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O PROFESSOR ENRUSTIDO – PARTE 20 – NÃO TÃO ENRUSTIDO

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Um conto erótico de Unknown
Categoria: Homossexual
Contém 5374 palavras
Data: 08/07/2026 01:53:18

Depois de uma tarde inteira de sono, acordamos na casa da mãe do Eric por volta das 3 da manhã! A casa toda estava em silêncio absoluto e decidi não levantar da cama pra não acordar o pessoal, na boa, não faziam nem 24 horas que estávamos no Brasil e eu já estava morrendo de saudades dos meus pais. Eric estava acordando, eu pude sentir ele me abraçando forte e beijando meu pescoço, ele estava mesmo carente, seu pauzão estava duro pulsando na minha bunda, e eu estava louco de vontade de transar com meu marido mas, fiquei com medo de fazer barulho, então, Eric se aproximou do meu ouvido e disse: “se prepara, amor, o grosso vai entrar...” Me arrepiei todo quando ele falou isso, então, ali mesmo de ladinho, senti ele me invadir por completo, nossa, mesmo já conhecendo aquela rolona como a palma da mão, ela sempre acha um jeito de me rasgar... eu já estava revirando os olhos e mordendo o travesseiro, Eric gemia de prazer mas bem baixo, falando palavras de sacanagem e tipo: “porra, tô na casa onde eu cresci e agora eu tô de volta aqui enrabando meu maridinho viadinho e gostoso... puta que pariu, que tesão de rabo!” Confesso que quase gozei quando ouvi isso, Eric sabia ser safado em todos os momentos e bem ali, eu já estava tomado pelo prazer que só ele podia me proporcionar... ficamos nos comendo assim até amanhecer, meu rabo já estava ardendo em chamas, e já eram quase 6 horas, e dessa vez Eric não gozou... Ouvi bater na porta e de fora ouvi uma voz: “Meninos! Já estão acordados? É a tia Paloma! Vamos descer pra tomar café!” Nisso, estávamos totalmente imóveis na cama! Eu dei uma risada e adverti: “melhor a gente descer, amor... tira o caralhão de mim e vamos tomar um banho!” Eric riu e disse baixinho: “seu cuzinho é muito gostoso, amor, meu pau não consegue sair nem se eu quisesse!” Achei fofo isso, mas me levantei e plop! Ele foi desconectado e eu pude entrar no banheiro e tomar meu banho, Eric foi depois, então nos trocamos e descemos.

A mesa já estava posta, confesso que tava morrendo de fome e minha sogra caprichou, devo dizer. Tinha café, leite, suco de maracujá, pão caseiro, broa, queijo minas, tapioca, presunto, geleia e sei lá mais o quê. Assim que nos viu, abriu um sorriso sincero e convidou: “meus filhos! Bom dia! Dormiram bem?” Eric respondeu sorridente: “sim, mãe! Dormimos, acordamos muito cedo e ficamos...” Antes que ele pudesse terminar interrompi e completei: “estávamos no Whatsapp com nosso amigo da Itália, pra avisar que estávamos bem, foi só isso, eu juro, sogrinha...” Tia Paloma deu uma risadinha como se entendesse o que tinha rolado e então sentamos, me servi de uma xícara de café com leite e uma broa de milho que estava uma delícia, tentei ser o mais galante possível para que não vissem que eu estava esfomeado, quanto ao Eric, bom... ele não ligava para cerimonias e começou a devorar a comida, se bem que pra ele era normal, afinal, era a casa da mãe dele, o lugar onde ele cresceu correndo e brincando, eu ficava olhando ele com aquela gulodice toda, mas por trás de disso eu podia enxergar a criança que ele foi um dia... De repente, tia Paloma me ofereceu algo: “meu filho, você precisa experimentar essa geleia de amora caseira! Eu mesma faço!” Peguei o pote da mão dela e passei em uma torrada de pão integral, o sabor era muito bom, mas... de repente, comecei a sentir um nó na garganta, senti meu ar diminuir e minha visão ficou turva... imediatamente Eric perguntou: “Emerson, você tá legal?” Não consegui responder, nem se eu quisesse, parecia que tinha alguma coisa na minha garganta. Na mesma hora, minha sogra levantou da mesa desesperada e berrou: “por que não disse que ele era alérgico?” Eric ficou em choque, até que ele me carregou até o carro do pai dele, virou a chave e arrancou pro hospital, nem deu tempo de entender nada. Confesso que apaguei por alguns minutos, mas acordei com ele berrando na recepção: “Socorro! Meu marido precisa de ajuda! Depressa!” Ele estava comigo nos braços, pude sentir o desespero na voz dele, até que dois enfermeiros apareceram, me colocaram numa maca e me levaram pro pronto socorro. Lá foi constatado que tive uma reação alérgica ao agave que tinha na geleia de amora da Tia Paloma, tomei uma injeção de adrenalina pois a concentração na geleia era alta e por pouco não bati as botas. Acordei com o bip do monitor cardíaco, Eric estava do meu lado com o rosto choroso, quando abri os olhos, ele disse: “amor, amorzinho... você tá bem? Fiquei tão preocupado, mamãe ligou umas três vezes querendo saber de notícias...” Olhei pra ele sorrindo e perguntei: “o que aconteceu? Eu tive uma reação alérgica?” Eric respondeu: “sim, baby... parece que a geleia que você comeu tinha agave e foi isso que fez você...” Completei: “quase morrer?” Ele me olhou firme e disse: “Eu tive medo, Emerson, nunca mais vou comer geleia perto de você... eu te amo demais!” Ele me beijou e afagou meu rosto, quando a Dra. Amélia entrou e disse: “Oi, Emerson! Bom dia! Parece que você já está bem melhor... tivemos sorte com você, o seu marido foi rápido em te trazer pra cá! O meu prontuário mostra que você já pode receber alta, a dose que injetamos em você foi o suficiente pra neutralizar o que estava te fazendo mal! Parabéns! Nasceu de novo!” Todos os que estavam no quarto bateram palmas, Eric agradeceu a equipe que cuidou de mim. Mais tarde, quando já estávamos de volta na casa da minha sogra, fui bastante acolhido por elas e tia Paloma jurou de pés juntos que o agave nunca mais entraria naquela casa.

Os dias passaram, Eric ficou quase o tempo todo ao lado da mãe, oferecendo levar ela ao médico caso fosse necessário, eu também passei bons momentos com ela, inclusive ela tinha um álbum de fotos antigo e me mostrou todas as fotos do Eric, desde que ele era bebê, ele era já era uma coisa linda, tinha foto dele com 9 anos brincando no quintal, ele usava um short marrom e uma camisa verde, seu cabelo era bem diferente na época. Depois, ela me mostrou fotos dele já adolescente, com seus 16 a 17 anos, seu corpo já estava em forma, ele era mesmo uma delícia, inclusive até fotos com algumas meninas tinha lá, e todas eram bonitas, eu tenho que admitir. Vi também uma foto dele dos tempos da Marinha, com aquele uniforme lindo que todo marinheiro tem, ele estava mesmo irresistível, comecei a pensar se foi justamente nesse tempo em que ele descobriu os prazeres da carne... será? A dona Valdete era uma mulher muito calma, serena e costumava tratar todo mundo muito bem, confesso que tive medo ao conhece-la mas depois de saber quem ela era de verdade tudo mudou, sempre me chamava de filho, o que me fazia me lembrar da minha mãe, evidentemente eu iria visitar meus pais, fazer uma visita surpresa, até comentei isso com ela, que achou uma ótima ideia. Nisso, Eric chega do mercado com um monte de sacolas e com a tia Paloma logo atrás: “que lindo sogra e genro conversando desse jeito! Mãe! Tá mostrando o álbum de família pro Emerson?” Ela sorriu e disse: “Sim, meu filho, ele gostou muito das suas fotos de neném!” Eric ficou encabulado, coçou a cabeça e disse: “qual é, dona Val... deixe essas fotos pra lá...” Rimos bastante vendo ele com vergonha, mas poxa, ele era um menino lindo, saudável, não tinha nada pra se envergonhar, logo respondi: “para de implicância, amor, afinal, não tem nada que eu já não tenha visto!” Tia Paloma quase morreu de tanto rir, Eric ficou vermelho e nisso, me aproximei dele, beijei-o e disse baixinho: “deixa de ser bobo, amor... eu tô só brincando...” Ele me abraçou, se afastou um pouco e disse: “ouvi quando disse que queria visitar seus pais, posso ir com você?” Apesar de achar aquela pergunta boba respondi sorrindo: “mas é claro que sim, amor! Precisa rever sua sogra e seu sogro, não vê eles desde o nosso casamento...”, Ele me pegou carinhosamente pelo pescoço e disse: “beleza, vamos nos arrumar porque antes precisamos fazer uma parada para uma primeira visita surpresa...” Animado perguntei: “além dos meus pais aonde a gente vai?” Ele se virou e com um sorriso disse: “nossa antiga escola, é claro!”

Fiquei de queixo caído! Como não tinha pensado nisso? A essas alturas nossa antiga escola já teria até esquecido da gente... ou será que não? Depois de tomarmos um banho, nos comermos como lobos e nos arrumarmos, descemos e avisamos a minha sogra que iriamos fazer duas visitas. Entramos no carro, pus o cinto de segurança e fomos. o som no carro era de Garbage, Only Happy When it Rains, o sol estava escondido por algumas nuvens cinzas, parecia que ia chover, eu estava usando uma calça jeans bege clara, uma camisa branca gola polo e tênis preto, Eric usava uma calça jeans azul e uma camisa preta meio apertada e estava de tênis preto, da mesma marca que a minha, as ruas estavam meio vazias, era uma tarde de terça-feira, por volta das 14h, então, ele me desviou da música e perguntou: “ansioso pra rever o pessoal, amor?” Olhei pra ele e respondi: “sim, claro, só que... não sei se estou pronto pra isso, Eric...” Ele estranhou e disse: “qual foi, carinha? Saímos de lá com lembranças tão legais, fica tranquilo, vamos até visitar o galpão da quadra onde a gente transou pela primeira vez...” Rindo eu completei: “onde eu fiquei desacordado com o nariz inchado depois da bolada do Júlio...” Ele riu e completou: “tá vendo? Você lembra de tudo! Esquenta não, tô com você, vida!” Esse Eric mesmo, parecia uma viagem no tempo, a fachada da escola estava mais bonita quando chegamos, estacionamos onde era de costume, eu abri a porta e já via pessoas andando nos corredores, o guarda não era o mesmo da nossa época, era o Charles, esse eu não conhecia. Passamos pelo portão juntos, muitas memórias ao mesmo tempo e de repente surge a professora Nanda, ela estava carregando uma porção de livros e quando nos viu, ficou tão assustada que deixou cair todos no chão! Chegou mais perto e exclamou: “eu não acredito! Professor Erickson! Professor Emerson! São vocês mesmo? Vocês voltaram?” Ela estava mesmo surpresa ao nos ver, ao que eu respondi: não, professora, viemos fazer uma visita surpresa, foi ideia do Eric...” Ela olhou pra nós dois, olhou pros nossos dedos com as alianças e disse feliz: “eu ainda não acredito que vocês dois casaram! Eu vi o vídeo que sua irmã mandou pra gente, puxa! Quem diria! Parabéns pra vocês dois!” A Nina sempre tinha essa mania de me surpreender, nem eu e nem o Eric sabíamos que ela tinha mandado uma cópia do vídeo do nosso casamento para nossos amigos da escola. Nisso, Nanda nos puxou pela mão e nos levou direto para a sala dos professores, chegando lá, a maioria dos nossos colegas ainda trabalham no Malta, depois soubemos que o professor Eustáquio havia falecido há dois meses por conta de um AVC, isso nos deixou tristes, mas ele já tinha uma certa idade. Alguns professores eram novos e até Nanda explicar o motivo da nossa visita, ouvi a porta se abrir atrás de nós, resolvi me virar pra ver quem era e quase tive um treco! Era um professor jovem, mas não um professor qualquer... ERA O JOEL!!! O mesmo que me comeu gostoso no banheiro na festa dos calouros na faculdade! Quando ele me viu ficou chocado, ainda mais eu estando ao lado de um homem alto, bombado e bonito como o Eric! Ele quase caiu pra trás, foi quando eu perguntei: “Joel? Você tá legal? Lembra de mim?” No mesmo instante, ele se aproximou de mim, bagunçou meu cabelo, me abraçou e disse: “claro, parceiro! Caramba! Não acredito que é você, Emerson! Já faz mó tempão, carinha! Como é que cê tá?” Ele realmente estava feliz ao me ver, então respondi: “eu estou bem, sim! Só não esperava te encontrar de novo, ainda mais aqui na minha antiga escola... é professor agora... que orgulho!” Ouvi um “cahan” do Eric tipo, e eu aqui? Foi quando finalmente pude apresentar: “Joel, esse é o Erickson, ele foi professor de Educação Física aqui e ele é meu marido...” Ele arregalou os olhos ao olhar de cima a baixo a estrutura do Eric, ficou muito impressionado, foi quando Eric o cumprimentou: “E aí, cara! Firmeza? Prazer, sou Erickson...” Pensei que o Joel fosse desmaiar, ele realmente se sentiu meio que intimidado pelo Eric, mas eu sabia que essa impressão ia passar rapidinho...” Depois disso, saímos da sala dos professores, o Joel atrás da gente fazendo um monte de perguntas, respondemos devagar, ele ficou besta de saber que casamos e moramos na Itália, que nos conhecemos na mesma escola que ele trabalha, até Eric perguntou: “de onde vocês se conhecem mesmo?” Joel respondeu: “Estudamos juntos na faculdade, me tornei professor de português assim como o Emerson, me especializei em inglês e estou com 40h semanais!” fiquei muito orgulhoso dele: “poxa! Fico feliz pelo seu empenho, amigo, desde a graduação você sempre foi responsável!” Ele agradeceu e fez uma pergunta que eu não esperava: “e aí... lembra daquela festa?” Eric olhou pra mim e perguntou: “que festa, amor?” Nessa hora eu travei, não sabia se respondia ou não, até que: “aquela festa onde eu...” Já rindo Joel completou; “isso! Aquela festa de acolhida dos calouros onde você bebeu pra caramba e agitou a galera!” Eric ficou surpreso: “agitou a galera, foi? Que história é essa?” Eu já morto de vergonha joguei tudo: “tá legal! Eu bebi demais e soltei a franga no palco, todo mundo cantou e dançou comigo... tá feliz agora?” Joel ainda tinha que incendiar ainda mais a conversa: “sem falar daquela parte que a gente...” Os olhos dele cheio de malícia, tal qual eu me lembrava muito bem, naquele banheiro, nós dois juntos, ele tirando a minha roupa pra me comer gostoso... cortei na hora e acrescentei: “eu sei... você me ajudou a sair dali e quando acordei, inclusive não foi nem em casa, estava com uma dor de cabeça horrível... mas foi bom, né?” Eric olhava pro Joel e pra mim meio encucado, foi quando ouvimos o sinal tocar, então Joel disse: “preciso ir pra sala, pessoal, meu tempo vago acabou! Foi um prazer te rever, carinha e Erickson, foi um prazer te conhecer!” Eric sorriu pra ele, e ao ver ele se afastar, voltou pra mim e perguntou: “tá me escondendo alguma coisa, Emerson?” Pior que naquele momento eu tentava disfarçar mas não tava conseguindo, foi quando eu finalmente soltei: “a gente transou no banheiro da faculdade naquela festa... pronto! Falei!” Eric ficou extasiado ao ouvir minha confissão, mas eu continuei: “foi só uma vez... naquela noite, pelo menos, a gente transou depois algumas vezes, mas... bom, eu ainda não te conhecia naquela época, amor... foi coisa de adolescente mesmo e se isso te conforta, desde que nos formamos e ele foi pra aeronáutica, nunca mais nos vimos e nem trocamos mensagens...” Eric me olhou profundamente e depois soltou uma risada e comentou: “você soltou a franga na festa... você já era um baitolinha nato, heim?” Eu dei um soco no braço dele e chateado respondi: “não tem graça, Erickson! Eu tava bêbado e se você quer saber quando a gente transou eu já tava meio altinho...” Nisso ele rebateu: “mas vocês transaram mais vezes depois, né? também tava bêbado, carinha?” Olhei pra ele debochado e disse: “ah, cala essa boca, vai...” Ele continuou rindo, até que uma voz feminina ecoou no corredor: “professor Erickson! Tô boba! O senhor? Aqui?” Pela voz eu já sabia quem era... era a Suzana! Quando olhei pra ela, tava até mais magra, não conseguia acreditar que ela tava ainda trabalhando no Maestro Malta. Claro que ela já se aproximou abraçando o Eric, atrevida como sempre, quando me viu disse: “Professor Emerson também? Puxa vida! Que visita inesperada!” Ela me abraçou também, claro que eu retribuí, mas não foi tão forte com foi no meu marido, claro. Assim que me desvencilhei dela, já foi logo dizendo: “Deviam ter avisado que vinham, né, teria dado tempo de preparar alguma coisinha pra receber melhor vocês, nossos professores maravilhosos!” Gostei disso e respondi: “na verdade, Suzana, decidimos isso de última hora, literalmente, o Eric sugeriu pararmos aqui antes de irmos visitar meus pais, na verdade estamos aqui por causa da minha sogra, a mãe do Eric não anda bem de saúde, ele já perdeu o pai, então...” Suzana olhou tristemente para o Eric e abraçando ele (de novo) disse: “meus pêsames pelo seu pai, colega... certeza de que ele tá num lugar melhor que a gente...” Dito isso perguntei: “e o diretor Hermínio? Ainda não vimos ele desde que chegamos aqui...” Nisso, ela respondeu: “olha, meninos, na verdade, o diretor Hermínio não trabalha mais aqui, ele teve que se afastar por motivos de saúde, então a gestão mudou, eu sou a diretora da escola agora... Para tudo! Ela? Sério? Fiz o máximo de esforço pra não deixar transparecer meu descontentamento, Eric parecia fazer o mesmo, apenas a parabenizamos pelo cargo, afinal, mesmo ela sendo inconveniente, chata e atirada, ela era competente, mas na boa, eu preferia que fosse a professora Nanda a diretora, mas... paciência... Suzana nos deixou à vontade para rever o restante do prédio, pois precisava voltar pra sua sala e disse que qualquer coisa que precisássemos era só falar com ela, dito isso, fomos em direção a quadra, ouvíamos de longe barulho de apito, bolas caindo no chão, gritaria, o de sempre... entramos pelo portãozinho e vimos os alunos, alguns deles já grandes, que eram do fundamental agora no ensino médio, estava jogando futebol, o professor substituto do Eric era um negão parrudo, mas com uma barriguinha, devia ter 1,90 de altura, estava de short de lycra azul e camiseta azul. Nos sentamos ali e ficamos olhando o jogo, quando terminou, alguns meninos nos reconheceram, mesmo não dando aula pra eles no fundamental, trocamos apertos de mão e dizíamos que só estávamos visitando, o tal professor negão também nos cumprimentou, se chamava Wellington, tinha 32 anos, casado pelo que vi, bonito também. Assim que acalmou, ouvimos o sinal do quarto tempo soar, só faltava mais um, mas continuamos ali relembrando os velhos tempos, os jogos, o baile e tudo aquilo, Eric não desgrudava de mim, seus olhos se voltavam lá pelo galpão, pegava no seu pau, olhava pra mim, eu sorria de volta como se dissesse “tá pensando no que eu tô pensando?”

Nisso, ouvimos passos ecoarem na quadra, adivinhem quem era? O Joel! Ele estava ali meio perdido, parecia estar procurando alguma coisa. desci da arquibancada e fui ao seu encontro: “Joel... o que faz aqui? O treino acabou...” Ele, como sempre, bagunçou meu cabelo e disse: “na verdade eu dei uma passada porque sabia que ia encontrar vocês aqui...” Nisso, Eric já estava vindo na nossa direção, me agarrou levemente pelo pescoço e disse: “qual foi, cara? Passeando?” Nisso, ele nos olhando de cima a baixo disse: “Eu sei o que vocês faziam aqui...” Nisso, eu perdi o chão, Eric parecia ter se engasgado e eu na mesma hora perguntei: “como assim, Joel? Do que tá falando?” Nisso, Joel tirou seu celular no bolso, abriu seu Whatsapp e mostrou uma foto de um contato, um garoto branco e... de cabelos ruivos! Na mesma hora reconheci quem era o cara, estava mais velho mas o sorriso era inconfundível... Nisso eu gaguejei: “vo-você conhece ele?” Eric fechou a mão quando bateu os olhos na foto, e assim Joel respondeu: “conheço sim, carinha, é o Micael, ele é meu sobrinho!” PUTA QUE PARIU!

Eu quase caí pra trás quando ouvi isso, como assim, ele era tio do Micael? Eu estava besta com a notícia, Eric segurava a tensão, foi quando voltei em mim e retruquei: “não é possível, quer dizer... você é tio do Micael? O que ele te disse?” Guardando o celular no bolso, Joel disse: “ele costumava me contar muito das aventuras dele na escola onde ele estudava, tipo, histórias bem picantes, você sabe, eu curto caras também, tava até namorando um menino aí mas desandou, enfim... ele me contou que um certo professor do primo dele gostava de uma tora, então ele me contou tudo sobre vocês, o banheiro e de como ele ficou um olho roxo...” Que moleque linguarudo! Eric tomou a vez e disse: “sim, eu dei um soco naquele guri porque naquela época Emerson e eu estávamos tendo um caso, brigamos feio e descontei minha raiva na cara daquele moleque...” Joel olhava o Eric de cima a baixo tentando compreender a situação, foi quando ele disse: “enfim, ele me contou que vocês pareciam que tinha um lance entre vocês e toda vez que eu entro aqui eu lembro disso...” Nisso, me aproximei dele e disse baixinho: “e você acha que é só por isso que faz esse lugar ser tão especial pra nós? Não... vou te contar um segredinho, fica só entre nós, mas... Eric e eu nos conhecemos, e quando eu digo conhecer eu quero dizer biblicamente... tá vendo aquela porta ali? Ela dá pra um galpão onde guardam as coisas da quadra... foi lá que transamos a primeira vez!”

Joel ficou de boca aberta! Era de se esperar depois de ouvir os detalhes, e Eric fazia questão de confirmar tudo, foi quando Joel disse assustado: “porra, cara! Não acredito! Vocês transaram lá dentro? Tipo, enquanto rolava aula vocês estavam metendo grosso lá?” Claro que tivemos que explicar pra ele que foi num sábado letivo, que jamais teríamos coragem de fazer isso num dia letivo comum: “olha, claro que tomamos cuidados, e não foi só daquela vez, não, viu... vivemos muitas coisas aqui...” Joel não parava de falar, foi quando ele soltou uma confissão: “se vocês soubesse a vontade que eu tenho de arrastar alguém lá pra dentro e meter a vara, vocês não acreditariam...” Eric me olhou com aquele olhar malicioso e eu retribuí de volta já pensando em atos libidinosos, foi quando eu disse: “querem saber? E se a gente entrar lá juntos só pra ver como está?” Joel já tomando a frente disse alvoroçado: “tá aí uma ótima ideia, carinha...”, conforme avançávamos para dentro do galpão, Eric segurava a minha mão com muita força, parecia estar nervoso, confesso que eu também estava, afinal, sempre tive a sensação de quem tinha alguém atrás da gente, mas era só impressão mesmo. Por sorte a porta estava destrancada. Joel entrou primeiro, em seguida eu e depois o Eric. lá dentro, vimos que muitas das coisas haviam sido trocadas, muita coisa havia mudado, incluindo o volume nas calcas do Joel... Eric estava de olho no pacote dele, inclusive eu, foi quando Joel perguntou: “então... querem reviver os velhos tempos, seus putos safados?” Nossa, mesmo depois de tanto tempo, Joel não perdia sua safadeza, o pau dele, pelo o que me lembro já era bem avantajado e agora parecia que tinha crescido mais! Eric já estava com o pau em ponto de bala, foi quando me aproximei e disse baixinho: “Eu topo tudo com você!” Era só isso que ele precisava ouvir, todo mundo foi tirando a roupa num piscar de olhos, de repente, tava todo mundo nu ali dentro, Joel quase caiu de susto quando viu o pau do Eric: “caralho, bicho! Olha o tamanho dessa tora! Emerson! Tu aguenta esse cavalo?” Eric deu risadinha e eu me aproximando dele, peguei e disse: “todos os dias eu sento, chupo e lambo as bolas desse macho sarado aqui, Joel... eu sou o homem mais feliz da Terra, pode acreditar...” Nisso, ele se aproximou e balançando sua rola disse: “vem matar a saudade no meu cacete, vem, carinha... podemos pensar que estávamos ainda na faculdade... sou todo seu...” Nisso, Eric consentiu e eu caí de boca! Nossa, o pau do Joel deu uma engrossada nesse tempo sem nos vermos, estava cheiroso, duro e cheio de veias... eu me esforçava pra engolir tudo, ele forçava a minha boca mais e mais, me fazendo perder o fôlego, mas eu jamais tirava da boca, era uma sensação deliciosa e nostálgica e mesmo com meu marido ali do lado, me entreguei totalmente ao momento. Nisso, Eric se aproximou e disse: “minha vez, amor...” Eu pensei que ele queria que eu mamasse a rolona dele, mas na verdade ele se ajoelhou e... caiu de boca na massaranduba do Joel! Ele ficou espantado, nunca pensou que um cara daquele porte gostasse de mamar, e entre gemidos ele dizia: “caralhooo, Emerson... teu marido é um bezerrinho guloso... que boca macia da porra, velho...” Eric realmente tinha aprendido comigo como mamar um cacete, mas da forma como ele sugava cada centímetro do pau do Joel, ele é quem devia me dar aulas! Depois me aproximei e foram duas bocas mamando aquele professor safado e gostoso, todos nós juntos em uma só classe, redescobrindo os prazeres de ser um homem...

Joel batia com a benga dura na nossa cara, Eric lambia suas bolas, eu pegava a bola esquerda e ele a direita e ficamos assim por alguns minutos. Depois disso, Joel tirou uma camisinha do bolso (ele andava mesmo prevenido) e disse: “Emerson! Fica de 4 pra mim, carinha...” Nisso, obedeci e empinei a bundinha na mesma hora, Eric com seu pau majestoso desceu pica na minha boca, eu engolia tudo, enquanto Joel pincelava sua vara no meu cuzinho e nisso, começou a penetrar... parecia que eu havia voltado no tempo... ele tinha uma pegada que me deixava louco, seus gemidos abafados naquela sala pequena ecoavam em cada canto, Eric se segurando pra não chamar a atenção socava seu pirocão a minha boca e dizia: “aaaaah, tem um cara comendo meu marido no galpão da nossa antiga escola... caralhooooo... aaaaah... isso é foda demais!” Joel já estava atolado com força total no meu rabo, suas pirocadas estavam incríveis, ele realmente havia melhorado depois da faculdade, que gingado, que sabor delicioso! Ele intensificava cada vez mais e mais, massageando minhas costas e dizendo: “tá gostoso, carinha? Pede mais pica, vai!” Nisso, eu já estava pedindo meio mundo só pra sentir aquilo mais e mais... Depois de um momento, ele tirou o pau do meu cu, foi quando Eric, inesperadamente, ficou de 4 também e disse: “cai pra dentro, puto!” Mais uma vez Joel ficou surpreso: “puta que pariu, Emerson! Esse homem é muito guloso! Ele quer pica também, alá! Vou dar pica pra esse bombado safado!” Nisso, Joel entrou com tudo no rabo do Eric! Ele gemia de um jeito que eu ficava louco, meu pau já estava todo dentro da boca dele, ele mamava mesmo igual um bezerro, que boca! Nisso, o Joel já estava fazendo ele potranca, metendo de um jeito alucinante, Eric rebolava gostoso e pedia mais e mais, então era mais pica dentro daquele cuzinho gigante, o saco perfeito do Joel batia nas nádegas suadas dele, deixando tudo mais gostoso. Eric sorria e dizia: “caralho de ideia foda da buceta ter vindo pro Brasil, amor! Eu quero levar esse cara com a gente... aaaaaaah! Pau gostoso demaaaaaaisss!” Confesso que fiquei super espantado em ver meu marido falando daquele jeito, nem mesmo com o Matteo ele se expressava assim e olha que ele é italiano! Nisso, Joel tirou o pau de dentro do Eric, deitou no colchonete e disse: “vem, Erickson! Senta no meu pau!” Mais rápido do que luz, Eric subiu e sentou em cima com facilidade... Nisso, eu já estava atrás, foi quando Joel advertiu: “Emerson, tapa a boca dele!” Meu pau já estava bem lubrificado, e foi quando eu entrei por trás e flop! Meti meu pau todo dentro do cu do Eric! Nisso, ele soltou um urro abafado, senti uma lágrima escorrer do corpo dele! Eram dois paus grossos que faziam morada ali naquele cu maravilhoso! Ao mesmo tempo, era uma festa intensa de luxuria e pecado! Eric se contorcia de tesão e dor e dizia: “vocês querem me partir no meio, porra? Que delíciaaaaaa... quero mais! Mete com força amor!” Nisso, Joel e eu mandamos ver, era a sincronia perfeita, o rabo do Eric já estava mega arregaçado naquela altura, mesmo assim ele não queria que nenhum de nós saíssemos dali... Ficamos metendo duplamente no homem mais safado do mundo por uns 20 minutos, ele não parava de sorrir e dizer que amava nós dois, aquilo só me deixou mais fogo e tome pica nesse Eric! Foi quando Joel começou a gemer mais, eu estava a ponto de gozar, foi quando eu disse: “sem camisinha! Vamos gozar no cu do meu macho! Juntos! Então começamos a acelerar, os olhos do Eric reviravam dentro do crânio, foi quando avisamos: lá veeeem! Toma, seu putooooooo.... aaaaaaaaaaahh... tomaaaaaaaa... Foi uma leitada dupla foda pra caralho! O latejar dos nossos cacetes inundavam o rabo do Eric de porra quente, ele estava sorrindo como nunca dizendo: “eu sinto, seus putos... tá dentro de mim... que delícia...” Nisso, tiramos os paus de dentro, ele levantou e com o pau ainda duro disse: “agora só eu e você, maridão!” Me deitei no colchonete e fui brutalmente violado pelo Eric! Ele parecia estar com muito fogo mesmo, Joel ficava olhando impressionado e dizia: “porra! Que macho bom de soca! Parece uma britadeira! Mete mesmo nesse putinho gostoso, ele merece muita pica!” Eu já estava quase desmaiando, quando Joel chegou por trás do Eric e engatou a segunda marcha no rabo dele! Agora éramos um trenzinho a todo vapor, um rasgando o outro com um tesão louco de gostoso, foi quando Eric disse: “eu vou gozar, Emerson! E Joel, é melhor me leitar de novo, porra!’ foi quando os dois começaram a acelerar as socadas que de repente... Senti em mim o doce aroma quente de porra me engravidando por completo, Joel gozou segundos depois novamente no cuzinho do Eric, ele urrava e sorria como que agradecendo... foi uma transa surreal de gostosa naquele galpão...

Nos levantamos, por sorte tinha um pequeno banheiro ali onde Eric e eu pudemos tirar aquele mingau grosso dos nossos rabos, embora ele quisesse ficar com ele dentro de lembrança, adverti ele a colocar tudo pra fora logo. Nos olhamos por alguns segundos, nos vestimos, nos beijamos muito, até que saímos dali e, caminhando pra saída da quadra, Joel com um tom aliviado disse: “Essa foi a transa mais intensa, espetacular e foda que eu já tive em toda a minha vida! Emerson, mesmo depois de tantos anos você ainda consegue me surpreender... E Erickson... que rabão sensacional você tem... confesso que se eu fosse passivo, ia sair daqui de maca! Puta pauzão do caralho! Queria ter um assim!” Eric riu muito e disse: “E eu queria te levar na bagagem com a gente, carinha! Você me deixou de perna bamba!” Todo mundo caiu na risada, apesar do Eric dizer aquelas coisas, sabia que ele só tinha olhos pra mim, afinal, eu também entro gostoso nele sempre que ele pede... sei prender meu homem!” Nos despedimos ali, disse que provavelmente nos encontraríamos de novos, trocamos contato. Entramos no carro, eu estava muito suado e o Eric também, sem falar na dor anal em ambos depois de tanta imersão em pica dura. Perguntei: “e se gente visitar meus pais amanhã?” Eric sorriu e disse: “leu meus pensamentos, amor! Depois dessa, eu tô acabado!” E assim dirigimos no pôr do sol direto para a casa da minha sogra, pensando em como nossa temporada no Brasil estava sendo boa, apesar de alguns percalços, Eric e eu estávamos vivendo, arriscando, sentindo amor um pelo outro e era isso o que fazia tudo valer a pena.

Continua...

Músicas tocadas nesse episódio: Only Happy When it Rains – Garbage. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=mGAMlHzUV5c&list=RDmGAMlHzUV5c&start_radio=1.

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