O universo de casais liberais, cuckolds, hotwifes e demais denominações ligadas ao meio sempre gera muita curiosidade, mas uma coisa é entender como funciona, outra, é conhecer mais de perto e foi o que ocorreu comigo em alguns momentos minha vida.
Mas antes de entrar neste conto, uma explicação do autor: Há dois anos, comecei e não terminei a história “Minha linda esposa: de recatada a uma hotwife decidida e desejada”. Recebi e sigo recebendo pedidos para a continuação da trama, mas não consegui me reconectar com o conto. Entretanto, decidi começar um novo, pegando o eixo central daquela e com um título semelhante. O leitor notará algumas semelhanças, mas a trama terá fatos bem diferentes. Vamos ao conto:
Meu nome é Wagner e a primeira vez que presenciei algo ligado a casais liberais, fiquei impressionado e confuso. Eu tinha 18 anos, morava em Sorocaba, com meus pais e mais um irmão e uma irmã. Numa noite quente, estava no fundo do quintal, fazendo uns arremessos numa cesta de basquete que tinha pregado numa parede. Houve um momento, em que quis fazer graça arremessando de costas e após umas 4 tentativas, consegui o feito de jogar a bola no quintal dos vizinhos (Fabiana e Leonardo). Já eram 22h, achei chato chamá-los e como o muro era relativamente baixo, decidi pular e pegá-la sem incomodá-los.
Foi o que fiz, porém, após pegar a bola, ouvi Fabiana dizendo em um tom imperativo:
-É para cheirar e chupar direito, corno! Lambe bem fundo minha boceta que ainda tá com muita porra do safado do Tony.
Fabiana e Leonardo não tinham filhos, estavam na faixa dos 30 anos e tinham alugado a casa ao lado da minha. Ela me lembrava muito uma atriz chamada Hermila Guedes, quando a mesma atuou no filme brasileiro Assalto ao Banco Central. Tinha os cabelos castanhos e cheios, branca, olhos verdes, nariz reto, sorriso largo, corpo esguio com seios de médios para grandes e bumbum médio. Já ele, era moreno claro, meio baixinho (1,69m no máximo), um pouco acima do peso, mas não obeso. Os dois eram reservados, mas muito gentis comigo e minha família.
Percebi que estavam na sala, a janela estava aberta e a cortina branca de renda não conseguia esconder o que se passava lá dentro. Atordoado com o que ouvi, decidi me aproximar, mesmo correndo o risco de ser visto.
Fiquei colado na parede ao lado da janela, ainda na dúvida se olhava para dentro ou não, foi quando ouvi, novamente a voz de Fabiana:
-Isso, primeiro cheira bem...Foram 3 trepadas, está como você gosta, seu frouxo da piroca pequena.
Resolvi olhar, pois era impossível resistir à curiosidade. Foi quando vi uma cena impactante. A deliciosa Fabiana estava apenas com um body preto de renda, com o pé esquerdo no chão e o direito apoiado no sofá; e de joelhos, estava Leonardo, puxando o body dela para o lado e cheirando a boceta da esposa. Ela tinha acabado de voltar da rua, de um encontro com o amante. Sua saia preta e uma blusinha vermelha estavam jogadas no chão. O cabelo estava levemente desgrenhado e notei que sua testa brilhava um pouco, talvez de suor.
Pouco depois, ela arrancou o body e ficou totalmente nua, pude ver então, sua boceta de pelos negros no formato de um triângulo invertido e seus seios deliciosos com aréolas médias e marrons-claras. Apesar de confuso, fiquei com o pau duro a ponto de doer. Fabiana puxou o marido pelos cabelos, fazendo-o encaixar o rosto dele em sua xana que havia sido fodida por horas:
-Tem porra lá no fundo, enfia bem a língua que você vai sentir. Tá sentido o cheiro dela? Tá forte como você gosta?
Ele emitiu um som que parecia ser um sim e passou a chupá-la desesperadamente. Notei que a mesma sorria vendo o marido naquele estada, mas demonstrava estar excitada também. Pouco depois, Fabiana se afastou dele e foi para o sofá, ficando de 4:
-Vem, chupa meu cuzinho. O Tony não perdoou nem ele.
Leonardo tirou a cueca e pude ver seu pau pequeno (no máximo uns 12cm) e muito fino, mesmo duro. Ele obedeceu a esposa e enfiou a cara nas nádegas brancas com marcas de biquini.
-Tá sentindo o cheirinho do meu cu? Tá suadinho, não tá, meu corno?
Ele demorou um pouco a responder, parecia estar louco de desejo lambendo o cu e boceta da esposa que foram fodidos por outro pouco antes. De repente, afastou o rosto e deu um gemido:
-AHHHHHHHHHH! Que cheirão forte da porra! Sua puta safada! Você tem um marido bom como eu e faz isso, volta a essa hora para casa, com a boceta e o cu arregaçados.
E voltou a chupá-la. Pouco depois, quis enfiar, mas foi repreendido.
-Na-na-ni-na-não, pintico! Já falei que quando saio com meu macho, você tem direito a uma punhetinha e tá bom demais, além disso, nem vou sentir essa salsichinha aí dentro de mim, depois do caralho do Tony ter me arregaçado toda. Vem vou tocar uma punhetinha para acalmar esse tesão de corno manso.
Leonardo se deitou de barriga para cima no sofá, Fabiana se sentou na cara dele e passou a masturba-lo.
-Que diferença! Eu punheto o Tony com as duas mãos e ainda fica muita pica aparecendo, já a sua, só uma mão e já cobre quase tudo. Não tem vergonha, não, seu corno? -Disse Fabiana punhetando o marido com grande destreza. Com a voz embargada de tesão, Tony questionou:
-Ele é muito melhor que eu na cama? Conta, sua chifradeira vagabunda.
Fabiana gargalhou:
-Sério mesmo que você vai perguntar isso novamente, amor? Você é frouxo, sem pegada, cansa logo, tem uma piroca que nem volume faz na cueca, já o Tony é um homem de verdade, um comedor viril e pauzudo. Agora, goza logo que tô cansada, tô moída de tanta pica que levei. Goza, corno filho da puta, goza, enfia a língua bem fundo na minha boceta e goza sentindo o gosto.
Fabiana acelerou ainda mais a punheta e de repente, Leonardo deu um berro assustador e passou a soltar jatos e mais jatos de porra. Ela sorriu e saiu de cima dele. A cara dele era de êxtase total, como se tivesse dado a maior de todas as gozadas. Fiquei ainda mais chocado ao ver os dois se beijando depois e fazendo juras de amor.
Naquela noite, toquei 2 punhetas me lembrando do corpo nu de Fabiana. Nos dias seguintes, voltei a me masturbar pensando nela. Cheguei até pensar em tentar me aproximar dela, mas, certamente, uma mulher que na época tinha uns 30 anos, não ia querer nada com um fedelho pouco experiente em termos de sexo, sendo que tinha um super amante.
Queria ter visto outras transas deles, mas a prudência falou mais alto e não tive mais coragem de pular o muro, mesmo quando sabia que Fabiana estava voltando de um encontro com seu amante.
Meses depois, eles se mudaram e creio que só os vi mais umas 3 vezes, porém aquela noite ficou marcada em minha cabeça. Somente muito tempo depois, viria a compreender que aquele estilo de vida deles era muito mais comum do que eu pensava e que ambos eram felizes daquele jeito. Quanto ao tratamento rude dela, fazia parte de uma encenação, pois meu vizinho não se contentava só em ser corno, queria ser humilhado.
Agora, focando em minha história: como citei, isso ocorreu quando eu tinha 18 anos, uma época meio difícil, pois não consegui entrar em nenhuma universidade pública e não tinha grana para pagar uma particular boa. Havia as particulares ruins que cobravam mensalidades acessíveis, mas eu não fazia parte do rol de otários que caí nesse tipo de arapuca, por isso, o jeito foi me virar.
Tinha um tio em São Paulo que atuava no ramo de entregas dentro da própria capital e das cidades próximas. Ganhava muita grana. Mudei-me para lá e passei a trabalhar para ele. Não digo que comecei totalmente de baixo, mas quase. Tive que ralar muito para galgar alguns postos nos 4 anos seguintes, que foi quando comecei a ganhar um pouco mais.
Vivendo em São Paulo, fui adquirindo experiência em diversas áreas, inclusive na sexual, era fácil arrumar uma garota para transar, a maioria não eram super beldades, mas também não eram bagaços.
Apesar de sempre ter meus esquemas aqui e ali com mulheres, era muito focado, não bebia, não virava a noite na rua nem gastava à toa. Fiz vários cursos de logística e automatização na área e comecei a bolar um projeto de terceirizar as entregas para que fossem mais rápidas e ao mesmo tempo, pudessem atender a mais segmentos, algo que hoje é comum, mas na época, poucos faziam, ou seja, pagar para transportadoras menores ou até mesmo alguém com carro ou moto entregar produtos de diversas empresas de todos os portes com as quais firmássemos parcerias.
Meu tio perdeu o bonde da história, achou que seria uma furada, que não dava para confiar em gente estranha entregando, expliquei a questão de rastreamento e tantos outros pontos, mas não adiantou.
Resolvi buscar investidores para montar a minha própria empresa, consegui 3, e aos 24 anos (1 ano após começar), já estava faturando alto. Tinha muitas responsabilidades, claro, mas ganhei em um ano, algo que não imaginei conquistar em 15 ou 20. Não pensem que me tornei um super milionário em pouco tempo, mas tive o feeling de pegar, bem no começo, uma onda, que viria para ficar, e soube surfá-la
Tempos depois, vendo o meu sucesso, meu tio passou a dizer a todos que eu o apunhalara pelas costas, que tinha aprendido tudo com ele e depois o sacaneei. Não me importei com as falsas acusações e segui focado em meu negócio e dois anos depois, já tinha um belo apartamento perto do Parque do Ibirapuera, um bom carro, dinheiro guardado e a empresa seguia em alta.
Com dinheiro entrando cada vez em maior quantidade, passei a curtir, aí sim, com beldades de 1ª categoria, transei com várias e teria transado muito mais se não fosse pela entrada de uma pessoa em minha vida: Manu.
Eu acabara de completar 26 anos e o sucesso de minha empresa me fez dar entrevistas e me levou a ser convidado a ministrar algumas palestras, e em uma delas, em uma feira de logística em São Paulo, acabei vendo Manu pela 1ª vez. Ela estava trabalhando como modelo de eventos em um stand e fiquei completamente louco por sua beleza, aliás, não só eu, mas todos que a viam.
Aquela que seria minha futura esposa estava com 20 anos. Era morena ao estilo cabocla, 1,70m, cabelos negros, mas na época estavam com luzes, olhos negros e que transmitiam um jeito meigo, nariz fino e perfeito, lábios levemente carnudos, pele impecável, um sorriso tímido e doce. Já seu corpo, contrastava com a ternura do seu rosto, pois era de tirar a paz, a começar pelos seios volumosos que pareciam querer rasgar o macacão preto e vermelho que estava usando, tinha a cintura fina, os quadris largos e arredondados, coxas grossas e bem definidas, mas sem serem musculosas, uma bunda espetacular de média para grande e muito arrebitada e para completar, devido à roupa colada que usava, dava para notar que tinha uma senhora boceta. Lembrava muito uma atriz colombiana de filmes adultos chamada Esperanza Gomez, quando essa tinha seus 20 e poucos. Resumindo, era uma cavala de rosto angelical.
Eu sabia que não todas nem a maioria, mas algumas dessas modelos que trabalham em eventos eram garotas de programa de luxo nível 5 estrelas, e apesar de nunca ter saído com profissionais do sexo, se fosse o caso dela, eu toparia.
Decidi puxar papo com Manu, que foi gentil (tinha que ser), certamente, eu devia ser o milésimo a me aproximar dela naquele dia com segundas intenções, mas mal comecei a falar e o proprietário da empresa que estava usando o stand em que ela trabalhava, me reconheceu e veio me cumprimentar todo afoito, depois, apontou para banner grande que tinha a minha foto e informando o horário da minha palestra e disse a ela:
-Esse jovem empresário é uma das atrações dessa feira, olha lá, Wagner Cerras! -e apontou para o banner.
Manu olhou e ficou surpresa, já o coroa não parou de falar sobre o que sua empresa oferecia. Fiz que prestava atenção, mas não tirei os olhos daquela garota maravilhosa. Consegui ter uma brecha e conversei um pouco com a mesma, insisti um pouco e consegui seu número de celular.
Quando liguei convidando-a para um jantar, percebi que Manu não era garota de programa, pois a mesma, educadamente, recusou, mas segui insistindo em outros dias até convence-la a pelo menos tomarmos um café num final de tarde.
Nos encontramos e fiquei ainda mais bestificado com sua beleza, mas notei que mesmo sendo linda e uma cavala, Manu era bem inexperiente sobre tudo, não era modelo de fato, só aceitou fazer aquele trabalho porque uma amiga do meio a recomentou por ser muito bonita e a mesma precisava de qualquer dinheiro, pois ganhava pouco como recepcionista em um prédio comercial.
Para encurtar a história, seguimos conversando por mais umas duas semanas, eu bancando o super legal, até que finalmente, consegui levá-la ao meu apartamento após um jantar. Ao ver Manu nua fiquei completamente louco, era mais do que eu imaginara. Seus seios volumosos, tinham aréolas de médias para grandes marrons-claras, a cintura fina contrastava com seus quadris largos, as coxas grossas, a bunda maravilhosa de média para grande, com textura macia, sem celulite, estrias, firme e empinada, já sua boceta era grande, testuda, com pelos negros aparados no formato retangular, tinha os pequenos lábios e o clitóris grandes.
Nos pegamos por horas, consegui fazer aquela morena cavala gozar 3 vezes, a mesma quantidade de vezes que gozei. O mel que escorria de sua bocetona era farto e grudento. Fodemos em várias posições, só não rolou anal porque Manu disse não curtir.
Foi uma noite deliciosa, mas não me estenderei nos detalhes, pois, preciso ser sincero, apesar de Manu ser linda e cavala, sua experiência na cama era praticamente zero. Ela me confidenciou que só tivera um namorado com quem transou durante um ano, mas o cara não devia ser lá muito criativo, já que a mesma me confessou que nunca tinha sido tão com ele como foi comigo.
Já eu, não podia dizer a mesma coisa, nos dois últimos anos, estava trepando com mulheres que além de espetacularmente lindas e gostosas, davam um show na cama, sabiam mamar de N maneiras, cavalgar, faziam anal com gosto e mil e uma loucuras. Infelizmente, Manu não era dessas. Sei que muitos caras adoram garotas mais com esse jeitinho frágil, porém, eu preferia as mais safadas e foi por isso que após aquela noite, resolvi que não ia mais procura-la.
Entretanto, Manu tinha outros planos e passou a me ligar, no começo toda feliz, dizendo que queria me ver e tal, mas logo percebeu que eu não estava a fim e me mandou um áudio longo, contando o quanto tinha sido bom ter me conhecido, que não pensou que fosse ser coisa de uma noite só, até chorou no final dizendo que não me perturbaria mais.
Eu não era de me apegar a mulher nenhuma, mas acabei ouvindo aquele áudio várias vezes, seu jeito meigo e triste mexeu comigo e após alguns dias, decidi chama-la para sairmos novamente.
Começamos a nos ver com frequência e a cada transa, ia lhe ensinando coisas novas. Disposta a me agradar, Manu aprendia tudo rápido e após um tempo, passou a trepar muito bem, fazia boquetes incríveis, me deixando gozar em sua boca, aprendeu a cavalgar de diferentes maneiras e até o cuzinho liberou. Viciei em chupar seu clitóris grande e isso a levava a orgasmos tão fortes, que a mesma chegava a desabar na cama quase desfalecida. Amava sentir o mel farto e o cheiro de sua bocetona imponente. Também chupava seu cuzinho marrom que sempre estava impecavelmente limpo. Trepávamos quase todo dia e a minha morena cavala dormia várias noites em meu apartamento.
A verdade é que após alguns meses transando apenas com Manu, percebi que estava completamente apaixonado por ela, pois além de linda e de ter virado uma safada sem limites na cama, fora dela, tinha um jeito delicado, muito carinhosa e dedicada.
Completamos um ano juntos e a surpreendi perguntando se queria se casar comigo, ela topou e sem delongas marcamos a data e nos tornamos marido e mulher oficialmente. Eu estava com 27 e ela, 21.
Queríamos curtir alguns anos antes de termos filhos, mas 7 meses após nos casarmos, Manu engravidou. Tivemos um lindo garoto, Renato, e em pouco tempo, minha esposa retomou a força física.
Nos negócios, eu não tinha do que reclamar, pois a empresa seguia só aumentando seus lucros, mas nossa vida sexual deu uma esfriada. Ainda rolavam transas épicas, mas cada vez mais espaçadas e isso foi se tornando um problema para mim, pois meu pique era quase o de um viciado em sexo.
Manu continuava me tratando maravilhosamente bem, mas diminuiu sua vontade de transar e eu não era de querer fazer sem que ela estivesse a fim. Achei que fosse algo temporário, mas 2 anos após o nascimento de nosso filho, as coisas não melhoraram e isso virou uma bola de neve, passei a ficar estressado, brigava com ela e por fim, o pior, arrumei uma amante e meses depois, minha esposa descobriu
Obviamente, Manu botou para quebrar, rolaram vários quebra paus, ela sofreu e chorou para cacete, mas, por incrível que pareça, não quis se separar. Já eu, que tinha sido o grande canalha, passei a refletir e vi que além de ter ido longe demais, não conseguiria parar, seria coisa de tempo para voltar a me envolver com outras e isso faria minha esposa voltar a sofrer. Refleti muito e acreditando estar fazendo o certo, pedi o divórcio.
Manu tentou me convencer a desistir da ideia, mas ao ver que estava irredutível, aceitou, mas além de arrasada, ficou com muita raiva de mim.
Cedi a ela até mais do que teria que dar por direito, além de uma bela pensão. Queria que Manu e Renato ficassem bem amparados. Minha agora ex, vendeu o apartamento que lhes deixei, comprou uma casa e foi morar junto com a mãe e, claro, com nosso filho. Já eu, comprei outro apartamento.
Foi um começo difícil, sentia muita falta dos dois, mas era o melhor. Eu visitava Renato mais de uma vez na semana, mas Manu não queria saber de falar comigo, quando eu chegava, ficava com ele e minha ex-sogra na sala, enquanto minha ex ia para o quarto. Isso só começou a mudar após uns 6 meses de separação, quando fomos lentamente voltando a conversar.
Passei a sair com diversas mulheres, tinha uma amante fixa, chamada Leila, uma jovem de 20 anos, mas que parecia ter menos por causa de seu corpo de ninfeta. Tinha os olhos azuis, pela branca, seios e bumbum médios, mas de 1,70m, era esguia e uma tremenda safada que era bancada por um sugar daddy de 56 anos e que não dava conta do fogo dela. Nunca vi uma garota gostar tanto de anal como ela, acho que gozava até mais dando a bunda do que a boceta, até mesmo levando umas dedadas no cuzinho a safada ficava excitada e gemia alto.
Dez meses após meu divórcio, Manu e eu estávamos de boa, conversávamos bastante, até que ela me contou que havia conhecido um médico de 35 anos e que estavam começando a sair. Senti uma pontada doída no peito, mas disfarcei. Estava claro que uma linda mulher como ela não ficaria sozinha para sempre. O tal médico tinha era cardiologista, tinha uma clínica grande num bairro nobre e pelo visto estava completamente apaixonado por minha ex.
Procurei tratar aquilo com naturalidade e disse a Manu que ela merecia ser feliz e que poderíamos nos tornar grandes amigos já que tínhamos um filho.
Pouco tempo depois, acabei conhecendo o médico, se chamava Guilherme, era um cara boa pinta e educado. Notei que os dois estavam se dando bem e procurei ser gentil para não ficar nenhum clima.
Entretanto, uns bons meses depois, eu descobriria algo incrível, minha doce e tímida ex-esposa apesar de aparentar estar bem com o namorado, estava chifrando-o e pelo jeito, o amante misterioso era um super comedor. Isso mexeria de tal forma comigo que faria a história se embaralhar toda.
