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EXCURSÃO

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Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 1177 palavras
Data: 05/07/2026 09:53:29

Sou um velho safado e gostoso. Adoro sexo. Tenho uma bunda que ainda desperta desejo nos homens e eu sou perdido por uma rola. Estou gastando meus últimos cartuchos sexuais, com seletividade, claro, mas sem moderação. A minha rola já não tem mais o vigor de antes, e ainda bem que sempre usei mais o cu, este permanece atuante e enlouquecendo quem envereda por ele adentro.

Não me lembro bem por que cargas d’água decidi participar de uma excursão da terceira idade de uma instituição que cuida desse povo passado do prazo de validade, feito eu. Decerto, queria ver se encontrava algum inusitado parceiro em meio à velharia. Ledo engano: casais ultraconservadores, boa quantidade de viúvas e viúvos, mas todos enganchados em alguém – amigo, parente, cuidador... enfim. Chance zero de alguma safadeza.

Mas o conforto era notório: um luxuoso ônibus de dois pavimentos; ar refrigerado no ponto certo (a frágil saúde dos usuários exigia cuidados); vidros totalmente escuros, tornando invisível seu interior para quem estava de fora, e a paisagem nítida e transparente para os passageiros; cadeiras bastante confortáveis e quase camas; música ambiente – da primeira metade do século passado, obviamente...

O ponto alto da excursão era uma caminhada por uma paradisíaca clareira, onde rolaria um picnic, num grande galpão, já preparado para esse fim. Essa atividade eu dispensei, que de forma alguma fazia minha cabeça me cansar em caminhada ou partilhar a comida coletiva. Além do que as conversas que tentei entabular ou em que procurei me encaixar giravam predominantemente em torno de doenças, passado, religião... temas que, definitivamente, não estão na minha zona de desejo. O clima um tanto instável, meio nublado, com pedaços de sol aqui e ali, contribuíam com a minha letargia.

Optei por ficar no ônibus, aproveitando o conforto do veículo. Retirei o excesso de roupa, ficando tão somente com uma regata bem cavada e uma bermuda jeans curtíssima e com rasgos que insinuavam nacos da pele da minha bunda; segurando pica e bolas, diminuta tanga tipo fio dental.

Estava eu placidamente deitado no ponto máximo de reclinação da cadeira, quando o motorista entrou. Jaime era um moreno de seus 30 a 40 anos, sem nada que, a princípio, me chamasse a atenção. Mas era simpático, agradável, gostava de conversar, e não tinha a quantidade etária do restante do grupo, portanto possuía um repertório de conversa mais diversificado e atualizado.

Ao me ver estatelado na cadeira, mãos apoiando a cabeça por trás, olhos perdidos na paisagem lá fora, que ia tomando ares de próxima chuva, veio até mim, sorriso de todos os dentes:

– E aí, seu Cláudio? Não foi para a caminhada com o pessoal?

– Não, Jaime, não estou a fim de correr da chuva.

– É verdade, está se preparando um belo toró por aí. Ainda bem que vão fazer o picnic num lugar coberto...

Se eu estivesse mais atento, teria percebido as não muito discretas olhadas de Jaime para meu corpo, principalmente minhas pernas, cujos pés suspensos e apoiados numa reentrância da poltrona, expunha minhas coxas e genitália. Mas não estava ligado e não notei, senão quando o papo dele se encaminhou por temas inusitados:

– Estou vendo que o senhor faz depilação nas axilas... Estão bem clarinhas!

– É, não gosto de pelos no meu corpo. Tiro tudo que posso.

– Eu também não gosto muito, mas não tiro tudo, deixo bem aparadinho. O senhor depila em toda parte do corpo?

– Sim, também fiz virilha e perianal. Meu púbis, minha rola e meu cu são tão lisinhos quanto minhas axilas.

Percebi, agora percebi, a vigorosa mexida na rola, por sobre a calça, e constatei estar ele com a rola ereta, o que já fez meu pau também se movimentar. O clima de tesão estava no ar!

– Quer ver? – lancei o anzol, ousadamente.

Ele nada respondeu, somente se aproximou de mim e levou a mão primeiro para minhas axilas, constatando a suavidade (e me arrepiando, que eu adoro esse tipo de toque), depois enfiou a mão por dentro da minha bermuda e confirmou a ausência de pelos pubianos. Para essas ações, seu corpo ficava bem perto do meu, e, sem nada falar, soltei seu cinto, desabotoei a braguilha, desci o zíper e a cueca, surgindo a minha frente uma rola ereta pulsante, escura, com a cabeça brilhante.

Toquei a cabeça de sua rola com a ponta da língua e a fui trazendo para minha boca, passando a suga-la delicadamente. Que rola gostosa! Que delícia de pau! O sabor de homem limpo, a dureza do membro teso, pediam que mais e mais o envolvesse, encostando meu nariz nos pelos de fato aparados e sentindo a cabeça da pica na minha garganta. Jaime gemia, requebrava e estocava suavemente minha boca como se fosse uma buceta, enquanto acariciava minha rola e o dedo resvalava para meu cu piscante.

Em instantes estávamos nus os dois, eu agora de quatro sobre a cadeira, o cu arreganhado para ele, que enfiava a língua e o lubrificava bem; em seguida sua rola babada do meu boquete encontrou a entrada da minha caverna e senti a pressão do seu pau me invadindo. E aí quem gemeu de prazer fui eu. Depois do reconhecimento do terreno e das possibilidades da foda, os movimentos foram se sucedendo, arrancando sons dos dois machos que transavam no interior daquele confortável veículo.

De repente ouvi o barulho dos pingos sobre o vidro e a chuva chegou impetuosa, com o mesmo ímpeto com que Jaime me fodia. Minha rola dura babava sob mim e eu a tomei, passando a punhetar-me, no ritmo das enfiadas do meu comedor. Os sons emitidos pelos dois machos excitados rivalizavam com os dos grossos pingos lá fora. Eu desejava que aquela foda não acabasse jamais, que sua rola permanecesse para sempre entrando e saindo de meu cu...

Mas veio o momento de maior ansiedade, e o motorista não conseguiu mais segurar o prazer intenso que lhe tomava o corpo.

– Eita porra, vou gozar neste cu muito gostoso, seu Cláudio! Vou gozar...

– Goze, meu macho, se derrame todo em mim...

Senti a penetração mais forte, a parada dos movimentos, o pulsar da rola prestes a explodir e os jatos inundando meu rabo, aos gritos do meu fodedor. Também acelerei minha punheta e acompanhei o gozo de Jaime com minhas próprias emissões de gala e os choques elétricos que tomavam meu corpo. Depois, foi só silêncio, quebrado pelo ruidoso de nossas respirações ofegantes...

Enquanto nos recompúnhamos, a chuva diminuía para chuvisco...

– Nossa, seu Cláudio, nunca imaginei que o senhor fosse tão gostoso assim...

– E eu jamais pensei que você tinha uma rola tão competente e deliciosa, Jaime. Eu já estava dando por perdida a possibilidade de dar o rabo nesta excursão.

Então nos abraçamos fortemente e não resisti a colar meus lábios nos seus lábios carnudos, num beijo de muito tesão. Ligado ao seu corpo, senti o movimento revivido de seu pau, endurecendo de novo, mas já nada mais poderia ser feito: os primeiros velhinhos despontavam no começo da estrada, sombrinhas e guarda-chuvas armados, na inutilidade do completo estiamento que somente acinzentava o ambiente.

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Comentários

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Pode-se dizer que foi uma excursão maravilhosa.

fredcomedorr2022@gmail.com

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