Me chamo Gianina. Não sou escritora. Pedi ajuda para contar uma coisa que aconteceu recentemente e foi muito impactante em minha vida, e na vida com o meu marido. Quero contar, e achei um autor que eu admiro, pois pode ser que sirva para esclarecer muitas pessoas sobre o tema que eu vou abordar e relatar. Eu era uma pessoa cheia de preconceitos sobre tudo isso. Mas, hoje, estou mudando muito minha forma de ver as coisas.
[Nota do Autor] – Recebi este relato/depoimento de uma leitora que eu não conhecia e nem sabia que era leitora dos meus contos. Estava fazendo seu desabafo, e me pedindo para contar sua história em conto. Não é um tema que eu tenha experiência e conhecimento aprofundado. Mas a narrativa dela era bastante clara e detalhada. Tive que pesquisar um pouco sobre o assunto. Vou publicar para atender seu pedido. Peço aos que não gostem do tema, simplesmente abandonem a leitura, e não venham atacar e ofender.
Sou atualmente, secretária de uma Doutora, cirurgiã plástica, bem rica e que faz sucesso no mercado. Ela é a Dra. Lucrécia, casada com um empresário, chamado Moacir. São bem ricos.
Fui contratada faz pouco tempo, para ficar na clínica, atender aos pacientes que ligam, marcar as consultas e procedimentos, e gerenciar tudo da parte administrativa. Fui indicada a ela por uma das pacientes, que me conhece, e sabia que eu estava precisando trabalhar.
Tenho 33 anos, formada em administração, trabalhei desde os meus vinte anos, em duas boas empresas, até que em uma delas, a última, fui assediada por um dos diretores e simplesmente, pedi demissão e denunciei internamente o caso. Não quis continuar lá pois o homem assediador era um dos sócios.
Por ser uma mulher jovem, bonita, que me cuido muito, me visto de forma cuidada e de modo que realce meus atributos, pois isso é do agrado do meu marido, chamo a atenção. Mas, não dá o direito de nenhum homem querer se aproveitar.
Por procurar sempre ser simpática e proativa, atraio olhares, recebo cantadas discretas, elogios, e até aceito quando são sutis, sem me incomodar com isso, mas para assédio importunador, e abuso de poder, eu não podia tolerar.
Meu marido, o Stenio, 40 anos, que é engenheiro, foi solidário com minha atitude, e achou que eu fiz o certo. Mas aconselhou que eu não fizesse um processo, pois iria acabar gerando mais conflitos e com isso eu me expunha.
Eu estava procurando nova colocação, quando essa paciente, que me conhece, me indicou para a Dra. Lucrécia. Logo conquistei a confiança da Dra. Lucrécia, que em pouco tempo já deixava muitas coisas administrativas na minha responsabilidade. E eu estava feliz trabalhando com ela. Os ganhos até eram razoáveis.
Há pouco tempo, ela resolveu fazer uma viagem com o marido, participar de um congresso fora, e iria deixar a clínica fechada por um período. Ela me pediu se eu poderia ir regularmente à sua casa, para regar plantas, ver correspondência ou contas que chegassem, e cuidar de seus dois amores, como ela chama os dois cães que tem em casa. Como ela mora numa área nobre da cidade, bem distante da minha casa, e como o meu marido estava fora, viajando, supervisionando uma obra da construtora onde trabalha, acordamos que eu poderia ficar em uma das suítes de hospedes, na linda mansão que eles possuem.
Fiz uma mochila com roupas mais caseiras, jáa que não iria trabalhar, e com meus necessaires de cosméticos e higiene, e fui para lá, na véspera, antes dela viajar. Para ela poder me apresentar a casa, os cães, e onde ficavam as coisas que eu iria precisar.
Cheguei na mansão toda cercada de muro bem alto, que ficava localizada numa enorme área verde, de uma região nobre, onde só havia casas de ricos. Entrei pelo portão, com meu carro, ela abriu e me indicou para estacionar na garagem, onde vi mais quatro carros, todos importados.
Por meia hora, ela me mostrou toda a casa, a suíte onde eu poderia me hospedar, e deu dicas de funcionamento de alarmes, e outros detalhes. A dispensa da casa estava cheia de mantimentos e a geladeira abastecida. Fomos ao quintal, que era um jardim lindo, muito bem cuidado, onde havia o canil ao fundo. E ela me apresentou aos dois “amores” como ela chama. Yin e o Yang. Dois cães bem grandes, o Yin, um rottweiler lindo, todo preto, com olhar atento, mas de expressão simpática.
O Yang, é um Mastim Inglês, também grande, de pelagem baixa e clara, mas que tinha uma expressão mais dócil e um olhar carente.
Eu sempre adorei animais e já tivera cães, antes, então a interação com eles foi boa. Em poucos minutos eles já lambiam a minha mão, se esfregavam pedindo carinho e afagos, e ficavam correndo livres pelo jardim. Falou que eles eram muito bem-educados, obedientes, permaneciam no canil durante o dia, e que eu deveria soltá-los ao fim da tarde, e só voltar a prendê-los pela manhã. Contou que eles adoravam mergulhar na piscina, por isso, a área da piscina era protegida e isolada com uma cerca de tela, para evitar que eles fizessem isso todos os dias. Mas de vez em quando, ela deixava, pois eles adoram se refrescar e nadar.
Contou que eles nadavam, e depois ela dava banho neles e secava com o secador, na área coberta da churrasqueira, ao lado da piscina.
Ela me disse também que havia um sistema externo de câmeras de segurança, que eu poderia ligar quando estivesse dentro da casa, e alarmes conectados com a cabina de segurança privada do bairro, onde ficavam os seguranças de plantão. E ela avisou que na TV da sala, eu poderia ter acesso às imagens das câmeras, o que me garantia mais tranquilidade.
Depois de tudo apresentado e explicado, quando o Dr. Moacir chegou, eles colocaram as malas no carro, se despediram e partiram. E eu fiquei ali, naquela linda mansão, com total liberdade para relaxar.
Fiz umas fotos para enviar ao Stenio, para ele ver onde eu estava. Ele logo respondeu, elogiando, dizendo que eu merecia vida de milionária. Demos risada. Depois fui à suíte arrumar as minhas coisas, aproveitei e coloquei um biquíni e fui dar um mergulho na piscina. O dia já estava bem quente, e foi refrescante. Depois me recostei em uma das poltronas reclináveis, para tomar sol. Recostada na poltrona tirei umas fotos de biquíni e mandei para o Stenio. Logo ele respondeu que eu estava provocando, que sentia saudade. Depois, disse:
“Aí, sozinha, pode tomar sol até sem roupa.”
Era verdade, e eu confirmei, rindo. Ele, como gosta de safadeza, ficou me botando pilha, pedindo que eu me despisse, e mandasse umas fotos de nu para ele.
No começo, achei que era perigoso, mas ele insistiu, e me pediu para que eu aceitasse. Ele ia guardar para ver à noite. Retirei a parte de cima do biquini e fiz umas fotos dos meus seios.
Ele pediu fotos de corpo inteiro, e eu acabei aceitando, e fiz. Conforme eu fui tirando as fotos, fui ficando mais excitada com aquilo. E percebi que ele também estava. Aí ele pediu que eu retirasse a tanguinha do biquíni.
Tentei recusar, mas ele falou que estava louco de saudade da minha bocetinha, cheio de tesão, e acabei obedecendo. Me despi, e tirei as fotos. Fiz até umas poses. O Stenio agradeceu e falou que eu seria muito homenageada numa punheta ou até mais de uma. Demos risada e eu acabei ficando sem roupa ali na piscina. Foi uma sensação muito boa. Tomei uma hora de sol, completamente nua. Acabei me acostumando com aquela liberdade.
Quando senti fome, peguei o meu biquíni e fui para dentro da casa, ainda sem roupa, preparar uma refeição. Deixei o biquíni sobre uma das cadeiras da copa.
Fiz minha comida, comi, e acho que o cheiro da comida atiçou os cães, que começaram a latir. Eles já tinham sido colocados de volta ao canil, antes da Dra. Lucrécia viajar.
Terminei de comer, e como eles latissem bastante, deixei a louça suja na pia da cozinha e fui tratar dos cães. Estava tão satisfeita de poder andar nua por ali, que não me vesti. Quando cheguei no canil os cães fizeram muita festa, ainda presos, e me lembrei que a Lucrécia havia me orientado para tratar um de cada vez e nunca os dois ao mesmo tempo, pois poderiam brigar por causa da comida.
No canil, além das casinhas de cada um, havia uma área em volta, cercada de grade, onde eles soltos podiam se movimentar, fazer suas necessidades na caixa de areia, beber água no bebedouro, e comer. Fui primeiro no Ying, o Rottweiler, e abri o portão, ele saiu todo feliz, abanava o rabo, me cheirou, reconheceu, e ficando nas patas traseiras, tentou me dar um abraço. Eu recuei mas com o peso dele me empurrando, acabei me desequilibrando, e caí sentada no chão, nua. Ele rapidamente veio para cima, me lambia nas pernas, nos braços, enquanto eu tentava me defender de suas festinhas. Ele se projetava para me abraçar. Eram lambidas firmes, quentes.
No começo, eu pensei que era apenas festinha canina mesmo, mas logo senti que ele dava umas lambidas nos meus seios, e depois colocou o focinho e veio lamber entre as minhas coxas. Foi quando senti que pela sua respiração mais ofegante, e por seu estado de agitação, ele estava era muito excitado. Foi quando caiu a minha ficha do que estava acontecendo.
Tentando afastá-lo, olhei com mais atenção e reparei que ele tinha a ponta vermelha do pinto para fora da bainha. Ele sentiu o cheiro da minha xoxota, eu havia me excitado tirando fotos e mandando ao Stenio, e talvez, o cheiro da xoxota melada o estimulou. Fiquei assustada.
Aquilo foi algo muito estranho, ver o cão com tesão em cima de mim. Involuntariamente eu me arrepiei toda.
Estava assustada mas minha xoxota ficou pulsando ao perceber o instinto animal. O cão parecia sentir ou perceber tudo. Na hora, eu entendi suas intenções, e fiquei meio sem saber como agir. Era evidente que ele queria sexo, comigo.
Eu tentava me levantar, mas ele vinha para cima de mim, queria montar nas minhas pernas, me lambia no rosto e nos braços, nos seios, e com seu peso, eu voltava a me desequilibrar, não conseguindo me erguer. Fiquei ali no chão, apreensiva, falando com ele, tentando controlar, seus impulsos, mas vi que ele estava ficando cada vez mais excitado, como se a minha recusa e meus movimentos de impedi-lo, mais o estimulasse. Eu precisava descobrir como parar com aquilo.
Por um momento, me deu uma certa lucidez, e entendi que não poderia combater nem contrariar. Procurei falar com voz mais calma, sem gritar, tratei-o com carinho, alisando sua pelagem macia, buscando um jeito de esperar que ele lambesse, como tinha vontade, sem me entregar.
O Yin me lambeu os seios várias vezes, e depois colocou a cabeça entre as minhas coxas e, pasmem, lambeu a minha xoxota. Uma lambida quente e firme, molhada. A língua forte mais áspera. Senti o efeito envolvente daquilo. E... O que foi aquilo?
Nossa! Nunca imaginei que provocasse aquela reação. Fiquei completamente arrepiada com a sensação, e ele aproveitou meu instante de hesitação, montou sobre a minha perna dobrada, abraçou com as patas da frente, eu ainda sentada no chão, e ele tentando meter, esfregando seu pau já bem rijo e vermelho na minha perna. Aquilo me arrepiava, era involuntário. Ele fazia movimentos de meter, e esfregava o pinto na minha coxa e na dobra da perna. Até que ele viu que ali não era vagina, não era uma cópula efetiva, e se afastou por uns instantes. O pau enorme estava fora da bainha de proteção. Foi nesse momento que eu rapidamente me ergui, fiquei de pé e quando ele veio novamente procurando me abraçar, eu me encostei na mureta do canil, para ter equilíbrio e mais apoio e segurei suas patas dianteiras.
Ele tentava abraçar meu corpo e buscava esfregar seu pinto novamente na minha coxa. Eu me abaixei um pouco, me curvando, e deixei que ele se agarrasse em minha coxa, abraçado, fazendo movimentos de meter. Com isso eu o mantinha seguro e peguei em sua coleira. Meu coração estava acelerado, eu não sabia como me livrar, então, estiquei a outra mão por baixo e peguei em seu pinto, segurando com força, enquanto ele forçava metendo como se estivesse copulando.
Eu falava com ele, buscando controlar e dominar seu instinto. Por alguns segundos, que pareceram muito mais, ele ainda tentou meter, freneticamente excitado, eu segurava seu pinto melado, e pude sentir a rigidez e a velocidade das estocadas. Logo percebi que havia um volume maior, grosso, como uma grande bola na base daquele pinto. Ele soltava jatos de pré-gozo que escorriam na minha mão. De repente, ele se acalmou, e desceu da minha perna. Ficou ali, ofegante, no chão, me olhando. Esperando algo. Eu achei que era minha chance. Falei com ele, assumi o controle, de forma firme e ordenei que entrasse no canil. Ele me olhou, abanou o rabo e obedeceu. Voltou a ser o cão dócil e obediente que conheci ao chegar. Fechei o portão do canil, e respirei mais aliviada. Estava toda melada dos fluidos lubrificantes que ele soltou pelo pinto. Por uns vinte segundos eu apenas respirei fundo para retomar meu próprio senso de realidade.
Desisti de tratar do Yang, e fui para dentro de casa. Entrei na suíte e tomei um banho. Havia ficado completamente nervosa, e tentava me acalmar.
Durante o banho, eu recordava o que havia passado, tinha sido uma situação muito tensa, completamente inédita e impensável, mas, o que mais me incomodava, era o fato de ter me sentido excitada ao notar o tesão que aquele cão estava, só por sentir o meu cheiro. Foi algo instintivo, animal, e mexeu comigo. Depois que me lavei bem, me enxuguei, passei creme no corpo, vesti uma calcinha pequenina de cor violeta, e procurei uma roupa mais fechada.
Coloquei uma calça comprida pantalona e uma blusa de botões, e voltei ao canil para tratar do Yang. Prevenida, preparei a comida nos potes, e depois abri a portinha do canil dele. E fiquei parada, encostada no muro, esperando que ele saísse. Ele veio, fez uma festinha e logo foi direto para o pote de ração. Deixei que ele comesse à vontade, depois bebeu água, voltou todo amistoso, lambeu minha mão, como se agradecesse e voltou para o seu canil. A sua reação foi completamente diferente da do Yin.
Depois, eu tratei do Yin, que agiu normalmente e após se alimentar, bebeu água e depois retornou ao seu canil também.
Fechei o portão, e regressei para a casa. Quando estava entrando, tocou o telefone celular e eu atendi. Era a Lucrécia, dizendo que já estavam prestes a embarcar no avião, e perguntou se estava tudo bem.
Confirmei, e resolvi falar um pouco do que havia acontecido, para ela poder me orientar como proceder. Eu disse:
— Estava de biquíni, saí da piscina, cozinhei algo para comer, e ouvi os cães latindo. Imaginei que estivessem com fome e fui lá no canil, para dar comida. Primeiro abri o portão do Yin. Foi quando ele veio para cima de mim, me lambendo, se esfregando, querendo me abraçar. Percebi que ele queria sexo. Fiquei muito confusa. Não sabia o que fazer. Foi um susto.
A Lucrécia sorriu, e disse:
— Ah, me desculpe. Me perdoe mesmo, amiga. Esqueci de mencionar isso. Falha minha. Eles são cães jovens, tem um nível de testosterona muito alto, não cruzaram ainda, e tem um olfato apuradíssimo. Se sentirem o cheiro de alguma fêmea excitada, ficam indóceis. É instintivo. Você estava de biquíni, e se por acaso por algum momento do dia teve alguma excitação, o cheiro disso ficou no biquíni, ou no seu corpo. Eles sentem de longe. Ficam excitadíssimos. Nunca vá ao canil só de biquíni, ou sem roupa, ou ainda, evite se estiver excitada. Eles percebem.
Ela deu uma ligeira pausa, antes de dizer:
— Mas não tenha medo, eles não são agressivos, se falar firme e impositivamente com eles, segurando na coleira, eles obedecem. Precisa manter a calma e se impor. Eles reconhecem seu comando.
Respondi:
— Nossa! Foi um sufoco, pois o Yin é muito forte. Me derrubou. Ficou me lambendo, mas, eu consegui depois de uns segundos, dominar, e controlar. Agora, sabendo disso, vou tomar cuidado.
A Lucrécia disse que eu não precisava ter medo, reforçou que eles eram muito dóceis, e rindo, falou:
— Eles fazem o mesmo comigo. Já estou acostumada. Adoram me lamber. É como manifestam carinho. Acho que me veem como a cadela que manda neles.
Deu uma pausa, e disse:
— Agora já sabe, eles gostam de lamber, é como demonstram seu afeto, então, se quiserem lamber a sua mão, ou a sua perna, deixe que lambam, isso mostra que você está contente, e aceitando o carinho que eles demonstram, e eles logo ficam calmos.
Eu agradeci, desejei boa viagem, e me despedi. Fiquei pensando: “Deixe que lambam”, imagine! Que louca! Só as poucas lambidas daquela língua imensa e forte do Yin, quase me deixaram maluca!
Eu ainda tinha uma certa dose de preconceito em deixar que cães tivessem algum tipo de intimidade abusiva comigo. Depois que voltei para a casa, me despi das roupas e voltei a ficar somente com uma tanguinha violeta. Era bom poder ficar bem à vontade. Fui para a cozinha e preparei a comida que eu jantaria mais tarde.
O dia estava chegando ao final, e o Stenio ficaria livre para conversarmos mais.
Quando estava terminando de aprontar o jantar, o telefone celular tocou e era ele. Começamos a conversar e eu contei ao Stenio o que havia acontecido. Mas, não relatei com todos os detalhes. O meu marido, como sempre muito brincalhão, e provocador, falou:
— Você é tão gostosa que ao parecer nua deixou até o cão com tesão! Você é um perigo ambulante.
Eu tentei falar sério:
— Amor, é sério. Para de brincadeira. O cão partiu para cima de mim, alucinado, como se eu fosse uma cadela no cio. Me lambia toda, ele é grande, eu perdi o controle e caí sentada. Imagine a situação. Nua, um cão tarado vindo em cima de mim, querendo sexo, e eu sem saber como me livrar.
— Nossa! É sério mesmo! Foi por pouco hein? Imagine, eu levar chifre de um cão? Acaba com a minha imagem! – Ele falou, dando risada.
— Amor, você não tem jeito. Não brinque. Tente levar a sério! Passei um grande aperto. Tive medo de acontecer algo pior. Por pouco ele não subiu em cima com aquele pinto vermelho, enorme. – Expliquei.
Ele respondeu, dessa vez mais sério:
— Eu estou brincando, mas imagino seu desespero. Me conte, como foi que conseguiu se livrar? Se é que conseguiu? – Ele finalmente disse, me dando a chance de contar.
Narrei a ele o episódio, e os detalhes, e ele concordou que eu agi muito bem. Depois eu contei que falei com a Dra. Lucrécia ao telefone, e ela me explicou melhor o comportamento dos cães. E quando eu disse que ela falou que estava acostumada, que os cães adoram lamber como prova de carinho, o Stenio, que tem a mente muito mais maliciosa do que eu, disse:
— Amor, vai ver que foi ela que ensinou tudo isso aos cães. Pode ser que ela tenha esse fetiche da zoofilia. Ser lambida pelos cães. É até muito comum.
Fiquei passada. Não esperava aquela hipótese, mas, sim, poderia ser, me recordando dela me acalmando e explicando como agir.
Na minha cabeça surgiu uma centelha enorme de dúvida. Principalmente porque eu também havia sentido o efeito que aqueles cães tarados exerciam na hora que estavam excitados. Eu disse:
— Ah, jura, amor? Acha que foi ela que ensinou os cachorros?
— Pode ser. Isso é de certa forma mais fácil de existir entre pessoas que possuem cães de estimação. – Ele falou.
— Ora, isso é meio óbvio, não? Não se pode afirmar isso. Como você sabe? - Eu questionei
O Stenio explicou:
— Amor, a internet é um mundo sem lei. Já recebi muitos vídeos de zoofilia com cães, que são viralizados, tenho amigos que mandam de tudo, e tem sites só dedicados ao tema. Já li bastante sobre isso.
— Nossa! E por que você foi atrás disso? Que mente mais depravada! – Comentei.
Ele riu, e confirmou:
— Eu sou mesmo curioso. Se tem alguma informação sobre algum assunto, especialmente sobre sexo, eu vou pesquisar. Tá tudo à mão, hoje. Ao alcance de um clique. Por que eu não procuraria conhecer?
Fiquei ainda mais intrigada com aquilo, e perguntei:
— Jura que você acha que a Lucrécia é adepta dessa prática?
Na minha cabeça, a maneira com que ela tinha falado, já me deixou intrigada. Agora, com a fala do meu marido, confirmando sua visão, eu estava mais desconfiada.
O que me deixava muito admirada, é que na hora, quando o Yin me assediou no canil, eu senti uma excitação muito grande. Nunca me imaginei fazendo sexo com um animal, nem mesmo um cão de estimação, até aquele dia. Eu tinha até um certo preconceito sobre esse assunto. Mas estava verdadeiramente intrigada. A lembrança do Yin me cheirando excitado e me lambendo não saía da minha mente. Perceber o tesão do cachorro, me cheirando, me lambendo, querendo meter em mim, despertou algo, me deu um tesão enorme, e eu não sabia explicar aquilo. Isso eu senti na hora. E eu não sabia se deveria contar ao Stenio.
Ele falou:
— Os poucos vídeos que eu assisti de sexo com cães, que me enviaram num grupo de amigos, eram com mulheres, e elas pareciam ter uma interação enorme com os cães, eram dóceis, eles realmente tinham tesão nelas, e as mulheres também ficavam com um tesão muito grande com aquilo. Nada parecia forçado. O que indica que realmente tinham tesão no que faziam. Acredito que a Lucrécia pode ter acostumado seus cães a essa prática, já que eles reagiram assim com você. É muito provável.
Ouvindo aquilo, fiquei mais admirada ainda, pois ele acabava de retirar minha possível dúvida sobre a Lucrécia. De novo, me recordei da calma e das palavras dela: “Deixe que lambam”.
Fiquei na dúvida se me abria com o meu marido. Pensei e questionei:
— Me diz uma coisa, amor. Quando você viu esses vídeos, você sentiu tesão? Se sentiu excitado? Não ficou chocado?
Ele não demorou para responder, mostrando que não escondia nada:
— Eu fiquei excitado, ao notar como as mulheres sentiam tesão ao perceber a tara dos cães. O animal reage por instinto, deseja sexo, para ele, ela é uma fêmea, e quando sente que a mulher está no cio, ou excitada. Isso os excita também.
Deu uma pausa, como se procurasse as palavras, e falou:
— O efeito disso, da excitação delas neles ficou evidente, e pude notar que as mulheres ficavam muito mais taradas com aquela situação. Foi isso que me excitou.
Nossa, ao ouvir aquilo, fiquei completamente arrepiada. O Stenio acabava de descrever exatamente o que eu havia sentido na hora, e que me deixara profundamente intrigada, para não dizer outra coisa. Estava duvidando até de minha capacidade de discernimento. Meu preconceito em xeque. Resolvi confessar:
— Amor, acho que você matou a charada, e me fez entender direito o que se passa. Na hora, lá no canil, eu estava ali sem entender o que estava acontecendo, e ao perceber o desejo instintivo do animal por sexo, mesmo nervosa, me despertou uma sensação de excitação enorme. Isso me deixou muito intrigada. Era como se ele me visse como uma fêmea no cio. Você soube entender isso exatamente.
Meu marido, deu um sorriso malicioso, e falou:
— Nossa, então foi por pouco que eu não virei corno de cachorro? – Disse, e riu alto, como se fosse uma gozação de si mesmo.
Eu fiquei com vergonha e falei:
— Que é isso, amor. Nem fale algo assim! Uma coisa é a sensação que eu tive e contei, a outra é me propor a fazer algo. Não me vejo fazendo esse tipo de coisa. Como pode pensar isso?
Ele tomou um tom mais sério ao falar:
— Olha, não pense que é diferente da maioria. Eu vou lhe contar uma coisa, para você me entender melhor. Eu não faço muito julgamento desse tipo de prática e tenho um motivo. Quando eu era jovem, descobrindo o sexo e a masturbação, costumava ir muito à chácara da minha avó, e você sabe que moleque pensa safadeza o tempo todo, a testosterona sempre bombando. Eu fiz sexo com animais, antes de fazer com humanos. Era onde nós garotos aprendíamos. Foi com cabritas, bezerras, e até éguas. Os outros garotos da turma participavam também dessas sessões. Era comum isso para nós. Por isso, não posso julgar a Lucrécia, e nem ninguém. Se não tivermos preconceito, não veremos nada disso como errado. Desde que não haja maltrato nos animais, e nada forçado, contra a vontade deles, não acho algo ruim.
Eu jamais poderia imaginar o meu marido, por mais aberto que ele fosse, dizendo aquilo. Fiquei calada por um certo tempo, pensando. Chocada, mas ao mesmo tempo, satisfeita de ter um parceiro com tamanha sinceridade e atitude aberta. Ele até se assustou com meu silêncio:
— Giani? Ainda está aí? O que houve? Ficou chocada?
— Amor, confesso que fiquei muito admirada com o que me disse. Juro que nunca imaginei você com esse tipo de prática. Não pensei que você tivesse esse tipo de experiência. Nem sei o que pensar. Vou demorar para processar tudo. – Respondi.
Ele explicou:
— Éramos muito novos, curiosos, sem juízo, e sem noção das coisas. Víamos o sexo entre animais, e despertava a nossa libido, e nos aproveitávamos da oportunidade. Acho que aconteceu com muitos, como foi comigo. Mas, eu acho que foi importante esse aprendizado, pois desmistificou muita coisa para nós.
Ele fez uma pausa, como se pensasse o que dizer:
— Eu descobri que sexo era bom e dava prazer, antes da igreja tentar me convencer de que era pecado, e me fazer sentir culpa. Nunca fui de seguir religião. Não sinto culpa de nada. E acho que nunca fui de ter preconceito.
Realmente, meu marido era muito avançado. Eu disse:
— Amor, você é anos luz à frente da maioria. Eu o admiro por isso. Aprendo muito com você. Por isso, tenho tanta confiança.
O Stenio estava tranquilo, quando falou:
— Agora você sabe. A menos que queira provocar os cães, não vá de biquíni ou pelada mexer com eles. Se estiver excitada, evite. Pois ele sentem o cheiro de longe, e vão fazer exatamente o que entendem nessa situação, querem sexo, e acredito que aprenderam a fazer isso com a dona. Não é muito problema. Só saber como agir.
— É o que a Lucrécia me recomendou. Tomar esse cuidado. – Falei.
Ele concordou. Depois dessa conversa, nós falamos de outras coisas, ele me contou da situação da obra que ele vistoriava, confessamos nossa saudade, e nos despedimos.
Quando desliguei o telefone, fiquei matutando qual seria a reação do meu marido, se eu contasse como senti tesão com as lambidas que eu recebi nos peitos e na xoxota. Na hora, ao mesmo tempo em que estava assustada, me deu uma vontade enorme de deixar que o cão lambesse mais. Tinha ficado curiosa. Era uma sensação muito gostosa, uma lambida forte e diferente. E não me sentia mais chocada por entender aquilo, depois do que o Stenio me contou a sua experiência. Resolvi mandar uma mensagem:
“Amor, tenho que confessar, mesmo assustada com o que acontecia, eu senti algum tesão com as lambidas que eu recebi nos peitos e na xoxota. Foi uma sensação incontrolável, instintiva, do corpo. Mesmo assustada, me deu uma vontade enorme de deixar que ele lambesse mais, pois é uma sensação provocante. Na hora, era uma coisa muito tentadora. Lutei, resisti, e consegui dominar o bicho.”
Fiz outra frase:
“Fiquei meio confusa, me sentindo abalada por ter gostado, porém, depois de falar com você, eu não me sinto mais chocada e pude entender melhor tudo isso, e devo a você esse entendimento. Você sempre me ensinando e me ajudando a conhecer melhor as coisas. Um beijão. Amo você.”
Segundos depois ele respondeu:
“Obrigado por sua sinceridade É isso que eu adoro e faz nossa relação ser tão forte. Não tenha medo de nada. Seja sempre você. É assim que eu gosto.”
Trocamos emojis de coração, e eu encerrei a conversa.
Claro que tinha ficado muito curiosa com tudo o que falamos. Tratei de jantar, e vestindo um roupão grosso de tecido felpudo, fui lá fora soltar os cães para o jardim, pois eram importantes para manter a segurança.
Logo que abri o portão do canil, eles saíram contentes, abanando o rabo, vieram perto, fizeram uma festinha e correram para o gramado. Estavam mais focados na liberdade de circular pelo terreno, fazer xixi para marcar território, do que em mim. Era a rotina deles. Deixei-os lá e voltei para dentro de casa.
Fechei as portas de vidro temperado da varanda que davam para o jardim. Lavei toda a louça usada no jantar, peguei o meu notebook e liguei. Conectei na rede Wi-Fi da casa, me sentei na sala e comecei a pesquisar na internet. Coloquei na aba de pesquisa a palavra Zoofilia, e me surpreendi com o que apareceu.
Achei um site de vídeos em espanhol, e não queria acreditar. Dezenas de vídeos de sexo com animais. Apenas para ver o que acontecia, cliquei em um dos vídeos que dizia: “Zoofilia realista: cachorro vs. mulher madura” – Nossa! Vi a cena em close-up, de uma mão de mulher tocando sua vagina depilada, ao mesmo tempo em que um cão preto lambia a bocetinha. Era um vídeo curtinho, mas tinha até o Telegram da pessoa, caso eu tivesse interesse em fazer contato. Ao ver aquela cena, me lembrei da sensação que tive quando o Yin me lambeu a xoxota, e me arrepiei inteira. Senti meu corpo ferver.
Depois, já mais excitada, fui ver outro vídeo. O título era sugestivo: “deleite canino”. Uma mulher até graciosa e com um belo corpo, usando óculos, deitada na sua cama, passava algum tipo de pasta na xoxota e dois cães, um sem raça definida do tipo do Caramelo e outro pequeno e pretinho, lambiam sua boceta e seus peitos. Ela provocava o desejo neles, como se estivesse ensinando como deviam agir. Minha curiosidade aumentou ainda mais ao ver aquilo. Imaginei a dra. ensinando seus cães.
Me despi do roupão, e fiquei apenas com a tanguinha violeta. Eu estava descobrindo um mundo secreto e que me deixava muito curiosa e excitada. Enquanto eu via os vídeos, comecei a me acariciar nos seios e passava a mão de leve na xoxota. A vontade de sexo ficou enorme. Senti minha pele quente e arrepiada.
A seguir, vi outro vídeo onde uma mulher usando um plugue anal, deixava um pequeno cão pretinho, lamber sua bocetinha. Ali ele já lambia sem precisar de ser provocado. Entendi que ele já devia estar acostumado com aquilo. A minha curiosidade foi aguçada, assisti mais alguns vídeos, e me senti muito mais excitada.
Tive uma ideia. Não queria fazer nada que meu marido não estivesse de acordo, então, copiei os links dos vídeos que eu assisti e mandei numa mensagem pelo telefone, para o Stenio, dizendo:
“Estava curiosa. Fui pesquisar. Encontrei este site e vi estes vídeos. Fiquei muito admirada. Jamais imaginei. O que você me diz?”
Já estava de noite e certamente o Stenio já devia estar no hotel onde ficou hospedado. Ele não demorou a responder.
“Vejo que você ficou mesmo muito interessada no assunto. O Dog mexeu com você mesmo! Aproveite para aprender com os vídeos, e se inspirar. Desconfio que ficou excitada, e aposto que você vai se masturbar pensando nisso. Se fizer, por favor, grave isso para eu ver.”
Eu realmente ficava sempre muito admirada como o Stenio andava sempre um passo à frente. Era mesmo uma mente muito aberta e sagaz. Parecia até que ele tinha algum poder mental. Mandei uma resposta:
“Pesquisar e me informar, não é crime. Estou me sentindo meio fora da casinha com tudo isso. Não sou tão devassa como você. Não penso em me deixar levar por esses caminhos. Seu tarado.”
Eu não ia dar o gostinho de mandar um vídeo para ele. Ainda não havia admitido que estava louca de tesão, e com muita vontade de me masturbar. Eu precisava descarregar aquela tensão interna. Meu corpo estava fervendo.
Resolvi ir para a varanda envidraçada que dava para a piscina e lá, apenas com uma luz indireta muito fraca, que deixava o ambiente mais discreto, me acomodei em uma poltrona de couro muito confortável, com apoio de braços, e coloquei o meu notebook sobre um pufe bem na minha frente. Deixei os vídeos passando na telinha.
Ergui uma das pernas, e fiquei me acariciando suavemente, passando os dedos sobre a xaninha protegida apenas pela malha finíssima da tanguinha. Fui sentindo um calor gradual crescendo dentro do meu corpo. Na tela do notebook eu coloquei um dos vídeos de uma mulher fazendo sexo com um cão. Era a primeira vez que eu fazia algo semelhante.
Naquele momento, eu sabia que estava usando uma inspiração de zoofilia me erotizando, mas acreditava que era apenas algo para me motivar, pensava que eu não sentiria mesmo vontade de fazer algo semelhante.
Conforme fui me acariciando, passando os dedos suavemente sobre a xoxota, ainda por cima da tanguinha de cor violeta, senti que começava a ficar mais úmida, a xoxota secretava fluidos, ela estufava um pouco, e meu corpo vibrava, cada vez mais sensível. Meus peitos já estavam latejando, e meus mamilos empinados. Cheguei a cogitar fazer uma chamada de vídeo para o Stenio, e brincar de fazer sexo virtual com ele. Estava excitadíssima.
De repente, ouvi um latido abafado, quase como um resmungo. Olhei para fora, e vi o Yin deitado do lado de fora da porta de vidro da varanda, me olhando muito atento. Aquela cara séria e atenta do Rottweiler, seus dois olhos muito escuros, focados em mim. Parecia uma escultura de tão lindo. Quando olhei para ele, o danado deu uma lambida no focinho, e mexeu ligeiramente a cabeça, como se me pedisse atenção. Pensei: “Será que ele consegue sentir que eu estou com tesão?”
Quase imediatamente, como resposta, ele deu uma latida, apenas uma, não era uma ameaça, era como um aviso, como se dissesse: “estou aqui.”
Olhei para ele, e passei a mão sobre o meu seio desnudo. Sem querer passei a língua sobre meus lábios. Na mesma hora o cão se agitou, como se aquilo significasse algo para ele. Ele sabia o meu estado de excitação. Comecei e entender os sinais, pois havia visto alguns dos vídeos, e tinha notado que os cães reagiam aos gestos e posturas das mulheres. Resolvi testar melhor aquilo, e me recostei na poltrona, abrindo as pernas, e passando a mão sobre a minha bocetinha ainda com a tanguinha violeta. Na mesma hora ele se agitou, ficou em pé, ofegante, com a língua enorme para fora, deu uma rebolada, e ficou bem colado no vidro, como se esperasse que eu abrisse a porta.
Sim, ele entendia os sinais e sabia que eu estava “no cio”, excitadíssima. Ele também estava.
Naquele instante, compreendi que, muito provavelmente, a Lucrécia também devia fazer aquilo com ele. Eu sentia muito tesão, e tentava negar para mim mesma, que aquele jogo de sedução, ao ver o tesão do cachorror mim, não estava me deixando muito mais envolvida do que eu tinha noção.
Por um momento, eu achei que ficaria apenas naquilo, só me acariciando, e provocando o desejo no cão. Já era algo muito arrojado para mim, impensável até naquele dia.
Pura ilusão, fruto ainda da minha vergonha e preconceito em assumir que eu estava quase louca para ser lambida de novo. O desejo instintivo do animal pela fêmea no cio me deixou excitadíssima. Fui me aquecendo de ver como ele ficava cheio de tesão também. Pensei: “Imagine, eu estou tarada de ver como ele está louco de tesão em mim, me vê como uma fêmea, pensa que eu sou uma cadela no cio!”
Só que com aquele tipo de pensamento, a minha boceta começou a se lubrificar mais, molhando a tanguinha, e certamente, o cheiro dela ficou mais forte. O Yin sentiu, seu olfato apurado e olhar treinado me revelaram, denunciando meu estado.
Ele se aproximou, ficou colado na porta de vidro, abanando o rabo, esperando que eu abrisse a porta. Com a pata, bateu no vidro. Certamente, ele devia estar acostumado que a Lucrécia ia abrir a porta para ele.
Eu tive consciência de que estava me justificando, procurando um motivo para ousar mais. O meu corpo pedia sexo, e aquilo me forçava a me entregar ao desejo. Acabei despindo a minha tanguinha, que já estava bem molhada, e pensei: “Olha o que você me fez fazer, seu tarado!” – Estava me despindo para provocar o tesão naquele cão cheio de desejo na “cadelinha no cio”.
Fiquei nua e me recostei novamente na poltrona. Vi que o Yin se agitava, abanava o rabo, e dava uns ganidos roucos, como se estivesse ansioso e pedindo para que eu o deixasse entrar. Senti a minha boceta muito quente e molhada. Passei a mão e vi que estava toda melada. Suspirei fundo. Nunca fizera nada semelhante, e a vontade de arriscar, e deixar o cão me lamber novamente estava cada vez mais forte.
Tive um momento rápido de lucidez, e parei para entender o que se passava comigo. Tentei buscar o juízo que eu estava perdendo, mas, em vez disso, tive a certeza de que eu não estava mais resistindo à vontade de arriscar, e de experimentar novamente, agora com mais calma, conhecendo o que acontecia com o cão e comigo, naquele momento de absoluto tesão instintivo e natural.
Os vídeos que eu assisti tinham me ilustrado. Por isso, estava mais confiante. Me levantei, pensando rápido, aproveitando que o Yang não estava por perto, e fui até à porta. O Yin entendeu o que eu faria e se colocou em alerta. Eu cheguei diante da porta de vidro que nos separava e abri uma pequena parte, suficiente apenas para ele se esgueirar rapidamente para dentro da varanda. Ele passou e tratei de fechar a porta novamente, nos isolando ali, enquanto o cão já me cheirava e enfiava aquele focinho molhado entre as minhas coxas, por trás, tentando cheirar a xoxota. Quase gritei com o arrepio que eu senti. Tratei de pegar firme em sua coleira, tal como a dra. Lucrécia havia dito, e falei com ele de forma firme, mas dócil:
— Calma, Yin… Calma, meu macho tarado. Espere… Espere…
Ele ficou me olhando, e parecia muito feliz, a língua de fora, ofegante, e se abanando inteiro de satisfação. A respiração ofegante indicando seu estado de excitação. O olhar dele era de desejo. Eu percebi que ele obedecia ao comando, e falei:
— Está tesudo, né, meu querido? Quer sexo... quer me foder, né, seu safadinho?
Falando daquele jeito, eu me colocava numa posição da fêmea que aceitava sua condição de desejada e que estava no cio. Sim, eu estava no cio. E entender aquilo me deixou ainda mais tarada.
Ele deu um latido, apenas um, como se concordasse com o que eu disse, e continuou abanando o rabo e fungando, tentando sentir mais o meu cheiro. O Focinho sempre se esfregando nas minhas coxas.
Nossa! Como aquilo me deixava louca! Ele me via mesmo como fêmea, e sabia que eu estava completamente no cio, excitadíssima, e com muita vontade de me deixar ser possuída. Eu ainda não tinha decidido qual seria o limite daquela loucura, mas continuei falando, enquanto andava com ele em direção à poltrona. Eu disse:
— Sabe que eu fiquei louca de tesão por sua causa? Você, me deixou melada, seu tarado! Pensa que sou sua fêmea?
O cão abanava o rabo e ofegava de boa aberta, a língua de fora, o bafo quente nas minhas coxas. Falei:
— Quer me transformar em sua cadela? Quer me foder não quer? Estou toda melada só de sentir o seu desejo, e de lembrar das suas lambidas!
Conforme eu falava, me sentia ainda mais tesuda. Fui perdendo a vergonha, a timidez. Quando cheguei na poltrona, tive que fazer força no braço para manter o cão parado, enquanto eu me sentava. Ele era forte e queria me lamber logo.
— Sua fêmea está ficando louca, cada vez mais melada, cachorrão! – Comentei
Mantive as pernas juntas, segurando na coleira, e fui fazendo afagos nele com a outra mão, no pescoço, nas costas, e sentia que o corpo dele também estava quente. A respiração ofegante dele nas minhas pernas me arrepiava toda. Eu perguntei:
— Você me quer? Seu tarado! Sabe que me deixou maluca com esse seu desejo?
Na hora, aquela situação me deixava alucinada. Eu, que antes tinha até preconceito, estava ali, louca para me entregar a uma prática que antes eu condenava. Falei:
— Estou aqui fazendo uma loucura!
Conforme eu falava, ele me olhava e se abanava, como se pudesse me entender. Acho até que ele tinha a capacidade de entender um pouco, pois devia ter a memória de muitas palavras, e já sabia o seu significado. E ele percebia o tom que eu usava, pessoal, mais íntimo, quase secreto e até sexy.
O fato de externar os meus pensamentos, servia para me ajudar a continuar, sem achar que estava sendo completamente louca. Eu sabia que era uma coisa inusitada, muito maluca, mas era o que eu estava com vontade de fazer. Queria experimentar, ver até onde aquele jogo me levaria.
Eu disse em voz bem sedutora, me surpreendendo comigo mesma, como aquilo estava acontecendo:
— Meu macho tesudo. Me deixou com vontade. Me sinto agora uma cadelinha, louca para ser dominada e possuída pelo seu tesão. Estou toda molhada. Minha bocetinha quer a sua língua.
Nesse momento, ele entendeu “língua” e “bocetinha” pois conseguiu dar umas lambidas no meu joelho, e forçou o focinho entre os meus dois joelhos, tentando fazer com que eu abrisse minhas pernas. O safado sabia! Me dobrei para a frente impedindo que ele avançasse, e ele passou a lamber os meus seios. Nossa, soltei um suspiro profundo de prazer. Aquela língua mais áspera e firme era a coisa mais gostosa que eu já havia experimentado. Ainda segurava em sua coleira, e ele ficava ali colado esperando que eu soltasse. Entendi que era assim mesmo que a Lucrécia devia agir, pois ele já sabia o que fazer.
A sensação que aquelas lambidas fortes e meio ásperas provocavam nos meus mamilos, era algo devastador. Meu corpo tremia, em controle, e eu falei:
— Safado, assim você vai mesmo me levar à loucura! Como lambe gostoso! Se continuar, vamos fazer o meu marido ser corno de um cachorrão tarado.
Naquele momento, eu passei a entender o que levava mulheres a se entregarem ao sexo com cães. Era um tesão animal, avassalador. Eu sabia já que iria até onde pudesse conseguir. O tesão do cão me lambendo, me contagiava de forma incontrolável. Eu fervia de vontade de ser lambida, e possuída, como já havia visto nos vídeos. Queria experimentar como era aquela sensação que vi, parecendo ser muito excitante. Sabia que era algo completamente fora do normal, mas o desejo intenso havia me contagiado. Eu falava com o Yin e isso o mantinha atento e excitado:
— Meu gostoso, que lambida mais alucinante. Gosta de lamber minhas tetas? Assim, você me deixa tarada. Com vontade de dar para você.
Conforme eu falava, mais tarada eu ficava, era como se a safadeza me contagiasse, o cão sentia aquilo e se mostrava mais ansioso. Vi que a ponta do pinto dele já estava de fora da bainha. Ver aquilo me arrepiou toda.
— Estou achando que vou deixar você me comer. Seu tesudo! Vi que está louco para enfiar seu pinto vermelho em minha bocetinha. – eu disse com voz embargada pelo desejo. Estava adorando “conversar” com ele de fora mais safada. Nunca tinha feito isso com ninguém.
Deixei que ele colocasse o focinho entre os meus joelhos e como ele era forte, logo empurrou a cabeçorra entre as coxas, que se separaram, me dando uma lambida que pegou bem em cima do meu grelinho. Cheguei e soltar um gemido alto:
— Ahhmm... que é isso! Nossa! Delícia!
Ele já estava lambendo mais vezes e eu fui apenas abrindo as pernas e deixando que ele fizesse aquilo que sabia fazer muito bem. Que sensação mais deliciosa!
Meu corpo era percorrido por correntes elétricas de tesão, que me arrepiavam e me faziam estremecer inteira. Uma deliciosa loucura. Exclamei:
— Ahhhh, safadoooo... que tesão! Isso! Lambe a sua cadela! Lambe essa boceta melada, que está louca para sentir a sua língua.
Ele lambia a boceta e eu ia me abrindo, e chegando para frente na poltrona, deixando o caminho cada vez mais livre para que ele me levasse ao orgasmo. Sim, eu estava tendo pequenos orgasmos seguidos, com aquelas lambidas, a língua ele era a coisa mais tesuda, e como não eram orgasmos completos, me deixavam ainda mais tarada.
O safado do Yin sabia exatamente como fazer, estava bem treinado, e isso me fez relaxar e deixar com que ele pudesse me levar à loucura com aquela língua que passava desde o meu cu, subia pela xana até no meu grelo, me obrigando até a erguer um pouco as pernas com os joelhos dobrados, e ficar apenas com a ponta dos pés no chão, com a pélvis projetada para a frente. Estava oferecida. Cheia de desejo comecei a gemer:
— Isso, safado, meu macho gostoso, me lambe que eu estou gozando para você, meu tesudo, eu estou maluca, vou dar, igual uma cadelinha o cio!
Eu vi que ele tinha o pinto vermelho já quase inteiro para fora da bainha, era grande e grosso, e na hora eu disse:
— Você quer meter esse pintão vermelho na minha bocetinha?
Ele rebolava, abanava o rabo, e ofegava. Sabia o que eu estava dizendo.
— Quer foder minha boceta? Seu tarado. Quer que eu deixe você me foder?
Quando eu falei aquilo, ele parecia ter ouvido um comando, pois parou de lamber imediatamente, e ficou nas patas traseiras, querendo montar na minha coxa. Entendi que ele sabia obedecer aos comandos de lamber, foder, pinto, meter, boceta. Mas ele estava desajeitado, abraçado na minha coxa, esfregando o pinto na minha perna. Percebi que iria ter que ajeitar para ele conseguir. Pensei: “Se você ajudar é porque quer”.
Eu fiquei louca com a consciência de que eu queria. Ao mesmo tempo em que uma parte do meu juízo dizia que era uma loucura, outra parte, instintiva, animal, queria muito aceitar a foda, sentir aquele cacete rijo, e dar para o cão.
Peguei na coleira dele e puxei, de forma que ele chegasse para o lado e viesse para mais perto bem entre minhas coxas. Senti que ele já tentava meter e o pinto, que roçava de leve a minha bocetinha. Ali, com aquela pica roçando a entrada, eu perdi completamente qualquer capacidade de reação, só queria dar, queria ser penetrada, e que ele metesse logo em mim. Exclamei:
— Vem, gostoso, vem Yin, mete na sua cadelinha! Me fode com esse caralho vermelho.
Eu me ouvia falando com ele, mas parecia ser outra pessoa em mim. Naquele momento eu era apenas como uma cadela que estava louca para ser fodida por aquele cão alucinado de tesão.
Não sei como, eu me lembrei da música da Kelly Key, cantando: “Vem cá meu cachorrinho”:
“Vem aqui, que agora eu tô mandando”
“Vem, meu cachorrinho, a sua dona tá chamando”
“Vem aqui, que agora eu tô mandando”
“Vem, meu cachorrinho, a sua dona tá chamando”
“Vem aqui… Sit, junto”
“(Oh, yeah) sentado, calado,”
“Vem aqui… Sit, junto”
“(Oh, yeah) sentado e calado”
Senti a ponta do pinto do Yin encontrar o buraquinho da minha boceta que já estava toda melada e babada. O pau deu uma estocada profunda e entrou quase todo.
— Ahhhh...
Ofeguei com a enterrada, e não deu para fazer mais nada. Ele forçou a empurrada e atolou a rola, e agora já metia rápido e eu fui sentindo a rola grossa me invadindo cada vez mais. A pica estava quente e muito dura. A sensação era alucinante, uma foda de metidas rápidas, firmes, e cada vez mais profundas, o pau dele era grosso na ponta, e aquilo me atolava completamente, indo até meu útero.
Eu tive o impulso de segurar em seu corpo sentindo os pelos macios se esfregando em minha pele sensível, o calor do corpo dele era grande e me contagiava. O pau me fodia com intensidade, como poucas vezes fui fodida, eu comecei a gemer de prazer e pedia:
— Ahhh, isso, isso, fode! Isso, meu tesudo, Mete na sua cachorra! Mete, gostoso, me faz de sua fêmea!
Parece que ele entendia o comando, e socava cada vez mais, empurrando bem fundo. Deitada na poltrona com eu estava ele tinha acesso fácil na minha boceta. Foi quando senti que um caroço grande se formava na base do pênis, e imediatamente, me lembrei das cenas dos cães engatados nas mulheres. Talvez, se eu recuasse o corpo, desse para evitar, mas, na verdade, estava tão gostoso aquilo, que eu nem queria parar. Deixei que ele metesse mais e se sentindo o nó crescer, me esticando inteira, comecei a gozar muito forte, estremecia, agarrada a ele, pedindo:
— Fode, meu macho! Isso! Mete gostoso, ahhh, que delícia, meu cachorrão tesudo! Fode, fode a sua cadelinha que já está gozando gostoso!
Na minha cabeça ainda lembrava da música:
“Vem aqui, que agora eu tô querendo”
“Vem, meu cachorrinho, a sua dona tá gozando”
“Vem aqui, que agora eu tô mandando”
Vi que ele estremeceu, parou de socar e ficou ali enterrado. O cacete inteiro atolado na minha boceta. O nó grosso, da base do pinto travado dentro. Esticava tudo e me prendia a ele. Cruzei as duas pernas sobre a bunda dele e puxei-o para ficar mais junto, para ele não tentar fugir. Aquilo deve ter sido o clímax para ele que começou a ejacular, e jorrar jatos fartos e fortes em minha boceta, inundando até o útero. Era uma sensação alucinante. Sentia muito prazer e a emoção de estar fazendo algo tremendamente transgressor e ousado, dando para um cão, sendo fodida por ele, mas era muito excitante. Quando senti aquilo, o prazer alucinante daquela cópula animalesca, tive a certeza de que eu havia adorado, e sentia que ia passar a gostar de dar para ele, mais vezes. Cada vez que ele gozava mais um pouco, eu tinha mais um orgasmo, coisa que eu nunca havia experimentado na vida, com ninguém. Eu disse:
— Ahhh, seu safado! Me fez gozar na sua pica, e fez meu marido ser corno de um cão, como ele falou. Agora eu sou sua! Estou adorando ser a sua cadelinha!
Parece que o safado sabia o que eu estava falando. Começou a me lamber o rosto, coloquei a língua para fora e ele lambeu minha língua e a boca, depois recuou um pouco e deu umas lambidas nos meus seios. Eu adorei aqueles afagos.
Segurei em sua coleira, e com as pernas cruzadas fazia pressão para ele não querer sair. Ele era bem treinado, permaneceu parado, colado em meu corpo, o ventre dele encostado no meu ventre, a sensação do pinto apenas pulsando e ejaculando várias vezes, o que me provocava mais prazer. Minha boceta estava cheia de porra do safado, mas o nó prendia tudo lá dentro. E eu sentia um tesão louco com aquilo. Percebi que ele estava habituado ao procedimento e não tentava sair. Era dócil e meigo. O Yin era mesmo um cão fodedor treinado pela dona. Ficamos por mais de 15 minutos ali, grudados, ele me lambia, e eu nesse tempo, com o nó me travando a vagina e o pau dele ainda grande dentro, me dava novas ondas de tesão e prazer. Eu falava bem meiga, com ele:
— Meu querido, meu cachorrão tesudo, meu macho do pau gostoso! Virei sua cadelinha, seu safado. Você sabia que eu ia ficar louca para dar para você, não é?
De repente, senti que ele estava murchando o nó e aliviei a pressão das pernas, e ele simplesmente se afastou, o nó saiu da minha boceta fazendo um barulho: “Plofff”
Uma corrente de porra líquida escorria farta de dentro da minha boceta, caindo no chão de cerâmica da varanda. Por sorte eu estava com a bunda meio fora da poltrona. Foi uma sensação de alívio, mas também de vazio. Sentia minha xoxota latejando, e o prazer de ter sido fodida, ainda estava lá. Nunca imaginei que seria tão bom uma foda com um cachorrão daqueles. Meu preconceito foi para os ares.
Permaneci com os pés apoiados no chão e as coxas separadas e o danado do Yin voltou a me lamber a xoxota que estava sensível, me limpava, mas a cada lambida eu estremecia deliciada. Ele me limpou completamente. Aquelas lambidas, foi algo como uma cereja sobe o bolo daquela foda animal. Exclamei:
— Ah, cachorrão! Que delícia! Sua cadelinha vai ficar viciada! É bom demais! Fizemos meu marido de corno! E corno de um cão muito tesudo!
Eu estava largada sobre o assento da poltrona, mas fiz um esforço para me sentar melhor e abracei o cão que estava ali carinhoso ao meu lado. Puxei-o para dar um abraço forte nele e ele, parecendo compreender meu gesto, passou a dar lambidas no meu rosto, na minha boca, eu coloquei a minha língua novamente para fora e ele lambia, de um jeito delicioso. Era como beijos de dois amantes. Depois, ele se virou e passou a lamber o pinto que foi se recolhendo para dentro da capa de pele.
Pensei que ele estava saciado, contente, e me levantei. Fui até à porta e abri uma fresta. Na mesma hora ele saiu, como se soubesse o que deveria fazer. Eu estava de pernas bambas, ainda pingando porra da boceta. Fiquei um pouco parada, esperando a zonzeira passar, e quando os fluidos pararam de escorrer, eu entrei para a casa e fui ao lavabo pegar um pouco de papel para me enxugar.
Depois, fui até à cozinha e pegando um pano de chão, fui tratar de limpar a poça de porra que tinha ficado no chão, diante da poltrona. Quando me abaixei para limpar o chão foi que senti que estava bem inchada e um pouco dolorida, pois não estava acostumada àquele engate volumoso do nó do pau do cachorrão. Mas a sensação que senti de preenchimento e de prazer com ele na boceta foi indescritível.
Terminei de limpar o chão, pequei a minha tanguinha melada e o roupão que estavam ali numa outra poltrona e fui para o meu quarto, tomar um banho. Enquanto me lavava, fiquei pensando na loucura que havia feito. Mas, estava feito.
Eu tinha que me conscientizar que havia cruzado uma fronteira absolutamente fora de padrão. E teria que encarar as consequências, sendo que a primeira delas seria contar para o meu marido, o desatino que acabei cometendo.
Naquele momento, me deu um certo frio na barriga, e uma sensação de culpa que me incomodou. Por alguma razão da formação moralista que recebera, eu ainda sentia um pouco de culpa, como se tivesse feito algo muito errado. Parei, me enxugado diante do espelho e disse para minha própria imagem:
— Não adianta se sentir culpada. Você sabe que desejou tudo o que fez.
De repente, me bateu um grande cansaço, fiquei exausta mesmo, e fui nua para cima da cama e me deitei. Acho que apaguei completamente quase de imediato.
Fui despertada de manhã por um toque insistente do telefone celular. Me levantei e fui até à mesinha onde o havia deixado. Era a dra. Lucrécia chamando.
— Bom dia, minha querida. Dormiu bem? Já chamei antes e você não atendeu. Chegamos bem, aqui, nos despachamos rapidamente no aeroporto e já estamos no hotel. Queria tranquilizá-la.
Respondi:
— Eu dormi pesado mesmo. Me desculpe. Passei da hora.
— Não, não passou, é que aí ainda é cedo. Nós que estamos mais adiantados. Me desculpe se a acordei. – Falou a Lucrécia.
— É verdade! Não me acordou, estava já acabando de acordar quando ouvi a chamada. – Respondi.
Estava vendo a tela do celular e exibia a hora. 7h30.
Lucrécia perguntou:
— Então, deu tudo certo? Já se entendeu com os cães?
Na hora, me recordei do que havia feito. Falei:
— Sim, tudo certo. Dei comida e soltei os dois ontem de noite. Foram obedientes. Eles são mesmo adoráveis. Agora já estou bem familiarizada. Logo vou colocá-los de volta no canil. Ontem o Yin veio me namorar na porta de vidro da varanda.
Lucrécia sorriu satisfeita:
— Que bom, fico contente. É assim mesmo que ele faz. O Yin já se apaixonou por você.
Comentei:
— Parece que ele entende quando falo com ele.
— Ele é assim, fica todo amoroso, vigiando tudo o que eu faço. Enquanto não deixo que ele entre um pouco e venha me beijar, quer dizer, me lamber, dando boa noite, e receber o meu carinho, ele não sossega. É um amor.
Na hora fiquei bem corada de vergonha ao lembrar do que eu havia feito. Não sei qual foi a minha intuição, mas do jeito que ela falou, eu imaginei que ela, sabendo do comportamento do cão, estava me sondando para saber o que eu havia feito. Ela tinha conhecimento de que ele ia aparecer na varanda, querer partir para cima, e certamente, deduziu que eu ia passar um sufoco ao ser assediada. Por um segundo, me ocorreu que ela jogava verde para ver a minha reação. Resolvi testar se ela estava me sondando, e disse:
— Quando soltei os dois para o jardim, fui vestida e eles me fizeram uma festinha e depois foram brincar no jardim, felizes da vida. Nem ligaram muito para mim. Mais tarde, depois que jantei, eu estava na varanda, mais à vontade, sem o roupão, vendo umas coisas no notebook, e vi o Yin encostado na porta de vidro, me chamando. Parecia que me esperava. Me viu só de tanguinha e parece que ficou mais indócil. Ele não sossegou mesmo enquanto eu não fui falar com ele.
Ela sorriu, parecia satisfeita:
— É isso mesmo, querida. Eu pensei nisso mesmo. E eu sei que você também vai se apaixonar e se apegar demais ao meu machão insaciável.
Cheguei a sentir um calafrio ao ouvir aquilo. Ela prosseguiu:
— Ele é um querido, e tremendamente amoroso. Sei que agora ele vai procurar você todas as noites. Ainda mais depois que você aceitou e deu o que ele queria. Ele adora um dengo.
Eu fiquei gelada ao ouvir. Será que a Lucrécia estava mesmo plantando verde para colher maduro? Será que sabia de alguma coisa? Ela só desconfiava, ou podia já ter certeza? Fui mais ousada:
— Nossa! Ele é intenso! Quando ele quer, não tem jeito, me lambeu e fez de tudo para me abraçar. Mas eu fiz como você disse, peguei na coleira e falei com ele bem calma, mas imperiosa, e ele ficou dócil. Obedeceu. Percebi como podia controlá-lo.
Lucrécia deu um sorriso, e esperou um pouco. Murmurou:
— É assim mesmo.
Senti que ela queria que eu soubesse que ela desconfiava. Resolvi dizer algo que ela entendesse, sem revelar nada:
— Olha, aprendi a me entender com ele. Confesso que notei que ele já devia ter mesmo esse costume de procurar você ali na varanda, pois ficou ali, e esperou que eu fosse abrir a porta e receber os carinhos dele.
Ela mudou o tom de voz, e meio sussurrado, perguntou:
— Você gostou? Então, já se entenderam, se deu bem com ele? Foi bom?
A minha desconfiança se consolidou. Foi minha vez de sorrir e jogar verde:
— Está tudo bem. Só acho que você podia ter me contado antes, me explicado como é que faz com ele, o que você educou o cão a fazer, e não me deixar descobrir sozinha, tudo o improviso.
Ela ficou um pouco em silêncio, depois disse, com tom de voz bem confidencial:
— Amiga, de verdade, me desculpe. Eu não sabia nem como contar. Estive atarantada com a viagem. Depois, na última hora, quando chamei você, tive vergonha, e medo de que você não quisesse ficar aí em casa para cuidar deles. Mas, você não foi obrigada a nada. Podia até não ter aberto a porta.
Pronto, ela se abriu, e eu podia também me abrir. Suspirei aliviada.
— É verdade, eu podia ter deixado o cão lá fora, chorando de ansiedade. Acontece, amiga, que isso fique entre nós, foi a curiosidade que matou o gato. Conhece esse ditado?
Lucrécia sorriu. Exclamou:
— Ah, meu deus, então você descobriu o que faz ele ser tão especial! Me conte, por favor. Foi bom? Você gostou? Pode falar.
Eu respirei fundo, deixei por um tempo a amiga esperando, enquanto pensava se confessava tudo, ou se mantinha ainda tudo meio escondido. Achei que não tinha muito motivo por que esconder, pois desconfiei que ela já desconfiava. Resolvi contar. Tomei fôlego e disse:
— Vou relatar como as cosas aconteceram.
Contei do começo, que falei com o Stenio e revelei a ele a primeira surpresa que tive no canil. Disse que ele, na mesma hora, entendeu o que o cachorro queria, e ainda me caçoou. Falou que estava quase sendo corno de um cão. Me explicou sobre zoofilia e disse que era um fetiche muito comum entre os que tem animais, especialmente cães. E falei a ela:
— Foi ele que me indicou um site com uns vídeos de zoofilia. Fui ver e fiquei muito admirada. Nunca podia imaginar aquilo. E nem que ficaria excitada ao ver.
— Você sentiu tesão, e não resistiu, não é isso? – Ela perguntou.
— O estado de excitação do Yin me contagiou. – Expliquei.
— Teve vontade? – Ela insistiu.
— É isso. Mas eu não imaginava a loucura que ia ser. Foi a maior surpresa, fiquei fora de controle. – comentei.
Ela comentou:
— Nossa, é algo fora de qualquer controle mesmo. Deu gostoso? E foi bom? – Perguntou.
— Nunca pensei que fosse tão gostoso! – Respondi.
— Me conta, amiga. Que gostoso saber disso! Quer dizer que o Stenio já virou mesmo corno do cachorrão? E você é a cadelinha do meu amante? – Ela estava curiosa.
Eu falei:
— Olha, ele ainda não sabe. Não contei ao Stenio. Mas virou corno sim. Agora tenho que falar com ele e contar o que houve. O Moacir, seu marido, sabe? – Perguntei.
— Sim, claro que sabe. Ele adora ser corno dos cães, e de assistir a esposa com o meu cachorrão. Foi meu corno que me deu os dois machos de presente. Com eles eu viro uma cadela perfeita, bem safada. – Lucrécia disse, rindo no final.
Naquele momento, minha boceta estava latejando, excitada, e meus peitos também pulsavam quentes. Estava confessando a ela minha loucura com o Yin. E ela assumindo também que era viciada em zoofilia. Eu disse:
— Nunca imaginei que fosse tão forte, e tão alucinante. Você educou muito bem esse animal.
Ela sorriu satisfeita, e falou:
— Só de lembrar, eu já fico muito melada aqui. É bom demais. Aproveite bem, querida. Eu não tenho ciúme. E não deixe de me contar tudo. Eu vou adorar saber cada detalhe.
Eu respirei fundo. Não havia apenas cruzado uma fronteira transgressora, mas agora, meu segredo já estava sendo do conhecimento da minha chefe e amiga. Eu falei:
— Ainda me sinto envergonhada, com um pouco de culpa, talvez, resquícios de um preconceito. Foi um momento de total loucura. Não pensei nas consequências. Agora estou apreensiva.
Lucrécia falou bem calma:
— Você não precisa se preocupar. Será segredo nosso. Mas eu acho que você vai querer repetir, pois viu como é bom. Vai gostar ainda mais, e perder esse receio, preconceito ou medo. E não esquente a cabeça. Pode apostar que o seu corno vai ficar louco de tesão quando souber. Se foi ele que indicou o site para você ver, pode ter certeza de que ele também tem esse fetiche, igual do Moacir. Ele ajudou você a sentir vontade.
Fiquei calada, pensando no que ela havia me dito. Não sabia o que dizer, e não queria falar que não faria mais, algo que não sabia se iria resistir.
A Lucrécia disse:
— Olha, depois de aprender com o Yin, você pode experimentar o Yang. Ele é mais zen, menos afoito e tarado, mas também adora fazer a gente de cadela. E ele fode muito gostoso. Só que tem que deixar o Yin preso quando for dar para ele, senão eles brigam na hora. São ciumentos. Deixe o Yang para depois. O pau dele é bem maior e mais grosso, e o caroço então nem se fala. Não tente provar antes de estar bem acostumada. Pois é uma pegada incrível. Pense que pode ficar meia hora engatada e gozando.
Nossa! Conforme ela me falava, a minha boceta latejava, e ficou encharcada, meus peitos rígidos e os mamilos pontudos. Cheguei a tremer a fala quando respondi:
— Nossa! Que coisa! Ainda bem que me avisou. Com o Yin já foi um sufoco de mais de uns quinze minutos.
Ela disse:
— Gostoso, né amiga? Já é uma cadelinha. Sinal de que você quer mais. Ele gozando sem parar, engatado, é uma loucura. Estou já com saudade. Aproveite muito. – Ela se despediu.
“Pronto -pensei - ela já sabe, o marido dela vai saber. Não vai haver segredo.”
Fiquei com um pouco de vergonha, mas eu estava na mesma condição que a Lucrécia. Tinha assumido que virei uma cadelinha do cachorrão.
Pensei que não dava mais para ser segredo. Eu já era mesmo uma cachorra safada. Só faltava contar para o meu marido, que virou corno de um cachorrão. Será que ele iria aceitar aquilo?
Depois, me levantei, lavei o rosto, lavei a boceta melada, coloquei uma tanguinha cor-de-rosa, do mesmo modelo da violeta, vesti o roupão e fui chamar os cachorros para o canil.
Para minha surpresa, eles vieram felizes, me fizeram umas festinhas, lamberam a minha mão e obedeceram a ordem de irem cada um para o seu canil. Entendi que estavam habituados à rotina, e seguiam tudo naturalmente. Fechei as grades das portas do canil, e voltei para a cozinha, para fazer meu café da manhã.
Já eram 8h30 da manhã. Despi o roupão e fiquei andando só com a tanguinha. Minha boceta ainda estava um pouco vermelha e intumescida, mas não doía mais. Somente de me lembrar do prazer que havia experimentado na noite anterior, naquela foda alucinante com o Rottweiler, meus seios já deram sinal de alerta.
Meu corpo se aqueceu e se arrepiou. Exclamei falando sozinha: “Que é isso? Virou uma viciada naquele cão? Cadela safada!”
Tomei meu desjejum e vi que fazia um sol maravilhoso lá fora. Retirei a tanguinha e fui completamente nua para a piscina.
Me recostei em uma cadeira reclinável da beirada da piscina, para tomar sol. Era uma delícia ficar ali, completamente à vontade, totalmente nua como vim ao mundo. Peguei o meu telefone e mandei uma mensagem para o meu marido.
“Bom dia, querido! Tudo bem? Você foi muito sacana comigo ontem”.
Não demorou ele mandou uma foto usando um capacete cor de laranja de proteção na obra, e com ao dizeres: “Bom dia. O chifre ainda não me impediu de usar capacete”.
Eu conhecia o meu marido. O danado sabia jogar verde. Ao ler a minha mensagem, sabia perfeitamente ao que eu me referia, de ter indicado os sites de zoofilia para eu ver. Eu respondi à altura:
“É bom assim. Se o chifre não atrapalhar, é sinal de que você vai se acostumar”. – E coloquei uns emojis de capetinha.
Ele logo escreveu:
“Não me deixe louco! Estou na obra. Vistoriando. Logo saio e poderemos conversar. Quero saber de tudo.”
Fiquei ali, tomando sol, mais calma, pois havia começado o processo de contar a ele, e pelos vistos, ele não achou ruim. Devia estar já esperando por novidades daquele tipo. Percebi que ele até desconfiava.
Por mais de uma hora, eu tomei sol, mergulhei na piscina, voltei a me bronzear e reparei que meu corpo logo pegava uma cor mais bonita na pele. Acariciei a bocetinha e ainda a sentia um pouco estufada, vermelhinha, mas não senti dor. Era sinal de que eu poderia tentar uma segunda vez com o cachorrão safado.
Estava me sentando na cadeira quando meu telefone tocou. Era o Stenio.
Atendi a chamada de vídeo.
Ele estava próximo da câmera, e eu também, só aparecendo nossos rostos. Mas eu estava escorrendo água pelos cabelos e pelo rosto, e ele logo perguntou:
— Nadando, ou tomando banho?
— Na piscina. Uma delícia, um sol maravilhoso.
— Hum… que bom! Me deixa ver? – Ele pediu.
Virei a câmera para fora e filmei o jardim e a piscina, fiz uma panorâmica, mostrei a varanda, a casa e lá ao fundo a edificação do canil. Depois voltei a imagem para o meu rosto.
— Que casa linda! – Ele comentou.
Notei que ele estava atento, observando, Eu disse:
— Olha o que você está perdendo.
Afastei o telefone e me mostrei nua sobre a cadeira de repouso.
— Nossa! Que maravilha! Deliciosa! Está no paraíso. – Ele disse.
— Estou mesmo. Ganhando salário para tirar férias aqui. – Respondi.
Para provocar, eu fui aproximando lentamente o telefone dos meus seios que estavam com os mamilos empinados e durinhos. Ele exclamou:
— Não me torture! Que saudade! Você está com tesão?
— Estou sim. Desde ontem, quando você me mandou ver aqueles vídeos de zoofilia, eu fiquei uma pilha. - Respondi.
— Você gostou? Me conte. Agora fiquei curioso. – Ele falou.
— Gostei? Você sabia que ia me chocar bastante, me tirou do sério. Aqueles vídeos reais, amadores, são impressionantes. Nunca imaginei possível. – Respondi.
O Stenio sabia o que eu estava falando, me conhecia muito bem. Ele disse:
— Conhecendo você e sabendo como é curiosa, e como gosta de coisas provocantes, eu sabia que ia deixar você bem animada.
— Foi mais do que isso. Me deixou maluca. A ponto de fazer uma loucura. – Respondi.
Eu tinha que ter coragem de falar com ele, então provoquei a situação:
— Para quem estava com medo de ser corno de cachorro, você trabalhou contra seu próprio chifre. Qual era a sua intenção?
— Eu queria que você entendesse melhor sobre o tema, visse como acontece, e perdesse o preconceito. Eu sabia que você tinha preconceito. – Ele respondeu.
— Além de me deixar tarada a ponto de experimentar uma coisa assim? – Questionei.
— Você ficou tarada? A esse ponto? – Ele provocava, parecia mesmo curioso.
Eu fiz que sim com a cabeça e abaixei a câmera do telefone, focando a minha xoxota, que ainda estava um pouco inchada. Eu disse:
— Olha o meu estado!
Ele ficou olhando para minha boceta, sua expressão era de excitado, e incrédulo perguntou:
— Se masturbou muito? Está vermelha e inchada.
— Muito mais do que isso, amor. Fui mais fundo. Pode se acostumar com o chifre.
Ele me olhava com olhos admirados. Ficou uns segundos processando a informação, e perguntou:
— Você fodeu, deu para outro? Para quem? O que significa isso?
— Significa que a sua mulher perdeu a cabeça, o juízo e a vergonha, numa noite só, e acabou na pica de um Rottweiler muito tarado, acostumado a foder com a dona. Amor, não teve jeito. Virei uma cadela, dando para o cachorro.
Vi que o Stenio me olhava admirado, olhos arregalados, boca aberta. Ele não esperava tanto. Respirou fundo, parecia sem palavras. E conseguiu dizer:
— Está de sacanagem. Duvido. Me conta a verdade.
Eu não sabia se ele ia gostar, ou detestar, mas achei que estava na hora de contar. Falei:
— Eu fiquei na varanda muito excitada ao ver os vídeos. O cachorro sentiu meu cheiro de tesão e ficou na porta de vidro da varanda, tarado.
Dei uma ligeira pausa, apenas para respirar, e continuei:
— Estava chorando e latindo, pedindo para entrar. Desconfiei que era ali que a Lucrécia ensinou o safado, e resolvi testar. Coloquei o cão para dentro da varanda, ele estava louco de tesão, e eu mais ainda. Me lambeu a xoxota, os peitos, e eu perdi o controle.
O Stenio, finalmente, soltou uma exclamação:
— Caralho! Gi... que coisa louca!
Continuei, querendo fazer um resumo rápido:
— Foi mesmo amor. Muito louca. Quando vi estava recostada numa poltrona, as pernas abertas, com ele entre as minhas coxas, metendo em mim aquele pinto vermelho, como um louco, e eu cada vez mais tarada. Me agarrei nele e não larguei. Foi muito gostoso! Gozei muito. Virei uma cadela no cio. Aquele pinto vermelho e grosso me atolou. Gozamos juntos e ele ficou engatado pelo nó do cacete comigo um tempão. Quase rasgou minha bocetinha.
Meu marido me olhava como se eu fosse uma miragem. Com a boca aberta, não sabia o que dizer. Ele balbuciou:
— Não acredito! Que coisa… Você fez isso!
Tentei explicar:
— Na hora, eu não pensei em mais nada, estava curiosa e tarada, só queria saber como era a sensação. E o desejo do cão em meter em mim me deixou alucinada. Me senti mesmo a cadela mais gostosa e safada.
— Quer dizer que já sou mesmo, o corno desse cão? Mas, que sacanagem…
— Você achou ruim? Acha que eu não devia ter feito? – Perguntei, preocupada com o que ele poderia estar achando.
— Não achei ruim. Minha revolta é não poder estar aí para ver isso! Só de você contar eu fiquei louco de tesão aqui. – Ele respondeu.
Nossa, foi um alívio ouvir aquilo. Meu marido era mesmo safado e liberal. Mas não deu tempo de dizer nada. Ele ainda estava falando:
— Você poderia ter gravado. Eu tinha pedido…
Expliquei:
— Na hora não tive nem chance. Foi muito intenso a tudo rápido. Quando eu vi já estava sendo invadida.
Dei uma pausa e completei:
— Quer dizer que você não está bravo comigo? Não achou ruim?
— Achei ruim não poder assistir. Imagina isso em vídeo! Eu ia ficar maluco de tesão aqui. – Ele respondeu.
Eu aproveitei para saber.
— Você é tarado mesmo! Então você gostou de ser corno de cachorro?
— Estou tarado aqui, sua cadela safada! Eu desconfiava que você ia mesmo acabar gostando.
Minha bocetinha já estava toda melada, e eu cheia de tesão. Falei:
— Na próxima eu vou gravar, se você deixar eu repetir.
— Quer dizer que você quer repetir, né, cadelinha. Gostou de dar essa boceta gostosa para o cachorrão? – Stenio disse, com voz afetada pelo desejo.
— Fica com tesão de saber isso, meu amor? Gosta de saber que é corno da sua esposa, que é uma safada, que dá para um cão tarado e fodedor? – Eu provoquei.
— Eu deixo, mas tem que gravar isso, eu quero ter o vídeo dessa sua putaria, sua cadelinha devassa! – Ele falou. Pela voz ofegante eu notei que ele estava se masturbando. Tinha ido para o banheiro. Exclamei:
— Meu corno mais tesudo. Goza só de me ouvir contar, né? Agora sim, que eu fiquei ainda mais tarada. Pode esperar que mais tarde, hoje de noite, eu gravo tudo para você ver.
Ouvi o Stenio exclamando:
— Safada, cadela, vadia, eu sempre soube que você era muito sem vergonha!
Eu respondi:
— A esposa ideal para um corno safado, e sem preconceito, como você.
Nós demos risada juntos. A nossa cumplicidade e a cabeça aberta nos mantinha unidos até naquele tipo de situação.
— Me mostra sua bocetinha de novo, amor. Quero gozar vendo essa delícia toda inchadinha. – Ele pediu.
Abri as pernas, separando os joelhos e aproximei o telefone para ele ver bem de perto. Segurei enquanto ouvia o meu marido exclamando:
— Que tesão isso! Está toda arrombada. Vontade de meter a boca e lamber tudo.
— Eu vou deixar o cachorrão tarado lamber, meu querido, para você ver e ficar com inveja. – Respondi.
Ficamos naquelas provocações, por mais alguns minutos. Depois nos despedimos e desligamos. Eu tinha ficado muito mais aliviada de contar tudo e saber que o Stenio não se sentiu enganado, e até gostou de saber. Meu marido era mesmo especial. E eu acabei perdendo o preconceito de uma vez, e pretendia aproveitar aqueles dias para outras aventuras com os dois cães. Quando puder eu contarei mais. Depende se gostarem da história. Beijos. Gianina.
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