deu uma risada alta, daquelas bem debochadas, encostando o rabo no braço do sofá com os peitos balançando de tanto rir da desgraça alheia:

— Gente do céu, eu não acredito nisso! Com razão o homem ficou branco daquele jeito na cozinha. Imagina a cabeça dele como deve estar agora, pilotando aquela moto na estrada com o chifre apontado pro teto! Não conheço a mulher dele mas se for puta igual a Aline, coitado!

Os dois continuaram rindo e comentando sobre a humilhação do Cláudio por mais alguns minutos, achando a história a coisa mais engraçada do mundo. Mal sabiam os dois pilantras, enquanto faziam piada do corno da cidade, que o plano que eu estava armando para eles ia ser muito pior.

Eu olhei bem para a cara dos dois, que ainda limpavam rindo da desgraça do claudio, e emendei logo a novidade com aquela minha voz firme de quem manda no próprio nariz:

— Bom, e já que estão vocês dois aqui reunidos, aproveito para dar logo o aviso: amanhã cedo eu vou precisar dar um pulo até a outra cidade para resolver o negócio do meu aposento.

O Henrique deu um estalo com a língua, disfarçando o interesse imediato que brilhou nos olhos dele ao ouvir falar em dinheiro, e tentou se mostrar prestativo:

— Mas tio Omar, o senhor quer que eu vá junto para acompanhar o senhor? Banco é coisa séria, fila longa, e eu posso dar um suporte para resolver essa burocracia mais rápido.

— Precisa não, meu filho — respondi, dando um tapa de leve no ombro dele e cortando a oferta com um sorriso de canto. — Eu conheço aquele banco com os olhos fechados e resolvo tudo sozinho num piscar de olhos. Vocês dois aproveitem que o Cláudio foi embora e cuidem de dar uma geral nessa sala, que amanhã o dia vai ser longo.

Eu dei um bocejo comprido, ajeitei o cós das minhas calças e fiz um aceno com a mão, cortando a risadaria dos dois ali no meio da sala.

— Bom, a vida dos outros não vai pagar as minhas contas e nem adiantar o meu lado amanhã cedo — falei, caminhando firme em direção à porta do meu quarto. — O chifre é dele, ele que se entenda com a mulher. Eu vou é deitar que o meu corpo está pedindo cama.

Entrei, bati a porta de madeira pesada e passei a tramela por dentro. No escuro do quarto, enquanto me deitava na cama, soltei um sorriso curto no travesseiro, sabendo que o plano para desmascarar os dois pilantras já estava correndo perfeitamente e sem pressa.

O despertador nem precisou tocar. Pulei da cama com o dia amanhecendo, passei uma água no rosto e vesti a minha melhor roupa de sair: uma camisa de botão lavada e o chapéu na cabeça. Olhei pela fresta da porta e vi que a casa ainda estava no mais absoluto silêncio.

Saí de mansinho pelos fundos e fui direto na cerca do Seu Tonho, meu vizinho de parede e amigo de confiança de mais de vinte anos. Ele já estava no terreiro tratando das galinhas.

— Bom dia, Seu Tonho. Rapaz, preciso de um favorão seu hoje. Você me leva de carro até a outra cidade para eu resolver o negócio do meu aposento? Pago o seu combustível e a gente ainda toma um café por lá.

— Opa, bom dia, Seu Omar! Com certeza, arrumo o carro num instante e a gente racha o trecho — o homem respondeu, prestativo como sempre.

Voltei para casa num passo rápido. Assim que entrei pela cozinha, a Mariana estava acordando, com aquela cara de sono e o cabelo todo bagunçado, tentando fazer média.

— Bom dia, Seu Omar... Já vai sair tão cedo? — ela perguntou, bocejando.

— Já sim, minha filha. O Seu Tonho já está ligando o carro ali fora — falei, tirando umas notas de dinheiro do bolso e entregando na mão dela. — Faz um favor para mim: pega esse dinheiro e vai ali na padaria da esquina comprar uns pães frescos para você e para o Henrique tomarem café. Pode ir indo que eu vou só pegar os meus documentos no quarto.

Assim que a Mariana bateu o portão da frente para ir até a padaria, olhei pela janela para ter certeza de que o Henrique ainda dormia feito uma pedra. Peguei o celular e disquei direto para do Seu Agenor, o maior fazendeiro da região e meu amigo de longa data, um homem de palavra e com o bolso cheio de dinheiro.

— Alô, Agenor? É o Omar. Rapaz, escuta com atenção porque o negócio é sério e eu estou com pressa. Lembra daquele meu irmão que faleceu? O filho dele, o Henrique, veio parar aqui na minha casa com uma mulher que ele diz ser dele, mas descobri que é uma puta contratada de cabaré. O plano dos dois safados é me dar um golpe, me fazer de otário, forçar uma falsa gravidez e tomar todas as minhas terras e a minha casa.

Do outro lado da linha, o fazendeiro soltou um palavrão, indignado com a sujeira do guri.

— Mas que desgraçados, Omar! E o que você vai fazer?

— Eu vou passar a perna neles primeiro, Agenor. Quero vender todas as minhas terras e essa casa de porteira fechada para você, agora mesmo. Você tem interesse?

O fazendeiro nem piscou:

— Omar, o seu chão é de primeira e você é meu irmão de vida. Eu compro tudo de olhos fechados. Pode ir sua viagem tranquila que quando a poeira abaixar aqui eu mando o documento para você assinar e você me manda de volta, vou pagar o valor integral direto para você. Me passa a sua conta do banco agora.

— Fechado, Agenor. Vou te mandar o número da conta por mensagem agora mesmo. Deixa o dinheiro cair que eu resolvo o resto aqui. Aquele guri e a piranha vão herdar é o vento!

Desliguei o telefone com o peito leve, mandei os dados bancários pelo aplicativo e saí pro rumo do carro do Seu Tonho. O xeque-mate estava armado, e os dois pilantras não tinham a menor ideia de que estavam prestes a ficar na rua da amargura.

Eu apertei o passo pelo quintal e passei pela cerca de arame, indo direto ao encontro do Seu Tonho, que já estava tirando o lençol de cima do para-brisa do carro antigo dele.

— Vamos nessa, Seu Tonho! Eu estou prontinho para botar o pé na estrada rumo à cidade! — falei, batendo a mão no peito com a satisfação estampada na cara.

— É pra já, Omar! O motor já está quente, só entrar e se acomodar — o vizinho respondeu, abrindo a porta do carona para mim.

Eu bati a porta do passageiro com vontade e, assim que o Seu Tonho manobrou o veículo saindo do terreiro de terra batida para pegar o rumo da estrada principal, o meu celular começou a tocar no bolso da camisa. Peguei o aparelho depressa e vi que era o Seu Agenor retornando a ligação. Atendi na mesma hora.

— Alô, Agenor! Deu certo?

— Alô, Omar! Rapaz, deu tudo certo aqui. Em vez de fazer aquele esquema de transferência na hora pelo aplicativo, o meu filho mais novo achou melhor ir direto na boca do caixa. Ele acabou de me ligar da agência confirmando que já depositou o valor integral da venda na sua conta do banco! — a voz do fazendeiro veio firme e cheia de satisfação do outro lado da linha. — Dá uma checada aí no seu saldo para garantir.

Eu abri o aplicativo do banco ali mesmo no celular, com os olhos bem atentos na tela enquanto o carro do Seu Tonho vencia os primeiros buracos da estrada. Dito e feito: o saldo estava atualizado, mostrando cada centavo da grana da propriedade bem ali, disponível na minha conta corrente.

— Rapaz, caiu certinho aqui, Agenor! O depósito já está constando no sistema, tintim por tintim — respondi, soltando uma risada aliviada que há muito tempo não dava. — O chão e a casa agora são oficialmente seus. Pode mandar os seus homens assumirem o comando do cercado a hora que você bem entender.

— Excelente, meu amigo. Amanhã bem cedo o meu capataz já vão encostar por aí para tomar conta de tudo, cercar os pastos e começar a mexer com o gado. Fico chateado pela memória do seu irmão, mas fico feliz que você foi mais esperto e colocou esses dois pilantras no devido lugar deles. Boa viagem na cidade, Omar!

Desliguei o telefone com uma sensação de vitória indescritível. Eu me encostei no banco de couro do passageiro, olhando a paisagem da roça ir ficando para trás à medida que a gente ganhava velocidade. O Henrique e a Mariana podiam continuar lá na cozinha, comendo o pão fresco que eu mandei comprar e fazendo planos mirabolantes para tomar as minhas terras. Eles mal sabiam que, juridicamente, já estavam morando de favor na fazenda do Seu Agenor e que o despejo deles já estava assinado e garantido para a manhã seguinte.

Assim que o Seu Tonho estacionou o carro perto da praça central da cidade vizinha, eu me despedi dele com um aperto de mão bem firme e deixei uma boa nota de dinheiro para pagar o combustível e o almoço do meu amigo. Desci do veículo ajeitando o chapéu na cabeça e caminhei decidido em direção à rodoviária.

O movimento ali estava calmo, com aquele cheiro característico de óleo diesel e fumaça de escapamento flutuando no ar. Fui direto para o guichê da empresa de transportes, pisando firme no chão de cimento batido, sentindo o peso da carteira e o alívio de ter o saldo do banco bem guardado no bolso.

Olhei para a funcionária atrás do vidro e falei com a voz firme de quem finalmente estava livre de qualquer amarra:

— Bom dia, moça. Me dá uma passagem na poltrona do corredor pro próximo ônibus que estiver saindo com destino à cidade grande. É viagem só de ida.

Ela digitou uns comandos rápidos no computador, conferiu o meu documento e imprimiu o bilhete de embarque. Peguei o papel, conferi o horário e caminhei até a plataforma de embarque, vendo o grande ônibus azul encostar na vaga. Enquanto eu entregava a minha mala pro motorista guardar no bagageiro, olhei para trás uma última vez, pensando na cara de tacho que o Henrique e a Mariana iam fazer amanhã cedo quando os capatazes do Seu Agenor chegassem para botar os dois para correr.

Subi os degraus do veículo, me acomodei na minha poltrona e, assim que o motorista deu partida e o ônibus pegou o rumo da rodovia, eu fechei os olhos com um sorriso de canto. Eu estava deixando o interior para trás com os bolsos cheios de dinheiro, pronto para recomeçar a minha vida na cidade grande, bem longe daquela cadeia de trapaças.

Depois de cinco horas de asfalto, com o ônibus cortando o interior rumo à cidade grande, a viagem já estava cansativa, mas a minha mente continuava afiada. Olhei pelo vidro da janela, vi que o sinal de celular estava forte e decidi que já era hora de começar o espetáculo. Peguei o aparelho e liguei direto para o Seu Agenor.

— Alô, Agenor? É o Omar. Rapaz, já estou no meio do caminho, falta pouco para eu chegar na rodoviária principal. Deixa eu te pedir uma coisa: você não poderia mandar o seu capataz passarem lá na minha antiga casa agora mesmo para botar o meu sobrinho e a puta dele para fora?

Do outro lado da linha, o Seu Agenor deu uma risada grossa, entendendo na hora o tamanho da minha malícia.

— Opa, Omar! Eles ainda estão mofando lá dentro achando que vão herdar o mundo, é?

— Estão sim! — respondi, rindo alto no fundo do ônibus. — É que daqui a exatos trinta minutos eu vou ligar para o celular do Henrique para contar toda a verdade e esculhambar com a raça daqueles dois safados. Quero que, bem na hora em que eu estiver soltando a bomba no ouvido dele, os teus homens já estejam batendo com o pé no portão e jogando as trouxas de roupa deles no meio da estrada de terra!

— Rapaz, deixa comigo! — o Seu Agenor respondeu, se divertindo com a jogada. — O meu capataz principal e mais dois peões já estão de saída para lá para conferir o gado. Vou dar a ordem agora mesmo para eles entrarem no terreiro com o jipe, intimar o guri e a morena e mandar os dois limparem a área sem choro. Quando você ligar, o despejo já vai estar acontecendo!

— Fechado, Agenor! Obrigado pela parceria. Daqui a pouco eu faço o estrago na linha! — desliguei o telefone contendo a risada, olhando para o relógio do celular.

O cronômetro estava correndo. Eu tinha 30 minutos exatos de sossego antes de dar o telefonema que ia destruir o plano perfeito do Henrique e da Mariana, deixando os dois na rua da amargura enquanto eu seguia viagem com a conta bancária transbordando.

Peguei o celular com um sorriso de canto a canto, achei o número do Henrique e disquei. Não deu nem dois toques e o guri atendeu, mas a voz dele do outro lado da linha já veio trêmula, misturada com o barulho de motor de jipe e vento de estrada.

— Alô? Henrique? E aí, alguma novidade por aí, meu sobrinho? — perguntei, com a voz mais cínica do mundo.

— Seu velho filha da puta! Desgraçado! — o Henrique berrou no telefone, espumando de raiva, completamente fora de si. — Você me deixou no meio da rua! Os capatazes do Seu Agenor chegaram aqui armados, jogaram as minhas coisas na poeira e botaram a gente para correr feito cachorro! O que você fez, seu velho maldito?!

No fundo da ligação, dava para ouvir os gritos estridentes da Mariana, chorando de ódio e berrando:

— Velho desgraçado! Nojento! Você vai pagar por isso, seu infeliz! Você acabou com a nossa vida!

Eu dei uma risada alta, gostosa, que ecoou por todo o corredor do ônibus:

— Kkkkkkkk! Pois é, meus filhos! Eu já sabia que vc nao era flor que se cheire! Henrique, o seu pai, antes de morrer, já tinha me avisado muito bem que você não valia nada, que era um pilantra de marca maior. Vocês acharam que iam passar a perna no otário da roça com golpe de falsa gravidez? Pois agora vocês dois tomaram foi no cu! Ah, e tem mais um detalhe, meu sobrinho: aquele dinheiro que você estava guardando escondido no quarto... Eu revirei tudo antes de sair e peguei tudinho para mim, rsrs! Paguei a minha passagem com ele!

O Henrique e a Mariana começaram a berrar juntos no telefone, me esculambando com todos os nomes sujos que aprenderam nos cabarés da cidade grande, chorando de impotência no meio da estrada de terra com as trouxas de roupa na mão.

— Você não vai ficar impune, seu velho filho da puta — o Henrique tentou gritar.

— Passar bem, bando de otário! — respondi.

Afastei o telefone do ouvido, apertei o botão vermelho e desliguei a ligação na cara dos dois. Bloqueei o número, encostei a cabeça na poltrona do ônibus e olhei para a estrada, sabendo que a minha nova vida estava só começando.

FIM

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 66Seguidores: 146Seguindo: 37Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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Que final.

Muito top

Quando que vai lançar outro conto?

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Não pulou um capítulo não?

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Nossa, não sei o que aconteceu, esse conto não apareceu pra mim.

Obrigado hot!!!

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Foi eu errei coloquei na outra serie

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Tudo certo! Serie top demais. Quando tiver inspirado, quem sabe seria interessante escrever sobre como foi os acontecimentos dos dois a partir da chegada dos capangas na (ex) casa do tio. E como ficou o caso do Claudio e a esposa.

Embora, tudo tenha ficado bem amarrado.

Abraço

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Tenho 3 contos com esse que os leitores pedem 2 temporada, quem saber um dia eu faço

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Pausado, viril, safado e com dinheiro... que coisa mais deliciosa.

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