Uma Tarde de Domingo com a Casada do Mercado
Ana era o tipo de mulher que não passava despercebida por onde andava em nossa pacata cidade. Com seus 1,75 m de altura, uma pele branquinha que contrastava perfeitamente com os cabelos escuros e um corpo de dar inveja, ela arrancava olhares por onde passava. O que mais chamava a atenção nela eram os detalhes generosos: uma bunda média, perfeitamente redonda e empinada, e peitos GG que deixavam qualquer decote absurdamente farto. Ela trabalhava no mercado local, onde sempre exibia um sorriso simpático, mas por trás daquela postura de mãe de família e esposa dedicada, escondia-se uma mulher extremamente fogosa.
Nós nos conhecemos na academia. Entre uma série e outra de agachamentos, os olhares começaram a se cruzar. Conversa vai, conversa vem no balcão do mercado e no WhatsApp, e a química entre nós ficou insustentável. Já tínhamos ficado algumas vezes, encontros rápidos e intensos, mas aquele domingo seria diferente.
Era um dia quente e Ana conseguiu sair mais cedo do expediente no mercado. Logo que cruzou a porta, me mandou uma mensagem perguntando o que eu estava fazendo. Respondi que estava de bobeira em casa. Ela não hesitou: disse que estava com uma vontade louca de me ver e perguntou se eu topava. Quando perguntei sobre o marido, ela explicou que ele tinha ido a um aniversário com o filho pequeno, e como ela havia saído mais cedo do serviço, tinha uma brecha perfeita antes de ter que encontrá-los.
Fiquei na ligação com ela enquanto ela vinha e, assim que ela avisou pelo WhatsApp que havia chegado, abri o portão correndo. No momento em que Ana pisou para dentro da minha sala, a tensão sexual acumulada explodiu. Não houve tempo para conversas compridas. Eu a puxei pela cintura e começamos a nos pegar com uma selvageria deliciosa.
Meu sofá é daqueles retráteis e já estava totalmente aberto. Empurrei o corpo gostoso dela para trás e ela caiu deitada. Comecei a descer os beijos pelo pescoço dela, descendo pelo colo, ouvindo os seus primeiros gemidos baixinhos. Ela estava toda arrepiada, mas sussurrou com a voz trêmula: "Não posso demorar muito, amor... Daqui a pouco meu marido liga cobrando para eu ir pro aniversário."
Aquilo, em vez de me frear, só me deu mais tesão. Comecei a arrancar aquela roupa social de funcionária do mercado. Tirei a blusa e os peitões GG dela pularam para fora, com os bicos já durinhos e implorando por boca. Abocanhei um deles com vontade, apertando o outro com a mão, sentindo a fartura daquela carne branquinha. Ela jogava a cabeça para trás e arqueava as costas no sofá.
Desci a mão pela calça dela, puxei tudo para baixo junto com os sapatos e a deixei apenas de calcinha. Não perdi tempo tirando a peça por completo; apenas puxei a calcinha de lado, abrindo espaço para o que eu mais queria. Ana era bem peludinha, um capacho de pentelhos pretos e macios que guardavam uma boceta extremamente carnuda e já completamente encharcada.
Enfiei o meu rosto ali no meio das pernas dela. Comecei a chupar com vontade, passando a língua morna por toda aquela carne gorda e focando direto no grilinho dela, que já estava inchado de tesão. Ana cravou as mãos no meu cabelo, se espremendo contra a minha boca. Ela não era muito fã de preliminares longas — o negócio dela era sentir o pau —, então logo começou a me puxar para cima: "Vem, coloca... Enfia logo, por favor!"
"Calma", respondi, olhando bem nos olhos dela, com a boca lambuzada com o mel dela. "Eu ainda vou judiar bastante de você hoje. Quero te chupar inteira."
Passei a língua por toda a extensão daquela boceta peluda e, descendo um pouco mais, comecei a lamber o cuzinho dela. Dei várias lambidas profundas ali na buraquinha de trás e voltava para a frente. Ana ficou completamente louca, rebolando a bunda na minha cara e soltando gemidos altos. "Meu Deus... Nunca nenhum homem me chupou tão gostoso igual a você!", ela confessou, totalmente entregue.
O tesão na sala estava num nível absurdo. Levantei-me rapidamente, arranquei meu short e a cueca de uma vez. Meu pau saltou para fora, completamente rígido e latejando. Ana, vendo aquela cena, ajoelhou-se no sofá e agarrou o meu membro com firmeza. Ela começou a chupar com vontade, mas sem engolir tudo, mantendo a cabeça do pau para fora da boca.
Aquilo estava bom, mas eu queria mais. Segurei firme na nuca dela, afundando os dedos nos seus cabelos, e com a outra mão segurei a base do meu pau. Olhei bem para o rosto dela e ordenei: "Chupa gostoso. Coloca tudo na boca."
Ela obedeceu na hora. Grudou a boca na base e começou a dar gargantas profundas, subindo e descendo com uma velocidade que me fez perder o chão. O calor da boca dela era tão absurdo que precisei segurar a cabeça dela e mandar ela parar, senão eu ia acabar gozando ali mesmo, antes da melhor parte.
Deitei-me no sofá e Ana continuou o serviço por baixo. Emendou chupando as minhas bolas, passando a língua por todo o saco escrotal e descendo a saliva quase até o meu cuzinho. Eu dava leves puxadas na cabeça dela, tentando direcionar a língua dela para o meu cu, mas ela resistia timidamente. Foi aí que levantei mais as minhas pernas, dando total acesso para ela. Ana cedeu ao fetiche e deu duas, três passadas de língua bem firmes de baixo para cima no meu cu. Um arrepio violento correu pela minha espinha e eu dei um gemido alto, ecoando pelas paredes.
"Você gosta disso, safado?", ela perguntou, com um sorriso malicioso no rosto molhado de suor.
"Gosto, caralho... Gosto muito!", respondi, com a respiração arfando.
"Então vem, não posso mais demorar!", ela lembrou, a urgência do relógio batendo à porta.
Puxei o corpo branquinho dela e a joguei de quatro no sofá retrátil. A visão era uma verdadeira obra de arte erótica: aquela bunda redonda empinada na minha direção, os peitos GG pendendo para baixo e a bocetinha carnuda e peluda exposta, piscando de tanto tesão. Fiquei de joelhos atrás dela e comecei a roçar a cabeça do meu pau bem na entrada daquela fresta molhada, provocando.
"Ai, eu não vou resistir... Coloca camisinha, vai...", ela implorou, chorando de tesão.
"Não, de camisinha eu não transo", respondi no ouvido dela, sentindo o corpo dela tremer. "Ainda mais com uma casadinha igual você assim, ó... Bem safada."
Ela soltou um suspiro pesado, jogando a bunda ainda mais para trás contra a minha intimidade, e cedeu completamente ao capricho: "Então só não goza dentro..."
Não esperei ela terminar a frase. Segurei bem firme, com as duas mãos travadas na cintura dela, e empurrei o meu pau de uma vez só. Ele entrou rasgando, sumindo inteiro dentro daquela boceta apertada, quente e ensopada. Ana soltou um grito alto e cravou as unhas no tecido do sofá, curvando as costas enquanto recebia toda a extensão do meu membro de uma vez só.
Comecei a bater forte, metendo com uma vontade brutal. O som dos nossos corpos se chocando passou a ditar o ritmo na sala: um estalo úmido e contínuo a cada estocada profunda. Aquela bunda média e perfeitamente redonda batia com força contra as minhas coxas, e a pele branquinha dela logo começou a ficar vermelha com a intensidade do impacto. A cada pancada mais funda, Ana uivava alto, soltando uns gritos que ecoavam pela casa toda, completamente enlouquecida. Ela estava tão excitada que a boceta dela contraía feito uma prensa, apertando o meu pau com uma força absurda a cada enfiada.
Apertei ainda mais o ritmo, transformando as estocadas em um bombardeio frenético. Eu puxava o cabelo dela para trás, mantendo a pegada violenta na cintura enquanto a preenchia inteira. A bocetinha dela pulsava espremendo o meu membro, mostrando que ela estava no limite.
"Eu vou virar... Eu vou gozar! Vai, bota tudo!", ela gritou desesperada.
O corpo dela inteiro estremeceu e ela teve um orgasmo violento, jorrando o mel dela enquanto me apertava por dentro. Aquela pressão foi o gatilho final. Dei mais três estocadas brutais, enfiando até a raiz e sentindo que a minha hora tinha chegado de forma definitiva. Foi o dia em que gozei mais firme com ela.
Puxei o pau para fora com um estalo úmido bem na hora e a minha porra começou a jorrar. Foram vários jatos grossos e quentes disparados diretamente em cima daquela bunda branquinha e redonda. O sêmen escorria pela pele dela, misturando-se ao suor e descendo até os pelos da bocetinha.
Ficamos os dois ali, ofegantes, mas o ritmo não parou totalmente. Ajoelhado atrás dela, relaxei um pouco, e ela, sabendo exatamente o que fazer, virou-se para mim. Pedi para ela chupar e limpar inteirinho o meu pau. Ana não hesitou: segurou firme e começou a lamber e chupar toda a minha porra que estava nele, limpando cada canto com a língua. Como sempre fazia, ela chupou muito bem, deixando meu pau completamente limpinho, sem deixar sobrar nada, engolindo tudo com um tesão único.
Estávamos completamente suados da foda intensa naquele domingo quente. Peguei na mão dela e fomos juntos para o banheiro tomar um banho. Debaixo da água morna, o clima pesado deu lugar a um momento gostoso de carinho e intimidade. Ficamos nos abraçando, trocando beijos molhados enquanto a água corria pelos nossos corpos. Eu a puxava para perto, pegando bastante naqueles peitões GG maravilhosos, sentindo o peso e a maciez deles sob o sabonete. Ensaboei as mãos e esfreguei as costas dela devagar, depois deslizei os dedos pelos peitos fartos, massageando os bicos que continuavam sensíveis.
Era um momento perfeito de cumplicidade, mas o relógio não perdoava. Assim que saímos do chuveiro e começamos a nos secar, o celular dela em cima da mesa da sala vibrou. Ana correu para olhar e viu a mensagem do marido avisando sobre o aniversário.
O tempo dela tinha acabado. Ela começou a se vestir rapidamente com a roupa do mercado, ainda com o corpo quente do nosso encontro. Antes de cruzar a porta, ela olhou para trás, ajeitou o decote, me deu aquele sorriso extremamente safado que só ela sabia dar e disparou: "Até o próximo treino na academia."
E sumiu pela porta, deixando na casa o rastro do perfume dela e a lembrança daquele domingo inesquecível em que nós dois nos entregamos totalmente ao pecado.