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BRASIL (VINI JR) X NORUEGA (HALAND) – COPA DO MUNDO 2026

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Um conto erótico de CasalBisexPA
Categoria: Lésbicas
Contém 2587 palavras
Data: 05/07/2026 21:46:18

Meu nome é Roberta, tenho 35 anos, sou professora de geografia. Sou gordinha, seios grandes e caídos, bunda enorme e uma buceta peluda que nunca foi depilada – apenas aparei lateralmente para usar maiô, já que sou acima do peso para usar biquíni. Morena quase negra, uma verdadeira morena jambo. Amo futebol e principalmente Copa do Mundo. Geralmente sou mais ativa na relação, pareço mais o "homem" – tomo a iniciativa, amo mais penetrar e lamber minha parceira.

Minha namorada é Cecília, 32 anos, designer de interiores. Ela é o oposto de mim: magrinha, um corpo delicioso, depilada, branquinha quase transparente, com uns olhos verdes que me matam. Ela odeia futebol, mas como dizem, os opostos se atraem. Ela com certeza é a "mulher" da relação.

Estamos juntas há 10 anos, ou seja, já temos duas Copas em parceria. E ela sempre fica estressada quando essa época chega, ainda mais estando de TPM. O dia do jogo Brasil x Noruega seria o primeiro dia de menstruação dela, onde fica com bastante cólica, enjoada, reclama até da sombra, principalmente do barulho... como não fazer barulho no dia de Copa?

Ao fazer os cálculos e vendo a TPM dela a mil, ela falava que era besteira minha me empolgar, pois iria apenas aborrecê-la e o Brasil ainda seria eliminado. Eu, acreditando em nossa seleção, falei que ela era mal-amada, que depois da classificação eu comeria ela com mais vontade com o nosso consolo preto de 30 cm cheio de veias (temos muitos brinquedos). Chamaria ele de Vini Jr. e iria enrabar ela como ele faria na Noruega.

Ela, com raiva, disse que se fosse eliminadas, usaria o consolo de 35 cm branco, o qual naquele momento batizou de Haaland, e a brincadeira começou a esquentar.

Três dias antes do jogo, sentamos para definir as regras.

— Então, Roberta — Cecília começou, com um caderno na mão, os olhos verdes brilhando. — Vamos definir as regras.

— Vamos.

— Primeiro: cada lance perigoso do Brasil, você tem que fazer alguma coisa em mim. E cada lance perigoso da Noruega, eu faço em você.

— Que tipo de coisa?

— A gente define uma lista de prendas. Coisas que a gente sempre quis fazer uma na outra, mas nunca teve coragem.

Ela pegou uma caixinha de papel, com vários papeizinhos dobrados.

— Eu escrevi várias prendas aqui. Coisas que eu quero fazer em você, e coisas que quero que você faça em mim. Durante o jogo, a gente vai sorteando.

— Você já escreveu tudo?

— Sim. E você não pode reclamar. É a aposta.

Engoli em seco.

— E se tiver gol?

Ela sorriu, perversa.

— Se tiver gol do Brasil, eu chupo o seu consolo. Se tiver gol da Noruega, você chupa o meu.

— E o pós-jogo?

— Se o Brasil ganhar, eu me submeto a todas as prendas que você quiser. E você pode usar o Vini Jr. em mim. Se a Noruega ganhar, eu uso o Haaland em você. E você vai ter que se depilar. Totalmente. Buceta e cu.

— Depilar? Cecília, você sabe que eu nunca...

— Eu sei. E por isso mesmo quero. Você vai ficar lisinha, igual a mim. E eu vou lamber cada centímetro.

Meu coração acelerou.

— E o que mais?

— Se a Noruega ganhar, você vai ter que usar o Haaland em você. E eu vou usar o Vini Jr. em mim. Mas o Vini Jr. vai ser seu também. Você vai ser comida pelos dois.

Ela se inclinou, a voz baixa.

— E você vai ter que lamber meu absorvente. O primeiro da menstruação. O mais sujo.

— Cecília...

— É a aposta, Roberta. Você topou.

Engoli em seco.

— Topo.

Ela estendeu a mão.

— Fechado?

Apertei a mão dela.

— Fechado.

Cecília abriu a caixinha e leu as prendas em voz alta:

Lamber a axila da outra por 30 segundos.

Esfregar a buceta molhada na coxa da outra.

Pingar cera de vela quente nos seios da outra.

Colocar pregador de roupa nos bicos dos peitos da outra.

Morder os lábios da buceta da outra (sem machucar).

Fazer um "beijo grego" na outra.

Dedilhar o grelo da outra até quase gozar, e parar.

Chupar os dedos da outra depois de ela ter se masturbado.

Esfregar o suor da axila na boca da outra.

Fazer a outra cheirar a calcinha usada por 1 minuto.

Ela olhou para mim, com um sorriso de vitória.

— O que acha?

— Acho que você é uma safada.

— E você ama isso.

Ela se inclinou e me beijou.

— No dia do jogo, a gente começa com a primeira prenda no primeiro lance perigoso. E vai escalando.

Era 05 de julho de 2026. O dia do jogo. Brasil x Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo.

Acordamos cedo. Cecília estava de TPM, a barriga doendo, os olhos marejados.

— Roberta, eu não vou aguentar o jogo hoje. Tô com uma cólica horrível.

— Vai ficar tudo bem, amor. A gente vai se divertir.

Ela fez uma careta.

— Se divertir? Eu vou ficar aqui, ouvindo você gritar, e ainda com essa dor.

— Mas a gente tem a aposta. Vai ser divertido.

Ela sorriu, apesar da dor.

— Você vai perder, Roberta. A Noruega vai ganhar.

— Vamos ver.

Preparamos a sala. Eu coloquei a camisa amarela da Seleção. Cecília colocou uma blusa branca, sem nenhuma identificação – ela não ia torcer, só ia provocar.

Colocamos a caixinha de prendas na mesa de centro. O consolo preto de 30 cm, o Vini Jr., estava ao lado do sofá. O consolo branco de 35 cm, o Haaland, estava do outro lado.

A televisão ligada. Os comentaristas falando. A torcida cantando.

— Você está nervosa, Roberta? — Cecília perguntou, com aquele sorriso malicioso.

— Não. Estou confiante.

Ela riu.

— Você vai perder. E quando perder, eu vou usar o Haaland em você. E você vai depilar tudo. Vai ficar lisinha, igual a mim.

Ela passou a mão na sua buceta depilada.

— Você vai ser toda minha, Roberta.

— Vamos ver.

O jogo começou.

Aos 14 minutos do primeiro tempo, o Brasil teve a grande chance de abrir o placar em uma penalidade. Bruno Guimarães bateu com uma "paradinha", mas o goleiro norueguês Nyland saltou no canto certo para defender.

— LANCE PERIGOSO! — eu gritei, pulando do sofá. — PRENDA! PRENDA, CECÍLIA!

Ela enfiou a mão na caixinha e tirou um papel.

— Olha só! — ela leu, animada. — "Lamber a axila da outra por 30 segundos."

Ela se aproximou, levantou o braço e mostrou a axila lisa, suada. O cheiro doce do desodorante misturado com o suor.

— Lambe, Roberta. Lambe a axila da sua namorada. O Brasil perdeu o pênalti, você vai pagar.

Eu me ajoelhei na frente dela. Passei a língua na axila lisa, sentindo o gosto salgado do suor, o perfume suave do desodorante. Ela gemia baixinho.

— ISSO, ROBERTA! — ela gritou. — LAMBE! LAMBE MINHA AXILA! SENTE O GOSTO DA FRUSTRAÇÃO BRASILEIRA!

Fiquei lambendo, a língua deslizando na pele lisa. Os 30 segundos pareceram uma eternidade.

— Pronto! — ela disse, empurrando minha cabeça. — Foi bom, né?

— Foi.

— Vai ter mais. O Brasil tá perdendo chance.

O jogo continuou. A Noruega começou a pressionar, e o Brasil se defendia.

Aos 27 minutos, a Noruega teve um lance perigoso. Haaland cabeceou, a bola passou raspando a trave.

— LANCE PERIGOSO DA NORUEGA! — Cecília gritou. — PRENDA, ROBERTA!

Ela sorteou "Esfregar a buceta molhada na coxa da outra".

Cecília se sentou no meu colo, abriu as pernas e esfregou a buceta na minha coxa. Eu senti o calor, a umidade.

— GOSTA, ROBERTA? — ela perguntou, rebolando. — GOSTA DE SENTIR MINHA BUCETA NA SUA PERNA?

— Gosto...

— É o gosto da Noruega! O gosto da pressão!

Aos 34 minutos, o Brasil teve outro lance perigoso. Vini Jr. chutou forte, o goleiro defendeu.

— LANCE PERIGOSO DO BRASIL! — eu gritei.

Ela sorteou "Pingar cera de vela quente nos seios da outra".

Ela acendeu uma vela, deixou a cera derreter, e pingou nos meus seios grandes e caídos.

— AI! — eu gritei, sentindo a dor gostosa.

— ISSO, ROBERTA! — ela gritou. — SINTA O BRASIL TENTANDO, MAS NÃO CONSEGUINDO!

Pingou mais, a cera escorrendo nos meus mamilos.

— GOSTA?

— Gosto...

— VAI TER MAIS!

O primeiro tempo terminou 0 a 0.

No intervalo, Cecília estava irritada, a TPM a mil.

— Roberta, eu não aguento mais. Essa cólica, esse jogo chato, essa aposta...

Ela estava deitada no sofá, a bolsa de água quente na barriga.

— Calma, amor. O segundo tempo vai ser melhor.

— Eu não aguento, Roberta. O Brasil não vai ganhar. A Noruega vai ganhar. E você vai ter que depilar tudo. E eu vou usar o Haaland em você.

Ela começou a chorar, a TPM e a frustração.

— Eu quero gozar, Roberta. Quero gozar agora.

— Mas a aposta...

— Foda-se a aposta. Me come. Me come agora.

Ela me puxou para perto, enfiou a mão na minha calça.

— Me come com o Vini Jr., Roberta. Me come com o pau do Brasil. Me faz esquecer a cólica.

Eu não resisti. Peguei o Vini Jr., o consolo preto de 30 cm, e enfiei na buceta dela.

— ISSO, ROBERTA! — ela gritou. — METE O VINI JR. NA MINHA BUCETA! METE O BRASIL!

Ela gozou rápido, se contraindo.

— PRONTO! — ela disse, ofegante. — AGORA VOLTA PRO JOGO.

O segundo tempo começou. Logo após entrar em campo, o jovem atacante Endrick recebeu um passe açucarado de Vini Jr. e saiu cara a cara com o goleiro, mas pegou mal na bola e chutou para fora.

— LANCE PERIGOSO DO BRASIL! — eu gritei, frustrada.

Cecília sorteou "Colocar pregador de roupa nos bicos dos peitos da outra".

Ela pegou dois pregadores de roupa da mesa de centro e colocou nos meus mamilos.

— ISSO, ROBERTA! — ela gritou. — SINTA O BRASIL PERDENDO CHANCES!

A dor foi gostosa, os pregadores apertando meus mamilos.

— GOSTA?

— Gosto...

Aos 34 minutos do segundo tempo, o primeiro gol da Noruega. Em uma sequência de passes noruegueses onde a marcação brasileira recuou demais, Andreas Schjelderup cruzou com liberdade. Erling Haaland subiu nas costas de Gabriel Magalhães e cabeceou firme para as redes.

— GOOOOOOL! GOOOOOOL DA NORUEGA! — Cecília berrou, pulando. — HAALAND! HAALAND!

Na televisão, o gigante loiro comemorava, correndo, os braços abertos.

— REGRA DO GOL, ROBERTA! — ela gritou. — CHUPA A MINHA BUCETA!

Ela se deitou no sofá, abriu as pernas e puxou minha cabeça.

— CHUPA, ROBERTA! CHUPA A BUCETA DA SUA NAMORADA! CHUPA O PRIMEIRO GOL DA NORUEGA!

Ela já estava menstruada. O absorvente estava no lugar, mas eu senti o gosto metálico, o cheiro forte.

— CHUPA! — ela gritou.

Eu lambi a buceta dela, o grelo, os lábios, o absorvente. O gosto do sangue, do suor, do tesão.

— ISSO, ROBERTA! — ela gemeu. — LAMBE MINHA BUCETA! LAMBE O GOL DA NORUEGA!

Ela gozou na minha boca, se contraindo.

O Brasil tentava reagir. Aos 40 minutos, Vini Jr. driblou três zagueiros e chutou, o goleiro defendeu.

— LANCE PERIGOSO DO BRASIL! — eu gritei.

Cecília sorteou "Morder os lábios da buceta da outra".

Ela se ajoelhou, abriu minha buceta e mordeu os lábios, com cuidado, sem machucar.

— ISSO, CECÍLIA! — eu gritei. — MORDE! MORDE MINHA BUCETA! MORDE O BRASIL TENTANDO VOLTAR!

Ela mordeu, a língua dançando nos lábios.

Aos 45 minutos do segundo tempo, o segundo gol da Noruega. Em uma tentativa de recuo, Nyland quase fez gol contra, mas a bola bateu na trave. No lance seguinte, dentro da área, Casemiro tentou chutar para o meio e pegou tão errado que a bola saiu pela lateral, logo antes da Noruega armar o contra-ataque que originou o segundo gol.

A Noruega armou rápido, Haaland recebeu na área, driblou Marquinhos e chutou forte.

— GOOOOOOL! GOOOOOOL DA NORUEGA! — Cecília berrou. — HAALAND! HAALAND DE NOVO!

Na televisão, Haaland comemorava, a torcida norueguesa explodia.

— REGRA DO GOL, ROBERTA! — ela gritou. — CHUPA A MINHA BUCETA DE NOVO! CHUPA O SEGUNDO GOL DA NORUEGA!

Ela abriu as pernas, eu lambi, sentindo o gosto do sangue, do suor, da derrota.

— ISSO, ROBERTA! — ela gritou. — LAMBE A BUCETA DA SUA NAMORADA! LAMBE A GOLEADA NORUEGUESA!

Aos 50 minutos do segundo tempo, o Brasil finalmente marcou. Vini Jr. recebeu na área, driblou o zagueiro e chutou cruzado, a bola entrou no canto.

— GOOOOOOL! GOOOOOOL DO BRASIL! — eu gritei, com lágrimas nos olhos. — VINI JR.! VINI JR.!

Na televisão, Vini Jr. comemorava, mas era tarde demais.

— REGRA DO GOL, CECÍLIA! — gritei. — CHUPA O VINI JR.! CHUPA O BRASIL!

Ela estava ofegante, com os olhos vermelhos de tesão e excitação.

— CHUPA! — eu ordenei, enfiando o Vini Jr. na boca dela.

Ela chupou, gemia, gozou.

— ISSO, CECÍLIA! — eu gritei. — CHUPA O BRASIL! CHUPA O GOL DE HONRA!

O apito final soou. Noruega 2 x 1 Brasil.

Na televisão, os jogadores noruegueses comemoravam. A torcida cantava.

Eu fiquei de joelhos na sala, as lágrimas escorrendo.

— Você perdeu, Roberta — Cecília disse, com um sorriso de vitória. — A Noruega ganhou. 2 a 1. E você vai pagar.

Ela segurou meu rosto.

— Todas as prendas. A depilação. O Haaland. E o absorvente.

Cecília foi ao banheiro e voltou com o absorvente usado, todo vermelho de sangue.

— Roberta — ela disse, com um sorriso perverso. — Você lembrou da regra, né?

— Qual regra?

— A bandeira da Noruega.

Ela abriu o absorvente e colocou na minha cara.

— Vermelho e branco. A bandeira da Noruega.

Ela esfregou na minha boca.

— Cheira, Roberta. Cheira o que sobrou da Noruega.

Cheirei, o cheiro forte, metálico.

— Lambe.

Eu lambi, sentindo o gosto de sangue.

— ISSO, ROBERTA! — ela gritou. — LAMBE A BANDEIRA DA NORUEGA! LAMBE O SANGUE DA NORUEGA!

Ela esfregou na minha buceta.

— Agora vai ter que fazer o mesmo comigo.

Ela tirou o absorvente e colocou na boca.

— Lambe a minha buceta, Roberta. Lambe o que sobrou do jogo.

Eu lambi a buceta dela, o grelo, os lábios, o sangue.

Cecília pegou o kit de depilação.

— Agora, Roberta, você vai depilar tudo. Vai ficar lisinha.

Ela depilou minha buceta, meu cu, meus lábios.

— ISSO, ROBERTA! — ela gritou. — FICA LISINHA! FICA IGUAL A MIM! FICA A BUCETA DA SUA NAMORADA!

Ela enfiou os dedos na minha buceta lisa.

— Agora você é minha. Toda minha.

Ela pegou o consolo branco de 35 cm.

— Agora, Roberta. A hora do Haaland.

Ela me virou de bruços, enfiou o Haaland no meu cu.

— É ISSO, ROBERTA! — ela gritou, metendo forte. — AGORA VOCÊ VAI SER COMIDA PELA NORUEGA! O HAALAND VAI TE ARROMBAR! 2 A 1!

Ela metia fundo, rápido. Eu sentia o consolo enorme, veiado.

— ISSO, CECÍLIA! — eu gritei. — METE! METE O HAALAND NO MEU CU! METE O GIGANTE NORUEGUÊS!

— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDA PELA NORUEGA, ROBERTA?

— AMO! — eu gritei. — AMO SER COMIDA PELO HAALAND! AMO A NORUEGA!

— E O VINI JR.?

— O VINI JR. É FRANGO! — gritei. — O HAALAND É MELHOR! 2 A 1!

Ela metia, fundo, forte.

— VOU GOZAR, ROBERTA!

— GOZA! — gritei. — GOZA NO MEU CU, SUA PUTA!

Ela gozou, o consolo pulsando no meu cu. Eu gozei também, sem tocar no pau.

Depois que gozei, peguei o Vini Jr., o consolo preto de 30 cm. Com raiva e tesão, eu o cortei com uma faca de cozinha, estragando o brinquedo que eu tanto amava.

— ISSO, ROBERTA! — Cecília gritou. — DESTROI O VINI JR.! DESTROI O BRASIL! A NORUEGA GANHOU! 2 A 1!

Eu rasguei o consolo, joguei os pedaços no chão.

— O BRASIL PERDEU! — eu gritei. — E O VINI JR. PERDEU TAMBÉM!

Daquele dia em diante, minha vida com Cecília mudou.

Ela descobriu que adorava ser dominadora. Eu descobri que adorava ser depilada e dominada. E juntas, descobrimos que o maior tesão era misturar futebol e sexo.

Noruega 2 x 1 Brasil. Na Noruega, na cama, e no nosso coração.

E o Haaland virou meu brinquedo favorito. O Vini Jr., infelizmente, foi destruído.

Mas a gente sempre pode comprar outro.

E na próxima Copa, a vingança será brasileira.

FIM

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