Continuação de
http://casadoscontos.com.br:29874/texto/Amigos, retomando o conto anterior que foi mais uma introdução do que agora vou contar. A Cláudia, que sempre foi tão travada na cama, cheia de preconceitos, mal chupava meu pau, estava ali entregue pra nossa vizinha. Já tinha tido o primeiro orgasmo ainda de roupa, a vizinha ainda nem tinha tocado na buceta dela.
E agora eu estava ali, com o creme hidratante na mão, olhando pra elas. Eu estava só de camiseta e calça de moletom, de ficar em casa, e a Fernanda estava com aquela blusa larga que a Cláudia tinha emprestado, sem sutiã, os biquinhos dos seios marcando o tecido fino.
Fernanda olhou pra mim.
— Chegou na hora certa. Você passa nas pernas.
Ela foi pro ouvido da Cláudia e sussurrou:
— Meu amor, tira seu vestido pra gente fazer uma massagem bem gostosa.
Cláudia abriu os olhos, olhou pra Fernanda e fez um sim com a cabeça. Depois olhou pra mim — com um sorrisinho safado, mas parecia ainda meio envergonhada.
Eu cheguei perto levantei seu queixo.
— Ei. Você está gostando? Ela fez que sim e mordeu o lábio.
— Então eu estou adorando. Relaxa que vamos cuidar de você.
Aí mostrei o que tinha trazido junto com o hidratante.
— Junto com o creme eu trouxe essa gravata. Vou te vendar.
Ela deu um sorriso de canto, sapeca, "tá bom". Eu a ajudei a tirar o vestido — puxei a alça, o tecido escorreu pelo ombro, revelando os seios, a barriga, até cair no chão. Ela ficou só de calcinha de algodão, os seios soltos, os mamilos já duros. Peguei a gravata, dobrei e coloquei sobre os olhos dela, amarrando firme atrás. Ela tremeu quando a visão sumiu.
— Isso — Fernanda falou baixinho. — Agora sim.
Cláudia deitou no colchão que deixamos na sala, de barriga pra cima, os seios lindos expostos, usando só a calcinha e os olhos vendados com a minha gravata. A Fernanda ainda estava com aquela blusa larga e o shortinho.
— Que marido atencioso você tem — Fernanda disse, pegando no meu pau agora que a Cláudia estava de olhos vendados.
Eu tentei dar um beijo nela, mas ela me afastou de novo, colocando o dedo em sinal de silêncio. Ela pegou minha mão e encheu de creme hidratante. Me deu um beijo de língua rápido e cheio de desejo, e depois se abaixou perto da Cláudia.
— Começa pelas pernas, Jorge.
E foi o que fiz, começando de baixo, enquanto a Fernanda espalhava creme na Cláudia, que reagia ao sentir a temperatura. Fernanda passou em tudo menos nos seios — ficou nos ombros um pouco e desceu para a barriga.
— Jorge, você pode ir para as coxas. Passa bastante creme na parte interna.
E foi o que fiz. Fui subindo devagar, sentindo a pele macia, o calor, o cheiro do creme. A mão da Fernanda deslizava pela barriga da Cláudia, que já estava com a respiração mais pesada. Eu sentia o corpo dela tremendo sob meus dedos, os pequenos arrepios na pele molhada de creme.
Enquanto eu passava uma quantidade generosa de hidratante nas coxas da Cláudia, a Fernanda fazia parecido com a barriga dela, em círculos lentos.
— Isso... assim... muito bem... em círculos... — Fernanda sussurrava
A Cláudia ia reagindo com pequenos gemidos que iam intensificando, o corpo se mexendo devagar, os quadris começando a se mover sozinhos, buscando mais contato. Os círculos da Fernanda começaram a invadir a calcinha da Cláudia, deslizando por cima do tecido, sentindo o calor, a umidade que já começava a escapar. Eu também me aproximava da buceta dela, os dedos escorregando na parte interna das coxas, subindo, chegando perto, sentindo o cheiro, a respiração ofegante.
A Fernanda interrompeu um pouco. Ela se inclinou pro ouvido da Cláudia, a voz macia como carícia:
— Vamos ficar mais à vontade, tudo bem?
A Cláudia assentiu, ofegante.
Fernanda se levantou devagar, os olhos fixos nos meus. Tirou a blusa larga devagar, os seios dela ficaram livres, médios, firmes, os mamilos escuros e duros. Depois puxou o shortinho, desceu a calcinha lentamente — e quando ela tirou, um fio grosso de fluido vaginal escorreu pela sua coxa, brilhando sob a luz. Ela não se importou. Só deixou escorrer, me olhando, com um sorriso provocador.
— Sua vez — ela disse.
Eu tirei minha camiseta, depois a calça de moletom, e fiquei nu ao lado dela, o pau duro também saiu melado.
Cláudia estava de olhos vendados, na expectativa. Mordia os lábios, o corpo se contorcendo devagar no colchão, a calcinha já molhada, a respiração ofegante.
Fernanda pegou uma boa quantidade de creme e jogou nos seios de Cláudia, e deixou lá.
— Espera — disse, a voz firme.
Cláudia assentiu.
— Tudo bem? Quero que responda.
— Sim, eu espero — respondeu e mordeu os lábios.
Fernanda veio para cima de mim. A gente se agarrou, se beijou com uma fome que não cabia na sala. Nossas línguas se enroscavam, escorriam, se chupavam com desejo. Eu senti na boca dela, o gosto, a pressão, e enquanto a gente se beijava, eu apertava sua bunda, corri tudo que podia no seu corpo, costas, pescoço. Apertei os seios dela, os mamilos duros roçando no meu peito, a gente se pegava e gemia um na boca do outro. Cláudia ouvia tudo e a gente nem disfarçava. Eu desci, lambi o pescoço dela, chupei, mordi de leve, e ela jogou a cabeça pra trás, os gemidos escapando sem vergonha, enquanto a saliva escorria na minha pele, na dela, se misturando.
Fernanda parou e ambos olhamos para Cláudia ali reagindo a tudo sem ver e calada, enquanto Fernanda batia uma para mim bem gostosa, brincando com o polegar na cabeça do meu pau, ela falou:
— Cláudia, pode espalhar agora o creme nos seus seios e barriga.
Cláudia primeiro levou as mãos para os seios espalhando o monte de creme que Fernanda tinha deixado, deslizando com facilidade. Ela já estava gemendo junto com a gente antes, mas agora ela se contorcia. A outra mão foi para a barriga em círculos, mas não demorou muito para descer na calcinha e se tocar loucamente. Continuamos assim olhando ela até que Cláudia perdeu a linha no inicio mais baixo mais foi ficando mais alto
— AAAHHHHNN! AAAHHHHHNNN!, AAAAHHHHNNN! DELÍCIA, PUTA QUE O PARIU, QUE DELÍCIA!
Ela gritava como com um tesão enorme antes de desmoronar em um relaxamento, a gravata já estava torta e com um olho descoberto enquanto ela respirava fundo se recuperando do orgasmo.
Eu não reconhecia Cláudia, até seu linguajar era outro, uma safada. Eu estava muito feliz.
Fernanda continuou batendo uma e brincando com a cabeça do meu pau envolvendo com dedos, apertaram devagar, e ela sentiu o líquido que já escorria, quente e escorregadio. Ela passou o polegar na ponta, espalhou, e levou a mão até a boca, provando.
— Tá todo melado — ela sussurrou no meu ouvido, a voz quente. — Deixa eu limpar.
Ela desceu, ajeitou a cabeça e colocou a boca no meu pau. A língua envolveu, quente e molhada, e ela chupou devagar, os lábios deslizando, a cabeça indo e vindo. Eu senti o prazer subindo, coloquei a mão na cabeça dela e apertei, querendo mais, querendo que ela continuasse.
Mas ela parou. Saiu devagar, com um estalo molhado, passou a mão na boca, limpou os lábios com o dorso dos dedos, e olhou pra mim com um sorriso safado.
— Era só pra limpar — ela disse, a voz cheia de malícia.
— Você tá me provocando, sua puta.
Ela riu, olhou para a Cláudia, ali deitada, que nos via pela venda improvisada agora torta.
— Agora é nossa vez de gozar
Ela virou pra mim:
— Jorge, vem. Come essa puta.
A gente teve alguma reação — não sei se fui eu ou a Cláudia — mas ela continuou:
— Qual o problema? — Fernanda perguntou, percebendo minha hesitação.
Ela se virou pra Cláudia, e falou alto:
— Cláudia, essa noite você vai ser nossa puta?
Cláudia não falou nada. Só confirmou com a cabeça, em um sorrisinho cumplice
— Eu quero ouvir você falar — Fernanda insistiu.
— Sim — Cláudia respondeu, a voz trêmula, mas firme.
— Mais alto, sua putinha!
— Vou ser tudo o que vocês quiserem!
Fernanda sorriu, os olhos brilhando.
— Quer mais, não é?
— Quero — Cláudia respondeu, quase sem ar. — Quero tudo.
Me ajeitei entre as pernas de Cláudia. Só coloquei a calcinha dela de lado, vi a buceta molhada, os lábios inchados, o brilho escorrendo. Quando eu coloquei meu pau na buceta dela, parecia que tinha sido a primeira vez — quente, molhada como nunca. Ela estava encharcada, a entrada escorregadia, os lábios se abrindo pra me receber. Quase entreguei o jogo ali. Respirei fundo, fechei os olhos, e fui meti até o fundo, e depois fui aumentando a cadencia as vezes tirando tudo e metendo de uma vez, ouvindo o som molhado que fazia.
— Tá gostando, sua puta? — eu disse, a voz rouca.
— Hummm hummm — ela respondeu, quase sem voz, a cabeça jogada pra trás, a boca aberta.
A Fernanda se ajeitou, quase sentando na cara da Cláudia. Ela posicionou a buceta bem na boca dela, os lábios abertos, e começou a rebolar devagar.
Olhei para Claudia que chupava a buceta de Fernanda como desse um beijo de língua, Fernanda rebolava lento deixando a cara de Claudia toda melada. Claudia parecia muito feliz, reagia as minhas metidas chupando com a intensidade. Claudia me puxou pra perto e me deu um beijo de língua, molhado, profundo.
E foi ali que a posição ficou perfeita. Eu continuava metendo em Cláudia, sentindo ela apertar, gemer, enquanto a boca dela estava ocupada chupando a buceta de Fernanda. E Fernanda, por cima, me beijava, a língua quente, os seios roçando no meu peito, o corpo dela se movendo no ritmo das minhas estocadas.
Era uma coisa de outro mundo. Eu metia em Cláudia, Cláudia chupava Fernanda, Fernanda me beijava. Os três conectados, os três se mexendo juntos, os três gemendo. Eu sentia o corpo de Cláudia apertar meu pau a cada lambida que ela dava em Fernanda, e Fernanda gemia na minha boca cada vez que eu ia mais fundo. Fernanda estava ainda mais louca nos seus beijos escorreu um pouco de saliva e caiu na barriga de Claudia . Éramos três animais e os nossos gemidos encheram o apartamento.
Ela mudou de posição com o quadril e colocou o cuzinho na cara de Cláudia.
— Vai, chupa.
Enquanto eu fodia Cláudia, não conseguia acreditar. Fernanda se ajeitou e a Cláudia esticou a língua e usou as mãos para afastar as nadegas de Fernanda, que se segurava deixando a bunda no ângulo. Dei uma olhadinha de lado, e meu pau quase explodiu de tanto tesão. A Cláudia já estava sem venda — a gravata tinha caído de vez — e a boca aberta, a língua esticada, lambendo o cuzinho da Fernanda como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo. Ela não tinha mais jeito, não tinha mais timidez — a língua dela deslizava, mergulhava, lambia em círculos, sugava, molhava tudo. Nessa posição eu já não beijava Fernanda mas via como ela estava prestes a explodir
— Isso... assim... não para... — Fernanda gemia, a voz trêmula.
Ela rebolava lento, os seios balançando, os dedos enterrados no cabelo da Cláudia. Eu continuava metendo em Cláudia, sentindo ela apertar cada vez mais, os gemidos dela se misturando com os de Fernanda. A Cláudia, lá atrás, lambia o cuzinho com uma fome que eu nunca vi nela.
— Goza pra gente, sua safada — eu falei, a voz rouca. — Rebola esse cuzinho gostoso pra Cláudia chupar e goza pra gente.
"AAAHHHHNN! AAAHHHHHNNN!" — ela gritou, o corpo tremeu inteiro, as pernas apertaram minha cabeça, e ela desabou ao lado de Cláudia, ofegante, o peito subindo e descendo.
Me debrucei sobre a Claudia e beijei sua boca, e então falei: tenho algo para você meu amor. Voltei na posição e comecei a foder Cláudia, com mais força e velocidade nas estocadas
— Agora é minha vez.
Me posicionei do lado de Claudia, abri a boca dela com uma mão e gozei lá dentro. Foi uma explosão, eu nunca tinha sentido aquilo. Enchi a boca dela de porra. Cláudia parecia não saber o que fazer até que Fernanda veio e beijou sua boca, dividindo com ela.
Deitei no chão e ficamos os três ofegantes após o êxtase que sentimos juntos.
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