Minha esposa e eu, desde o começo de nossa relação, somos adeptos do ménage feminino. Logo nos primeiros meses percebi o quanto ela elogiava as mulheres e sempre se derretia na frente de uma beldade (que também me hipnotizava). Foi quando começamos a assistir pornô lésbico que ela confessou: “sempre gostei do sabor de uma buceta”. E desde então estabeleceu-se uma deliciosa coincidência, já que eu sempre fui magicamente magnetizado por duas (ou mais) mulheres juntinhas.
Então, depois de anos de aventuras lésbicas, ela surgiu: estilo modelo, Vanessa era magrinha, alta, de cintura fina e quadris largos; e um rostinho perfeito! Frequentava a mesma academia feminina que minha garota. Depois de semanas treinando sozinhas, foi ela que se aproximou da minha ruivinha iogurte. —Minha esposa com vinte e seis anos e Vanessa com dezoito— A amizade entre as duas logo ganhou solidez e Franciele sempre comentava sobre ela com brilhos nos olhos.
E foi quando eu chupava Fran, em meio a um orgasmo duplo (triplo, quádruplo), que ouvi ela gritar o nome de Vanessa: “Chupa, Nessa… ai, Nessa… vou gozar, Nessaaaaa!”. Percebi que minha fêmea cor chiclete estava realmente envolvida com aquela moça.
Então, num dia de chuva, saindo da academia direto para uma carona no meu SUV, ela olhou pra mim pela primeira vez. E então pude contemplar aquela ninfa maravilhosa. Poucas vezes uma beleza me chamou tanta atenção. Passamos a sair aos sábados, íamos aos bares e, por diversas vezes, assisti as duas se abraçando à minha frente. Muitas vezes, tomada pela bebida, Vanessa se declarava incansavelmente para minha esposinha sabor baunilha. Entre um beijo no rosto e uma ajeitada naqueles cabelos naturalmente incandescentes, vinham frases como: “Amo você, amiga”; “Você é especial demais pra mim, Franzinha”. Notei que as coisas estavam caminhando para um patamar especial.
Porém, por ser a primeira hétero que entrou em nossa intimidade, percebemos uma certa diferença. —A relação parecia insistir em ficar apenas na amizade colorida— Brincávamos que ela era nossa namoradinha e a apresentamos para as nossas amigas lésbicas. —Diante de tamanha beleza, quase foi devorada ali mesmo na mesa— Vanessa se sentiu desconfortável diante das mesmas sáficas que dias antes tinham jantado, em grupo, minha Fran até deixá-la sem ar. Depois das investidas das lésbicas, na saída do bar, ela falou em alto e bom som: — Que nojo! Se aquelas mulheres continuarem insistindo em me pegar, vou xingá-las!
Isso me desanimou e então pensei: “Já era, hétero é bem mais complicada de trazer para a relação do que lésbica”.
Mesmo assim, nós três continuamos saindo sem gerar expectativa. Nos bares, Fran e Vanessa saíam da mesa e me deixavam sozinho para irem ao banheiro. Imaginei que as duas estivessem num romance secreto até de mim, mas Fran sempre me confessava tudo que acontecia e, mesmo eu insistindo a ela que não me importava se as duas ficassem juntas sem mim, ela afirmava não ter nada com Vanessa.
Porém, em uma quarta-feira agradável e fresca, decidimos comprar umas cervejas e fazer trilha num parque aqui na minha cidade. Estávamos tão à vontade em nossas amizades que me assustei com o nível de conversa em que havíamos chegado: (quanto mais amigos, mais difícil uma aproximação romântica). Então Vanessa brincou de um jeito que eu não esperava: “estou há tanto tempo sem um homem pra sentar que não estou aguentando mais ficar só na siririca. Acho que vou arranjar um namorado”. Rimos alto, fingindo ter nos divertido com aquilo, mas o olhar de Fran mostrava decepção e desilusão. Ali percebi que definitivamente ficaríamos somente na amizade com a hétero.
Horas depois, trilhas apertadas, mata fechada e degraus íngremes nos desafiavam na solidão daquele lugar ermo, enquanto a raba escultural de Vanessa chacoalhava na nossa frente, envolvida apenas por uma legging preta de lycra. E entre um descanso e um gole de cerveja, Fran confessou: — Eu te beijaria agora se você vacilasse, Vanessa.
Sentada no último degrau, à nossa frente, Vanessa nos olhou assustada enquanto, em pé, a cercávamos — Não tenho coragem de te beijar, Fran — Ela disse nos olhando de baixo para cima. Sorri em seco e só queria descer daquele lugar o quanto antes, diante de tanta frustração. Franciele também não conseguia esconder a decepção. Foi então que Vanessa retomou o assunto: — Você é linda demais, Franzinha, mas somos amigas e você é mulher, me desculpe.
Então perguntei: — Mas você sairia com uma mulher? Ou um casal?
Ela sorriu e disse: — Mais ou menos.
Com um diálogo rápido, percebemos o óbvio: nos contou que se seus parentes sonhassem que ela saiu com mulher, ela nunca mais seria a mesma. Foi então que me ocorreu: será que ela está me dando uma chance, apenas por eu ser homem? Com toda a experiência que tem, Fran se aproximou daquela menina repousando sentada e segurou naquele queixinho desenhado. Vanessa olhou para cima, encarando Franciele de pé que, tocando sua boquinha rosada, disse: — Certeza, Nessa! Se você ficar com uma mulher, nunca mais será a mesma.
Franciele se enclinou, e com seus lábios rosados e carnudos, deu um beijo extremamente molhado e lento enquanto agarrava aquela novinha pelo rabo de cavalo. Aquela moreninha de pele clara gemeu nos lábios de Fran e, com a maior carinha de putinha, gemendo naquela boca molhada, disse: — Aiinn… Eu não sou lésbica, Franzinha.
Minha garota, então, explodiu de tesão. Avançou no elástico do cós daquela legging preta e a puxou pra baixo. Apesar da levantadinha do quadril, mostrando permissão, foi aquele bumbum durinho que tentou segurar o tecido de lycra, mas logo desistiu de esconder o quadril esguio e branquinho que me enfeitiçava na medida que o sol resplandecia em sua pele. E foi neste instante que vi uma minúscula calcinha preta de renda descer, revelando uma bucetinha que poucos já deveriam ter testemunhado nesta vida. Fran pisou dois degraus abaixou e se ajoelhou com o rosto incandescente entre aquelas coxas macias e juvenis. Agora, de frente ao seu troféu de morango e mel, Fran mordiscou os próprios lábios, contemplando sua vitória antes de dar o bote final. E enquanto eu estava enfeitiçado por aqueles pelinhos bem negros, finos e penteados, delicadamente aparados, minha esposinha fez o que sabia de melhor: caiu de boca em uma buceta! E enquanto a bucetinha tímida de Vanessa se escondia atrás dos lábios molhados de Fran, subi o olhar para o rosto daquela menina, buscando saber qual era a sua feição. Foi quando flagrei a jovem girar a cabeça, tentando se orientar no novo mundo em que acabara de imergir.
Hmmm! — Fran gemeu enquanto arrebitava seu bundão enorme, ainda de shortinho cinza e malha, e pensei: “Que sorte a de Franciele”. Vanessa então agarrou aqueles cabelos cor de cobre enquanto, surpreso, eu olhava para todos os lados na tentativa de me certificar se realmente estávamos sozinhos. Em meio ao barulho de pássaros cantando e árvores balançando, chupadas molhadas entre buceta apertada e lábios carnudos se espalhavam pelo ar. A boca grande, macia e rosada de Fran invadia entre aqueles pelos negros e salivados, enquanto eu permanecia atônito, tentando alcançar a legging e a calcinha que se embolava no tornozelos alvo de Vanessa.
— Aaaiii, eu não sou lésbica, gente... ainnnn!!! — Vanessa insistia em dizer enquanto era devorada por Franciele.
Foi então que eu tive a brilhante ideia: me aproximei daquele rostinho e, enquanto Fran se deliciava do seu favo suculento, Vanessa insistiu, agora pra mim: — Eu não sou lésbica, Natan.
Puxei ela pelo queixinho e senti a maciez da sua pele, dos seus lábios. Enquanto sacava meu pau pra fora da cueca, fiz ela engolir meu membro enquanto arregalava o olhar. E enquanto eu empurrava pra dentro da sua boca, garganta abaixo, molhada, quente e macia, eu dizia: — Engole, Nessa, você não é lésbica não.
E pela primeira vez eu gozei na boca de uma hétero que também gozava na boca de Fran, em plena natureza.
Inclusive: saudades, Nessa...