Meu nome é Adriana. sou casada há seis anos e, confesso, adoro trair meu marido. Meu corpo é bem carnudo: seios grandes e pesados, bunda enorme e empinada, coxas grossas e uma buceta que fica encharcada fácil. Meu marido viajou novamente a trabalho e, como sempre, aproveitei a oportunidade.
Convidei o Lucas, meu amante de 28 anos, um cara bem dotado com um pau grosso e comprido. Marcamos na minha própria casa mesmo, na sala de estar. Mal ele chegou, já tirei sua roupa e caí de boca. Chupei aquele pau com fome, babando tudo, engolindo até a garganta enquanto ele gemia segurando meu cabelo.
— Caralho, Adriana… você é uma puta safada mesmo, traindo o marido na casa dele — ele dizia, fodendo minha boca.
Não aguentei. Tirei a roupa, fiquei só de calcinha fio-dental e sentei nele no sofá. O pau grosso abriu minha buceta molhada de uma vez. Comecei a cavalgar com força, minha bunda grande quicando alto, gemendo como uma cachorra no cio.
— Me fode, Lucas! Mete esse pauzão fundo… meu marido nunca me come assim!
Ele me virou de quatro no sofá e começou a me arrombar com estocadas brutas, dando tapas fortes na minha bunda. Eu empinava o rabo pedindo mais quando, de repente, a porta da sala se abriu.
Marcelo, meu cunhado (marido da minha irmã Adriane), entrou com a chave reserva que tinha. Ele parou congelado ao me ver de quatro, com o pau do Lucas enterrado até o talo na minha buceta pingando.
— Que porra é essa?! — exclamou Marcelo, olhos arregalados.
Lucas levou o maior susto e saiu de dentro de mim rápido. Eu fiquei paralisada, nua, de quatro, buceta aberta e mel escorrendo pela coxa, olhando para o cunhado.
Marcelo fechou a porta devagar. Em vez de raiva, um sorriso safado surgiu no rosto dele.
— Então é assim que você faz quando meu cunhado viaja… — disse ele, olhando para minha buceta exposta. — Sempre desconfiei que você era uma vadia. Agora tenho a prova.
Lucas estava nervoso, mas Marcelo levantou a mão:
— Fica tranquilo. Eu não vou brigar. Na verdade… posso participar?
Eu e Lucas nos olhamos chocados. Mas o tesão falou mais alto. Marcelo já estava tirando a camisa, revelando o corpo definido. Ele se aproximou, abriu a calça e tirou um pau grosso, quase tão grande quanto o do Lucas.
— Quero comer essa cunhada safada junto com você — disse Marcelo, olhando para Lucas.
Eu, ainda de quatro, respondi com a voz tremendo de tesão:
— Então vem… me arromba junto com ele.
Marcelo não perdeu tempo. Me segurou pelos cabelos e enfiou o pau na minha boca enquanto Lucas voltava a meter na minha buceta. Eu gemia com dois paus me usando ao mesmo tempo — um na garganta, outro socando fundo na xota.
— Porra, cunhada… que boca gulosa — grunhia Marcelo. — Chupa o pau do cunhado enquanto leva rola na buceta de outro homem. Você é uma puta sem vergonha mesmo!
Lucas metia com força, dando tapas na minha bunda:
— Olha como ela engole tudo… sua cunhada é uma vadia profissional!
Eles me viraram de lado. Lucas deitou e me fez sentar no pau dele, me empalando na buceta. Marcelo se posicionou atrás e, com bastante cuspe, forçou o pau grosso no meu cu virgem. Eu gritei de prazer e dor quando os dois paus me preencheram ao mesmo tempo.
— Ai, caralho! Vocês vão me rasgar! — gemi alto.
— Toma no cu e na buceta, sua puta! — rosnava Marcelo, metendo fundo no meu rabo. — Isso é o que você merece por trair na sua própria casa!
Eles me foderam com força em DP. Eu tremia, gozando sem parar, baba escorrendo da boca. Depois me colocaram de joelhos e fizeram double blowjob. Eu chupava um pau enquanto punhetava o outro, lambendo as bolas dos dois.
— Olha essa vadia… chupando dois paus ao mesmo tempo — dizia Lucas.
— Engole o pau do cunhado, Adriana! Mostra como você é puta! — ordenava Marcelo.
No final, eles me colocaram de novo de quatro. Lucas gozou primeiro, enchendo minha buceta de porra quente. Marcelo tirou do meu cu e gozou na minha cara e boca, jatos grossos acertando minha língua e olhos. Eu engoli o que consegui, o resto escorrendo pelo rosto e pingando nos meus seios grandes.
Caímos os três exaustos no sofá, melados de suor e porra.
— Isso foi a melhor foda da minha vida… — murmurei, ainda lambendo os restos de gozo dos lábios.
Marcelo sorriu:
— Agora você é nossa puta. Sempre que seu marido viajar, eu e o Lucas vamos vir aqui te arrombar.
Lucas concordou, passando a mão na minha bunda marcada:
— E da próxima vez vamos te foder a tarde inteira.
Eu sorri, satisfeita e cheia de porra:
— Podem vir sempre que quiserem… minha casa agora é de vocês dois.
A partir daquele dia, sempre que meu marido viajava, eu virava a vadia particular do meu cunhado e do meu amante, bem no meio da sala da minha própria casa.