🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

O Trabalho Voluntário Da Religiosa Gostosa Pt8 Semana De Sexo E O Flagrante

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 2568 palavras
Data: 06/07/2026 13:53:29

A manhã chegou. Eduarda sabia que ficaria aquela semana inteira com Tatu a sós na igreja durante boa parte do dia. Fez seus deveres domésticos com capricho — arrumou a casa, lavou a louça do café da manhã e organizou tudo impecavelmente. Tomou um banho demorado, deixando a água quente relaxar o corpo ainda marcado da noite anterior, e escolheu com cuidado o que vestir. Optou por um vestido leve, porém justo, de tecido suave que marcava sutilmente sua cintura fina, destacava os seios grandes e firmes e realçava o quadril largo e a bunda arredondada, com um comprimento na altura dos joelhos que mantinha a elegância. O decote era discreto, mas suficiente para valorizar seu colo. Colocou os cabelos loiros soltos, um pouco de maquiagem leve e óculos escuros, mantendo aquela postura de superioridade e elegância que a caracterizava. Seguiu para a igreja caminhando pelas ruas tranquilas do bairro, sentindo o coração acelerado pela mistura de ansiedade, culpa e uma excitação proibida que tentava reprimir. Ao chegar lá, Tatu ainda não havia chegado. A igreja estava silenciosa, o sol da manhã entrando pelas janelas, iluminando o altar e as cadeiras vazias. Eduarda respirou fundo, sentindo o peso daquela semana que estava apenas começando.

Durante a tarde, Eduarda recebeu alguns fiéis que vinham pedir oração e outros que passavam por ali. Ela orou com cada um, ofereceu palavras de conforto, distribuiu água e conversou com calma, mantendo a postura de pastora atenciosa. A tarde transcorreu tranquila, com o sol entrando pelas janelas da igreja e o silêncio ocasionalmente quebrado por vozes baixas de oração.

Às 18 horas, Tatu apareceu com as novas pias, vasos sanitários e canos. Cumprimentou Eduarda na frente de um fiel com um sorriso educado e seguiu até os banheiros para olhar o trabalho que ele iria realizar. Eduarda viu o negro caminhar até os banheiros — o corpo musculoso, o jeito confiante — e seu corpo reagiu com excitação, uma onda de calor subindo pelo ventre.

Eduarda seguiu ali no altar da igreja por mais alguns minutos. Seguiu até o portão, o trancou e voltou para dentro. Caminhou pelo corredor que a levaria aos banheiros, o barulho dos saltos altos ecoando no espaço vazio. Entrou no banheiro feminino e não viu Tatu. Ele então a surpreendeu por trás, prensando-a contra a pia. Passou a beijar o pescoço dela, descendo devagar, e deu tapas fortes na bunda. Em seguida, retirou o vestido dela com urgência e a mandou segurar na pia, dizendo que iria fodê-la ali mesmo, no banheiro feminino da igreja.

Tatu a fodeu com intensidade e dominância no banheiro feminino da igreja. Segurando os quadris largos de Eduarda com força, ele enfiou o pau preto grosso de uma vez, esticando a buceta molhada dela ao máximo. Começou a meter com estocadas profundas e brutais, fazendo o corpo dela bater contra a pia a cada investida. Eduarda gemia alto, os olhos revirando de prazer enquanto ele a dominava completamente, o pau venoso roçando todos os pontos sensíveis dentro dela. Tatu dava tapas fortes na bunda, puxava os cabelos loiros dela para trás e sussurrava safadezas no ouvido: “Isso, vadia… toma esse pau preto que você tanto quer”. Ele acelerava o ritmo, metendo fundo, o som molhado da carne se chocando ecoando no banheiro. Eduarda tremia de tesão, as pernas bambas, a buceta pulsando ao redor do pau grosso que a preenchia como nunca. Ele a virava de lado, levantava uma perna dela e continuava estocando com força, os seios grandes balançando, os mamilos duros roçando contra a pia fria. O prazer era avassalador — Eduarda gemia descontroladamente, o corpo convulsionando, até que gozou forte, a buceta contraindo violentamente ao redor do pau dele, jorrando um líquido quente enquanto tremia inteira, os olhos revirados e a boca aberta em um gemido longo e abafado.

Ele a virou, beijou-a com fome, enfiando a língua na boca dela e apertando sua bunda ainda vermelha. Depois se afastou um pouco e disse, rouco:

— Isso foi só o primeiro dia, vadia. Me chupa até eu gozar.

Eduarda, ainda ofegante e dominada pelo tesão, ajoelhou-se no chão frio do banheiro. Segurou o pau preto grosso com as duas mãos, sentindo o calor e a rigidez impressionante, as veias pulsando contra sua palma. Começou a chupar devagar, passando a língua pela cabeça roxa inchada, saboreando o gosto misturado dos dois, depois desceu a boca o máximo que conseguia, engolindo boa parte do comprimento. Tatu segurou a cabeça dela, guiando o ritmo, enfiando mais fundo na garganta. Eduarda chupava com vontade, subindo e descendo a boca com movimentos ritmados, a língua girando na glande, sugando com força enquanto massageava as bolas pesadas com uma mão. O pau latejava na boca dela, cada vez mais duro, babando pré-gozo que ela engolia. Tatu gemia rouco, fodendo a boca dela com estocadas controladas, batendo no fundo da garganta. Eduarda não parava — chupava mais rápido, apertando a base, lambendo as veias salientes, os olhos lacrimejando do esforço. Depois de minutos intensos, Tatu segurou a cabeça dela com mais força e gozou forte, enchendo a boca e a garganta de Eduarda com jatos grossos e quentes de porra, pulsando repetidamente enquanto ela tentava engolir tudo.

Eduarda se limpou rapidamente no banheiro e foi para o altar. Após alguns minutos, Paulo apareceu. Eduarda o beijou com a boca que acabara de chupar o pau preto de Tatu. Ele foi olhar o que Tatu havia feito e Eduarda o seguiu.

Tatu explicou a Paulo o que ele faria: trocaria as pias e vasos sanitários antigos, consertaria o encanamento e melhoraria a parte elétrica dos banheiros para evitar problemas futuros. Paulo ouviu com atenção e depois disse a Tatu que ele poderia ir embora, pois ele e Eduarda também já iriam para casa.

Eduarda e Paulo seguiram a pé até sua casa. Chegando lá, ele disse que estava com saudades de sair com sua esposa e a convidou para ir ao cinema. Ela aceitou.

O casal chegou ao cinema no shopping do bairro mesmo. Resolveram assistir um filme de romance e aproveitaram o momento a sós, de mãos dadas, com Eduarda apoiando a cabeça no ombro de Paulo durante a sessão.

O casal saiu do cinema já perto das onze da noite. Ao retornar para casa, eles se deparam com Tatu. Ele os parou e disse a Paulo:

— Pastor, o senhor se importa de amanhã eu faltar na igreja? Tenho uns compromissos para resolver.

Paulo concordou.

Após chegar em casa, o casal começou a trocar carícias. Paulo a abraçou por trás, beijando seu pescoço e descendo as mãos pelos seios grandes por cima do vestido. Eduarda correspondeu, virando-se e beijando-o com desejo. Eles subiram para o quarto, tirando as roupas com pressa. Paulo a deitou na cama, beijou seus seios, chupou os mamilos e a penetrou com urgência. Metia com ritmo constante, segurando os quadris dela, gemendo alto enquanto entrava e saía. Eduarda gemia, tentando sentir prazer, mas em poucos minutos Paulo acelerou, tremeu e gozou precocemente dentro dela mais uma vez. Desabou ao lado dela, satisfeito. Eduarda ficou ali, insatisfeita, o corpo quente e latejando sem alívio.

A terça-feira chegou e Eduarda seguiu sua rotina na igreja. Chegou cedo, abriu o portão, arrumou as cadeiras, limpou o altar e organizou os materiais de louvor. Passou a manhã orando sozinha no altar, pedindo força e sabedoria para lidar com a presença constante de Tatu, que não apareceria por lá naquele dia. Recebeu alguns fiéis que vinham pedir oração, conversou com eles, leu passagens da Bíblia e orou por cada um, sentindo-se útil e conectada com seu chamado. À tarde, separou doações de roupas e alimentos que haviam chegado, organizou as cestas básicas para a próxima distribuição e fez uma lista de necessidades para o projeto. O dia foi calmo, mas a mente dela ainda estava agitada com as lembranças das noites anteriores e a tensão de ter Tatu por perto. Às 18 horas, Paulo chegou na igreja para começar a se arrumar para o culto das 19:30. Ele a abraçou e disse:

— Vai pra casa se arrumar, amor.

Eduarda pegou o carro do marido, mas decidiu não ir para casa e ir para a invasão ver o que Tatu estava aprontando. Desceu na porta da invasão e entrou. Caminhava com elegância, usando salto alto que marcava cada passo no chão irregular de terra e lama, uma blusa justa que destacava seus seios grandes e uma calça jeans chamativa que realçava seu quadril largo e a bunda arredondada. As pessoas da invasão olhavam para ela com curiosidade e admiração. Ela chegou na casa de Tatu, mas decidiu entrar pela parte de trás. Então ouviu e viu pela janela sem cortinas

Tatu e Eliane estavam transando com muita tesão e dominância. Ele a tinha dobrada sobre a cama, a buceta molhada brilhando, mas o pau grosso e preto estava enfiado fundo no cu dela. Fodia brutalmente, estocando com força, o pau venoso abrindo o cuzinho apertado da morena, que gemia alto, o corpo tremendo a cada investida. Tatu segurava os cabelos dela, puxando a cabeça para trás enquanto metia sem piedade, dando tapas fortes na bunda, chamando-a de puta e vadia. O pau entrava quase inteiro, esticando o ânus dela, o som molhado e obsceno ecoando no quarto. Eliane gemia descontroladamente, pedindo mais, o corpo suado e tremendo de prazer. Eduarda, escondida do lado de fora, via tudo pela janela sem cortinas — o pau preto grosso entrando e saindo do cu da morena, os gemidos altos, a dominância bruta de Tatu. Depois de minutos intensos, Tatu gozou forte dentro do cu dela, enchendo-a de porra quente. Eliane saiu alguns minutos depois, mancando levemente, com um sorriso satisfeito no rosto.

Eduarda ficou ali mais uns minutos, o coração acelerado. Apareceu de surpresa, dizendo:

— Faltou no trabalho para comer a puta da Eliane?

Tatu respondeu, cínico e debochado:

— Está com ciúmes, gostosa?

Ela disse, ainda irritada:

— Você estava comendo o cu dela… eu nunca fiz…

Antes de completar a frase, ele disse, rouco:

— Me chupa, gostosa. Agora.

Eduarda se ajoelhou, o corpo curvilíneo ainda tremendo. Seus seios grandes e firmes subiam e desciam com a respiração acelerada, os mamilos duros marcando o tecido. Segurou o pau preto grosso com as duas mãos, sentindo o calor e a rigidez impressionante, as veias pulsando contra sua palma. Começou a chupar devagar, passando a língua pela cabeça roxa inchada, saboreando o gosto, depois desceu a boca o máximo que conseguia, engolindo boa parte do comprimento. Subia e descia com a boca, a língua girando, sugando com força enquanto os cabelos loiros balançavam. Tatu segurou a cabeça dela, guiando o ritmo, enfiando mais fundo na garganta. Eduarda chupava com vontade, os olhos lacrimejando do esforço, os seios balançando a cada movimento, a bunda arredondada empinada enquanto estava de quatro.

Após chupar Tatu, Eduarda e ele transaram loucamente, com ele a dominando completamente. Ele a virou de quatro, segurou seus quadris largos e meteu com força, o pau grosso entrando fundo na buceta molhada dela. Eduarda gemia alto, o corpo tremendo a cada estocada bruta. Ele dava tapas fortes na bunda, puxava os cabelos loiros e a fodia sem piedade. Ela olhava para o relógio e disse, ofegante:

— São 18:50, tenho que me arrumar para o culto.

Tatu sorriu e disse:

— Você vai ir para a igreja com uma coisinha que eu vou te dar.

Ele pegou um plug vermelho e ela perguntou:

— O que é isso?

Ele a apresentou o plug anal. Eduarda disse:

— Não imaginava que era assim… Eu já vi um desse cair da bolsa da enjoada da Clara.

Tatu sorriu e disse:

— Um plug com a Clara?

E colocou o plug no cu da pastora. Ela saiu para se arrumar, agora tendo que se acostumar com o plug no seu cu.

O culto foi abençoado, com louvor forte e emocionante que enchia o templo de adoração, vozes unidas levantando as mãos, lágrimas escorrendo de muitos fiéis e uma atmosfera de presença do Espírito Santo. A palavra pregada tocou corações, trazendo exortação, conforto e renovação. Eduarda participou, mas sua mente estava dividida entre a unção do momento e os pensamentos conflitantes que a atormentavam, especialmente com o plug anal que Tatu havia colocado nela mais cedo, fazendo-a sentir uma pressão constante e proibida a cada movimento.

Na quarta-feira, o sexo no banheiro foi intenso. O local estava sujo devido às trocas de pias, vasos sanitários e encanamento que Tatu realizava — poeira, ferramentas espalhadas, cheiro de tinta e cimento. Ele a prensou contra a pia suja, levantou o vestido e tirou o plug com um gemido dela. Penetrou a buceta molhada com força, metendo fundo e rápido, o pau grosso esticando-a enquanto dava tapas na bunda. Eduarda gemia alto, o corpo tremendo, sentindo o prazer misturado com a sujeira do ambiente. Tatu a dominava, segurando os cabelos loiros, metendo com brutalidade até ambos gozarem forte, a porra dele escorrendo pelas coxas dela no chão sujo do banheiro.

A quinta-feira chegou. Eduarda acordou cedo, fez uma faxina na casa e saiu para correr. Ao voltar, se arrumou para ir para a igreja. Às 10 horas ela chegou, passou a manhã toda fazendo contagem das doações. Paulo apareceu para vê-la e levar café para a esposa. À tarde, Tatu chegou para concluir a troca de pias, encanamento e vasos e trabalhou a tarde toda. Eduarda ainda não havia se acostumado com o plug no cu. Após o almoço de Tatu, ele chamou a loira, abriu sua bunda, retirou o plug e enfiou dois dedos no cu virgem da loira, dizendo:

— No momento certo ele será meu.

E disse:

— Quero te comer agora.

Ele enfiou o dedo na buceta molhada dela, retirou seu pau já duro e latejando de tesão e enfiou a cabeça na buceta dela no altar da igreja.

Ele posicionou a loira no altar e passou a estocar em Eduarda de maneira intensa e dominante, segurando seus quadris largos com força enquanto o pau preto grosso entrava e saía da buceta molhada dela com estocadas brutais e profundas. Eduarda gemia alto, o corpo tremendo a cada investida, os seios grandes balançando violentamente enquanto Tatu a fodia sem piedade no altar da igreja. Ela sentia cada centímetro do pau venoso roçando fundo, esticando suas paredes internas, batendo no colo do útero, um prazer proibido e avassalador tomando conta. Entre os gemidos descontrolados, ela pedia desculpas a Deus, sussurrando baixinho: “Senhor… me perdoa… isso é pecado… eu estou sendo fodida pelo negro no altar da tua casa… me perdoa…”. Tatu acelerava o ritmo, dando tapas fortes na bunda, puxando os cabelos loiros dela para trás e metendo com mais violência, o som molhado da carne se chocando ecoando no templo vazio. Eduarda gemia cada vez mais alto, o corpo suado, a buceta pulsando ao redor do pau grosso, a culpa misturada ao tesão a deixando ainda mais excitada. Ele dominava completamente, estocando fundo e ritmado, fazendo-a sentir cada veia, cada polegada, até que do nada eles ouviram uma voz dizer:

— Pastora Duda… que pecado na casa do Senhor disse em tom debochado.

Eduarda olhou para trás e viu Clara. A pastora saiu correndo e disse:

— Eu vou desmascarar essa safada que está fazendo isso na casa de Deus!

E saiu dali. Eduarda se vestiu rapidamente e olhou para Tatu, já chorando:

— Ela vai acabar com minha vida…

Tatu disse, calmamente:

— Não vai não, loira. Eu tenho aquela pastora nas minhas mãos.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Carvalhinho a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →