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Helena, a suja 3

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Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1228 palavras
Data: 10/07/2026 08:53:16
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 3: O Encanador

Depois daquela foda intensa com João na escada de incêndio, eu não era mais a mesma mulher. Algo dentro de mim havia despertado de forma irreversível. Marcos, meu marido, continuava o mesmo de sempre: carinhoso, previsível, dedicado ao trabalho. Ele nem sonhava com o que eu havia feito, muito menos com o fogo que agora queimava entre minhas pernas. Meu corpo pedia mais. Muito mais. Um macho só não bastava. Meu cu latejava com saudade de ser preenchido, esticado, usado. Eu precisava de adrenalina, de perigo, de um pau estranho me invadindo sem piedade.

Lembrei-me do encanador que havia consertado a pia da cozinha há alguns meses. Um homem de uns 35 anos, casado, com mãos grandes e calejadas de quem trabalha duro o dia inteiro. Corpo forte, ombros largos, braços musculosos marcados pelo esforço físico. O tipo de homem que cheirava a suor limpo e testosterona. Anotei o número dele no celular e liguei, usando minha voz mais doce e inocente.

— Alô? Seu Roberto? É a Helena, da Rua das Acácias. A pia da cozinha está vazando de novo, está um transtorno. Você poderia vir hoje?

Ele respondeu que chegaria em menos de uma hora. Desliguei o telefone com o coração acelerado e um sorriso safado nos lábios. Tomei um banho rápido, passei lubrificante generosamente no meu cuzinho e vesti apenas uma mini saia jeans bem curta, daquelas que mal cobriam a bunda. Sem calcinha. Sem sutiã. O top fino deixava meus mamilos marcados. Eu estava pronta para ser uma vadia completa.

Quando a campainha tocou, abri a porta com o corpo posicionado de forma provocante. Roberto entrou, carregando sua caixa de ferramentas, vestindo uma camisa justa que destacava o peito largo e uma calça jeans surrada. Seus olhos percorreram meu corpo rapidamente, mas ele tentou manter a compostura profissional.

— Bom dia, dona Helena. Onde está o problema?

Levei-o até a cozinha, rebolando mais do que o necessário. Mostrei a pia, mas me inclinei ao lado dele de propósito, empinando a bunda bem perto do seu rosto. A saia subiu, revelando minhas nádegas redondas e o cuzinho brilhando de lubrificante.

— Na verdade… não é exatamente esse vazamento que eu quero que você arrume — murmurei com voz rouca, cheia de malícia.

Ele se virou, ainda agachado, e seus olhos se arregalaram ao ver minha bunda empinada, a saia levantada até a cintura, o buraco piscando convidativo. Engoliu em seco, visivelmente surpreso.

Abri as nádegas com as duas mãos, exibindo-me sem vergonha.

— É esse buraco aqui que está precisando da sua ferramenta grossa. Conserta esse vazamento pra mim, Roberto. Por favor…

— Dona Helena… — a voz dele saiu rouca, quase um grunhido. — A senhora tem certeza disso?

Eu me apoiei na borda da pia, arqueei as costas ainda mais e olhei para trás por cima do ombro, mordendo o lábio inferior.

— Mete logo. Eu sei que você quer. Olha como meu cu está piscando pra você.

Ele hesitou por apenas dois segundos. Largou a chave inglesa no chão com um barulho metálico, abriu o zíper da calça e puxou para fora um pau já meio duro, grosso, venoso, com a cabeça rosada e grande. Cuspiu na palma da mão e espalhou a saliva pelo comprimento, lubrificando-o. Encostou a glande quente no meu anel apertado e pressionou devagar.

Senti a cabeça grossa forçando passagem. Gemi alto, um gemido longo e gutural quando ele começou a entrar.

— Ahhh… isso… vai devagar no começo…

Centímetro por centímetro, ele foi afundando. Meu cu se esticava ao redor da grossura dele, queimando de prazer e dor misturados. Quando finalmente meteu até o talo, suas bolas pesadas encostaram na minha buceta molhada, eu tremi inteira.

— Caralho… que cu apertado… — ele grunhiu, segurando minha cintura com aquelas mãos grandes e calejadas.

— Vai… forte agora — ordenei, empinando mais a bunda contra ele. — Me fode como uma vadia.

Roberto não se fez de rogado. Segurou firme meus quadris e começou a meter com força. O som molhado da carne batendo ecoava pela cozinha: *ploc, ploc, ploc*. Cada estocada profunda fazia meu corpo balançar contra a pia. O pau dele era realmente grosso, me abrindo toda, roçando em todas as paredes sensíveis do meu intestino. Meu grelo latejava, minha buceta escorria tanto que um fio de lubrificação natural descia pela coxa.

— Puta que pariu… você é uma vadia mesmo, hein? — ele rosnava, acelerando o ritmo. — Dando o cu pro encanador enquanto o marido tá trabalhando. Que safada!

— Sou… sou sua vadia hoje… — respondi entre gemidos, as unhas arranhando a bancada da pia. — Mete mais fundo! Arromba meu cu!

Ele deu um tapa forte na minha bunda, o estalo ecoando. Depois outro, e outro. A pele ardia deliciosamente. Ele metia com selvageria agora, tirando quase tudo e enfiando até o fundo com violência. O saco dele batia ritmado contra minha buceta encharcada, fazendo um barulho obsceno. O cheiro de suor masculino, lubrificante e sexo puro dominava o ar da cozinha.

Eu gozei pela primeira vez sem nem tocar no clitóris. Meu cu apertou o pau dele como um punho, pulsando forte enquanto ondas de prazer me atravessavam. Gritei, as pernas tremendo.

— Porra… que cu guloso! Tá me apertando todo! — ele grunhiu, diminuindo um pouco o ritmo para sentir as contrações.

Não dei tempo para ele se recuperar. Empinei ainda mais, rebolando contra ele.

— Continua… não para… quero sentir você bem fundo.

Roberto me puxou pelos cabelos, arqueando meu corpo, e voltou a meter com força bruta. Cada estocada parecia mais profunda que a anterior. Eu sentia o pau dele inchar dentro de mim, as veias pulsando. Meu segundo orgasmo veio rápido, ainda mais intenso. Gozei gritando, a buceta jorrando um pouco, molhando o chão da cozinha.

— Vou gozar… — ele avisou, a voz rouca de tesão.

— Na minha cara! — pedi imediatamente, ofegante. — Goza na minha cara toda!

Ele tirou o pau do meu cu com um *plop* molhado. Meu buraco ficou aberto, piscando, vermelho e abusado. Roberto me puxou pelos cabelos com firmeza, me fazendo ajoelhar no chão da cozinha. Segurou o pau grosso bem na frente do meu rosto e começou a bater punheta rápido.

— Abre a boca, vadia.

Obedeci. Ele gozou com um grunhido animal. Jatos grossos, quentes e abundantes acertaram meu rosto: um no olho, outro na testa, vários na boca e na língua, escorrendo pelo queixo e pescoço, pingando nos meus seios. O gosto salgado e forte dele me fez gemer. Lambi tudo o que consegui alcançar, engolindo avidamente, enquanto minha mão descia para esfregar o clitóris inchado. Gozei de novo só com o sabor e a humilhação deliciosa de estar ajoelhada, coberta de porra.

Ficamos em silêncio por alguns segundos, só a respiração pesada preenchendo a cozinha. Roberto guardou o pau ainda semi-duro dentro da calça, passando a mão pelo cabelo suado.

— Caralho… nunca imaginei que isso fosse acontecer — disse ele, com um sorriso satisfeito. — Vou cobrar extra por esse serviço, dona Helena.

Eu ri, limpando o canto da boca com o dedo e lambendo-o devagar.

— Pode vir sempre que a pia vazar… ou quando quiser foder meu cu de novo. A qualquer hora.

Ele balançou a cabeça, ainda incrédulo, pegou suas ferramentas e saiu. Fiquei ali, sentada no chão da cozinha, o cu dolorido e satisfeito, o rosto melado de esperma, sentindo-me completamente viva, desejada e depravada.

Eu era uma vadia. E isso me excitava mais do que qualquer coisa no mundo.

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Comentários

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Se todos se divertem e o marido como gostoso essa bucetinha e vc não se faz de fresca! Tá ótimo. O ruim é quando só uma parte quer se satisfazer e se esquece e nem procura mais o outro, daí não precisa nem ficar. casada.

Mas excitante! Faz a festa dos coroas de plantão que tem desejo por cu. Vc merece muita enrabada... deveria dar a bucetinha com o rabo cheio de porra pro maridão.

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