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Agora todo mundo quer comer minha mulher parte 7

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3079 palavras
Data: 11/07/2026 06:50:56

Muito obrigado pela marca de 77º lugar entre os mais lidos da Casa dos Contos este mês! Ficamos muito animados com o carinho de todos vocês. Continuem acompanhando!"

O Maicon não aguentou. Ele viu a gente dançando, colado, com a Vanessa jogando aquele corpo todo em cima de mim, e o cara não teve sangue frio. Ele deu meia volta, com o rosto vermelho de raiva e tesão, e sentou numa mesa num canto, meio escondido na penumbra. Ele não tirava o olho da gente, mas parecia que estava perdendo o controle.

Eu senti o celular da Vanessa vibrar na bolsinha que ela carregava no pulso. Ela deu uma olhada rápida, abriu um sorriso safado de canto e me mostrou a tela, escondida, só para eu ver. Era o Maicon.

A mensagem era direta, escrita com erro de digitação de quem tava nervoso: "Vanessa, num aguento te ver assim com ele. Vamu conversar ali na rua de trás, no escuro, rapidão? Ninguém vai ver. Só quero te falar uma coisa, por favor."

Ela guardou o celular e me olhou. O brilho nos olhos dela era de pura maldade. Ela sabia exatamente o que o cara queria, e o fato dele ter mandado a mensagem ali, na minha frente, deixou ela mais excitada ainda.

— O seu melhor amigo tá pedindo uma chance, Rafa — ela sussurrou no meu ouvido, enquanto a gente rodava no salão. — Ele quer que eu encontre ele lá fora, naquela rua escura que não tem iluminação nenhuma. Ele tá implorando, amor. E agora? Você vai deixar eu ir lá sozinha com ele, pra ver até onde ele consegue chegar, ou a gente vai junto dar o bote?

Eu vi o Maicon levantar de novo, olhando em volta, conferindo se alguém estava prestando atenção. Ele estava com uma cara de quem tava se jogando num abismo. O plano estava funcionando melhor do que a gente pensava.

Eu segurei o braço dela levemente, puxando ela para um canto perto da saída, onde a música abafava nossa conversa. Meus olhos não saíam da mesa onde o Maicon estava, cada vez mais inquieto.

— Escuta aqui, Vanessa. Você vai na frente. Vai andando devagar, fingindo que está indo pro banheiro ou pra fora tomar um ar. Não olha pra trás. Chega lá na rua de trás, encosta na parede daquele muro escuro e espera ele. Fica ali, meio de lado, deixando ele te ver bem — eu disse, a voz saindo como uma ordem.

Ela assentiu, com aquele sorriso de quem tava amando o perigo.

— E você, Rafa? — ela perguntou, ajeitando o decote do vestido vermelho.

— Eu vou sair logo depois, dar a volta pela lateral do salão e ficar no breu total, atrás daquele poste quebrado. O Maicon vai estar cego de tesão, não vai ver um palmo à frente do nariz. Quando ele chegar perto de você, eu já vou estar posicionado.

Ela pegou o celular e digitou.

"Vou estar te esperando na rua de trás, perto do muro velho, onde não tem luz. Não demora. O Rafa não sabe de nada e nem pode saber. Se você quer mesmo, vem agora."

Ela Clicou em enviar e vi o "visto por último" do Maicon mudar para "online". Segundos depois, ele leu. O cara levantou na hora, ajeitando a camisa, e saiu em direção à porta dos fundos, passando pela gente sem nem notar que eu estava ali, colado na sombra.

— Agora vai — eu sussurrei. — Vai lá amor. Eu tô logo atrás.

Vanessa virou as costas e saiu andando, rebolando aquele vestido vermelho, com o corpo todo marcado e o rabo balançando. Eu esperei ela dobrar a esquina da rua e fui logo atrás, pisando firme, mas sem fazer barulho nenhum no chão. O coração batia forte, e eu já sentia o cheiro da confusão e da safadeza que ia acontecer no escuro daquela rua.

O breu da rua estava quase total, só dava para ver o vulto do muro velho. A Vanessa estava encostada ali, com o vestido vermelho quase subindo todo, a respiração calma, mas os olhos brilhando na escuridão. Eu estava agachado atrás de umas caixas de madeira, num canto onde ninguém me via, com a visão perfeita do que ia rolar.

Não demorou nem dois minutos. Ouvi o barulho de passos apressados e o respiração ofegante do Maicon chegando. O cara parecia um bicho solto. Ele parou na frente dela, tremendo, olhando para os lados para ver se tinha alguém, e depois travou os olhos na Vanessa.

— Vanessa... — ele disse, com a voz falhando, misturada com o suor que escorria pelo rosto dele. — Eu não aguento mais, na moral. Eu passo o dia inteiro pensando nesse seu corpo, agora vc nesse vestido... eu não consigo mais dormir, eu não consigo mais viver desse jeito sabendo que você é mulher dele e que ele te tem todo dia.

A Vanessa nem se mexeu. Ela ficou ali, parada, com aquele sorriso de canto de boca, deixando o Maicon chegar perto.

— E o que você quer fazer, Maicon? — ela perguntou, num sussurro que parecia um veneno.

— Eu não sei, eu só... eu preciso te sentir, eu preciso saber se você é de verdade — ele respondeu.

O cara não pensou duas vezes. Ele deu um passo para ficar mais perto dela, segurou a nuca da Vanessa com as duas mãos e encostou a boca na dela. O beijo foi bruto, cheio de uma fome que ele guardou esse tempo todo. Ele puxou ela contra o corpo dele com força, e o som da língua dos dois se encontrando ecoou no silêncio da rua.

Eu, ali no canto, senti meu sangue subir de uma vez. Ver a minha mulher, que minutos antes tava rebolando pra mim no salão, sendo comida pela boca pelo meu melhor amigo, fez meu pau latejar de um jeito que eu tive que morder o lábio pra não gemer de tanto tesão. O Maicon tava cego, as mãos dele desciam pelo vestido, alisando o rabo dela, apertando as bandas da bunda com a mesma vontade que ele tinha de possuir ela toda. A Vanessa, pra minha surpresa, não recuou. Ela segurou a cintura dele, se esfregando contra a braguilha do Maicon, que já estava estufada e dura, mostrando que o cara estava prestes a explodir ali mesmo.

A cena era suja, era errada, e era a coisa mais excitante que eu já tinha visto. Eu via o Maicon se afundando na própria desgraça, sem nem sonhar que eu tava a dois metros dele, pronto pra ver até onde aquele amigo traíra ia ter coragem de chegar.

O Maicon se afastou um pouquinho, ainda ofegante, com as mãos na cintura dela. Ele estava suando frio e olhava para os lados, como se estivesse com medo de eu aparecer do nada.

— Vanessa, espera... — ele sussurrou, a voz toda trêmula. — O Rafa... ele sabe de alguma coisa? Você chegou a contar pra ele que a gente tá aqui, ou que a gente se encontrou na oficina? Ele sabe que você me deixou te tocar?

A Vanessa deu uma risadinha baixa, daquelas que arrepiam. Ela passou a mão no peito dele, descendo até a barriga, e disse, com a maior naturalidade do mundo:

— O Rafa? Tá doido, Maicon? Ele não sabe de nada. Pra ele, eu tô lá dentro do banheiro retocando a maquiagem. Ele é muito distraído, nem passa pela cabeça dele que a mulher dele tá aqui, no escuro, com o melhor amigo dele. Ele confia em mim demais, acredita em tudo.

Eu, ali no canto, ouvindo aquilo, quase ri. A mentira dela era tão cínica e perfeita que o Maicon relaxou na hora. O cara deu um suspiro de alívio que deu pra ouvir de longe. Ele parecia que tinha tirado um caminhão das costas.

— Que bom... meu Deus, que bom — ele disse, voltando a encostar o corpo dele no dela.

Foi aí que a Vanessa fez o que eu nem esperava. Ela deu um passo pra trás, subiu o vestido vermelho até o meio das coxas, deixando o fio dental bem à mostra e a entrada da buceta dela brilhando no escuro. Ela olhou bem no olho dele, com aquela cara de puta que eu adorava, e soltou a bomba:

— Mas escuta, Maicon... já que você tá tão doido assim, você quer? Quer comer minha bucetinha agora, aqui mesmo? Mas tem que ser rápido, porque o Rafa pode notar que eu demorei e vir atrás de mim. Vai, você tem coragem ou não?

O Maicon travou. O cara ficou imóvel por um segundo, os olhos dele quase saindo da cara quando viu a buceta dela ali, dando mole no escuro. Ele não esperava que ela fosse ser tão direta. A respiração dele virou um chiado, e a mão dele, que tremia, foi direto pro zíper da própria calça, num desespero total. Ele estava prestes a realizar o sonho dele, sem saber que eu estava a dois metros, pronto pra ver ele se entregar de vez.

O Maicon não pensou duas vezes. A audácia dela deixou o cara fora de si. Ele se livrou da calça num movimento só, o pau dele saltou pra fora, duro, pulsando, apontando direto pro rosto dela. Ele estava cego, o desejo venceu qualquer traço de amizade que ele tinha comigo.

— Quero... puta que pariu, eu quero mais que tudo nessa vida! — o Maicon soltou, a voz saindo como um gemido de bicho.

Ele colocou o pau para fora ali mesmo, e a Vanessa se encostou no muro velho, levantando o vestido até a cintura. Ela abriu as pernas, exibindo a bucetinha toda molhada, brilhando no pouco reflexo de luz que vinha do salão lá longe. Ela não esperou. Ela guiou o pau do Maicon, que estava babando de tesão, e empurrou contra a entrada dela.

O Maicon tava tão louco que parecia que ia quebrar ela. Assim que ele encaixou, ele deu um tranco pra frente que fez a Vanessa soltar um suspiro forte, batendo as costas seco no muro. O cara tinha uma fome desgraçada. Ele segurou as duas bandas da bunda dela com as mãos calejadas de mecânico e começou a socar sem dó.

Era uma cena que não dava pra acreditar. O movimento dele era rápido, sem ritmo, puro desespero. O pau do Maicon entrava e saía com tudo, fazendo aquele barulho de carne batendo que ecoava no beco escuro. A Vanessa tava com as pernas abertas, o corpo dela balançando pra frente e pra trás a cada estocada, e dava pra ver o Maicon lá atrás, o rosto enfiado no pescoço dela, ofegante, com o corpo todo suado grudando no dela.

A cada vez que ele enfiava o pau até o talo, ele dava um gemido abafado, quase chorando. Ele não tava nem ligando pra técnica, ele queria era sentir ela toda, o mais fundo que desse. A Vanessa, por cima, ajudava. Ela cavalgava o quadril, ajudando o cara a encaixar melhor, e toda hora ela dava uma rebolada mais forte pra sentir o pau dele bater lá no fundo da buceta dela.

O silêncio do beco era quebrado apenas pelo barulho dos dois e pela minha própria respiração, que eu tentava segurar com toda a minha força. Eu estava agachado, com o zíper da calça aberto, batendo uma num ritmo frenético, mas sem fazer um único barulho, observando cada detalhe daquele show particular que eu tinha armado.

O Maicon estava totalmente entregue, a voz dele saía picotada, cheia de uma vontade que dava pra sentir de longe.

— Puta que pariu... Vanessa... — ele arfava, colado no ouvido dela, enquanto o corpo dele se chocava contra o dela a cada segundo. — Você é muito gostosa... eu não aguento... eu nunca senti nada igual... fala pra mim... fala que você é minha porra!

A Vanessa respondia com gemidos altos, que ela tentava abafar, mas que acabavam escapando como música pros meus ouvidos. Ela jogava a cabeça pra trás, sentindo o pau dele bater lá dentro, e cada vez que ele socava, ela soltava um gemido mais rasgado, um "ah, maicon... vai, não para!" que fazia o meu sangue ferver.

— Você é minha, Vanessa? Diz que é minha! — o Maicon pedia, com a voz embargada, o ritmo dele ficando cada vez mais acelerado, mais bruto.

— Sou sua... seu safado! — ela respondia, os olhos brilhando no escuro, a voz toda melosa e manhosa. — Fode forte... me arrebenta... faz como você quiser, mas não para... ah, meu Deus... assim não... ah!

Cada palavra que ela soltava, cada gemido que ela dava, era como um choque na minha espinha. A mão dela arranhava as costas dele, puxando ele pra mais perto. Eu via o corpo dos dois se contorcendo, as pernas dela tremendo lá no alto, enquanto o meu pau, na minha mão, latejava pedindo pra explodir. Eu acompanhava o ritmo deles, dando cada puxada no meu próprio ritmo, vendo o Maicon se acabar ali, sem saber que o melhor amigo dele estava a poucos passos, acompanhando cada batida, cada respiração, cada detalhe daquela traição que era, na verdade, o meu maior prazer.

A cena era suja, era pesada, e eu não conseguia tirar o olho. O Maicon tava ali, se achando o dono do mundo, enquanto eu, no silêncio da sombra, comandava tudo com o meu prazer.

O Maicon estava no limite, o corpo dele todo travado, os músculos das costas saltando. Ele deu uma última estocada, a mais funda de todas, e soltou um urro que deve ter ecoado até o salão do forró. Ele gozou tudo dentro dela, com o corpo tremendo em espasmos violentos. A Vanessa também não aguentou; ela agarrou os ombros dele, deu um grito abafado e a buceta dela começou a morder o pau dele num orgasmo tão forte que ela quase desmaiou no chão.

Lá no escuro, eu senti meu corpo inteiro arrepiar. A visão da minha mulher sendo preenchida pelo meu melhor amigo, com ela gozando daquele jeito, foi o gatilho. Eu dei três batidas rápidas no meu pau e descarreguei um jato quente, sujando minha mão e o chão daquela rua escura, com o meu próprio gozo misturado com a raiva e o tesão de tudo aquilo.

O Maicon ficou ali, ofegante, com a testa encostada no ombro da Vanessa, tentando voltar pro mundo real. Depois de uns minutos, ele tirou o pau de dentro dela, ajeitou a calça com pressa, o rosto ainda vermelho. Ele deu um beijo rápido e molhado na boca dela — um beijo de despedida de quem sabia que tinha acabado de cometer uma loucura — e saiu trotando, sem olhar pra trás, com medo de ser visto.

Assim que o vulto dele sumiu na esquina, eu saí das sombras. A Vanessa estava ali, ajeitando o vestido vermelho, com o rosto ainda marcado pelo prazer. Ela me viu chegar e não demonstrou nenhuma vergonha. Ela veio andando, parou na minha frente e, sem dizer nada, se ajoelhou ali mesmo, no chão da rua. Ela começou a lamber meu pau, limpando todo o resto de leite, me deixando completamente vulnerável.

O silêncio daquela rua escura foi substituído pelo barulho dos nossos passos apressados. A adrenalina ainda corria solta, uma mistura de triunfo, deboche e aquele desejo residual que parecia não ter fim. A Vanessa mal conseguia caminhar direito, as pernas bambas pelo que o Maicon tinha feito e pelo que eu tinha acabado de fazer com ela.

Quando entramos em casa, a sala parecia um santuário de tudo o que tínhamos acabado de viver. Não acendemos as luzes. A luz da lua que entrava pela janela iluminava o caminho até o banheiro, criando sombras que desenhavam o corpo da Vanessa, ainda sujo de toda aquela safadeza.

Eu a puxei pela cintura e a empurrei para dentro do banheiro, fechando a porta com um chute. Ela soltou um risinho debochado, encostando-se na pia fria de mármore.

— Você viu a cara dele, Rafa? — ela sussurrou, a voz ainda carregada de um excitamento quase insano. — Ele me fodeu gostoso. Ele não tem a menor noção de que vc estava ali, assistindo, comandando tudo.

— Ele não sabe de nada — eu respondi, rosnando baixo. — E é por isso que é tão bom.

Eu não esperei. Embaixo da luz forte do banheiro, a gente se transformou. A água do chuveiro nem chegou a ser ligada. Eu a prensei contra o box de vidro, sentindo o choque térmico entre o suor e o azulejo gelado. Não era mais a agressividade do beco, era uma posse absoluta. Eu queria apagar qualquer toque daquele cara no corpo dela, queria marcar território de um jeito que ela nunca esquecesse.

Ela montou em mim ali mesmo, apoiada na borda da banheira, com as coxas bem abertas. A gente transou com uma selvageria que fazia o banheiro todo tremer. Ela gemia alto, com a boca colada no meu ouvido, chamando meu nome, jurando que, apesar de tudo, o dono daquela buceta, daquela bunda e daquela alma, era só meu. Eu a peguei com uma força bruta, cada estocada era uma afirmação de domínio. O barulho de pele contra pele, o choque do corpo dela contra o vidro do box e a respiração pesada misturada com o eco do banheiro criavam uma sinfonia de puro tesão.

Foi uma foda de limpeza e possessão. A gente se esfolou, se arranhou, se amou com aquela raiva gostosa de quem sabe que o resto do mundo é só um espectador. Quando finalmente gozamos, foi um espasmo coletivo, a gente desabou um em cima do outro, escorregando pelo box até o chão do banheiro.

Ficamos ali por um tempo, sentindo a temperatura do corpo um do outro baixar. Eu puxei ela para o meu peito, limpando o rosto dela com um beijo calmo, quase carinhoso. O contraste entre o que tínhamos acabado de fazer na rua e o silêncio do nosso banheiro era bizarro, mas era exatamente o que nos mantinha ligados.

Levantamos, enfim, enxaguamos o corpo, mas sem pressa. Tudo era calmo agora. Fomos para o quarto como se nada tivesse acontecido, como um casal comum que encerra o dia. Quando deitamos na cama, o lençol parecia um refúgio. Ela se encolheu contra mim, encaixando o corpo no meu, e suspirou, um som de puro alívio e satisfação.

— Amanhã o Maicon vai aparecer na oficina, Rafa — ela sussurrou, quase dormindo. — Ele vai estar pensando em mim. Ele vai estar se perguntando o que ele fez.

— Deixa ele pensar — eu respondi, fechando os olhos e sentindo o cheiro dela, e dormimos

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 73Seguidores: 171Seguindo: 37Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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Pois é,.a foda em casa como prêmio de consolação pelo marido permitir q ela seja vadia de outros foi boa, mas vamos ver até quando ela vai continuar dando as sobras pro corno, vai chegar um momento q nem com as sobras ele vai ficar,.pois ela vai começar a dizer pra deixar pra outro dia, q esta muito cansada de gozar com um macho de verdade, kkkkkkk

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Boa casal hot.

Que conto viu , muito bom .

O casal aproveitando junto com cumplicidade e honestidade .

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Ela já aprendeu a gostar de dar pra todo mundo, o entregador foi o primeiro, o amigo o segundo, logo logo a cidade toda come a vagabunda e o corno amando. E assim que é bom, todo mundo achando que o corno não sabe de nada. Estou amando

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O corno só.tomandi sopa,kkkkk, comendo buceta suja e arrombada por um macho de verdade,.isso enquanto está no começo pois depois o corno não ficará nem com as sobras, vai viver na punheta enquanto a vagabunda se arrebenta com um homem de verdade, ela aprendeu a ser vadia e a usar o tesão de trouxa do marido aí seu favor, essa vai dar até pros cachorros da rua e o marido achando q ainda manda em alguma coisa, coitadinho dele kkkkkk

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