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Desejos Paralelos: Orgia e Encontro Secreto

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Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Lésbicas
Contém 2741 palavras
Data: 29/07/2026 01:38:02

A convenção anual da empresa em Florianopolis havia sido marcada para um resort discreto. O pretexto oficial era “integração estratégica de equipes”. O real combustível eram as suítes isoladas, o álcool liberado sem limite e o cansaço acumulado de meses de prazos impossíveis. Vanessa, Luciana, Simone e Aline formavam o núcleo mais próximo do time de projetos — e naquela noite o destino decidiu explodir todas as contenções entre elas.

O happy hour começou à beira da piscina aquecida. Vanessa usava um vestido preto justo que marcava cada curva generosa: seios médios firmes sob o decote, coxas grossas e macias que se tocavam a cada passo, bumbum redondo e empinado. Seus cabelos loiros platinados ondulavam com o vento noturno. Luciana estava ao lado, vestido boho curto, seios de silicone altos e firmes quase saltando, quadril largo balançando, cabelos pretos longos caindo como uma cortina de pecado. Simone sorria com o rosto angelical, blazer aberto sobre um top que empinava os seios, bunda pequena e redonda marcada pela calça. Aline, mais quieta, saia reta e blusa solta, pernas longas e finas cruzadas, olhos castanhos grandes captando cada movimento.

A conversa começou leve e logo descambou. Vanessa riu alto ao falar do marido “previsível demais”. Luciana não se conteve:

— Eu, depois da separação, decidi que vida curta demais pra foder mal. Agora eu como quem eu quero, quando eu quero.

O ar ficou elétrico. Simone trocou um olhar com Luciana. Aline apertou as coxas uma na outra, boceta já latejando só de ouvir. Luciana se levantou, puxou Vanessa pela cintura e a beijou ali mesmo, línguas se encontrando com fome. Os peitos de Vanessa prensaram contra os silicones firmes de Luciana. Vanessa gemeu baixo, mãos descendo para apertar a bunda grande e redonda da consultora. Aline observava, lábios entreabertos.

— Quarto da suíte master — murmurou Simone, voz aveludada de comando.

Elas subiram quase correndo. A porta mal fechou e a orgia explodiu.

Luciana empurrou Vanessa contra a parede, puxou o vestido para baixo e atacou os seios com a boca, chupando os mamilos com força, mordiscando, enquanto a mão descia entre as coxas grossas e enfiava dois dedos na boceta já encharcada. Vanessa gemia alto, unhas cravadas nos ombros de Luciana. Simone se aproximou de Aline, abriu a blusa dela, libertou os seios pequenos e firmes e chupou um mamilo enquanto a mão entrava por baixo da saia. Dois dedos longos encontraram a boceta depilada e molhada de Aline e entraram de uma vez. Aline soltou um gemido agudo, joelhos fraquejando.

Luciana jogou Vanessa na cama enorme e abriu suas pernas grossas ao máximo. Mergulhou o rosto entre elas, língua larga lambendo toda a extensão da boceta inchada, sugando o clitóris com fome, enfiando a língua o mais fundo possível. Vanessa arqueava as costas, mãos apertando os próprios seios. Simone colocou Aline de quatro ao lado e se posicionou atrás, esfregando a boceta contra a da mais nova em movimentos circulares intensos enquanto enfiava dois dedos nela.

Luciana vestiu o strap-on grosso e realista, lubrificou e meteu fundo em Vanessa de uma vez. Vanessa gritou de prazer, paredes internas apertando o brinquedo. Luciana fodia com estocadas profundas e ritmadas, uma mão puxando os cabelos loiros, a outra dando tapas firmes no bumbum redondo. Simone se deitou debaixo de Vanessa e chupava seu clitóris enquanto Luciana metia. Aline, já de quatro, recebia a língua de Simone por trás e os dedos de Luciana quando sobrava. O quarto encheu-se de gemidos, sons molhados de bocetas e o bater ritmado do strap-on.

As posições se multiplicaram. Vanessa chupava a boceta de Luciana enquanto Simone a fodia com o strap-on. Aline sentava no rosto de Vanessa, esfregando-se com vontade. Todas se tocavam, se lambiam, se fodiam sem pausa. Aline gozou primeiro, corpo esguio tremendo, squirt escorrendo. Vanessa explodiu em seguida, gritando. Simone e Luciana gozaram quase juntas, corpos se contorcendo.

Exaustas, suadas e meladas, as quatro se largaram na cama. Vanessa sorria, finalmente com o vulcão reacendido. Luciana ria. Simone observava todas com possessividade. Aline, tímida mas transformada, aninhou-se entre as coxas de Vanessa. A noite estava apenas começando.

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Na manhã seguinte a luz suave filtrava pelas cortinas. Aline acordou com o corpo ainda sensível, marcas leves de dedos nas coxas e um latejar gostoso entre as pernas. Vestiu um shortinho branco fino e uma blusinha regata sem sutiã e saiu a caminhar, tentando organizar os pensamentos.

Ao passar pelo corredor do último andar, a porta da suíte de Simone estava entreaberta. Aline empurrou devagar.

Simone estava sentada na beira da cama, vestindo apenas uma camisa social branca aberta. Seus seios estavam completamente expostos, mamilos endurecidos. Havia cocaína sobre a cômoda.

— Simone…? — sussurrou Aline, voz trêmula.

Simone abriu os olhos devagar. Um sorriso lento e predatório curvou seus lábios.

— Entra, Aline. E fecha a porta.

A jovem obedeceu, pernas moles. Simone se levantou e se aproximou até quase encostar.

— Quer experimentar? Depois de ontem, sei que você ainda está com fome.

Aline balançou a cabeça rapidamente.

— Não… eu nunca usei isso. É perigoso, Simone. Eu não sou assim.

Simone aproximou-se ainda mais, voz baixa e dominante:

— Você também disse que nunca faria o que fizemos ontem… e gozou várias vezes. Só um pouco. Vai te deixar sensível pra caralho.

Depois de longos segundos de hesitação, Aline respirou fundo e murmurou:

— …só um pouco. Só pra sentir.

Simone sorriu vitoriosa. Os efeitos vieram rápido — coração disparado, pele extremamente sensível, boceta latejando com urgência.

Simone não esperou. Virou Aline de frente e a beijou com brutalidade, mãos subindo pela blusinha e apertando os seios pequenos. Beliscou os mamilos com força, fazendo Aline gemer dentro de sua boca. Desceu a mão para dentro do shortinho, dedos encontrando a boceta completamente encharcada, e enfiou dois de uma vez, fodendo devagar enquanto beijava o pescoço dela.

Aline se contorcia, quadril mexendo contra a mão de Simone. Simone tirou o shortinho com um puxão e a jogou na cama. Abriu suas pernas longas ao máximo e mergulhou entre elas.

O oral foi lento, molhado e devastador. Simone passou a língua larga e quente por toda a extensão da boceta inchada, saboreando o gosto doce e abundante que escorria. Sugava os lábios vaginais com calma, puxando-os gentilmente entre os dentes, depois soltava e voltava a lamber. Concentrou-se no clitóris, circulando-o com a ponta da língua em movimentos rápidos e precisos, alternando com sucção forte que fazia Aline arquear as costas e soltar gemidos roucos. Enfiou a língua o mais fundo possível, fodendo Aline com ela enquanto o nariz pressionava o clitóris ritmadamente. Depois substituiu a língua por três dedos, curvando-os para acertar o ponto certo, enquanto chupava o clitóris sem parar, criando um ritmo implacável.

Aline tremia inteira, coxas apertando a cabeça de Simone, mãos cravadas nos lençóis. Os gemidos foram ficando mais altos e desesperados até que ela explodiu em um orgasmo intenso, corpo convulsionando, gozando na boca de Simone, que continuou lambendo devagar, prolongando cada onda de prazer até Aline ficar trêmula e hipersensível.

Simone subiu, deitou-se de pernas abertas e puxou Aline pela cabeça.

— Agora é sua vez. Me come direito.

Aline, ainda ofegante, enterrou o rosto entre as coxas de Simone. Lambeu com dedicação crescente, passando a língua devagar por toda a boceta melada, explorando cada dobra. Chupava o clitóris com mais confiança, enfiando dois dedos e movendo-os em círculos enquanto a língua trabalhava. Simone gemia, quadril rebolando contra o rosto dela, uma mão segurando os cabelos de Aline para guiar o ritmo.

Sem dar tempo para Aline recuperar o fôlego, Simone se levantou, pegou o strap-on grosso e realista, ajustou-o na cintura com movimentos precisos e lubrificou generosamente. Virou Aline de quatro com autoridade, segurou firme seus quadris estreitos e posicionou a ponta grossa na entrada encharcada. Empurrou devagar no início, centímetro por centímetro, sentindo as paredes apertadas de Aline se abrindo ao redor do brinquedo. Quando estava completamente enterrado, começou a meter com estocadas firmes e profundas, uma mão puxando os cabelos longos de Aline para trás, arqueando seu corpo, enquanto a outra dava tapas ritmados na bunda miúda e empinada.

— Isso… toma tudo — rosnava Simone, acelerando o ritmo. O som molhado de pele contra pele ecoava no quarto. A cada estocada forte, o strap-on batia fundo, roçando o ponto certo dentro de Aline, que gemia sem controle, empinando ainda mais o quadril para receber tudo.

Simone alternava o ritmo: metia forte e rápido por alguns segundos, depois desacelerava, girando o quadril para que Aline sentisse cada detalhe do brinquedo. A jovem analista gozou mais uma vez, pernas tremendo, boceta apertando o strap-on com força enquanto gritava o nome de Simone.

Foi nesse exato momento que a porta se abriu silenciosamente.

Luciana estava parada na entrada, vestindo um robe curto que mal cobria suas coxas. Seus olhos castanhos brilharam de surpresa e excitação ao ver as duas nuas e meladas. Seu olhar desceu até a cômoda e encontrou a cocaína.

— Ora, ora… — disse ela, fechando a porta atrás de si com um clique. Um sorriso largo e safado surgiu em seus lábios carnudos. — Vejo que você encontrou mais uma pro nosso grupo, Simone.

Simone riu baixinho, ainda com o strap-on enterrado em Aline.

— Quer se juntar? Tem o suficiente pra três.

Luciana lambeu os lábios, já tirando o robe e revelando o corpo escultural, seios de silicone altos e firmes, quadril largo e boceta depilada brilhando de excitação.

— Claro que quero. Mas primeiro termina de fazer ela gozar de novo. Quero assistir bem de perto.

Luciana assumiu o controle total. Empurrou Simone de costas e sentou-se em seu rosto, esfregando a boceta molhada e quente contra a boca da diretora, que lambia com fome. Ao mesmo tempo, puxou Aline para cima dela, fazendo as duas se beijarem com desejo enquanto enfiava dois dedos na boceta ainda sensível de Aline. Os gemidos das três preenchiam o ar.

Luciana pegou o strap-on, ajustou-o e posicionou Aline e Simone de quatro, lado a lado, bundas empinadas. Começou fodendo Aline com estocadas profundas e ritmadas, o brinquedo desaparecendo completamente. Depois puxou o strap-on melado e enfiou tudo de uma vez em Simone, que arqueou as costas. Enquanto fodia a diretora, Luciana esticava a mão e enfiava dois dedos em Aline, mantendo as duas preenchidas ao mesmo tempo.

As posições mudaram várias vezes. Luciana deitada enquanto Aline sentava no strap-on, cavalgando com vontade, seios pequenos balançando. Simone sentada no rosto de Luciana, rebolando a boceta melada contra a língua experiente. O quarto estava tomado pelo cheiro de sexo, suor e excitação. Aline gozou cavalgando, corpo convulsionando. Simone gozou logo depois, gemendo alto. Luciana gozou por último, esfregando-se no rosto de Simone.

Exaustas, as três se largaram na cama em um emaranhado de pernas e braços, ainda se tocando preguiçosamente. Luciana olhou para a cocaína restante.

— Vamos guardar um pouco pra Vanessa… ela vai adorar isso.

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**Ao mesmo tempo, em outro quarto do resort:**

Ao mesmo tempo, em outro quarto do resort:

Marcelo havia chegado mais cedo ao resort sob o pretexto de uma reunião de última hora com a diretoria. O corredor estava silencioso, iluminado apenas pelas luzes suaves das luminárias de parede. Foi quando ouviu o riso baixo e característico de Vanessa vindo de uma das suítes. O som era rouco, carregado de algo que ele reconheceu imediatamente. Parou na frente da porta, hesitou por um segundo e bateu.

A porta se abriu quase imediatamente. Vanessa estava ali, vestindo apenas um robe curto de seda preta que mal cobria as coxas grossas. Os cabelos loiros platinados caíam soltos sobre os ombros, ainda úmidos de um banho recente. O decote do robe se abria o suficiente para mostrar o vale generoso entre os seios médios e firmes. Seus olhos verdes brilharam ao reconhecer o coordenador.

— Estava torcendo pra você aparecer — murmurou ela, voz baixa e carregada de intenção.

Sem esperar resposta, puxou Marcelo para dentro pela gravata e fechou a porta com o pé, trancando-a em seguida. O robe escorregou de um ombro, revelando a pele clara e as sardas leves. Marcelo não disse nada. Agarrou a cintura dela com as duas mãos grandes, apertando a carne macia dos quadris generosos, e a beijou com fome. A língua dele invadiu a boca dela, dominando, enquanto as mãos desciam e abriam completamente o robe. O tecido caiu no chão.

Os seios médios e firmes de Vanessa ficaram expostos, mamilos já endurecidos. Marcelo baixou a cabeça e chupou um deles com força, língua girando, dentes roçando de leve. A mão esquerda desceu entre as coxas grossas dela, subindo até encontrar a boceta já completamente encharcada. Dois dedos grossos entraram facilmente, curvando-se para dentro enquanto o polegar pressionava o clitóris inchado. Vanessa gemeu alto dentro da boca dele, unhas cravadas nos ombros largos.

Ela se ajoelhou sem pedir. Abriu o cinto e o zíper da calça social de Marcelo com dedos ágeis e libertou o pau grosso e veiado, já latejando e brilhando de pré-gozo. Envolveu a base com uma mão e enfiou o máximo que conseguiu na boca, língua quente e molhada girando na cabeça inchada enquanto chupava com fome. Marcelo segurou os cabelos loiros platinados com as duas mãos e começou a foder a boca dela com estocadas controladas, mas profundas. O som molhado de saliva e garganta ecoava no quarto. Vanessa olhava para cima, olhos verdes marejados de tesão, baba escorrendo pelo queixo.

— Porra, Vanessa… que boca gostosa — rosnou Marcelo, voz rouca.

Ele a puxou de volta para cima, quase a carregando até a cama. Jogou-a de costas e abriu as pernas grossas com as mãos. Mergulhou o rosto entre as coxas, língua larga e quente passando por toda a extensão da boceta encharcada. Sugava os lábios inchados, chupava o clitóris com sucção forte e ritmada, depois enfiava a língua o mais fundo possível, fodendo-a com a boca. Vanessa se contorcia, mãos apertando os próprios seios, gemendo alto e sem qualquer contenção. As coxas grossas tremiam ao redor da cabeça dele.

Quando ela estava no limite, Marcelo subiu o corpo. Posicionou a cabeça grossa do pau na entrada molhada e meteu de uma vez, até o fundo. Vanessa gritou de prazer, unhas arranhando as costas dele. Ele começou devagar, sentindo cada centímetro da boceta apertada e quente, depois acelerou. Estocadas profundas e brutais faziam os seios médios balançarem. As mãos grandes apertavam os quadris generosos com força, dedos cravados na carne macia. Vanessa rebolava de encontro a ele, pedindo mais, voz rouca:

— Isso… me fode gostoso… mais forte…

Marcelo a virou de quatro com um movimento só. O bumbum redondo e empinado ficou exposto, perfeito. Ele deu dois tapas firmes, vendo a pele avermelhar, depois lubrificou o pau com a própria saliva e a umidade dela. Posicionou a cabeça contra o cuzinho apertado e empurrou devagar. Vanessa gemeu alto, quase um grito, quando a cabeça entrou. Marcelo avançou centímetro por centímetro, sentindo o anel apertado se abrir ao redor do pau grosso, até enterrar tudo. Ficou parado por alguns segundos, deixando ela se acostumar, depois começou a foder o cu com ritmo crescente.

Uma mão desceu e esfregou o clitóris inchado dela em círculos rápidos enquanto metia fundo. Vanessa tremia inteira, gemendo sem parar, empinando ainda mais o bumbum para receber cada estocada. O som molhado de pele contra pele preenchia o quarto. Ela gozou violentamente, corpo convulsionando, boceta e cu apertando o pau dele ao mesmo tempo. Marcelo continuou metendo através do orgasmo dela, prolongando cada onda.

Quando sentiu que ia gozar, puxou o pau, virou Vanessa de frente e a fez deitar de costas. Ajoelhou-se sobre ela e gozou forte. Jatos grossos e quentes acertaram os seios médios, a barriga e o colo dela, escorrendo pela pele clara. Vanessa passou os dedos no sêmen ainda quente, levou à boca e lambeu devagar, olhando nos olhos escuros dele com um sorriso safado e satisfeito.

Os dois caíram lado a lado na cama, suados, ofegantes, corações ainda disparados. Marcelo passou a mão grande pelas coxas grossas dela, apertando a carne macia. Vanessa virou o rosto e beijou a barba espessa dele.

— Eu precisava disso pra caralho — murmurou ele, voz ainda rouca.

Vanessa sorriu, o corpo ainda latejando, o cu sensível, a boceta latejando de prazer.— E a noite ainda nem acabou… — respondeu ela, já passando a mão pelo peito dele, dedos deslizando para baixo.

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As duas cenas aconteceram ao mesmo tempo. O resort continuava quieto por fora. Por dentro, o fogo já havia se espalhado por mais de uma suíte — e nenhuma delas pretendia apagar.

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Comentários

Foto de perfil de Otto

Acho que o Marcelo peca por não dar ao menos quinze beijinhos no "cu sensível" da chupabilíssima Vanessa. De resto, boa foda.

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