Fala, rapaziada. Beleza?
Se você achou que aquela foda com o Renan no meu apartamento tinha sido meu auge, espera só para ver o que aconteceu hoje.
Para vocês entenderem a linha do tempo: fudi o Renan pela primeira vez no meu apartamento na sexta-feira, assistindo ao jogo da Argentina. No sábado de manhã, o Renan foi embora com aquele sorriso de canto e o cu bem carimbado pelos meus quase 22cm. Mas a nossa sintonia ficou tão bizarra que, quando chegou o domingo, o bicho já mandou mensagem intimando para ver outro jogo, só que dessa vez na casa de um parceiro nosso. E o melhor: ele fez questão de passar aqui para me dar carona.
O Esquenta: Tensão na Ida
Passava das duas da tarde quando o Renan encostou o carro na frente do meu prédio. Eu desci com aquele meu estilo clássico: bermuda de moletom fina (sem cueca, óbvio), camiseta do Brasil e a careca brilhando no sol. Quando abri a porta do passageiro e entrei, o Renan me olhou de cima a baixo.
— Pô, Kauê... você não facilita, né? — ele soltou, rindo, com o olho travando direto no volume pesado que o moletom não conseguia esconder.
— Ué, Renan, tô à vontade para ver o jogo, pô — provoquei, dando aquele sorriso de canto e fechando a porta.
O trânsito estava meio parado e o clima dentro do carro foi ficando pesado de tanto tesão acumulado. Eu não sou cara de passar vontade. Me estiquei um pouco no banco e joguei a mão direita direto na coxa grossa dele, subindo devagar. O Renan deu uma tremida no volante.
— Kauê, eu tô dirigindo, caralho... — ele sussurrou, a respiração já mudando.
— Então encosta essa porra aí, Renan. Vamos resolver isso rápido.
Ele não pensou duas vezes. Pegou a primeira rua deserta, um acesso de zona industrial meio vazio por ser domingo, e parou o carro embaixo de uma árvore. Antes que ele pudesse falar qualquer coisa, eu puxei a alavanca e joguei o meu banco todo para trás, ganhando espaço. Segurei na nuca dele com força, puxando o rosto dele para um beijo bruto, daqueles de enfiar a língua com gosto. O Renan gemeu abafado na minha boca, com as mãos já tateando desesperadas o meu moletom.
Eu quebrei o beijo, olhei bem na cara dele e mandei a real.
— Vai, Renan. Mostra que você gostou do tamanho do brinquedo.
O Renan puxou o meu moletom para baixo e, quando meus quase 22cm pularam para fora, latejando e mirando direto no rosto dele, os olhos dele brilharam. Ele não perdeu tempo: segurou a base com as duas mãos e engoliu de uma vez só até o talo.
— Hummm... — ele soltou um gemido profundo, dando aquela engasgada nítida que me deixa louco, as lágrimas quase descendo pelo tamanho e pela grossura da parada.
Eu apoiei as mãos no painel do carro, jogando o quadril para frente de leve, controlando o ritmo enquanto ele subia e descia com uma fome absurda, babando o meu pau inteiro. Dei duas bombadas mais fundas, fazendo ele lamber até o meu saco, até que olhei no relógio do painel. O jogo do nosso amigo ia começar.
Dei mais duas bombadas fundas, sentindo a garganta dele apertar gostoso na cabeça do meu pau. Ele lambeu até o saco, babando tudo, com aquela fome de quem já tava esperando por isso desde sexta-feira.
Olhei pro relógio do painel e vi que a gente ainda tinha tempo. Mas o tesão já tava no ponto máximo. Segurei a cabeça do Renan com as duas mãos e assumi o controle de vez, metendo fundo na boca dele sem pressa, sentindo cada centímetro deslizar naquela língua quente.
— Vai… vai que agora é tua vez de levar a porra toda, Renan — rosnei baixinho, já sentindo o saco pesado anunciar o estouro.
Ele gemeu com a boca cheia, me olhando de baixo com aquela carinha de safado, e foi o suficiente. Segurei a nuca dele com força, joguei a cabeça pra trás e descarreguei até a última gota no fundo da garganta, ouvindo ele engolir tudo, sem desperdiçar nada. Quando tirei o pau da boca dele, ainda duro, o Renan lambeu os lábios com um sorriso de canto e disse:
— Agora sim dá pra assistir o jogo sossegado.
Eu ri, puxei o moletom de volta e respondi:
— Sossegado nada, Renan. O jogo é só o intervalo.
Fomos pro churrasco. O jogo rolando na TV, a galera bebendo, resenha alta, mas eu e o Renan mal conseguíamos nos olhar sem dar risada ou sentir o ar queimar. Toda vez que ele passava por mim e esbarrava a bunda de jogador dele na minha bermuda, meu pau respondia na hora. A galera nem desconfiava da covardia.
Aí apareceu o Holland na tela, e eu não me segurei. Soltei na roda mesmo:
— Jogador, caralho. Que textão de homem. Fudia fácil com ele, ó… essa boca carnuda é sacanagem. Já até imaginei o que eu não faria segurando aquele cabelo dele enquanto ele me mama. E no sério, deve ter um cu lindo, loirinho… chupava fácil aquele cu e metia com pressão.
O Renan do meu lado disfarçou o riso, mas o olhar entregou tudo. A galera nem ligou, achou que já estão acostumando com o meu jeito, afinal no grupo a maioria é hetero raiz mas não tem frescura nenhuma eles falam de buceta e eu de cu e está tudo bem.
Assim que o jogo acabou e o pessoal começou a dispersar, o Renan me olhou de longe e balançou a chave do carro. Nos despedimos rápido e fomos pro estacionamento. Entramos no carro e fomos né ele me trazendo para casa, mas no sério sei lá o motivo talvez seja por conta desta derrota do Brasil que me deixou meio puto ou só a ideia mesmo de fider o Holland. A gente ainda tava longe do meu apartamento quando eu não tava mais aguentando.
— Renan, para esse carro mano.
— O que foi?
— Passa para o banco de trás agora.
Ele nem argumentou, estacionou o carro perto do cemitério e no sério eu nem liguei. O bicho estava com os olhos vermelhos de puro desejo. Passamos os dois para o banco de trás, aquele aperto bom que só dava mais adrenalina para a putaria. Eu me deitei por cima dele, prensando o corpo dele contra a lateral da porta traseira e o banco. Arranquei a camiseta dele de uma vez e fui descendo os dentes pelo pescoço, sentindo o cheiro de suor e perfume dele misturados.
— Kauê... caralho, aqui dentro? Alguém pode ver... — ele arfou, enquanto eu enfiava a mão por dentro da bermuda dele, apertando aquela bunda redonda.
— Deixa ver, porra. Fica de quatro logo nesse banco — comandei, com a voz rouca no ouvido dele.
O Renan virou o corpo com dificuldade pelo espaço, apoiando os joelhos no assento e as mãos no encosto dos bancos da frente. A bunda dele ficou empinada bem na minha direção, o cu moreno e piscando, completamente exposto. Eu arranquei a bermuda dele de uma vez e joguei lá na frente, no banco do motorista.
Abaixei a cabeça e mergulhei de língua. Comecei lambendo devagar, circulando a beirada, sentindo o gosto de pele limpa e tesão acumulado. O Renan gemeu abafado, empurrando o quadril pra trás, pedindo mais. Aí eu chupei com gosto, enfiando a língua dura pra dentro daquele cu apertadinho, babando tudo, fazendo questão de deixar ele bem molhado. Enquanto isso, minha mão já apertava a bunda morena dele com força, abrindo bem pra eu afundar a cara sem dó. Cada gemido que ele soltava me deixava mais louco pra meter, mas antes eu queria sentir o gosto inteiro daquele cu pulsando na minha boca.
— Isso… geme baixinho, senão a rua toda vai ouvir, seu puto — rosnei entre uma chupada e outra, voltando com a língua e enfiando dois dedos de leve, preparando o terreno.
Peguei a camisinha que eu já tinha deixado na carteira por precaução. Abri a porra e encapei meu pau rápido, enquanto o Renan olhava de lado, hipnotizado vendo aquela tora brilhando na penumbra do carro. Sem lubrificante mesmo, cuspi grosso na mão e esfreguei a saliva no cu dele, massageando a entradinha com o polegar pra abrir caminho. Ele já tava tão entregue que o corpo respondeu na hora, relaxando. O Renan soltou um gemido arrastado, que ecoou no vidro fechado do carro, e empinou ainda mais a bunda pra mim.
— Vai com calma que hoje eu quero sentir cada centímetro entrando, Kauê... — ele sussurrou, a voz trêmula de tesão.
— Então vem sentar no pai.
— Vai com calma que hoje eu quero sentir cada centímetro entrando, Kauê... — ele sussurrou, a voz trêmula de tesão.
— Então vem sentar no pai.
O Renan não precisou ouvir duas vezes. Ele se virou no banco com aquela agilidade de quem já tava doido pra sentar faz tempo. Eu recostei o banco mais um pouco pra trás, ganhando o espaço que dava, e puxei ele pela cintura. O Renan passou uma perna por cima de mim, ficando de frente, os joelhos apoiados no estofado de cada lado do meu quadril. O teto do carro não ajudava muito — ele teve que se curvar um pouco, as mãos apoiadas no meu peito suado, o olhar fixo no meu.
Segurei a base do pau com uma mão, firme, e com a outra afastei a bunda dele, posicionando a cabecinha bem na entradinha babada. O Renan mordeu o lábio e foi descendo devagar, milímetro por milímetro, os olhos quase fechando de prazer conforme meu pau abria ele por dentro. O calor apertado daquele cu me fez soltar um grunhido rouco, segurando a cintura dele com força.
— Isso... vai descendo gostoso, Renan... senta inteiro nessa porra...
Ele gemeu alto quando chegou no talo, sentando até o fundo e rebolando de leve, ainda se acostumando com meu pau latejando lá dentro. O carro balançou de leve com o movimento, os vidros embaçando rápido com a nossa respiração ofegante. Ele começou a cavalgar devagar, subindo e descendo, olhando direto na minha cara com aquela expressão de puto pidão.
— Tá gostoso, pai? — ele provocou, rebolando gostoso em cima de mim.
— Tá bom demais... continua quicando assim…
Não terminei a frase. Segurei a cintura do Renan com as duas mãos, cravei os dedos naquela carne morena e comecei a socar de baixo pra cima, sem dó. O carro balançava inteiro no ritmo das minhas estocadas, e o Renan jogou a cabeça pra trás, batendo de leve no teto, um gemido rouco escapando da garganta dele.
— Porra, Kauê... assim você me arrebenta... — ele gemeu, as unhas cravando no meu peito.
Eu só ria, ofegante, continuando a meter forte, sentindo aquele cu apertado sugar cada centímetro do meu pau. Que entravam e saiam num vaivém frenético, a bunda dele batendo no meu colo com um som molhado e obsceno que preenchia o carro todo. O suor escorria na minha careca, misturado com o vapor dos vidros completamente embaçados.
— Agora aguenta, Renan... você pediu pra sentar, agora segura a onda — rosnei, dobrando o quadril e metendo mais fundo ainda, sentindo a cabeça cutucar lá no ponto certo que fazia ele revirar os olhos.
O Renan mordeu os lábios pra não gritar, mas a rua deserta já era testemunha silenciosa daquela surra de piroca. Ele apoiava as mãos no meu ombro pra não desabar, enquanto eu continuava socando firme, sem parar, vendo aquele homem se desmanchar todinho em cima de mim.
— Caralho, Kauê!! Puta que pariu, devagar... dói, porra! — ele deu um grito abafado, cravando as unhas no estofamento do banco da frente.
— Aguenta, caralho — respondi, respirando fundo para não vir na hora com o aperto daquele cu quente.
Continuei socando de baixo pra cima, num ritmo intenso mas controlado, sentindo o Renan começar a desmoronar em cima de mim. A respiração dele ficou ainda mais ofegante, os olhos se revirando, e de repente ele empurrou o peito contra o meu e gemeu no meu ouvido:
— Kauê... porra, vou gozar... não para não...
— Vai, Renan... goza pra mim. Enche meu peito e minha barriga com teu leite, vai — rosnei, apertando ainda mais a cintura dele enquanto metia fundo.
O Renan não aguentou. Gemeu alto, o corpo inteiro tremendo em cima de mim, e eu senti as jorradas quentes do leite dele espirrando no meu peito suado, melando meu mamilo, escorrendo pela minha barriga, pintando meu moletom de branco. Ele continuou rebolando fraquinho enquanto gozava, o cu apertando meu pau num vai e vem involuntário que quase me fez perder o controle também.
— Isso... isso, caralho... — eu murmurei, olhando pra sujeira que ele fez em mim. — Olha que delícia, Renan... tu gozou gostoso demais, hein...
Ele ficou mole em cima de mim, apoiando a testa na curva do meu pescoço, ainda tremendo. Eu dei mais duas estocadas lentas, aproveitando a lubrificação extra do tesão dele, e segurei o rosto dele pra olhar bem nos olhos.
— Agora eu quero deixar a minha porra. Aguenta mais um pouco que o pai ainda não terminou.
O Renan sorriu fraco, ainda ofegante, e rebolou de leve em cima de mim, me provocando. Eu não precisei de mais nada. Segurei a bunda dele com força e comecei a meter gostoso, num vaivém profundo, sentindo cada centímetro daquele cu apertado deslizando no meu pau. O carro balançava no ritmo das estocadas, os vidros completamente embaçados, o cheiro de sexo e suor tomando conta de tudo.
— Vou encher essa porra, Renan... — rosnei, já sentindo as bolas pesadas anunciando o estouro.
Ele gemeu manhoso, apertando o cu de propósito, e foi o suficiente. Eu gemi alto, joguei a cabeça pra trás e descarreguei com força dentro da camisinha, sentindo cada jato quente preencher a ponta do látex enquanto eu ainda metia fundo, aproveitando até a última gota de prazer. Fiquei uns segundos ali, ofegante, com o pau ainda pulsando dentro dele, até que o Renan se inclinou e me beijou devagar, mordendo meu lábio inferior.
— Caralho, Kauê... — ele sussurrou, rindo fraco, ainda sentado em cima de mim.
Eu dei um tapa leve na bunda dele e respondi:
— Isso foi só o primeiro tempo, Renan. O jogo ainda nem acabou.
Ele saiu de cima de mim com cuidado, o corpo ainda mole, e eu tirei a camisinha cheia, dando um nó rápido. Abri um pouco a janela pra entrar um ar fresco joguei a camisinha pela janela do carro.
O Renan catou a bermuda dele lá no banco da frente e vestiu rapidinho, ainda com a bunda vermelha das marcas dos meus dedos. Eu puxei meu moletom de volta, e passei a mão na careca suada, olhando pra ele com aquele sorriso safado de canto.
— Bora lá pra casa. Lá a gente toma um banho, pede uma pizza e eu arrombo mais esse cu.
— Sério isso? — ele provocou, me olhando de lado enquanto ajustava a camiseta.
— Só que dessa vez na minha cama, com espaço de sobra pra eu te botar de quatro e te fuder com presão.
Ele riu, balançando a cabeça, e ligou o carro. Eu fiquei olhando pela janela enquanto a gente voltava pra casa, o pau ainda meio duro dentro do moletom, já pensando no que ia fazer com ele assim que a gente cruzasse a porta do apartamento.
O trajeto foi rápido, a cidade vazia afinal Brasil perdeu. Mal estacionei a porta do prédio e já puxei o Renan pelo braço, subindo as escadas igual dois adolescentes fugidos. Assim que entramos no apartamento, nem dei tempo pra ele respirar. Fui direto pro banheiro, abrindo o chuveiro e puxando ele pra dentro da água quente comigo.
A água caía em cascata sobre nós dois enquanto eu empurrava o Renan de frente pro azulejo frio. Passei a mão nas costas dele, empurrando o peito dele contra a parede, e colei meu corpo no dele por trás. Meu pau já tava duro de novo, latejando, deslizando na entrada do cu dele com a ajuda da água e do sabonete que escorria.
— Agora é sem camisinha, Renan. Quero sentir você de verdade — sussurrei no ouvido dele, mordiscando o lóbulo.
— Vem, Kauê... me arrebenta de uma vez — ele gemeu, empinando a bunda pra trás.
Não precisei de mais nada. Segurei a base do meu pau e enfiei de uma vez, sentindo aquele cu quentinho e molhado me engolir até o talo. A água batia nas nossas costas, o vapor subindo, e eu comecei a meter com força, segurando a cintura dele com as duas mãos. Cada estocada arrancava um gemido alto do Renan, que apoiava as mãos no azulejo e jogava a bunda pra trás, pedindo mais.
— Isso... sente gostoso, Renan? Sem borracha nenhuma, pele com pele... — rosnei, acelerando o ritmo, a água escorrendo pela minha careca e caindo nas costas dele.
— Bom demais, Kauê... soca mais forte... — ele implorou, a voz embargada de prazer.
Eu meti fundo, sem dó, sentindo cada centímetro daquele cu apertado me apertar gostoso. O barulho da água misturado com os gemidos ecoava no banheiro, e eu já tava no ponto de explodir de novo. Mas dessa vez eu queria ver a porra escorrendo nele.
— Vou gozar, Renan... — avisei, a respiração pesada.
Tirei o pau de dentro dele e me virei rápido, segurando o pau com a mão e batendo uma punheta frenética enquanto ele se virava pra mim, de joelhos no box. Foi só ele abrir a boca e me olhar com aquela carinha de safado que eu gemi alto e jorrei com tudo. A porra quente espirrou no peito dele, na barriga, escorreu pelo umbigo e foi descendo até o pau ainda duro do Renan, a água do chuveiro levando tudo embora aos poucos.
O Renan olhou pra mim, ofegante, com o corpo pintado de leite, e sorriu:
— Que delícia caralho.
Eu olhei bem na cara dele e disse:
— Espera aí.
Pensei comigo mesmo: vou sacanear esse puto. Meu pau ainda tava duro, latejando, e eu segurei a base mirando direto pro peito dele. O jato quente saiu com força, espalhando no peito suado do Renan, descendo pela barriga, misturando com a porra que ainda escorria.
— Toma, seu putinho. Toma mijo na cara, porra — eu disse, rindo, enquanto o Renan ficava parado olhando pra mim com aquela cara de tesão absurdo, os olhos brilhando, a boca entreaberta.
Ele nem se moveu. Só lambeu os lábios e sorriu, o mijo ainda quente escorrendo pelo corpo dele, a água do chuveiro levando tudo embora. Aquele sorriso me fez ter certeza: eu tinha arrumado um amigo pra foder de verdade.
Resultado: o Renan tá agora na minha cama, de bruços, com a bunda pra cima e o cu todo arrombado, vermelhinho, piscando. A respiração dele tá pesada, o corpo largado no meu lençol. Eu tô aqui do lado, encostado na cabeceira, olhando pra essa cena e pensando: caralho, no sério, acho que arrumei um amigo pra fuder... rsrs.
— Renan, acorda aí que a pizza já já chega. E depois a gente fode mais.
Ele gemeu abafado no travesseiro e respondeu:
— Cralho, Kauê. Me deixa respirar, porra...
Eu ri, dei um tapa leve na bunda marcada dele e fiquei ali, olhando pro teto, satisfeito pra caralho. Domingo, jogo, churrasco, carro, chuveiro e agora um puto arrombado na minha cama. Acho que o final de semana foi bem aproveitado, né não?