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O Trabalho Voluntário Da Religiosa Gostosa Pt12 Final

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Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 2634 palavras
Data: 10/07/2026 14:46:35

A manhã seguinte chegou, era quinta-feira. Eduarda acordou cedo ao lado de Paulo, sentindo o corpo ainda um pouco dolorido das intensas atividades dos dias anteriores, mas tentando manter a compostura. Ela se levantou silenciosamente, foi até a cozinha e preparou o café da manhã para a família — pão fresco, café quentinho, frutas cortadas e ovos mexidos para as crianças. Paulo acordou logo em seguida, abraçou-a por trás com carinho, beijou seu pescoço e ajudou a arrumar a mesa. Os dois conversaram baixinho sobre o dia, os planos para o culto e o trabalho voluntário, enquanto as crianças acordavam e desciam para o café. Eduarda ajudou cada um a se vestir, escovou os cabelos de Júlia, verificou as mochilas e deu um beijo em cada filho antes de Paulo levá-los para a escola. Depois, ela arrumou a casa com capricho, lavou a louça, organizou o quarto e fez uma oração rápida pedindo forças para o dia. Paulo voltou, deu um beijo nela e saiu para o trabalho, deixando a casa em silêncio. Eduarda ficou ali, pensando no que viria, o corpo ainda sentindo resquícios da excitação proibida, mas tentando focar na rotina familiar e na vida de pastora.

Eduarda seguiu até a igreja à tarde. Ela e Clara então organizaram as caixas de roupas por tamanho e cor, separando as peças masculinas e femininas com cuidado — casacos, calças, camisetas, vestidos, blusas e cobertores, verificando o estado de cada item, dobrando e empilhando tudo de forma organizada em mesas improvisadas para facilitar a distribuição. As duas trabalhavam lado a lado, conversando sobre o projeto, o frio que estava chegando e as famílias que mais precisavam, enquanto o sol da tarde entrava pelas janelas da igreja, iluminando o espaço. Após organizarem tudo, abriram a igreja para as entregas, recebendo moradores do bairro e da invasão que chegavam em busca de ajuda, distribuindo as roupas com sorrisos, orando por alguns e oferecendo palavras de conforto, o ambiente cheio de gratidão e movimento.

Elas seguiram na igreja para o culto e foram surpreendidas por muitos moradores que, satisfeitos pelo trabalho voluntário, compareceram em grande número, enchendo o templo com gratidão e expectativa. O culto começou com um louvor poderoso, vozes unidas dos fiéis levantando as mãos, cantando hinos de adoração que enchiam o espaço de uma atmosfera de presença divina, lágrimas escorrendo pelo rosto de muitos, alguns caindo no poder do Espírito Santo, o som dos instrumentos e dos cânticos ecoando pelas paredes. Eduarda e Clara comandaram o culto com maestria, alternando momentos de louvor, oração coletiva e testemunhos emocionantes de fiéis que relatavam como as doações e o apoio haviam mudado suas vidas, trazendo esperança em meio às dificuldades. A palavra pregada foi impactante, trazendo mensagens de redenção, perdão, perseverança e fé, com as duas pastoras falando com unção sobre como Deus transforma vidas mesmo nas situações mais difíceis. Houve momentos de oração individual, com Eduarda e Clara impondo mãos sobre os fiéis, declarando cura, libertação e bênçãos, o ambiente vibrando com a presença do Espírito Santo. O culto seguiu com um clímax de adoração, onde o povo cantava com emoção, muitos sendo tocados profundamente, o templo cheio de glórias e aleluias. Eduarda sentia uma mistura de gratidão e culpa, mas tentava se entregar ao momento, orando internamente por força. O culto terminou com uma bênção final poderosa, deixando os fiéis renovados, cheios de esperança e gratidão, saindo do templo comentando sobre a benção recebida.

No fim da noite, já em casa, Eduarda estava com Paulo. Os dois transaram. Paulo a beijou com desejo, tirou sua roupa devagar e a deitou na cama. Beijou seus seios grandes, chupou os mamilos duros enquanto deslizava a mão entre as pernas, sentindo a buceta molhada. Penetrou-a com o pau duro, entrando devagar no início e depois metendo com ritmo constante, segurando os quadris largos dela, gemendo rouco de prazer enquanto entrava e saía. Eduarda gemia baixinho, rebolando contra ele, os seios balançando a cada estocada. Paulo acelerou, metendo com mais força, apertando a bunda arredondada, o som molhado da carne se chocando enchendo o quarto. Depois de alguns minutos intensos, ele tremeu inteiro e gozou dentro dela, jorrando porra quente e enchendo a buceta, gemendo alto de satisfação. Desabou ao lado dela, ofegante.

Até que a primeira bomba estourou. Clara e Renato tinham tido uma briga feia, aparentemente ele havia descoberto o caso dela com VT e a confrontou em casa, com vozes altas e acusações pesadas ecoando pelas paredes. Renato, furioso e magoado, jogou na cara dela as mensagens, as mentiras e as ausências inexplicáveis, perguntando como ela podia trair o casamento, a família e o ministério deles. Clara, no calor da discussão, jogou tudo na cara dele — os chifres que ele havia dado a ela com outra mulher, a falta de atenção, a rotina monótona e como VT a fazia se sentir viva, desejada e poderosa de uma forma que Renato nunca conseguiu. A briga foi feia, com gritos, lágrimas, objetos quebrados e portas batendo, até que os dois decidiram se separar temporariamente, o casamento abalado e a igreja comentando baixinho sobre o escândalo que começava a se espalhar.

No dia seguinte, Paulo e eu fomos fazer compras e, após isso, eu me encontrei com Tatu na casa dele e nós transamos como dois animais no cio. Tatu me agarrou assim que entrei, me jogando contra a parede, tirando minha roupa com urgência e enfiando o pau preto grosso na minha buceta molhada com uma estocada brutal, metendo com força animal, segurando meus quadris largos enquanto eu gemia alto, rebolando contra ele. Ele me virou de quatro, metendo fundo, dando tapas fortes na bunda, puxando meus cabelos loiros e fodendo sem parar, o pau venoso esticando minha buceta ao máximo. Eu gemia descontroladamente, pedindo mais, o corpo suado tremendo de prazer enquanto ele me dominava como um animal, estocando com brutalidade, o som molhado da carne se chocando enchendo o quarto. Ele me levantou, me fodeu no colo, os seios grandes balançando contra o peito dele, depois me jogou na cama e continuou metendo com violência, o pau grosso entrando e saindo rápido, me fazendo gozar várias vezes, a buceta pulsando forte ao redor dele. Tatu grunhia como um animal, mordendo meu pescoço, apertando minha bunda e enchendo-me de porra quente várias vezes, os dois transando com fome insaciável, suados, gemendo e se entregando ao desejo bruto até ficarmos exaustos.

Mas no dia seguinte eu seguia minha rotina normalmente. Acordei cedo, preparei o café da manhã para a família, arrumei a casa, lavei a louça, organizei as mochilas das crianças e levei todos para a escola. Ao voltar, limpei o quintal, organizei a lavanderia e fiz o almoço. De repente, sofri um desmaio. Fui levada ao hospital onde foi constatada minha quinta gravidez. Eu logo fiz as contas: era de Tatu, não de Paulo. Contei ao meu marido sobre a gravidez e ele ficou feliz pelo quinto filho, mas só eu e Tatu , que eu já havia conversado , sabíamos que aquele filho não era de Paulo.

Os 9 meses seguintes foram tranquilos. Eduarda seguia sua rotina de esposa, mãe e pastora exemplar, cuidando da casa, dos filhos, participando dos cultos e do trabalho voluntário, enquanto Paulo trabalhava e mantinha a família unida. No entanto, durante esses meses, ela encontrava Tatu em momentos roubados — na igreja vazia, no carro estacionado em lugares discretos, na casa dele na invasão ou até no quarto do quintal quando Paulo saía. O sexo era intenso e frequente: Tatu a fodia com força bruta, dominando o corpo grávido dela, chupando os seios cada vez maiores, metendo o pau grosso na buceta molhada e no cu, fazendo-a gozar repetidamente enquanto ela gemia alto, o ventre crescendo mês a mês. Eduarda vivia dividida entre a culpa profunda e o prazer viciante, orando por perdão mas não conseguindo parar de se entregar ao desejo por aquele homem. Os meses passaram com consultas médicas, o crescimento da barriga, os chutes do bebê (que ela sabia ser de Tatu), momentos familiares felizes com Paulo e as crianças, e os encontros proibidos que a deixavam satisfeita e culpada. Até o dia do nascimento do quinto filho — um menino saudável, que nasceu em um parto tranquilo no hospital, com Paulo ao lado dela, emocionado, enquanto Eduarda segurava o bebê nos braços, sabendo no fundo do coração que aquele filho era fruto da paixão proibida com Tatu.

Nos meses seguintes, Clara e Renato reataram o casamento, tentando reconstruir a relação após o escândalo. Eu e Tatu nos encontramos no meu pós-resguardo. Ele me esperava na casa dele, e assim que entrei, me agarrou com fome, beijando meu pescoço e tirando minha roupa com urgência. Me deitou na cama, abriu minhas pernas e começou a lamber minha buceta ainda sensível do parto, a língua quente circulando o clitóris, enfiando dedos grossos enquanto eu gemia alto, o corpo tremendo de prazer. Depois me penetrou com o pau preto grosso, entrando devagar no início, esticando a buceta que ainda se recuperava, depois metendo com força crescente, segurando meus quadris, os seios maiores balançando a cada estocada. Tatu me virou de quatro, fodendo com brutalidade, dando tapas na bunda, puxando os cabelos e dominando meu corpo curvilíneo, o pau venoso batendo fundo. Eu gemia descontroladamente, rebolando contra ele, gozando forte várias vezes, a buceta pulsando ao redor do pau grosso. Ele me colocou por cima, fazendo-me cavalgar com força, apertando minha bunda enquanto eu subia e descia, sentindo cada centímetro. O sexo foi intenso, suado e longo, com Tatu enchendo-me de porra quente repetidamente, até ficarmos exaustos e abraçados.

Até que um dia, Paulo apareceu com os olhos inchados, como se estivesse chorado muito. Ele então me disse que descobriu a verdade de tudo. Contou que Clara contou tudo a Renato e me perguntou se o bebê que ele estava carregando era dele. Eu comecei a chorar, as lágrimas escorrendo pelo rosto, o peito apertado de culpa e dor, e disse que não, explicando os motivos para tê-lo traído — a frustração sexual dos últimos anos, a atração irresistível por Tatu, o tesão proibido que me fazia sentir viva de uma forma que nunca havia sentido antes. Confessei como eu me sinto dividida entre a vida ao lado dele, a família que construímos com tanto amor e fé, e a vida secreta de amante de Tatu, o desejo que me consumia. Ele chorou, o rosto marcado pela dor e decepção, e pediu para eu o deixar sozinho por um tempo, a voz embargada, o coração partido.

Nos dias seguintes foram os piores dias da minha vida, ter que mentir para meus filhos o motivo de passarmos uns dias na casa de meus pais. Até que Paulo me chamou para uma conversa. Ele me disse que estava disposto a salvar nosso casamento. Eu aceitei e nos dois reatamos. A noite de reconciliação foi marcada por sexo entre mim e ele. Paulo me beijou com carinho e desejo, tirando minha roupa devagar, beijando meu pescoço, descendo pelos seios grandes, chupando os mamilos duros enquanto deslizava a mão entre minhas pernas, sentindo a buceta molhada. Me deitou na cama, abriu minhas pernas e me penetrou com o pau duro, entrando devagar e depois metendo com ritmo constante, segurando meus quadris largos, gemendo rouco de prazer enquanto entrava e saía. Eu gemia baixinho, rebolando contra ele, os seios balançando a cada estocada, sentindo o pau preenchendo-me, o prazer crescendo aos poucos. Paulo acelerou, metendo com mais força, apertando minha bunda arredondada, beijando meu pescoço e os seios, o corpo suado colado ao meu. O sexo foi intenso e emocional, durando mais tempo que o habitual, com ele metendo fundo, gemendo meu nome, até que gozou dentro de mim, enchendo-me de porra quente com um gemido longo. Ficamos abraçados depois, o corpo suado colado, tentando reconstruir o que havíamos quebrado.

Mas meu corpo traía minha mente. Após vários dias sem ver Tatu, eu e ele nos reencontramos. Ele me fodeu no cu e na buceta como um animal. Assim que entrei na casa dele, Tatu me agarrou com fome bruta, tirando minha roupa com urgência e me jogando na cama. Começou enfiando o pau grosso na buceta molhada, metendo com estocadas violentas, segurando meus quadris largos enquanto eu gemia alto, o corpo tremendo de prazer. Depois virou-me de quatro e enfiou o pau no cu apertado, arrombando-o com força, esticando o anel virgem enquanto eu gemia de dor e tesão misturados, rebolando contra ele. Tatu metia sem piedade, alternando entre a buceta e o cu, dando tapas fortes na bunda, puxando meus cabelos loiros e dominando meu corpo curvilíneo como um animal no cio. Eu gemia descontroladamente, pedindo mais, o corpo suado colado ao dele, gozando repetidamente enquanto ele me fodia com brutalidade, o pau grosso entrando e saindo dos dois buracos, enchendo-me de porra quente várias vezes, até ficarmos exaustos e abraçados, o quarto cheirando a sexo.

Minha vida seguiu assim. Não sei se Paulo desconfia ou descobriu que eu continuo me encontrando com Tatu. Mas eu e ele andamos conversando sobre como poderíamos resolver sua ejaculação precoce. Então Sara, minha amiga, me indicou um remédio para melhorar o desempenho do meu marido e ele melhorou. Nosso sexo estava bem melhor agora. Paulo me beijava com mais desejo, tirava minha roupa devagar, chupava meus seios grandes com vontade, lambia minha buceta molhada até eu gemer alto, depois me penetrava com o pau duro, metendo com ritmo constante e mais duradouro, segurando meus quadris largos enquanto entrava e saía, gemendo rouco de prazer. Eu rebolava contra ele, os seios balançando, sentindo o pau preenchendo-me de forma mais satisfatória, gozando várias vezes enquanto ele controlava o ritmo, apertando minha bunda e beijando meu pescoço. Ele durava mais, metendo com força, até gozar dentro de mim com um gemido longo, enchendo-me de porra quente. Apesar do tamanho do pau dele ser menor em relação a Tatu, eu estava gostando desse novo momento do nosso casamento.

O ápice do novo momento do nosso casamento foi a troca de casal com Clara e Renato. Eu descobri que meu marido era louco por Clara — ele confessou durante uma conversa íntima, revelando fantasias antigas com a pastora loira de corpo esguio. A troca aconteceu em um final de semana discreto, em uma casa alugada fora da cidade. Começou com drinks e conversas tensas, mas cheias de desejo. Paulo beijou Clara com fome, tirando o vestido dela devagar, revelando os seios médios e a bunda média, enquanto Renato me agarrou, beijando meu pescoço e apertando meus seios grandes. Paulo fodeu Clara na cama, metendo com desejo, gemendo alto enquanto ela rebolava contra ele. Ao mesmo tempo, Renato me fodeu com força, o pau entrando fundo na minha buceta, dominando meu corpo curvilíneo. Depois trocamos de novo — Paulo me fodeu com paixão renovada, enquanto Renato fodia Clara com brutalidade. A noite foi cheia de gemidos, corpos suados se entrelaçando, troca de casais, oral, posições variadas e muito prazer. Eduarda gozou várias vezes, sentindo o contraste entre os dois homens, mas aproveitando o momento proibido e libertador do casamento.

Nossa rotina seguiu. Eu e Paulo reatamos nosso casamento e, às vezes, trocávamos de casal com Clara e Renato. Já com Tatu, duas vezes por semana eu era a puta dele na casa dele durante toda a tarde. As fofocas corriam soltas na boca do povo, mas eu não me importava sobre isso. Ele me fodia com força, brutalidade e dominância — o pau preto grosso entrando fundo na minha buceta e no meu cu, estocadas violentas, tapas na bunda, puxando meus cabelos loiros enquanto eu gemia alto, implorando pelo seu pau preto todas as vezes, o corpo suado tremendo de prazer. Meu trabalho voluntário seguiu firme e bem organizado, com doações, cultos e ajuda às famílias, mantendo minha imagem de pastora respeitada.

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Comentários

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Que final decepcionante, Paulo um homem que nunca traiu, sem brio, sem carater e sem moral, tranformar-se num choca puta e ainda criar filho do outro com sua puta vagabunda, aceitar isso tudo, chega a ser surreal. Fica a mesma pergunta feita pelo Gaston, e o contraste da cor do literalmente falando Filho da puta.

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Me desculpa mas o conto foi ruim do início ao fim, na boa sério.q.algo do q aconteceu nesse conto se passaria por real?, nem fudendo, kkkkkkk, chifre pra todo lado,. justificativas fracas, e até mesmo o Paulo q nunca chifrou ninguém,.se fodeu e aceitou continuar casado com uma vagabunda toda arrombada e ainda criar filho da traição, sério isso?, kkkkkkkk

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Carvalhinho…

O conto foi ótimo..

Adorei as trepadas das pastoras…..Mas, o filho n nasceu escurinho???

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