Episódio: Almoço Proibido na Sala de Marcelo
Era um típico meio-dia de quarta-feira em Curitiba. A chuva fina caía constante lá fora, tamborilando nas janelas do prédio comercial no centro da cidade. Marcelo, com seus 38 anos, estava sentado atrás da grande mesa de madeira escura no escritório de engenharia. O terno cinza bem cortado marcava os ombros largos e o peito definido pelos treinos regulares. A barba aparada com precisão emoldurava o maxilar forte, e os olhos castanhos escuros carregavam aquela mistura de seriedade profissional e fome contida. Seu pau, mesmo semi-relaxado dentro da cueca boxer preta, já era volumoso — quase 19 centímetros quando completamente ereto, grosso como o punho de Simone, com veias salientes que ela adorava sentir pulsando contra as paredes internas dela.
A porta se abriu discretamente. Simone entrou, fechando-a atrás de si com um clique suave. Aos 30 anos, ela usava um vestido envelope preto, justo o suficiente para realçar os seios médios e firmes (copa C natural, mamilos rosados e sensíveis que endureciam ao menor toque), a cintura marcada e os quadris largos que terminavam numa bunda redonda, empinada e macia. As coxas eram grossas mas tonificadas, a pele clara contrastando com o tecido escuro. Por baixo, uma calcinha de renda vermelha já úmida cobria a boceta depilada, lábios internos carnudos e clitóris protuberante que inchava rápido quando excitada. O cabelo cacheado caía solto pelos ombros, e o batom vermelho destacava a boca carnuda perfeita para chupar.
— Tranquei a porta — sussurrou ela, voz rouca de tesão. — Todo mundo saiu pra almoçar. Temos uns 50 minutos antes da sua próxima reunião.
Marcelo se levantou devagar, o volume na calça já crescendo visivelmente. Ele contornou a mesa e a puxou pela cintura com força, colando os corpos. O pau semi-duro pressionou contra a barriga dela.
— Sua vadia safada… veio até aqui só pra levar rola no horário de almoço? — rosnou ele baixo, mordendo o pescoço dela enquanto uma mão grande subia por baixo do vestido e apertava a bunda com possessividade, dedos afundando na carne macia. — Tá sentindo como meu pau já tá latejando por você?
Simone gemeu baixinho, esfregando-se contra ele.
— Sim… quero você me comendo aqui mesmo, na sua sala. Me fode forte, Marcelo. Quero sair daqui com sua porra escorrendo pela perna.
Ele a beijou com brutalidade, língua invadindo a boca dela, sugando, mordendo o lábio inferior. As mãos dele trabalharam rápido: desamarraram o nó do vestido envelope, deixando o tecido cair aos pés dela. Simone ficou só de sutiã preto (que ele abriu e tirou num movimento), calcinha vermelha e saltos altos. Os seios saltaram livres, mamilos já duros como pedrinhas. Marcelo abaixou a cabeça e abocanhou o direito com fome, chupando forte, língua girando ao redor do mamilo enquanto a mão massageava o esquerdo, beliscando e puxando.
— Esses peitos são perfeitos… macios, pesados na minha mão. Olha como o mamilo fica durinho pra mim — murmurou ele, trocando de seio e dando uma mordida mais forte que fez Simone arquear as costas e gemer.
A mão livre dele desceu, afastou a calcinha para o lado e encontrou a boceta encharcada. Os lábios externos estavam inchados, brilhando de tesão. Dois dedos grossos deslizaram facilmente entre os lábios carnudos, sentindo o calor úmido e a textura aveludada das paredes internas. Ele curvou os dedos, acertando o ponto G inchado.
— Caralho, olha o estado dessa buceta… tá encharcada, pulsando. Os lábios tão gordos e molhados, implorando pra engolir minha rola. Quantas vezes você se tocou hoje pensando nisso?
— Duas… — confessou ela, voz entrecortada, rebolando contra os dedos dele. — No carro, antes de subir. Dedando pensando na sua pica grossa me arrombando.
Marcelo sorriu perverso, acelerando o movimento dos dedos, o som molhado e obsceno enchendo a sala silenciosa. Ele acrescentou um terceiro dedo, esticando a entrada dela, sentindo as paredes apertarem e latejarem. Simone tremia, coxas apertando a mão dele, clitóris roçando na palma.
— Goza na minha mão, vadia. Quero sentir essa boceta esguichando antes de te foder.
Ela gozou com força, mordendo o ombro dele para abafar o grito. O corpo inteiro convulsionou, boceta contraindo ritmicamente ao redor dos dedos, um jato quente molhando a palma e escorrendo pelo pulso dele. As pernas fraquejaram, mas ele a segurou firme contra a mesa.
Sem dar tempo de recuperação, Marcelo a virou de costas, empurrando o torso dela contra a superfície fria da mesa de madeira. A bunda empinada ficou perfeita na altura da cintura dele. Ele abriu o cinto, baixou a calça e a cueca de uma vez. O pau saltou livre: 19 cm de comprimento, 5,5 cm de diâmetro, veias grossas pulsando, cabeça roxa inchada brilhando com pré-gozo abundante. As bolas pesadas e cheias pendiam logo abaixo.
Ele deu vários tapas fortes na bunda dela, alternando lados, vendo a pele clara ficar vermelha rapidamente.
— Essa bunda é minha pra marcar. Olha como fica linda vermelha… empina mais, abre essas pernas.
Simone obedeceu, separando os pés, arqueando as costas. A boceta entreaberta brilhava, um fio de tesão escorrendo pela coxa interna. Marcelo cuspiu na mão, espalhou na cabeça do pau e esfregou devagar entre os lábios inchados, provocando a entrada.
— Pede, sua puta. Pede pra eu te arrombar.
— Me fode, Marcelo… enfia essa rola grossa toda de uma vez na minha boceta. Quero sentir cada veia raspando dentro de mim!
Ele segurou o quadril dela com força, dedos afundando na carne, e meteu tudo num golpe só. O pau deslizou fundo, abrindo as paredes apertadas, batendo no fundo do útero. Simone soltou um gemido longo e rouco, sentindo a plenitude, o estiramento delicioso, a pressão contra o ponto G.
— Aaaahhh porraaa! Tá tão fundo… seu pau é enorme, me rasga todinha!
Marcelo começou a meter com ritmo pesado: sair quase todo, deixando só a cabeça dentro, e voltar com força, batendo o saco contra o clitóris dela a cada estocada. O som molhado era constante — ploc, ploc, ploc — misturado aos gemidos. Ele observava o pau grosso entrando e saindo, brilhando com os sucos dela, os lábios da boceta agarrando a rola a cada retirada.
— Olha como sua buceta mama meu pau… aperta gostoso, vadia gulosa. Essa xota foi feita pra me morder.
Ele acelerou, uma mão puxando o cabelo cacheado dela como rédea, arqueando o corpo dela ainda mais. A outra mão dava tapas ritmados na bunda. Cada estocada fazia os seios dela balançarem contra a mesa, mamilos roçando na madeira fria.
Simone sentia cada detalhe: a grossura abrindo ela, as veias pulsando contra as paredes sensíveis, a cabeça inchada batendo fundo, o saco pesado acertando o clitóris inchado. O prazer subia em ondas.
— Mais forte! Me fode como uma cachorra! Quero sentir suas bolas batendo em mim!
Marcelo grunhiu, aumentando a velocidade e a força. O suor escorria pelas costas dele. Ele metia com tanta intensidade que a mesa começava a se mexer levemente no chão.
— Toma, sua puta! Leva essa rola até o fundo do útero! Vou encher essa boceta de porra quente!
Ela gozou pela segunda vez, boceta contraindo violentamente ao redor do pau, leite escorrendo pelas coxas. Marcelo não parou, continuou metendo através do orgasmo, prolongando o prazer dela.
Depois de alguns minutos, ele tirou o pau devagar, vendo a boceta aberta, vermelha e piscando, um rio de tesão escorrendo. Virou ela de frente, sentou na cadeira do escritório e puxou Simone para o colo.
— Senta. Quero ver você quicando no meu pau.
Simone posicionou a boceta sobre a cabeça grossa e desceu devagar, sentindo centímetro por centímetro invadir novamente. Quando estava toda sentada, o pau batendo fundo, ela começou a rebolar e quicar. Os seios pulavam na cara dele. Marcelo abocanhava um mamilo, chupando forte, enquanto as mãos apertavam a bunda, ajudando no movimento.
— Isso, rebola gostoso no meu pau… olha como ele some todo dentro de você. Sua buceta é quente pra caralho, apertada.
Ela quicava cada vez mais rápido, o clitóris roçando na base do pau dele a cada descida. O suor dos dois se misturava. Marcelo deu um tapa forte na bunda.
— Mais rápido, vadia! Quica como a puta que você é!
Simone obedeceu, quicando com força, gemendo alto. Os sons eram molhados e obscenos. Ele sentia as paredes dela massageando cada veia do pau.
Trocaram de posição novamente. Marcelo a deitou na mesa de lado, levantou uma perna dela alto e meteu por trás, de lado. Essa posição permitia penetração ainda mais profunda. Ele segurava a coxa grossa, apertando a carne, enquanto metia com estocadas longas e potentes.
— Sente como tá fundo agora? Meu pau tá tocando bem no seu útero, né? Essa buceta vai ficar inchada o resto do dia.
Simone mal conseguia formar palavras, só gemidos:
— Sim… tá me destruindo… continua… quero mais!
Ele meteu por longos minutos nessa posição, mudando o ângulo ligeiramente para acertar diferentes pontos de prazer. Depois a colocou de quatro novamente sobre a mesa, agora com o peito dela pressionado contra a madeira.
O ritmo ficou animal. Estocadas curtas e rápidas, depois longas e profundas. Ele alternava tapas na bunda com puxadas de cabelo. O pau entrava e saía brilhando, os lábios da boceta inchados e vermelhos de tanto atrito.
— Vou gozar… — avisou ele, voz rouca.
— Dentro! Enche minha buceta! Quero sair daqui pingando sua porra!
Marcelo meteu fundo algumas vezes mais e explodiu. Jatos grossos e quentes invadiram fundo dentro dela, enchendo a boceta até transbordar. Ele ficou lá dentro, pulsando, enquanto ela gozava uma última vez, contraindo ao redor dele.
Ficaram conectados por quase um minuto, respirando pesado. Quando ele tirou, um grande volume de porra branca escorreu da boceta aberta, descendo pelas coxas de Simone até o chão.
Ele a ajudou a se levantar, beijou-a com mais carinho agora, limpando o suor da testa dela.
— Você é viciante pra caralho — murmurou ele. — Ainda temos uns minutos. Deixa eu te limpar com a boca.
Marcelo se ajoelhou, abriu as pernas dela e lambeu a mistura de porra e tesão que escorria da boceta. Língua lenta, saboreando, chupando os lábios inchados, limpando tudo. Simone tremia de sensibilidade, gemendo baixinho.
Depois, ele a vestiu devagar, ajudando com o vestido. Um último beijo profundo antes de ela sair.
— À noite eu passo no seu apartamento pra continuar isso — disse ele, ajustando a calça.
Simone sorriu, sentindo o pau dele ainda semi-duro e a boceta latejando, cheia e melada.
— Estarei esperando de quatro, pronta pra levar mais.
A porta se fechou. Marcelo sentou na cadeira, ainda sentindo o cheiro dela no ar, o pau latejando com a lembrança. O almoço mais produtivo da semana.