🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Fera Ferida 4 = 🎵 Estou Te Esperando Através do Tempo 🎵

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Kelly
Categoria: Heterossexual
Contém 4205 palavras
Data: 29/07/2026 00:02:38
Última revisão: 29/07/2026 00:42:14

Pois é… Estou traindo meu namorado, metendo chifre, colocando o boné de galha, enfeitando a testa dele, para alguns isso simplesmente me torna a maior vagabunda do planeta, aquela que sabe que não existe gente pior, que não existe julgamento pior, ao mesmo tempo, tenho meus motivos e talvez, devesse lembrar deles antes de contar as coisas mais recentes…

Jonathan é meu namorado por um acordo, ele não queria isso, ele queria continuar vivendo as orgias dele, mas ter uma namorada, uma noiva, foi a condição da mesa de diretores da InGen deixar ele em paz, mas ele continua frequentando suas orgias, com outras mulheres, além disso, a escolhida, bom… Eu ganho fama, suporte e dinheiro, mas principalmente continuo viva ao aceitar.

Pois é… Viva… Jonathan Hammond controla os remédios que preciso tomar para continuar viva, mesmo que só esteja postergando o fim, a quarta crise, que quando vier vai me destruir, mas eu prometi para a minha irmã que iria viver tudo, ver tudo, ser tudo, para morrer sem arrependimentos, porque é assim que quero viver.

Quem acompanhou o último conto, sabe como tudo começou meu caso quente, de desejo e sexo com o Christian, não há o que dizer quanto a isso, ele mexe com a minha cabeça, eu tenho namorado, ele têm namorada, mas nem um dos dois consegue ficar longe do outro, eu precisaria de milhares de palávras para explicar porque não estamos juntos, porque não nos separamos e ficamos um com o outro, mas…

Agora isso já não importa. As pessoas que nos separaram venceram, não podemos ficar juntos, ou melhor, não deveríamos…

Os dias viraram meses e logo já era um ano de mentiras, a verdade é que Jonathan não fica muito no Brasil, ele têm mais o que fazer do que ficar na mansão dele, no meio da serra, quer dizer, por enquanto, ele têm falado de vir morar no Brasil e já comentou algumas vezes, quando me levou para viagens e festas, eu acompanhei ele internacionalmente e logo já tinha propostas de trabalhos em inglês e espanhol, isso é assustador, mas ao mesmo tempo, estava acontecendo eu seria tudo o que prometi.

Claro que amantes não podem ficar se encontrando todos os dias, eu e Christian nos vemos uma ou duas vezes por bimestre, eu dou uma desculpa, ele dá uma desculpa, a gente some para algum lugar fora de SP por um dia ou dois, onde transamos muito ou vamos até para longe outra capital, onde têm menos chances de eu ser reconhecida, principalmente com roupas comuns e escondendo meu corpo.

Um ano de um caso extra-oficial, cheio de tesão, cheio de fogo, a gente sempre diz que é a última vez, que nunca mais, mas logo eu já estou beijando a boca do nunca mais, logo eu já estou tirando a roupa do nunca mais, logo já estou me acabando na cama do nunca mais…

Pois é… E foi isso que me trouxe para essa situação.

… … … … … … … … …

Estava arrumando minha calça dentro do carro dele, ajeitando a maquiagem, uma rapidinha, durante o intervalo da faculdade, nem sei como aconteceu, essa foi fora do nosso calendário, não foi uma festa, não foi um combinado, não foi um dia sem aula, foi só um dia que os dois resolveram sair da faculdade e transar no motel de estrada mais fora da cidade que achamos.

“A gente precisa parar com isso.”, ele fala como se estivesse pedindo desculpas para si mesmo, isso machuca, mas já me acostumei, ambos já estivemos nesse lugar antes. “Isso eu sei Christian, isso não pode e não vai acontecer de novo.”, guardo as coisas na bolsa, ele dá risada, “Você sempre diz que não vai Kelly…”, “Porra Chris, eu não transo sozinha, sabia? Você têm tanta culpa quanto eu!”, ele desvia os olhos…

“Desculpa Kelly.”, ele fala eu não sei se percebeu as lágrimas se formando nos meus olhos, “Tudo bem… Isso têm que acabar… Acho que não quero mais, acho que essa foi nossa última vez.”, ele olha para mim e sorri, um sorriso machucado antes de estender a mão para meus cabelos, “Ok indiazinha, essa foi a última vez.”...

Enquanto isso a música tocava no rádio:

🎵 Juro que não volto nunca mais

Olha eu beijando a boca do nunca mais

Olha eu tirando a roupa do nunca mais.

Juro que não corro mais atrás

Olha eu correndo pra casa do nunca mais

Olha eu me acabando na cama do nunca mais… 🎵

Simone Moreno implacável na rádio…

… … … … … … … … …

Era o último dia de aula… Três semestres dos 8 já estavam completos, no último ano, eu estava transando com o Christian, como disse, mais ou menos uma vez por bimestre, quando chegamos na faculdade, despistamos cada um indo para seus afazeres, eu nem tenho mais aula com aquele professor, nem encontro mais o Christian na sala de aula, mas.. Veja… Isso não significa que a gente não se encontra na faculdade.

“E aí já sabe por onde vai começar sua turnê?”, quem me pergunta é a Valéria, como eu tinha falado, eu sempre faço minhas turnês nas férias, limitadas a uma no meio do ano e uma no começo ou final, mas quando eu faço é sempre incrível… E não vai ser diferente esse ano, “Eu realmente preciso ver na minha agenda Val, mas acho que a gente vai terminar em Madrid.”, ela sorri, “Caramba, vai viajar bastante essas férias então.”, “A trabalho Val… kkkkk…”, “Mas sobra um tempinho.”, fico vermelha e faço que sim.

“E o namorado vai acompanhar você?”, eu sorri, “Bom a gente vai se encontrar em alguns destinos internacionais, mas aí depois ele vem para o Brasil comigo.”, ela faz que sim com a cabeça, “Ele virá morar no Brasil?”, eu sorrio e sinalizo positivamente, “Sim virá sim.”, claro que isso também significa, mais dificuldades para ver o Chris, não sei qual será a reação do Jonathan quando souber que seus chifres já alcançam o teto alto de sua imensa sala de visitas.

Estávamos nesse clima conversando, eu estava bastante distraída, não percebi quando veio, sem aviso… “Você pensa que é quem o Zóio Rasgado, acha que eu não sei que é você.”, a Loira está com os olhos brilhando de ódio, eu olho nos olhos dela, sabendo bem o que eu fiz, mas fico quieta esperando, “Diz alguma coisa?”, “Quer que eu diga o quê Geovana?”, ela olha para mim e se aproxima eu dou um passo para trás.

“Eu sei que você anda se comunicando com o meu namorado.”, “Não falo com ele há um bom tempo, mas somos amigos.”, “Não existe amiga de ex, japonesa paraguaia.”, eu respiro fundo, o racismo dela e da Bárbara incomoda, mas já estou acostumada e na real, dessa vez eu estou errada, “Se você não sabe com quem seu homem anda galinhando, eu aconselho a falar com ele, como você mesma lembrou. Meu, ele é somente ex e quem vive de passado é museu.”, ela fica vermelha de raiva antes de sair andando.

Eu respiro fundo… E mando um e-mail para o Christian perguntando o que houve…

Chris: “Desculpa Kelly nós brigamos e ela está buscando motivos.”

Kelly: “Tah bom, controle sua namorada por favor.”

Chris: “Vou contar isso como um favor..”

Kelly: “Já falei que não vai se repetir.”

… … … … … … … … …

Madrid, Espanha 4.000 pessoas, casa cheia, todos dançando e se divertindo com a minha música, todos curtindo cada uma delas uma boa mistura do disco anterior e novo, a relação com os fãs é sempre contagiante e orgástica, com todos elétricos e felizes,

🎵 Me leva para um encontro entre estrelas cadentes

Um desafio raro, incendeia nosso coração

Me abrace forte, gosto do cheiro do seu abraço

Eu vou fazer você se sentir melhor, confie em mim

No samba as 9pm. Não se atrase 🎵

Dançando hipnoticamente, sexy, apesar de ter estranhado no começo, um ano e meio depois, eu posso dizer que estou muito bem no meu papel sexy, o público Baba Baby, deixei a menina para trás, hoje sou tudo isso e poucos realmente podem ter TUDO ISSO, mas o sonho impossível faz parte do show, de todos terem um pedacinho de mim, rebolando, cantando, seduzindo e dançando em cima de um palco por pouco mais de uma hora e meia.

Claro que a última música é mais lenta já se aprendeu com a história que você não quer liberar 4.000 pessoas elétricas e hiperativas na vizinhança, é preciso reduzir a pressão para isso, por isso a última música deve ser calma, ‘Fera Ferida’ têm sido a escolhida, mas breve, uma nova virá...

Saio correndo para o backstage e pulo no Alberto. “FOI PERFEITO…”, eu sorrio olhando para ele, que acaricia meus cabelos. “Que bom que gostou, acho que agora hora de férias né?”, eu sinalizo afirmativamente e logo já vou para o camarim um bom e longo banho e depois com roupas civis voltar para o Alberto.

Me encontro com ele para irmos, já estávamos no carro quando ele falou, “Kelly está tudo bem na faculdade? Você está com problemas?”, eu fico sem jeito e desvio os olhos, ele resolve não pressionar e eu também fico quieta, nós dois sabemos que isso é sobre o Chris, Alberto finge que não sabe e eu finjo que escondo.

Mas agora era hora de férias…

… … … … … … … … …

Nem vou dizer como estou feliz de estar curtindo a praia em Madrid, curtindo o sol, curtindo a praia, relaxando para a volta das aulas em uma semana, curtindo o Sol e o mar mas faltava algo, algo que os céus resolveram que viria até mim em um e-mail

Christian: “Kelly, você ainda está em Madrid?”

Kelly: “Sim porquê?”

Christian: “Eu vim dar uma palestra e participar de um simpósio em Barcelona, que tal nos vermos?”

Kelly: “Chris eu…”

Me bate uma dúvida brutal e eu já tinha dito que foi a última vez mas…

Chris: “Kelly só dançar e curtir, beber um pouco, que tal?”

Nem um dos dois é burro a gente sabe que vai cair em tentação, a gente sabe que vai ser o mesmo tudo de novo.

Kelly: “Ok me diz onde então.”

O coração acabou mandando mais que o racional, eu estava me arrumando para ver o homem que amo, mas também, o homem que deveria evitar. Meu maior problema sequer é sobre o Jonathan que pode me matar simplesmente negando meus remédios, meu maior problema é meu próprio coração.

Me arrumo para sair com o Chris ele quem me levar para dançar, sorrindo escolho um vestidinho super leve soltinho mas de corte justo contornando os traços do meu corpo, dourado , com um suave brilho, brincos de argolas e sandálias de salto.

Me olho no espelho os cabelos em cachos soltos, a pele cor-de-canela com um super bronze, lábios e unhas vermelhos, claro, as pernas longas no vestido curtinho que mal chega no meio das coxas, com o quadril e bundinha redondinhos, mais para pequenos e os seios médios, faziam o volume exato no vestido para provocar.

… … … … … … … … …

Cheguei no lugar marcado uma casa noturna em uma velha igreja, eu caminho pelo lugar com um suave rebolado, os olhares direcidcionados para mim de puro desejo, embora aqui caiba um detalhe, o racismo europeu, que faz mulheres latinas, principalmente com traços negros ou indígenas como eu serem vistas, como sexo fácil, por isso mesmo mantenho minha pose sem dar bola.

O ambiente em si lindo, a construção da igreja foi perfeitamente usada, um longo bar paralelo há uma parede, uma pista, gaiolas pendiam do teto com dançarinos e dançarinas, camarotes vip, para onde eu me dirigia, a música é eletrônica, hipnótica, remixada, para eurodance, mal reparo e já estou dançando.

Quando vejo Chris eu já sorrio, ele estava vindo na minha direção eu sorrio, “Uau você está uma graça.”, eu sorrio vermelha, “Você merece que eu esteja.”, ele sorri, ambos vermelhos, olhando um para o outro, fomos para a pista, dançando, corpos se movendo, mas jamais tocando, curtindo a pista, isso deve ter durado por 5 segundos que pareceram horas desejando se tocar.

Por fim ele me agarra e me beija, eu beijo de volta me entregando, suas mãos deslizam pelo meu corpo o tecido leve e delicado moldando meu corpo entrega para sua investigação as respostas que precisa, sem sutiã, calcinha pequena, sem shortinho, “Quer me enlouquecer né?”, eu dou risada, “Sim, mas aqui não pode ficar encostando assim.”, regras estabelecidas.

Dançando com ele, deixando ele sentir o calor da proximidade do meu corpo, o vestidinho fininho que desenha minhas curvas e não chega no meio das coxas, na verdade subindo e ficando quase que só no quadril, eu dançando de costas para ele, dobro os joelhos de vagarinho, descendo, descendo, descendo, colocando a mão na frente para proteger a visão da calcinha.

Eu subo ainda dançando de costas para ele, mas subo o quadril primeiro dando uma bela de uma empinada na maldade, ele sabe as regras, sabe que não pode encostar, vejo estremecer com a vontade dar uma encoxada, mas ele se afasta e eu aproveito, a mão que protegeu a calcinha ainda estava no meio da coxa, deixo ela sair por entre minhas pernas ele vê minha mão entre minhas pernas, meus dedos agarrando com força a parte de trás das minhas coxas e apertando, quase implorando para ser fodida.

“Você está louca para ser agarrada né?”, eu dou risada, “Sabe as regras…”, ele estremece, sabendo que vou torturar muito ele hoje se já começou assim… Me viro de frente, dançando rebolando, toques que nunca acontecem, beijos que nunca acontecem, me abaixo de novo de frente para a virilha dele olhando para o alto, ele quebra a regra e toca em meu rosto, com a mão, eu chupo o dedão, um vai e vem lento e delicado com cara de submissa, olhando para ele antes de subir vendo ele prender a respiração de tesão, quase engasgando.

A questão é que estamos na Espanha, estamos em Madrid eu fiz minha primeira tour internacional, estou elétrica, me achando a criatura mais gostosa do mundo e sinceramente, se a gente vai transar em Madrid, quero que seja a coisa mais inesquecível das nossas vidas…

Por isso puxei ele para um canto que eu tinha observado, “Me cobre.”, sabendo que ele está no meu único ângulo de visão, com a bundinha redondinha virada para ele, eu subo o vestido levinho e tiro a calcinha fio dental com estampa de oncinha e dou na mão dele, “Cuida para mim.”, ele fica literalmente paralizado sem saber se me agarra, se desacredita no que vê e eu não dou tempo correndo para a fila do bar.

Claro que eu continuei dançando agora sem calcinha, mais cuidadosa, usando tanto minha mão, quanto as próprias luzes locais para garantir que ninguém ia ver nada, mas o Christian… Ah o Christian, ele parecia quase ter um treco a cada descida minha, cada vez que meu quadril quase roçava o pau dele, ele parecia alucinado e na fila da bebida, deixando ele colar, sentindo ele esmagar a sua ereção contra a minha bunda de vestidinho fininho sem calcinha, mas rebolando de leve, para provocar também, praticamente masturbando o pau dele com a minha bundinha por cima da roupa

… … … … … … … … …

Claro que eu sei que tanta provocação não sairia barato e logo que entramos no quarto do motel um tapa na minha bunda, me arranca todo o ar dos pulmões em um gritinho me pegando de surpresa e fazendo dar um pulinho olhando para trás, “Vou acabar com você sua safada.”,ele fala e eu faço uma carinha com alegria descarada para provocar, “Finalmente!”, ele prende a respiração e trava, me fazendo gargalhar.

Eu só consigo dizer para mim mesma, que: ISSO NÃO TÊM PREÇO… Enquanto sorrio olhando para ele, com carinha de inocente…

“Kelly eu não aguento mais…”, ele literalmente mandou o pedido de desculpas, antes de me agarrar, beijando minha boca, suas mãos me alisando, expondo minha bunda nua, um único puxão com o vestidinho na cintura, ele me levanta no colo, eu abraço beijando a boca dele e prendi ele em minhas pernas.

Ele não me deita na cama, me bate com força contra a parede, continuo beijando sua boca, quando sinto o pau já se encaixando na minha bocetinha, nem sei quando ele abriu a calça, ele me deixa descer a gravidade faz o serviço de me arrombar no seu pau, sinto meu corpo descer com a força da gravidade de uma vez, arregalo os olhos na hora e grito com o meu corpo empalado.

“Era isso que a cachorrinha queria?”, ele pergunta socando sem parar, “SIIIM!!!”, meu grito sai em êxtase, com ele socando de baixo para cima, meu corpo descendo com meu próprio peso para ser empalado, os olhos arregalados lacrimejando, olhando para o teto, me segurando nele com as unhas, as pernas ao redor da sua cintura, já descolada na parede, no meio do quarto, sem apoio nem um sem ser suas mãos em meu corpo, com seu pau dentro de mim, “Então aguenta gostosa.”...

Depois de gozar dentro de mim socando desse jeito, deitada me recuperando os beijos e ele já se senta entre minhas pernas, segurando minhas coxas para o alto, soca de novo, me vendo gritar, me vendo arquear as costas na cama, gritando com os olhos arregalados, a baba escorrendo para os lençóis, eu olho para ele e vejo o tesão com que ele absorve essa cena, meus seios pulando a cada impacto da sua virilha contra meu corpo, até goza muito fundo...

“Que saudades de judiar desse corpo lindo…”, ele fala e eu sorrio, “Mas, já acabou?”, eu perguntei com um biquinho de fingida decepção, ele dá uma risada linda e me puxa para um beijo, mas dessa vez eu é que me empolgo, beijos intensos, minhas unhas, minhas mãos, meus lábios, deixam seus lábios pelo seu corpo, até chegar lá, olho para cima e coloco na boca, sugando, brincando com a língua, com os lábios, com as mãos, minha vez de ver ele se contorcer de prazer.

Eu paro por um instante, só para ver a carinha de desespero maravilhosa… “Não para Kel…”, ele não termina porque subo sobre ele encaixando na minha bocetinha e descendo de vagar, fecho os olhos abrindo a boca em um gemido mudo, “Caralho como parece maior assim…”, ele dá risada, “Aguenta minha cachorrinha.”, segura minha cintura e me puxa para baixo, cravando no meu corpo.

“PUTA QUE PARIU…”, eu grito já sem volta, cavalgando, quicando com força, socando o pau dele para dentro, pulando no pau dele com força, até me fazer lacrimejar, gritando com a mão dele na minha cintura, minhas mãos no seu peito, os dedos crispados, arranhando de leve, “Você sabe que é só dizer eu desisto né?”, ele fala provocativo e eu não me aguento, “Vai ter que me arrebentar mais para ouvir isso.”, falo mostrando a língua e ganho o que quero com ele socando de baixo para cima com força, me arrancando gritos de prazer.

“ISSO FILHO DA PUTA… JUDIA DA NAMORADINHA TRAIDORA!!”... golpe baixo porque ele soca com vontade, “QUER SOFRER ENTÃO TOMA KELLY!!”, gozei gostoso cavalgando, me deitei sobre ele com ele socando de baixo para cima e gozei mais uma ou duas vezes antes dele, ficando completamente acabada sobre o corpo dele, respirando fundo, me recuperando, finalmente uma pausa longa após tudo isso.

“Acabou comigo…”, reclamo em sussurros manhosa com o rosto no ombro dele, sobre o corpo dele, o pau amolecendo aos poucos dentro de mim, “Eu sei e sei que você adorou.”, eu olho para ele e ganho um beijo, “Sim mas me arrombou toda.”, sinto ele estremecer reagindo a provocação manhosa, “Você adora ser judiada sua safada.”, ele fala isso me dando um tapa.

“E você gosta de judiar.”, eu falo em um tonzinho safado… “Judiar de traidorazinha safada é um prazer.”, eu dou risada com o atrevimento, me levanto da cama, olhando para ele com um sorrisinho, vou até a janela, encosto meus seios e rosto na janela, com as mãos para trás, abro minha bunda o máximo que consigo com as mãos, “Então vem judiar da sua puta.”, vejo os olhos arregalados dele, o corpo todo estremecer, demonstrando que não esperava essa.

“Vou te fazer sofrer do jeito que está pedindo putinha.”, ele fala e eu sorrio olhando para trás, olhando para ele que se aproxima e me dá um tapa na bunda, me arrancando um gemidinho e me fazendo tremer inteira, dobrando de leve os joelhos, voltando a abrir a bunda, “Duvido.”, respondo safada.

Ele se ajoelha atrás de mim e me prepara com a língua, com os lábios, com os dedos, me fazendo relaxar e gemer de dorzinha para ele… Ele se levanta e encaixa o cabeção, sinto meu corpo estremecer, o medo me faz até apertar de leve uma coxa na outra, “Chris com calma, faz um tempo com algo assim…”, ele sorri e me beija a nuca, depois sussurra no meu ouvido, “Vou ser carinhoso indiazinha.”, depois disso ele empurra.

Empurra, para, tira um pouquinho, repete… Foi como ele foi rompendo as defesas do meu corpo, fazendo prega por prega ir cedendo, eu gemendo alto, respiração acelerada, tremendo inteira, apoiei as mãos na parede e abri as pernas para facilitar, sentindo que não ia ter fim esse sofrimento, até me sentir acostumada, aí eu mesma empurrei a parede, empalando meu rabo no pau dele dando um gritinho com a dor repentina e escutando o gemido de prazer dele de ter feito caber tudo no meu cu.

Logo meu cu começa a relaxar ele me fodendo devagar, mas constante, eu sinto meu corpo todo estremecer e começo a me tocar, tendo prazer, arrepiada, apesar dos gemidos de dor, “Vai minha putinha linda goza pelo cu.”, ele fala na maldade, me dando um tapa eu sentindo que não demoro muito para gozar, me contorcendo com as mãos na parede, “Ai caralho meu cu… Aiai Chris.”, reclamando, gemendo, mas também fazendo manha, “Era isso que esse putinha queria, ser judiada?”, eu sorrio e resolvo ser má.

“Na verdade o Jony me machuca mais.”, me arrependo na hora que falo… Ele soca, uma única enterrada com tanta força, um impacto tão profundo que eu gozo de novo revirando os olhos vendo tudo branco, perdendo todos os sentidos, que não registram nada exceto o invasor, tão profundo e tão forte que sinto até minha bexiga esvaziar as gotinhas que tinha nela, sorte eu ter ido no banheiro entre uma sessão e outra de sexo…

Ele me sente toda molinha sem forças nas pernas, prensada entre ele e a parede e me leva para a cama, com um joelho no chão, a outra perna sobre a cama, a bunda toda aberta um fio de lubrificante, que cai no meu cu, passando sem resvalar nas bordas, de tão aberta e então volta para dentro me arrancando um grito, com ele socando para dentro, minhas mãos agarrando as cobertas, com força, puxando para mim.

Sinto o espasmo do pau dele e sorrio, sinto que ele goza logo, mas então algo diferente aconteceu, algo que de vez em quando acontece quando se faz anal, meu corpo teve um espasmo e derepente eu sinto tudo queimando, todo o caminho da entrada até o fundo pegando fogo, ardendo de forma insupotável, “CHEGA CHRIS, GOZA LOGO… EU DESISTO, EU DESISTO…”, finalmente sentindo ele gozar.

Após vários minutos de carícias, deitada no peito dele, tentando entender, eu sorrio, “Acabou comigo…”, “Fiz pedir arrego.”, faço que sim com a cabeça… “Então acho que não vai mais falar que aguenta qualquer coisa certo?”, eu lembro de quando eu disse para ele, que só quando me fizesse pedir arrego eu pararia, sorrindo safada e dei um beijo na boca dele, “Uma é golpe de sorte meu amor… Duas a gente conversa. ;)”, ele dá risada, “Você é impossível Kelly.”, eu ganho um beijinho.

Claro que depois de tudo isso ele teve que ir embora, ele está em Barcelona a trabalho, não poderia ficar comigo por um dia inteiro, foi só uma escapadinha de algumas horas, que rendeu essa maravilhosa experiência em Madrid. Na estação ele me abraçou tão apertado, tão… “Kelly… Eu… Eu te amo anjo… Tchau…”, eu olhei para ele, sem saber o que acontecia, sentindo que ele queria dizer algo mais, mas… Não disse mas logo, voltei para o hotel e vencida pelo cansaço fui dormir.

=== === === … … … FIM … … … === === ===

Música do Título: Time after Time

Intérprete: Cindy Lauper

Pois é meus anjos, agora acabou as férias da nossa Kelly hora de voltar para o drama, mas estava achando que todos mereciam descansar um pouco, além disso, segredos foram revelados sobre o passado de Kelly e Jonathan, quando se encontraram da primeira vez, uma história que precisava ser contada, porque apresenta muito de quem ele é e porque ela se comporta desse jeito com ele.

Espero que tenham gostado desse capítulo, ao menos da parte que é gostável e apreciem o restante dessa evolução de eventos, quero muito ler a opinião de vocês, afinal da qui para frente nosso disco Fera Ferida vai só ladeira abaixo, então todos apertem os cintos, apesar de realmente achar que mais dramática que o primeiro disco não fica.

Se chegou até aqui, vote, comente, faça uma autora feliz.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Giz a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de GizGizContos: 82Seguidores: 256Seguindo: 40Mensagem Eu sou uma escritora, não escrevo profissionalmente ainda, mas me vejo como uma, já fui incentivada a publicar, mas ainda não escrevi nada que eu ache que mereça isso.

Comentários

Foto de perfil genérica

Excelente...quero um memage...kk

Da uma lida no meu conto depois. Abçs

0 0
Foto de perfil genérica

Acabei de ler, minha querida Giz. Antes de mais nada, continuo cantando "adiga onde você vai q eu vou varrendo..."

Passo pano valendo para Kelly. Os primeiros parágrafos desse capítulo justificam porque ela é diferente de outras. Porém, pelo lado do Chris, eu tenho muito o que pensar. Ele está traindo a namorada. A Geo. Se a Kelly se curar (acredito nisso), o que faz ela pensar que o Chris não poderá fazer o mesmo com ela? Nesse ponto, o amor não é o único pilar que conta. Até mesmo as pessoas que amam podem trair.

Sinto que, sei lá, acho que ela e Chris não terminarão juntos, o que é uma pena.

Agora, é muito curioso o Chris bater em Barcelona justamente na época que ela está em Madrid. Sinceramente, coincidência demais o santo desconfia. Aí tem coisa...

E pra completar, o caba ainda se tocou até Madrid pra dar um trato na menina. Pense num tesão kkkk

“Na verdade o Jony me machuca mais.”

Isso aqui foi foda kkkk Chris fez a bichinha pedir arrêgo.

Nota 10 e três estrelas!

1 0
Foto de perfil de Giz

Compreendo bem suas preocupações quanto ao casal, Chris e Kelly são um casal complicado, cada um preso em um relacionamento que não quer estar, embora, o Chris tenha mais liberdade que ela... Mas...

Quem sabe... O futuro ainda reserve surpresas e faça o Chris tirar o carrinho do ponto morto e fazer alguma coisa. kkkkkkkkkkkkkkk

Chris em Barcelona é a maior coincidência da História... Se for coincidência... Mas... Por outro lado... Veja... Se ele não tivesse a trabalho ele teria ficado com ela.

Só que quem é do meio sabe... Simpósio você arranja... Então o que veio primeiro, ele participar de um simpósio em Barcelona, ou saber que a Kelly estaria na espanha e procurar um jeito de ter motivos para estar lá.

Acho que teremos que esperar o pov dele para saber...

Mas veja... Ele tinha algo para dizer para ela que não disse, ela mesma sente... E isso... É o início da queda.

0 0
Foto de perfil genérica

"Só que quem é do meio sabe... Simpósio você arranja... Então o que veio primeiro, ele participar de um simpósio em Barcelona, ou saber que a Kelly estaria na espanha e procurar um jeito de ter motivos para estar lá."

Será que pode ter sido uma armação para pegarem no flagra? Eita.

1 0
Foto de perfil de Giz

Só no pov do Christian nas faixas bônus vai dar para ter certeza de algo assim. ;)

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →