Meu nome é Andressa, tenho 49 anos. Meu corpo carrega as marcas inevitáveis de quase cinco décadas: os seios ainda firmes mas com uma leve queda natural, a cintura um pouco mais larga depois da gravidez, quadris generosos e uma bunda volumosa e macia, com celulites sutis nas coxas que eu aprendi a aceitar. Ainda assim, me considero acima da média. Cuido da pele, malho regularmente e meu cabelo castanho-escuro com mechas grisalhas cai até os ombros, emoldurando um rosto maduro e expressivo. Sou casada com Leonardo há 25 anos. Ele tem 45 anos, é um homem bom, carinhoso e provedor. Sexo com ele é confortável, mas previsível. Nada que acendesse um fogo verdadeiro dentro de mim.
Há três anos, a carreira de Leonardo nos trouxe para esta cidade nova. A solidão inicial foi difícil, mas o tempo nos apresentou novas amizades, especialmente o casal formado por Adriane e Marcelo. Marcelo, com seus 40 anos, era mais novo que meu marido. Alto (1,85m), corpo atlético definido por corrida e academia, ombros largos, peito musculoso, abdômen com gomos bem marcados e braços fortes com veias salientes. Cabelos escuros com leves fios grisalhos nas têmporas e uma barba bem aparada que lhe dava um ar maduro e sexy.
O primeiro churrasco em nossa casa foi marcante. Senti o olhar dele em mim o tempo todo – intenso, faminto. No início me incomodou, depois me excitou. Apesar disso, ele sempre foi educado e respeitoso. A admiração veio primeiro: observava como tratava a esposa e a filha, sua educação, sua energia. Aquilo fermentou até virar desejo puro. Eu me tocava pensando nele, mas me contive… até aquele domingo à beira da piscina.
Estávamos os quatro juntos. Entre um gole de vinho e outro, comentei que ficaria sozinha aquela semana: Leonardo viajaria a trabalho na quarta e nossa filha tinha a excursão da escola. Adriane revelou que também viajaria, deixando Marcelo sozinho. Nossos olhares se cruzaram. Senti um calor subir pela barriga. Quando eles foram embora, decidi tomar a iniciativa.
Na terça à noite, mandei uma mensagem para Marcelo: “Como vamos ficar sozinhos os dois esta semana, que tal vir aqui em casa amanhã à noite para um vinho? Só nós.” Ele respondeu quase imediatamente: “Estarei aí às 20h. Mal posso esperar.”
Quarta-feira, após as despedidas, arrumei a casa, coloquei um vestido leve de verão, decote sutil que valorizava meus seios cheios, sem sutiã. Às 20h em ponto, a campainha tocou. Abri a porta e lá estava Marcelo, jeans escuro e camisa polo justa que marcava o peito definido e os braços fortes.
— Você está incrível, Andressa — disse ele, a voz rouca, entrando e me dando um abraço que durou segundos a mais. Senti seu corpo quente e firme contra o meu.
Sentamos no sofá da sala. Vinho tinto, conversa fluindo. O ar estava elétrico. Coloquei a mão na coxa dele.
— Marcelo… eu te desejo há muito tempo. Desde aquele primeiro churrasco.
Ele não esperou. Me puxou para um beijo faminto, língua invadindo minha boca com urgência. Suas mãos grandes subiram pelas minhas coxas, apertando a carne macia. Meu vestido subiu até a cintura. Ele deslizou os dedos para dentro da minha calcinha, encontrando minha boceta já encharcada. Dois dedos grossos abriram meus lábios vaginais carnudos, sentindo a umidade quente.
— Porra, você tá pingando pra mim — rosnou ele.
Ele me carregou para o quarto principal. Me jogou na cama e tirou minha roupa com pressa. Fiquei nua diante dele: seios pesados, mamilos marrons endurecidos, barriga com estrias suaves, boceta depilada com grandes lábios carnudos e rosados, brilhando de tesão. Ele se despiu. Aos 40 anos, o corpo dele era uma tentação: abdômen trincado, peito largo, coxas musculosas. O pau saltou livre – 21cm de comprimento, extremamente grosso, veias saltadas ao longo da haste rosada-escura, cabeça bulbosa e roxa brilhando com pré-gozo. As bolas eram grandes, pesadas e cheias.
— Olha o que você provoca em mim — disse ele, segurando o pau e batendo devagar.
Ajoelhou-se entre minhas pernas abertas. Beijou o interior das minhas coxas macias, subindo até soprar ar quente na minha boceta. A língua dele lambeu devagar do períneo até o clitóris inchado, circulando e sugando. Dois dedos entraram em mim, curvando-se para acertar o ponto G. Gozei pela primeira vez em minutos, jorrando um pouco de squirt na boca dele. Ele lambeu tudo, faminto.
Subiu e posicionou o pau na entrada. A cabeça grossa pressionou, abrindo meus lábios vaginais devagar. Entrei centímetro por centímetro, sentindo cada veia, cada pulsação. Quando estava todo dentro, as bolas batendo na minha bunda, eu me senti completamente esticada e cheia.
— Me fode forte, Marcelo!
Ele começou com estocadas profundas e ritmadas, depois acelerou. O barulho molhado de boceta ecoava. Segurou meus seios, apertando os mamilos com força. Me virou de quatro, segurando meus quadris largos. Minha bunda empinada tremia a cada tapa forte que ele dava. O pau entrava fundo, as bolas batendo no meu clitóris.
— Que bunda deliciosa… toma esse pau, Andressa! — rosnava ele, puxando meu cabelo.
Eu gemia alto: — Sou sua vadia hoje! Me fode como uma cachorra!
Gozei novamente, apertando o pau dele com espasmos. Ele continuou metendo sem parar, suor escorrendo pelo abdômen marcado. Mudamos para posição de conchinha. Ele levantou minha perna e metia lateralmente, apertando meus seios e mordendo meu pescoço. Senti o pau inchar.
— Vou gozar dentro!
— Enche minha boceta, Marcelo!
Ele urrou, jorrando jatos grossos e quentes bem no fundo do meu útero. Quando saiu, um creampie grosso escorria da minha boceta dilatada, pingando pelos grandes lábios inchados e vermelhos.
O fim de semana inteiro foi assim. Acordei de madrugada com a boca dele na minha boceta novamente. Fizemos 69 no sofá, eu engolindo aquele pau grosso até a garganta enquanto ele devorava meus lábios vaginais. Na piscina, ele me fodeu dentro da água, meus seios balançando contra o peito dele. No banheiro, contra a parede, debaixo do chuveiro. Anal também: ele preparou com dedos e lubrificante, depois enfiou aquele pau grosso na minha bundinha apertada, metendo com força enquanto estapeava minhas nádegas.
Cada detalhe dos corpos era explorado: eu lambia as veias do pau dele, chupava as bolas pesadas, ele apertava cada parte macia do meu corpo maduro, elogiando minhas imperfeições. Gozamos incontáveis vezes. No domingo à noite, uma última foda lenta e profunda, olhando nos olhos, antes das famílias voltarem.
Aquele fim de semana proibido despertou em mim um desejo que nunca mais consegui controlar.