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Agora todo mundo quer comer minha mulher parte 5

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3253 palavras
Data: 09/07/2026 06:14:13

O motoboy foi se afastando devagar, o corpo ainda suado enquanto ele recuperava o fôlego. Ele olhou para o lado, onde a jaqueta de couro estava jogada no chão da sala, e viu a tela do celular acender no bolso. Ele pegou o aparelho, olhou o visor e soltou uma risada meio sem jeito, balançando a cabeça.

— Rapaz... quatro ligações perdidas do gerente da pizzaria — o cara disse, com a voz ainda meio arrastada pelo cansaço, enquanto puxava a calça e fechava o zíper sem pressa. — O homem deve estar subindo pelas paredes achando que eu fui assaltado ou que bati a moto na estrada.

A Vanessa continuou deitada no tapete, com o peito subindo e descendo devagar, limpando o cantinho da boca com as costas da mão e olhando para ele com aquele olhão azul ainda meio anestesiado.

O entregador pegou a jaqueta, jogou por cima do ombro e caminhou até a porta da sala. Antes de sair, ele parou, olhou para mim sentado na poltrona e depois deu uma última olhada para o corpo nulo da Vanessa jogado no chão. Um sorriso sacana desenhou no rosto dele.

— Mas ó... vai valer cada bronca que eu vou levar lá no centro — o moleque completou, piscando para nós dois. — O serviço de vocês é diferenciado, chefe. Quando a fome bater de novo no final de semana... ou quando vocês quiserem outra entrega caprichada dessas, é só ligar lá e pedir para mim. Já sei o caminho decorado.

Ele abriu a porta da sala, saiu para a noite fresca e, em menos de um minuto, o ronco da moto dele ecoou subindo a rua, deixando a nossa casa naquele silêncio pesado e cheio de adrenalina.

O silêncio na sala depois que o motoboy foi embora parecia que ia durar para sempre. Eu ainda estava sentado na poltrona, com o corpo todo mole e o coração batendo no ritmo certo de novo. Olhei para o tapete e vi a Vanessa ali, jogada de qualquer jeito, com a respiração voltando ao normal. O corpo dela, que a gente tinha suado tanto para deixar do jeito que estava, agora brilhava de suor e de todo aquela "foda" que o cara tinha deixado.

Ela se mexeu devagar, pegou a camisola de seda preta que estava no chão e vestiu de um jeito preguiçoso. Quando ela se levantou, as pernas dela ainda tremiam um pouco, um sinal claro do que tinha acabado de rolar ali na sala. Ela caminhou até mim, sentou no meu colo e descansou a cabeça no meu ombro. O cheiro dela estava misturado com o perfume do cara, uma parada que, em vez de me dar nojo, me deixava com um tesão que eu não sabia explicar.

— E aí, amor? — ela sussurrou, com a voz bem fininha, olhando para a porta por onde o cara tinha saído. — Você tá arrependido?

Eu apertei a cintura dela com força, sentindo aquela pele macia e quente. Eu não estava arrependido. Pelo contrário, eu me sentia mais "dono" dela do que nunca, porque agora eu sabia que, mesmo depois de tudo, ela estava ali, sentada no meu colo, pronta para ser minha de novo.

— Arrependido? Tá doida? — eu falei, beijando o pescoço dela, sentindo o gosto dela. — Eu nunca me senti tão vivo. Aquele cara foi só um detalhe. O importante é que, no final da história, é aqui que você dorme. É na minha cama que você acorda. E, porra, se você soubesse como ver você dando para aquele cara me deixou... eu não trocaria isso por nada.

Ela sorriu, aquele sorriso de quem tinha descoberto um segredo que só a gente sabia. Ela passou a mão no meu rosto, me olhando como se eu fosse o cara mais importante do mundo.

— Então a gente vai fazer isso de novo, Rafa? — ela perguntou, com os olhos azuis brilhando. — Porque, sendo sincera, aquele fogo todo... eu nunca senti nada igual.

Eu ri, um riso curto e sem frescura. A gente tinha acabado de cruzar uma linha que não tinha volta, e eu sabia que, a partir daquele dia, a rotina ia ser outra. A roça ia continuar, o trabalho pesado ia estar lá esperando, mas a nossa cabeça... a nossa cabeça tinha mudado de vez.

— Vamos, Vanessa — eu disse, levantando ela do meu colo e indo em direção ao quarto. — Mas agora a gente tem que dar um jeito nessa sala, né? Antes que a vizinhança comece a desconfiar da bagunça.

A gente limpou tudo, guardou a caixa da pizza que nem encostamos e fomos para banho. A água quente tirou o resto do suor e daquela loucura toda, mas o clima continuava pesado no ar. Quando a gente deitou na cama, exaustos, eu abracei ela por trás, sentindo o corpo dela encaixar certinho no meu.

— Rafa? — ela chamou antes de dormir.

— Oi?

— Amanhã, lá na roça... quando a gente estiver trabalhando, você vai ficar pensando no que aconteceu aqui?

Eu fechei os olhos, imaginando o sol batendo na fazenda e ela lá, trabalhando, toda sarada, sabendo que eu ia ficar ali, imaginando o próximo passo dessa brincadeira.

— Pode ter certeza, Vanessa. Vou pensar em cada detalhe. E já estou pensando no próximo que a gente vai escolher para brincar.

Ela deu uma risadinha, encostou a cabeça no meu peito e logo pegou no sono. Eu fiquei ali, olhando para o teto, sem conseguir dormir.

O dia seguinte amanheceu quente, daqueles de rachar. Eu me levantei cedo, tomei um café reforçado e vi a Vanessa andando pela casa. Ela estava com um short rosa de malhar bem curto, daquelas cores claras, e um top que deixava a barriga toda de fora. Enquanto eu arrumava as ferramentas, ela ficava ali, indo e vindo, sabendo que eu tava de olho em cada movimento.

Deixei ela em casa, sozinha, com o corpo daquele jeito que chamava atenção de qualquer um que passasse na rua. Enquanto eu dirigia para a fazenda, minha cabeça não saía da sala de casa, imaginando ela ali, caminhando livre, exibindo o que todo mundo queria ver. Fiquei lá no campo o dia todo, cobrando os peões, mas meu pensamento estava sempre no que ela estaria fazendo, se estaria esperando o próximo passo da nossa brincadeira.

Quando o sol baixou, voltei para a cidade. O serviço foi pesado, mas a energia que eu sentia era outra. Cheguei em casa e a Vanessa estava lá, terminando de se arrumar. Quando ela me viu, veio contar o que tinha rolado.

— amor, você não sabe quem eu encontrei hoje no centro — ela disse, com aquele sorrisinho de lado que agora ela usava direto. — O Maicon, seu melhor amigo.

Eu parei na hora. O Maicon, meu parceiro de infância?

__ sim, Ele continuava do mesmo jeito: magro, meio largado, o corpo de quem nunca pisou numa academia.

— E aí? O que aconteceu? — eu perguntei, com o sangue começando a esquentar.

— Eu não falei com ele, só passei perto, mas amor... se você visse a cara dele. O Maicon parou o que tava fazendo. Ele não disfarçou nada. Ficou parado no meio da calçada, secando meu corpo todinho, da cabeça aos pés. Dava para ver a boca dele secando, ele tava ali, babando, sem acreditar no que estava vendo. Parecia que ele queria me devorar ali mesmo, no meio da rua.

A Vanessa deu uma voltinha na minha frente, me mostrando o que o Maicon tinha visto. Ela estava usando uma calça legging preta, bem colada, que desenhava suas coxas. Em cima, ela vestia uma blusa de alcinha branca, bem fina, que não deixava nada para a imaginação, mostrando a curva dos seios e a pele branquinha.

— Ele ficou olhando, Rafa... olhando muito — ela completou, se aproximando de mim, com aquele brilho safado nos olhos. — Ele não tirou o olho da minha bunda nem por um segundo. Sabe o que ele pensou? Ele pensou exatamente o que todo mundo pensa agora: como é que aquela magrela virou essa gostosa aqui?

Ouvir aquilo me deu um solavanco. Saber que até o meu melhor amigo estava lá, babando no que era meu, só serviu para atiçar mais ainda o que eu sentia. Não era só ciúme; era um orgulho podre, uma vontade de que todo mundo visse, de que todo mundo quisesse, para no final, ela ser sempre minha.

— Deixa ele babar, Vanessa — eu disse, puxando ela pela cintura e colando o corpo dela no meu. — O mundo inteiro pode babar. O importante é que a gente sabe que, depois de olhar, quem vai ter você de verdade sou eu. E o Maicon... bom, ele que se vire com a vontade dele.

O clima em casa estava pesado, do jeito que eu gostava. O relato da Vanessa sobre o Maicon me deixou com uma raiva misturada com um fogo que eu não sabia controlar. Meu melhor amigo, um cara que cresceu comigo, ali, secando minha mulher como se ela fosse um prato de comida e ele estivesse morrendo de fome.

— Ele não falou nada? — eu perguntei, a voz saindo grossa, enquanto minhas mãos apertavam as costas dela, sentindo a pele firme pela blusa de alcinha.

— Não disse um "oi". Ficou paralisado. Mas o olhar dele, Rafa... era um olhar de nojo e desejo ao mesmo tempo. Sabe como é? Aquele olhar de quem queria estar no seu lugar, mas sabe que nunca vai chegar perto. Ele olhou para a minha bunda quando eu passei e deu uma engolida em seco que eu ouvi de longe. Acho que ele ficou até com vergonha de si mesmo, mas não conseguia desviar o olho.

Eu soltei um riso seco. O Maicon, aquele magrelo que sempre foi o meu parceiro de bagunça, agora estava ali, babando pela minha esposa. A imagem dele parado no meio da calçada, com a cara de bobo, me dava uma sensação de poder que eu nunca tinha sentido. Era como se a minha Vanessa tivesse virado um troféu, e todo mundo – até meus amigos – estivesse se dando conta disso.

— Sabe o que é melhor, Vanessa? — eu falei, encostando minha testa na dela. — É que agora o Maicon vai ficar pensando nisso o dia inteiro. Ele vai deitar hoje à noite, vai fechar o olho e vai lembrar de cada detalhe da sua roupa, de como aquela legging marca, de como você tá gostosa. Ele vai se masturbar pensando na minha mulher, e eu vou estar do seu lado, te comendo enquanto ele sofre sozinho.

Ela soltou um gemido, um som manhoso que subiu pelo meu pescoço. Ela gostava de ouvir isso. Gostava de saber que era o centro das atenções, que ela mexia com a cabeça de qualquer um.

— Você tá muito mau, Rafa — ela sussurrou, mordendo o lábio inferior. — Mas, sabe de uma coisa? Amanhã eu tenho que ir no mercado comprar umas coisas. E o mercado é na rua que ele trabalha. Você quer que eu passe lá de novo? Quer que eu use aquele vestido, aquele que você gosta, o que marca tudo e é bem curto?

Meu coração disparou. Ela estava me dando o mapa da mina. Ela sabia exatamente o que eu queria.

— Vou querer — respondi, puxando ela mais para perto, sentindo o calor do corpo dela atravessando as roupas. — E você vai passar bem devagar. Vai fingir que não viu ele. Se ele vier falar alguma coisa, você dá um sorriso, mas não para. Deixa ele com essa vontade rasgando o peito dele. E depois, você chega aqui e me conta tudo. Cada olhar, cada suspiro, cada vez que ele babar.

— Tá bom, meu amor — ela disse, com os olhos brilhando de uma forma que me deixou louco. — Eu vou deixar ele doido. Amanhã, quando você voltar da fazenda, eu vou estar te esperando pronta para contar tudo o que eu fiz com a cabeça do seu melhor amigo.

A gente se beijou, um beijo cheio de segundas intenções. A rotina da fazenda e da cidade agora era só um pano de fundo. O que importava era a safadeza, era ver a cidade inteira desejando o que eu tinha, e saber que no final, quando a noite caísse, ela seria minha puta particular, ainda mais excitada depois de ter sido a obsessão de outro cara o dia todo. O Maicon que se cuidasse, porque a Vanessa ia fazer ele perder o juízo.

No dia seguinte, o calor estava ainda pior. Deixei a Vanessa se arrumando enquanto eu ia para a fazenda. O plano estava traçado. Ela ia sair para o mercado, exatamente no caminho onde o Maicon trabalha, vestindo o tal vestido vermelho, curto, que ela tinha usado no pagode.

Passei o dia todo debaixo do sol, jogando as ferramentas de um lado para o outro, mas a minha cabeça estava em outra. Eu imaginava o Maicon, parado na frente da oficina dele, largando qualquer serviço que estivesse fazendo só para ver a Vanessa passar. A imagem dela caminhando, o vestido balançando nas coxas grossas, aquele cheiro de perfume doce invadindo o ar do centro da cidade... Eu sentia uma pontada no peito, uma mistura de raiva e de um tesão que já não cabia mais dentro de mim.

Voltei da fazenda com o sol quase se pondo. A caminhonete estava suja de poeira, e eu estava com o corpo cansado, mas quando entrei em casa, o cansaço sumiu num estalo.

A Vanessa já estava na sala, sentada no sofá com as pernas cruzadas. Ela ainda estava com o vestido vermelho. O tecido estava um pouco amassado, como se ela tivesse andado muito, e o cabelo, solto, estava bagunçado de um jeito que deixava ela ainda mais bonita. Assim que ela me viu entrar, ela abriu um sorriso que me arrepiou dos pés à cabeça.

— Rafa... — ela falou, a voz mansa, mas com uma malícia que eu já conhecia bem. — Você não tem noção do que aconteceu hoje.

Eu fechei a porta, tranquei a fechadura e fui andando devagar até ela.

— Fala logo. O Maicon viu? — perguntei, sentindo meu coração disparar.

Ela deu uma risadinha, levantou do sofá e veio caminhando na minha direção, rebolando de propósito.

— O Maicon não só viu, como quase teve um troço. Eu passei bem devagar pela oficina, fingindo que estava olhando o celular. Senti o peso do olhar dele nas minhas costas. Quando eu me virei para fingir que ia atravessar a rua, eu vi ele parado na porta da oficina. O cara estava parado, com uma chave na mão, esquecendo completamente do serviço. Ele estava com a boca aberta, Rafa. Eu vi o momento exato em que ele secou a minha bunda quando eu subi o meio-fio.

Ela se aproximou, parando a centímetros de mim. O cheiro dela, misturado com o perfume que ela usou para o Maicon, me deixou grogue.

— E ele veio falar com você? — insisti, segurando a cintura dela.

— Ele deu um passo para fora da oficina. Ele ia vir. Eu vi a vontade no olho dele, aquele brilho de desespero. Mas aí ele lembrou que é seu melhor amigo e deu um passo atrás, todo sem jeito, passando a mão no cabelo e limpando o suor da testa. Ele ficou me olhando passar até eu dobrar a esquina. Tenho certeza que ele ficou ali, parado, pensando em mim o resto da tarde inteira.

Eu senti uma onda de poder absurda. O meu melhor amigo, ali, morrendo de vontade de ter o que é meu, sofrendo em silêncio por causa da minha mulher.

— Você ta cada dia mais safada amor— eu disse, puxando ela para o meu colo. — Ele agora deve estar lá na oficina, ou em casa, com a imagem de você passando na cabeça dele. E ele vai ficar assim por um bom tempo.

Ela colou o rosto no meu pescoço, sussurrando:

— E o melhor, Rafa... eu sabia que você ia adorar saber disso. Saber que o seu melhor amigo tá assim, querendo o que você tem... isso não te dá vontade de fazer alguma coisa? De mostrar para ele que você tem, mas que ele nunca vai ter?

Eu olhei no fundo dos olhos azuis dela. A pergunta dela era um convite para algo muito maior. O Maicon, meu parceiro, agora seria seu novo comedor?. E, pelo jeito que a Vanessa estava se esfregando em mim, a noite estava apenas começando.

Eu soltei um riso baixo, sentindo aquela energia pesada subindo pelo meu corpo. O ambiente da sala parecia ter ficado mais quente, e o silêncio entre nós dois estava carregado de uma tensão que dava para cortar com faca. Eu me afastei um pouco dela, só para poder olhar bem na cara da minha mulher, que estava ali, toda produzida naquele vestido vermelho, pronta para o que desse e viesse.

— O que você tá querendo dizer, Vanessa? — perguntei, a voz saindo rouca e direta, com um tom de quem já sabia a resposta, mas precisava ouvir ela falar. — Você falou que eu ia querer fazer alguma coisa, que ia querer mostrar pra ele... o que seria? Fala o que tá passando por essa sua cabeçinha de puta.

Ela deu um sorriso de lado, um sorriso que eu nunca tinha visto nela antes da gente começar com essa brincadeira. Ela levantou do meu colo, caminhou até a mesinha de centro e pegou o celular, destravando a tela com uma calma que me deixava agoniado.

— Você quer mesmo saber, Rafa? — ela disse, andando em círculos na sala, com o vestido subindo e descendo nas coxas. — Você quer que o Maicon continue só olhando de longe? Ou você quer que ele saiba? Que ele veja, que ele sinta o cheiro, que ele quase encoste, mas que saiba que, no final, vc é meu dono, mas que você deixou ele chegar perto?

O meu sangue gelou, mas de um jeito bom.

— Como assim? Você quer convidar ele? — perguntei, a mão já tremendo um pouco enquanto eu passava a mão no cabelo.

Ela parou na minha frente, com o olhar faiscando.

— Não precisa de convite, amor. O Maicon tá doido por mim. Ele tá babando. Amanhã, quando você for pra fazenda, eu vou passar na oficina de novo. Mas dessa vez, eu não vou só passar. Eu vou parar. Vou pedir uma ajuda com qualquer besteira, vou deixar ele chegar perto, sentir meu perfume, ver o decote do vestido... E você vai estar lá. Ou melhor, você vai estar escondido, vendo tudo, vendo ele quase perdendo a cabeça enquanto eu brinco com ele. Você quer ver o seu melhor amigo se humilhando na sua frente, Rafa? Quer ver ele tremendo de vontade, sendo que ele é o cara que você sempre confiou?

A proposta atingiu meu peito como um soco. A ideia de ver o meu parceiro, o cara que me conhece desde moleque, se perdendo todinho por causa da minha mulher, na minha frente, sem ele saber que eu tava vendo... Aquilo era um nível de maldade e de tesão que eu nunca tinha nem sonhado.

— Você faria isso? — eu perguntei, a voz quase sumindo.

— Eu faço tudo o que você quiser, meu gostoso. Desde que você esteja lá, olhando tudo, comandando o show. O Maicon vai ser o próximo. O que você acha? A gente vai deixar ele sofrer, ou a gente vai dar o que ele tanto quer, só pra depois mostrar que ele nunca vai ter?

Eu engoli seco. A resposta já estava na ponta da língua, e o meu pau, lá embaixo, já estava duro que nem pedra só de imaginar a cena na oficina.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 71Seguidores: 165Seguindo: 37Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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A mulher é um bicho do mal. E essa tal de Vanessa é maquiavélica. Perceberam que ela se apoderou da fantasia do corno e aestá conduzindo a seu Bel prazer? Ela vai dar para quem quiser com a anuência do corno e fazendo ele pensar que é quem manda! Uma safada dessas que eu queria na minha cama!

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Não sei se é real ou realmente um conto,mas parabéns! Tipo do conto que me prende, história sensual,sem vulgaridade,com total riqueza de detalhes... parabéns

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