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BOQUETEIRA ENGOLIDORA EM FINAL DE GRAVIDEZ

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Um conto erótico de Morena peituda
Categoria: Grupal
Contém 1683 palavras
Data: 12/07/2026 16:53:15

Olá, estou eu aqui de novo a vos azucrinar com as minhas histórias de tara fálica. É que não fico sem aquele pruduto, sabe? Mesmo gravidinha, no meu sétimo mês, não paro com as felações. Meus amantes sempre me visitam na ausência de meu esposo, principalmente aqueles que tem tesão por chifradeiras como eu.

Sou a Cristiane Melo, e quero agradecer a todos os meus leitores, mesmo aqueles que não tem coragem se apresentar, e é principalmente para eles que escrevo, este aqui com alguma porra na boca, e a calcinha molhada só de pensar neles - meus amantes virtuais.

Por falar nas casadas adúlteras como eu, e iguais a mim, que tenho um marido maravilhoso, cujo defeito é ser um só, sempre temos aquelas crises de subsistência, entende? A exemplo da pessoinha peituda aqui, que prometi não chupar ninguém, muito menos tomar leitinho até a hora do parto, mas voltei atrás depois de uma live com minhas amigas também boqueteiras. Isso acontece com frequência: prometo tomar um pouco de juízo, mas basta um papinho sujo de porra para eu voltar atrás. Rssss

Foi incrível, depois que a Gabi falava no vídeo: “Depois de chupar o terceiro pau ensebado na festa, corri para um banheiro, e dei de cara com o Ditão, que com mais uma tora grossa na mão...” Interrompi, e liguei para o Benedito, meu técnico de informática, cujo pau está sempre pronto pra mim. “Olá, estou pensando em você, e sem calcinha, meu querido!”.

Antes do Benê chegar, retomei na live, e vi a Dani Zueira entornar um copinho tipo pinga, mas que era “aquilo” que ela estava tomando. Meu TI entrou pela janela, pois que aprendeu a escalar a sacada, já que meu digníssimo tava na sala. E eu, no meu repouso de gravidinha, já recebi uma grossa na boca, como presente às minhas amigas safadas. É que só eu tenho coragem de fazer ao vivo.

Depois do Benê, escalou a minha janela, mais três chegados dele, dos quais, um eu não conhecia. De tão bonito, e de gozada forte que tem, quase pedi em namoro, mas dada as minhas condições,...

Essas doses de porra foram insuficientes, e levantei lá pelas 6 da manhã, já chamando meu Uber gostosão, que eu queria dar uma voltinha pela minha cidade, aqui em Londrina-Pr. Esse pau é fenomenal. Ele adapitou o carro para mim, com o banco da frente sempre semi-reclinado. Daí, eu posso deitar e ficar chupando aquela benga perfeita. É uma pica compatível com a minha garganta, que já fica salivando já no primeiro contato. Esse Uber gostosão - o Renato - já sabe que eu sou uma alucinada por esperma, e adora gozar fundo na minha garganta. Nesse dia, ali, dentro do carro estacionado no bosque do centro, eu era uma peituda prenha tomando porra direto da fonte. Nossa! Como entrava quentinho, eu me sentia a mais leviana, e casada ordinária sendo devotada aos cacetes masculinos.

A esporrada me deixou louquinha, e era preciso eu me apresentar salivando esperma em algum lugar. Isso mesmo, pensei no meu trabalho. Sou uma repórter boqueteira, e meu motorista me levou até lá. Era despedida antes das minhas férias e licença, sendo meu chefe muito compreensivo comigo, já que eu deixo as coletivas minho mais animadas, e nem é das gulosas que faço nele, que estou falando. Rsssss

Na hora do “Blá, blá, blá” o pau pulsante do motorista não saía da minha cabeça, e meus colegas me disseram que tinha um empresário figurão afim de me conhecer, e que já sabia da minha má reputação - de chupar em serviço. Kkkkk

Bora-lá, para mais uma farra, e não deu outra. Ele sabia que era uma rainha-do-creme, mas que estava grávida de 7 meses. Então, encomendou uma cadeira confortável de rainha engolidora. Eu estava ali, contemplando a cadeira, e quando olho, tinham 18 ou 19 moços só de camiseta e pênis na mão.

Sentei na cadeira, e meu vestido tubinho subiu, quando apareceu a minha calcinha de renda, entre as minhas coxas torneadas. Aproveitei para descer, também, a parte de cima, apresentando os meus melões aos garotos. Foi só farra, e pintos balaçando pra mim. Falei para o empresário, Altair de matos, que ele é uma graça, e que queria que ele atacasse a minha garganta com sua ferramenta. A cadeira era preparada, e deu umas maniveladas, reclinando um puco. Depois, subiu nos braços em frente a mim, e pôde debruçar com o pau na minha garganta. Pela posição que ficou, e do fato de eu ter-lhe abraçado a bunda, que fiquei preenchida com aquela vara.

Não computei, mas o meu recorde de abuso de garganta acho que foi batido. Ele fez um vai-e-vem, com o devido “Glof, glof, glof” nas minhas amigdals, que me senti maravilhosamente aviltada. A meleca surgiu e começou descer pelos meu queixo e pescoço - aquele líquido semi-viscoso e turvado.

Um dos cidadãos na punhetagem disse: “Não aguento mais, vou ter que gozar”. Chamei com a mão para ele fazer na minha boca. Murchei para engolir e mostrei para a galera. Depois da salva de palmas, reconheci o marido da minha amiga Amanda entre eles. Dei um sorriso e chamei para abusar da minha boca. O pau já tava ensebado de tanta punhetagem, mas dei um trato de lingua nas bolas deles, que renovou a liquefação. Tratei de engolir e renovar a saliva, para melhor ordenhar aquela pica. Na garganta profunda, tentei engolir o saco junto, lembrando das histórias da Amandinha. O cara não aguentou, e já ia soltando a porra, quando eu tratei de ser a bezerrinha subimissa que sou, continuando a mamada como se fosse a cois mais natural.

Para a maioria dos bofes, não deu tempo de chegar até mim, e gozaram antes. Porém, alguns juntaram num copo, que me passaram no fim. Adoro ver homens embasbacados olhando para mim, esperando a minha depravação forniquenta - injestão de esperma. Olhei para o copo transparente. Uns 30 ml’s apenas do produto. Dá para um gole único, porém generoso. Aquela decomposição em, caramelo claro mais embaixo, e o amontoado esbranquiçado mais em cima. “Glub, glub,... Tá bom pra vocês?” Recebi mais umas palmas, e me senti a tal.

À noite, me levaram para uma boate meio escurinha. Eu estava vestida de um tomara-que-caia meio larguinho, só amarrado com uma tirinha nos ombros. Era para dar tesão nos casados de plantão. Tomei cuidado para não tirarem fotografias, pois que ouvi dizer que meu marido é sócio do lugar, e pode ver as postagens. O recinto era lindo, com os homens de benga de fora, desfilando livremente perante as casadas. Tipo Sodoma e Gomorra, sabe? Era só chamar com a mão, e enfiar as ferramentas na boca. Teve uma que tava com gosto de que gozava, guardava a porra velha nas calças, mijava também, - mas tudo bem - Estou no fervo e não ligo.

Um dos caras me disse que nunca gozou na boca de ninguém, nem da mulher dele. Eu disse que gostaria de ser a primeira. Não conseguiu no salão, e tive que leva-lo para o quartinho. Lá, foi somente depois que eu lambi a bunda dele, que se empolgou. Senti o saco crenscendo na minha mão, direcionei a pica para a minha garganta, dei uma juntada nas nádegas dele, que deu um pulinho e... “Splish”, me encheu a boca. “Nossa! Eu te amo, gata! Vem pra casa comigo!”, disse. Balancei a cabeça com a boca cheia, como negativa.

Peguei nas bolas, e tava uma meleca só. Dei umas lambidas para ele ficar ainda mais apaixonado, e isto porque sou uma boqueteira má. Terminei de tirar a cueca dele, limpei o rosto com ela e coloquei na minha bolsa como recordação do boquete mais melecado que eu me recordo.

Voltei para a casa, e como meu marido estava no sétimo sono, passei para o AP dos moços estudantes, dizendo que queria continuar ordenhando varas. Quando baixei a calça de moleton do primeiro, e acasalhei o pinto meio mole na boca, ele começou a mijar, de pegadinha comigo, sabe? Começou a rir também, e das gargalhadas enquanto continuava com o fiozinho de prata, que batia na minha boca, e me descia pelo pescoço. Eu, uma grávida ajoelhada, tomando mijada na boca, peguntei: “Qual a graça, querido?” “Eles podem mijar também, dona Cris?”, respondeu.

Olhei de soslaio, e os outros 3 estvam com as picas direcionadas para a minha boca. Falei: “Eu não tenho que opinar, né? Se eles mijarem, não posso fazer nada. Estou aqui para chupar, e meu estômago quer leitinho!” Mal eu falei, e senti os jatos de urina na cara. Virei para fugir um pouco, mas os garotos tavam afim de aprontar comigo. Até meu cabelo ficou ensopado de urina, mas logo os jatos pararam, e eu pude chupar com paixão, aquelas rolas molhadas de tesão por mim, ou será que era só urina mesmo? Esfreguei umas no nariz, só para impregnar aquele cheiro, e me sentir a puta mais suja, e mais complacente com os moleques travessos.

Mas também, a crueldade se inverteu quando eu sugava as bolas com força, ouvindo os gemidos e suspiros. Eles começaram gozar, e falar um monte de besteiras, enquanto eu continuava as gulosas de boca cheia. Mas esses são moços jovens, e algumas gozadas espirraram nos meus olhos. Fiquei ceguinha, mas ainda servindo aos caprichos dos meus senhores.

Logo mais, fiquei sabendo que um dos 4 começou um noivado com minha prima Bárbara - evangélica. Fiquei torcendo para o casamento se concretizar, que daí eu teria um “amante mais fácil”.

Eu estava muito excitada para parar po aí, e fui mamar na pica do porteiro entes de cair na cama. Ele é amigo do meu tio Gilberto, e prometeu me levar para conhecer os donos de uma indústria de café. Disse que vai querer o meu cu depois que o bebê nascer, mas qeu por enquanto vai gozando na minha garganta mesmo.

Agora, que estou terminando essa escrita, peguei a cueca na minha bolsa, e impregnei no nariz, só para não sair procurando rolas por aí- Com o tamanho da minha barriga, já sabem, né?

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Foto de perfil de Morena peitudaMorena peitudaContos: 109Seguidores: 213Seguindo: 14Mensagem O homem gosta que a mulher aprecie "aquela parte", e sabe quando é pra valer.

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