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Sorriso no Caixa, Tempestade na Cama - Parte II

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Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 2273 palavras
Data: 05/07/2026 22:29:22

Depois daquela primeira noite selvagem com Marcelo, eu não consegui guardar segredo. No dia seguinte, durante o almoço no fundo do mercado, contei tudo para Gesiane, minha amiga e fiscal de caixa. Ela ouviu atentamente, os olhos brilhando de curiosidade e um leve rubor no rosto. Quando terminei, Gesiane mordeu o lábio inferior e confessou, com a voz mais baixa:

— Caralho, Letícia… eu conheço o Marcelo de vista. Ele sempre passa no meu setor também. Sempre senti uma atração forte por ele, aquele jeito sério, barbudo e calado me deixa inquieta.

Ela deu um sorrisinho tímido, quase envergonhado, e falou em tom de brincadeira, mas com um fundo de verdade:

— Na próxima vez me convida pra ir junto, hein? Sempre quis… dar pra ele.

Eu ri, corada, mas a frase dela ficou martelando na minha cabeça o dia todo. Dois dias depois, criei coragem. No final do expediente, quando estávamos sozinhas no vestiário, segurei as mãos dela e disse, com a voz baixa e nervosa:

— Gesiane… lembra o que você falou sobre o Marcelo? Eu contei pra ele sobre você. Ele ficou interessado. Se você quiser mesmo… podemos ir juntas hoje à noite pra casa dele. Sem pressão, mas… eu quero muito isso com você.

Gesiane ficou em silêncio por alguns segundos, o olhar sério como sempre, mas com uma mistura de curiosidade e desejo. Ela apertou minhas mãos e respondeu, com a voz calma, porém firme:

— Eu topo, Letícia. Sempre imaginei coisas com você… e com ele. Vamos devagar, mas vamos.

Chegamos juntas na casa de Marcelo por volta das 21h. Gesiane estava elegante como sempre: loira, alta, aparência séria e composta, com seios pequenos e firmes, cintura fina e bunda/coxas bem definidas. Tinha um ar natural de dominância tranquila, mesmo parecendo um pouco nervosa.

Marcelo abriu a porta com um sorriso calmo e nos recebeu com educação. Não houve pressa. Ele nos convidou para entrar e sentar na sala de estar, que era ampla, organizada e com iluminação suave.

— Sentem-se, por favor. Querem beber algo? Vinho, cerveja, água? — perguntou ele, com aquela voz grave e respeitosa.

Nós escolhemos uma taça de vinho tinto. Sentamos no sofá grande, uma de cada lado dele. A conversa começou leve: falamos do trabalho no mercado, do movimento do dia, de como Gesiane e eu nos tornamos amigas. Aos poucos, o tom foi ficando mais íntimo. Marcelo comentou, com um leve sorriso:

— Vocês duas formam uma dupla perigosa. Sempre notei as duas no mercado.

Gesiane, com o rosto um pouco corado pelo vinho, olhou para mim e depois para ele:

— Letícia me contou o que rolou entre vocês… e confesso que fiquei com bastante curiosidade.

O clima foi esquentando devagar. Conversamos sobre fantasias, sobre como nós duas, apesar de inexperientes com mulheres, sempre imaginamos safadezas juntas. Marcelo ouvia com atenção, a mão descansando na minha coxa e depois na de Gesiane.

Quando o ar já estava carregado de tesão, Marcelo se inclinou e beijou meu pescoço devagar, a barba roçando minha pele e enviando arrepios pelo meu corpo. Gesiane observou atentamente, o peito subindo e descendo mais rápido, claramente excitada ao ver o homem por quem sentia atração há tanto tempo sendo tão dominante comigo. Ela mordia o lábio, as coxas bem definidas pressionadas uma contra a outra.

Marcelo percebeu o olhar intenso de Gesiane e lentamente afastou os lábios do meu pescoço, virando o rosto para ela com um sorriso calmo, mas carregado de desejo. Ele a observou por um momento — o rubor no rosto dela, a respiração acelerada, o jeito como ela apertava as coxas — e perguntou com a voz grave e direta:

— Você está bem excitada só de assistir, né? Posso te beijar também, Gesiane?

Gesiane hesitou por um segundo, o rosto corado, mas os olhos brilhando de desejo. Ela assentiu levemente e respondeu com a voz um pouco rouca:

— Pode…

Marcelo se inclinou para ela devagar e a beijou. O beijo começou calmo, mas logo ganhou intensidade. Gesiane soltou um gemido baixo contra a boca dele, a mão dela subindo timidamente para o peito nu de Marcelo. Eu assistia, sentindo minha bocetinha pulsar de excitação ao ver os dois se beijando com tanta vontade.

Enquanto Marcelo beijava Gesiane com fome, eu me encostei mais nele, pressionando meu corpo magrinho contra o lado dele. Meu tesão estava fora de controle. Comecei a beijar o pescoço dele devagar, sentindo o cheiro da pele quente e a barba roçando meus lábios. Minha mão desceu pela barriga dele até chegar no volume duro da calça. Passei a mão por cima do tecido, sentindo o pau grosso latejando, apertando-o levemente enquanto rebolava discretamente contra a coxa dele.

Gesiane parou o beijo por um instante, abriu os olhos e se deparou comigo bem próxima, quase frente a frente com ela. Nós nos olhamos com desejo cru, respirando ofegantes, mas não nos beijamos — o momento ainda era de Marcelo comandando. Ele percebeu o olhar entre nós e sorriu, a voz rouca:

— Vamos para o quarto. Quero ver vocês duas direitinho.

No quarto, com a luz suave do abajur, Marcelo sentou na beira da cama. Gesiane, ainda com o ar de dominância tranquila, olhou para o volume na calça dele e disse com a voz baixa, mas firme:

— Primeiro eu quero ver esse pau. Deita na cama.

Marcelo obedeceu com um sorriso, tirou apenas a camisa e se deitou de costas. Gesiane e eu nos ajoelhamos uma de cada lado dele. Com as mãos tremendo de excitação, nós duas abrimos o cinto e a calça dele, puxando a cueca para baixo. O pau grosso e pesado saltou para cima, latejando, com veias marcadas e a cabeça rosada brilhando. Gesiane soltou um suspiro baixo, claramente impressionada. Eu segurei a base grossa e ela segurou a parte de cima. Começamos a chupá-lo juntas: eu lambendo e chupando a cabeça enquanto ela lambia toda a extensão e as bolas pesadas, nossas línguas se encontrando ocasionalmente no pau dele.

Enquanto lambíamos o pau grosso de Marcelo, ao chegarmos na cabeça inchada nossas línguas se tocaram. O contato foi elétrico. Por um segundo, nós duas paramos, olhamos uma para a outra e, quase ao mesmo tempo, nos beijamos com vontade por cima da cabeça do pau dele. O beijo foi molhado, urgente, com saliva misturada ao pré-gozo dele, nossas línguas se enroscando enquanto continuávamos a masturbá-lo com as mãos.

Enquanto nos beijávamos com fome por cima da cabeça grossa do pau de Marcelo, nós duas continuamos chupando ele ao mesmo tempo. Nossas línguas se encontravam constantemente, lambendo a glande inchada, deslizando pelas veias marcadas e descendo até as bolas pesadas. Eu chupava uma bola enquanto Gesiane chupava a outra, nossas bocas se tocando, saliva escorrendo pelo pau e pelas bolas dele. Marcelo gemia baixo, segurando nossos cabelos, empurrando levemente nossos rostos contra seu pau.

Gesiane então se afastou um pouco do pau dele, olhou para mim com os olhos cheios de desejo e começou a beijar meus seios pequenos. Chupou meus mamilos com vontade, mordiscando de leve enquanto eu continuava chupando o pau grosso de Marcelo. Ela desceu devagar, beijando minha barriga até chegar na minha bocetinha lisinha e encharcada. Abriu minhas pernas e começou a me chupar com curiosidade e fome, a língua passando pelo clitóris inchado e enfiando dentro de mim.

Eu não consegui mais me controlar. Gemia alto com o pau de Marcelo na boca, o corpo tremendo. Foi nesse momento que Marcelo se moveu, posicionou-se atrás de Gesiane, abriu as pernas dela e começou a chupar a boceta dela com força enquanto ela continuava me fazendo gozar. Eu explodi em um orgasmo intenso, gemendo ao redor do pau dele, o corpo convulsionando enquanto Gesiane lambia tudo.

Depois de gozar forte na boca de Gesiane, eu ainda tremia, mas o tesão não diminuiu. Me juntei a Marcelo e comecei a chupar Gesiane junto com ele. Lambemos a boceta dela inteira: eu chupava o clitóris inchado enquanto ele enfiava a língua dentro dela, depois alternávamos, nossas línguas se tocando na boceta molhada e quente de Gesiane. Ela gemia alto, segurando nossas cabeças, rebolando contra nossas bocas.

Quando cheguei com mais vontade na boceta dela, Marcelo parou, olhou para nós duas e ordenou com a voz rouca:

— Letícia, fica por cima dela em 69.

Eu obedeci, me posicionando de quatro sobre Gesiane, minha bocetinha molhada bem em cima do rosto dela e meu rosto na boceta dela. Marcelo se ajoelhou atrás de mim e meteu o pau grosso na minha buceta de uma vez, esticando-me completamente. Começou a foder com estocadas firmes e profundas. Gesiane, por baixo, alternava: chupava meu clitóris com vontade enquanto lambia as bolas de Marcelo toda vez que ele metia fundo em mim.

Marcelo aumentou o ritmo, metendo com mais força, o saco pesado batendo contra o rosto de Gesiane enquanto ela chupava meu clitóris inchado e lambia as bolas dele. Eu gemia alto, tentando chupar a boceta de Gesiane, mas mal conseguia me concentrar com o pau grosso me arrombando. Gesiane, por baixo, alternava perfeitamente: sugava meu clitóris com fome, enfiava a língua na minha boceta ao lado do pau de Marcelo e lambia as bolas dele, gemendo contra minha carne. O prazer era avassalador. Eu gozei de novo, apertando o pau de Marcelo, o corpo tremendo violentamente enquanto ele continuava socando sem piedade.

Marcelo começou a meter mais rápido e forte, o pau inchando dentro de mim. Ele grunhiu rouco:

— Tô quase gozando...

Gesiane, com a voz abafada por baixo de mim, pediu imediatamente:

— Na minha boca... goza na minha boca.

Marcelo tirou o pau da minha boceta com um gemido, empurrou meu corpo levemente para frente e colocou a cabeça grossa na boca aberta de Gesiane. Ela chupou com fome, segurando a base grossa com a mão. Marcelo segurou a cabeça dela e gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo a garganta dela. Gesiane engoliu o máximo que conseguiu, mas parte da porra escorreu pelos cantos da boca enquanto ela gemia, o corpo tremendo.

Marcelo e eu nos deitamos exaustos ao lado de Gesiane, respirando pesadamente, os corpos suados e ainda latejando. Eu me sentia completamente destruída de prazer, as pernas moles e a boceta pulsando. Marcelo passou o braço por baixo da minha cabeça, fechando os olhos por um momento.

Gesiane, porém, não estava satisfeita. Ela se sentou na cama, o rosto ainda sujo de porra, e reclamou com a voz rouca, mas firme, olhando para nós dois:

— Ei… e eu? Vocês gozaram pra caralho e eu ainda tô aqui pingando, sem ter gozado direito. Não vão me deixar assim, né?

Marcelo olhou para Gesiane, que já tinha a mão entre as pernas se masturbando, os dedos deslizando na boceta molhada e inchada. Ele se aproximou dela com um sorriso dominante, segurou seu rosto e começou a beijá-la com fome. Logo deitou por cima dela, o corpo grande cobrindo o dela. Eu me posicionei atrás deles, assistindo tudo de perto, o coração acelerado.

Em instantes o pau de Marcelo já estava duro novamente. Ele abriu as pernas de Gesiane e penetrou ela por cima, enfiando o pau grosso de uma vez. Gesiane soltou um gemido alto, arqueando as costas. Eu assistia hipnotizada o pau grosso entrando e saindo da boceta dela, brilhando com os sucos. Enquanto isso, eu me masturbava devagar, dois dedos no meu clitóris, tentando não gozar tão rápido.

Gesiane começou a pedir mais, a voz rouca e cheia de tesão:

— Me fode mais forte, Marcelo… mete fundo nessa boceta… ahh porra, você é grosso demais…

Ela olhou para ele com olhos pidões e pediu:

— Dá tapa na minha cara… por favor, me trata como vadia.

Marcelo não hesitou. Deu um tapa firme no rosto dela, depois outro, enquanto metia com força. Apertou o pescoço dela com firmeza, olhando nos olhos:

— Sua putinha… boceta apertada pra caralho. Tá gostando de levar pau de verdade enquanto sua amiga assiste? Diz que você é uma vadia.

Gesiane gemia alto, quase gritando:

— Sou sua vadia… me fode, me usa… me dá mais tapa!

Marcelo mandou ela ficar de quatro em frente a mim, com as pernas bem abertas. Eu me sentei na cama, pernas abertas, assistindo tudo de perto. Ele meteu nela de quatro, segurando o cabelo loiro como rédea, dando tapas fortes na bunda definida dela. Os três agora trocavam dirty talk pesado:

— Olha como ela tá tomando pau, Letícia… sua amiga é uma cachorra — dizia Marcelo.

— Me fode mais forte… quero sentir esse pau me arrombando — respondia Gesiane.

Eu, quase gozando só de assistir, gemia:

— Vocês dois são tão safados… me deixa louca ver isso.

Não demorou muito. Gesiane gozou intensamente, o corpo convulsionando, apertando o pau de Marcelo. Ela tirou ele de dentro de si no último segundo. O pau pulsava, inchado, prestes a explodir. Eu, que estava gozando só de ver aquilo, caí de boca no pau dele. Recebi toda a porra quente e grossa na garganta e na língua. Engoli parte, mas guardei um pouco na boca. Depois me aproximei de Gesiane e dei um beijo molhado nela, compartilhando a porra de Marcelo entre nossas línguas.

Nós três ficamos deitados na cama, exaustos, suados e satisfeitos. Gesiane e eu nos abraçamos, ainda com o gosto dele na boca, enquanto Marcelo nos observava com um sorriso satisfeito. Eu sabia que aquilo era só o começo. Meu namoro com Pedro estava praticamente acabado na minha cabeça, e as loucuras com Marcelo e Gesiane estavam apenas começando. Havia muito mais para explorar — no mercado, em motéis, ou até mesmo em lugares arriscados. Pela primeira vez em muito tempo, eu me sentia viva, desejada e completamente livre para ser a vadia que sempre quis ser.

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Comentários

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Que deliciaaa, também moro em Curitiba.

Quero conhecer vocês, me manda um e-mail

GABRIELCONTABIL1990@GMAIL.COM

Beijos

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