🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

As Mulheres de Miguel - Capítulo 03: A Avó Materna

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Allan Grey
Categoria: Heterossexual
Contém 1609 palavras
Data: 06/07/2026 09:27:05

A sala de estar de minha avó Maria cheirava a uma mistura densa de orquídea negra, incenso de sândalo e fumo de corda. Um aroma pesado. Antigo. O ambiente respirava uma autoridade silenciosa, decorado com móveis de jacarandá escuro que pareciam testemunhar os segredos daquela família há décadas. Eu me sentava no sofá de veludo cotelê. Sentia o peso daquela casa sobre os meus ombros. O cansaço físico da minha rotina se dissipava ali, substituído por uma tensão diferente. Uma expectativa febril que fazia minha pele formigar.

​Minha avó cruzou o cômodo com seu caminhar firme e calculado.

​Ela vestia um vestido midi de malha verde-oliva transpassado. O tecido, justo ao extremo, desenhava com precisão a silhueta de seu corpo maduro e firme. Aos sessenta anos, ela exibia um vigor físico que desestruturava qualquer noção de velhice. O cabelo castanho-escuro, cortado em um chanel simétrico e liso, emoldurava o rosto quadrado de mandíbula definida. Os olhos castanhos, marcados por finos sinais de expressão, carregavam sempre aquele olhar avaliador. Minha avó Maria me vigiava. Como quem inspeciona uma propriedade privada.

​Ela colocou o prato com uma fatia generosa de bolo de cenoura sobre a mesa de centro.

​— Minhas amigas do clube comentaram ontem — minha avó Maria disse, a voz lenta, rústica e pausada. — Acharam lindo como você, ao contrário dos netos imprestáveis dela, sempre visita a sua avó.

​Soltei uma risada curta, sem desviar os olhos do decote transpassado que revelava o início de seus seios médios e firmes sob o tecido justo.

​— Eles não têm uma avó como a minha — eu respondi.

​Minha avó sorriu. Um sorriso superior. Cínico. Ela cortou mais um pedaço de bolo com o garfo e estendeu na direção da minha boca. Aceitei o doce. A calda de chocolate, escura e ainda morna, sujou levemente o canto do meu lábio. Minha avó sentou-se ao meu lado no sofá. O estofado rangeu sob o peso combinado de nossos corpos. O perfume de patchouli e especiarias que emanava dela se tornou quase sufocante.

​— Uma avó como eu? — ela perguntou.

​— É — brinquei, mastigando devagar. — Que faz um bolo de cenoura tão gostoso, vó.

​A mão de minha avó se moveu com precisão cirúrgica. O toque foi invasivo. Firme. Ela ignorou qualquer preliminar sutil e segurou meu pau por cima do tecido do meu short de linho. Seus dedos apertaram a carne que já reagia instantaneamente à sua proximidade. O calor da palma dela atravessou a roupa.

​— Só isso que eu faço de gostoso, meu querido? — ela insistiu.

​A voz dela misturava um tom quase maternal com uma provocação vulgar e rústica.

​— Você sabe que não, vó — admiti.

​Minha respiração já falhava. O contraste entre o termo familiar e a mão de minha avó Maria me esmagando era uma violência psicológica que me excitava de forma doentia.

​— O quê? — ela exigiu. — Diga. Gosto de ouvir da sua boca.

​— Ah... eu adoro seu boquete, vó — confessei.

​Minha avó deu uma risada baixa, rouca. Com movimentos escassos e precisos, ela abriu o zíper do meu short com um puxão rústico. Ela puxou o meu membro para fora. Ele pulsava totalmente rígido, erguido e exposto ao ar frio da sala. Ela pegou a colher da mesa de centro. Ela colheu uma porção generosa da calda de chocolate preta e brilhante do prato. Com um gesto lento, derramou o líquido morno e espesso diretamente sobre a glande e o corpo do meu pau, deixando que a calda escorresse pesada até a base.

​Ela permaneceu sentada ao meu lado no estofado, apenas curvando o corpo volumoso para o lado, inclinando-se sobre o meu colo de forma imponente. Ela segurou a base do meu membro com seus dedos firmes, cravando as unhas de leve na minha pele, e começou a lamber o chocolate quente com a língua áspera. O calor da boca dela colidiu com a viscosidade doce da calda. Minha avó Maria me envolveu por completo. A sucção era forte, imperativa, ditando um ritmo bruto que ignorava qualquer delicadeza.

​— Delícia de menino — ela murmurou, a voz abafada pelo ato, intercalando o carinho verbal com um trabalho de boca agressivo.

​Eu sentia minha mente girar. Minhas mãos foram até o cabelo castanho-escuro dela, os dedos se prendendo nos fios lisos enquanto eu empurrava meu quadril levemente para o lado para facilitar o ângulo dela. O chocolate agia como um lubrificante quente e espesso. Minha avó aumentou a pressão, engolindo-me de lado até o limite da garganta, fazendo meus olhos arderem de tanto prazer. Eu estava a ponto de bala. A iminência do orgasmo me fez enrijecer o abdômen.

​Percebendo o meu limite, ela recuou a boca abruptamente, limpando o canto dos lábios com o polegar.

​— Quero você dentro de mim agora — ela ordenou, a voz rústica e firme.

​Minha avó nem tirou o vestido. Com um movimento ágil, ela apenas deslizou as mãos por baixo da malha verde-oliva justa, puxando a calcinha de renda preta pelas pernas grossas e jogando-a no tapete. Ela levantou a barra do vestido até a altura da cintura, revelando o quadril largo e as coxas densas, claras e firmes. Entre as pernas dela, a vulva se expunha de forma obscena, brilhando com uma umidade espessa e natural que já escorria pela fenda rosada.

​Ela montou sobre mim de frente, posicionando o quadril largo diretamente sobre minhas coxas. Minha avó segurou meu pau melado de chocolate e o guiou para dentro de sua fenda quente de uma só vez.

​A penetração foi um impacto bruto. O calor interno da vulva de minha avó era sufocante. Apertado. Ela soltou um gemido rústico e dominador, cravando as mãos nos meus ombros enquanto começava a se mover de cima para baixo com movimentos pesados e ritmados. O peso das nádegas dela batia contra o meu púbis com força, gerando um som úmido que se misturava ao cheiro de chocolate, sexo e sândalo.

​Enquanto ela cavalgava com aquela autoridade rígida, enfiei minha mão direita no decote transpassado de seu vestido de malha. Puxei o tecido elástico para o lado e saquei um de seus seios para fora. O seio esquerdo dela caiu livre, farto, pesado e extremamente firme. A aréola era larga, de um tom marrom, com o mamilo já completamente rígido sob a luz fraca da sala. Segurei a base daquela carne madura e clara com força, levando-a diretamente à minha boca.

​Comecei a chupar o seio de minha avó Maria com desespero. Minha língua circulava a aréola enquanto eu mordiscava o mamilo erguido. Ela soltou um arquejo agudo, unindo os dedos no meu cabelo e empurrando a própria mama mais fundo contra os meus lábios. O quadril dela acelerou o ritmo sobre mim, as estocadas se tornando mais curtas, rápidas e desesperadas.

​— Isso... mama a sua avó — ela exigiu, a voz rústica e trêmula de prazer. — Mostra que você é meu homem.

​Eu segurava o quadril largo de minha avó com a outra mão, puxando-a para baixo a cada impacto, sentindo a musculatura interna dela me apertar em ondas de pura pressão. O suor colava nossos corpos sob o vestido verde-oliva.

​O ápice nos alcançou de forma violenta. Minha avó enrijeceu o corpo tenso e rígido sobre o meu, ditando o ritmo até o último segundo. Ela contraiu os músculos internos da vulva em um espasmo violento, prendendo-me lá dentro. Soltei um rugido sufocado contra o seio dela quando gozei profundamente, sentindo o sêmen se misturar à calda de chocolate morna dentro dela. Minha avó estremeceu logo em seguida, soltando um suspiro longo e pesado contra o meu pescoço enquanto seu mamilo ainda latejava entre meus dentes.

​Ficamos em silêncio, deitados no sofá de veludo cotelê.

​Minha avó não se apressou em se levantar. Ela ajeitou o vestido verde-oliva de forma a cobrir novamente o corpo, embora o seio que eu chupara ainda estivesse úmido e exposto. Ela permaneceu deitada sobre o meu peito por alguns minutos, o corpo maduro e pesado me mantendo preso contra o estofado. Ela passou a mão de forma afetuosa pelo meu rosto, limpando um rastro de suor, antes de me encarar com aquele sorriso cínico e superior.

​— Semana que vem, eu vou fazer um bolo de coco. — ela sussurrou, a voz rústica e carinhosa. — E nós vamos fazer ainda melhor.

​Ela se levantou lentamente, ajeitando a malha justa sobre o quadril com a dignidade intacta de uma matriarca, deixando-me sozinho com o cheiro de chocolate e a certeza absoluta de que eu retornaria para aquela sala na próxima semana. Sem qualquer rastro de culpa.

♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡

👀 Gostou do que leu?

​O objetivo desta série é entregar contos rápidos e antológicos para apresentar o universo de "O Mundo é Meu!" e os personagens que fazem parte dele, sem enrolação.

​Mas a história completa vai muito mais fundo.

​A verdadeira origem desse vício familiar, o relato cru e sem censura de como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta, e o envolvimento com as outras mulheres da família estão publicados com exclusividade no meu Privacy.

​Ao assinar o meu perfil, você garante acesso imediato a todo o conteúdo explícito:

• ​Saga Principal

• ​O Mundo é Meu! – Amor em Família: Prólogo

• ​O Mundo é Meu! – Amor em Família: Vol. I – A Madrasta

• ​Série Derivada

• ​A Madrasta – Volume I: Quem Planta Colhe

• ​A Madrasta – Volume II: Paixão Desenfreada

• ​A Madrasta – Volume III: Desejo Por Um Fio

• ​A Madrasta – Volume IV: Em Nome do Pai

​Descubra nos primeiros volumes como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta e conheça as outras mulheres da família que moldaram o apetite desse guri. O conteúdo é totalmente explícito e sem censura.

​🔥 [EXPLORE O INÍCIO DE TUDO AGORA]

​👉 Acesse agora: privacy.com.br/profile/allan_grey_escritor

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Allan Grey a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

https://privacy.com.br/post/c84cb18b-04fe-4c66-84a2-73386b148596/Gordynhasafada

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →