Essa vai ser rapidinha, embora a questão seja um tanto controversa e não haja consenso.
Vamos direto ao ponto: squirt ou mijo? O que a irmã do Maluco tinha jorrado na minha cara? Eu achava que era mijo, mas ela jurava que era só uma ejaculação feminina devido ao orgasmo que tivera ao esfregar a xoxota peluda no meu nariz.
Fazia diferença? Sim, toda a diferença, uma coisa é um idiota como eu que vinha sendo constantemente sacaneado pelas garotas do bairro ficar aviltantemente coberto de urina, e outra bem diferente era ter, pela primeira vez na vida, uma garota que apesar de feia era gostosa pra caraco gozando por minha causa.
É porque isso era relevante? Porque ela afirmava que ia dar pra mim, que ia tirar aquela micro-roupa e entregar sua xerequita para ser atolada de pica como eu desejasse, mas aquilo bem podia ser somente outra cilada na qual cairia inocentemente só porque queria comer uma boceta antes do sábado.
E como saber a verdade? Bem, a única maneira era pagar pra ver, ou seja, arriscando-me.
É mais, aquilo podia ser o início de um lance legal, quer dizer, se a garota estava tão à fim de trepar comigo, provavelmente não foderíamos só uma vezinha… Porra, podia ser a minha emancipação sexual, teria aquela tesuda quando e onde quisesse, sempre que desejasse, fazendo dela uma espécie de personal-escrava - e daí passaria os próximos anos com a boceta de uma gostosa à minha disposição para arrombar à vontade!
Acho que já tinha tanta porra acumulada nos últimos dias que já estava chegando ao cérebro, mal conseguia pensar direito, de tão obcecado que fiquei. Fiz de tudo para comer uma boceta e me fodi pra caraco todas as vezes, mas nem por isso o caminho até ali tinha deixado de ser excitante.
Apanhei, tomei mordida no pau, mijada na cara - ou squirt na fuça, isso não estava claro ainda - , peido breado no rosto, tomei pontapé no queixo e estava a ponto de pegar fama de tarado, sem falar que sofri a desilusão de ver minha musa - ou sua prima idêntica, sei lá - sendo sodomizada num carro por três pirocas muito maiores que a minha.
Mas também tinha visto as irmãs dos meus amigos peladas desde ângulos pervertidos, sido premiado com um boquete babadinho, chupado boceta cabeluda e deiplada, lambido reguinho de bunda profundo, e até havia uma promessa de comer a falsa cópia da minha musa logo mais, se eu topasse. Tudo isso em poucos dias.
Devido à toda essa saga, não demora lá estava eu outra vez, ajoelhado no box do banheiro com o pau pra fora tocando punheta, enquanto a Maluca ia tirando a roupa, se exibindo pra me deixar ainda mais excitado. Primeiro liberou o par de peitões duros com os bicos grandes e marronzinhos, os melhores peitos do bairro, um convite para me acabar de tanto mamar ali.
Depois ela arrancou o shortinho e, para minha surpresa, sua xereca antes cabeludona agora estava lisinha, bem depilada, com apenas um fiozinho de pêlos escuros descendo pelo ventre até a rachinha.
Nada é tão bom que não possa melhorar, não é? Pirei com aquela nova versão da boceta da Maluca, o pau atingiu níveis inéditos de ereção na história mundial da sacanagem, enquanto ouvia a garota dizer com vozinha sensual: “Gostou da decoração, moleque safadinho? É o caminho do prazer, fiz pensando especialmente em você!”
Sinceramente? Qualquer um de vocês ficaria babando se estivesse no meu lugar, quando ela veio trazendo a boceta recém-decorada, toda abertinha com os dedos, para perto da minha boca. Sim, qualquer um faria exatamente igual a mim, cairia chupando o grelinho saliente, lambendo a rachinha, metendo a língua até o talo, enquanto ela gemia apertando os peitões e requebrando a cintura, se esfregando, toda safada.
Bem na hora que ela se apoiou com as mãos nas paredes, se tremendo toda e soltando uns gritinhos, justo quando eu tinha com a boca cheia de boceta, veio descendo um jorro intenso, quente, ácido e amarelo. O pior é que eu estava a ponto de gozar também e, com o susto, terminei dando uns golinhos sem querer.
Era mijo, tinha gosto de mijo, ou ao menos o que imagino ser o gosto de mijo. Nunca na vida que aquilo era um squirt. E para não restar nenhuma dúvida, a irmã do Atentado ainda gargalhou, apertando minha cabeça pela nuca contra sua boceta, e dizendo: “Eca, garoto! Não acredito que você tomou mijada na cara de novo! E dessa vez até bebeu! Mas é muito idiota mesmo!”
Essa humilhação foi especial porque foi dupla, só eu era tão burro a ponto de cair duas vezes na mesma arapuca - sem querer tirar o devido mérito da Maluca que, como bem apontei, era bem mais inteligente que a média da juventude do bairro. Fiquei tão noiado que, mesmo já em casa, fedendo a mijada, fui tomar um banho e tive medo de entrar no box, traumatizado por esta última experiência catastrófica.
Apesar de dizerem por aí que “lavou, tá novo”, era como se aquela mijada tivesse se infiltrado na minha alma e não havia banho que me livrasse daquilo. Mesmo limpo, sentia-me sujo, como se estivesse me afogando numa privada. Fiquei quase uma hora no quarto, sozinho, com as cortinas fechadas, em silêncio profundo, até que meu telefone começou a apitar.
Era a prima do Atentado, mandando mensagens. O prazo havia terminado e precisava decidir: ou topava sua proposta, comia a fulana de uma vez e desistia para o resto da vida do sonho de foder a minha musa, ou mais bem desistia daquilo, não fodia a cópia falsificada e podia continuar esperando o dia em que a irmã do Atentado por fim me desse bola - o que poderia nunca ocorrer.
O que vocês fariam? Foderiam a irmã ou a prima? Iam comer a original ou a cópia? Escolheriam o certo e imediato, ou apostariam no duvidoso e sem previsão? Optariam pelo prazer imediato em troca dos seus sonhos mais preciosos, ou prefeririam continuar só sonhando em troca de uma boceta qualquer que estava passando abertinha na sua frente?
Não havia resposta fácil para este dilema, qualquer que fosse a escolha, estaria perdendo alguma coisa - e isso me incomodava muito. Mas decisões precisavam ser tomadas naquele momento, já não dava mais para postergar, tentar coisas diferentes ou experimentar com outras garotas. Mais uma vez, era tudo ou nada.
Quer saber o que escolhi? Bem, isso já é uma outra história e, como prometi, a de hoje era só uma rapidinha.
