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Agora todo mundo quer comer minha mulher parte 21

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2845 palavras
Data: 27/07/2026 07:33:10

O Mauro não perdeu tempo. Sem cerimônia nenhuma, ele avançou pela sala, passou os braços fortes por baixo das pernas da Vanessa e a ergueu no colo como se ela não pesasse nada. A Vanessa deu uma risada alta, jogando a cabeça para trás, o corpo branquinho e pelado se destacando contra a pele escura do dele. Ao mesmo tempo, ele estendeu a outra mão para a Camila, que pegou com aquele olhar verde e manhoso de quem estava pronta para mais uma rodada.

Enquanto o Mauro caminhava em direção ao quarto levando as duas, a Vanessa virou o pescoço para trás, me encarando com os olhos azuis cheios de fogo.

— Vamos, amor! — ela chamou, a voz rouca e provocante. — Vem logo que o Mauro não vai aguentar nós duas sozinho!

— Vai indo na frente! — gritei de volta, me recompondo no meio da sala. — Vou só trancar a porta da frente e já subo!

Eles seguiram pelo corredor, rindo e se provocando. Fui até a porta da sala, girei a chave na fechadura e passei o trincos. Quando me virei para subir, passei pela mesa de centro e notei que o celular da Vanessa estava ali, virado para cima. A tela acendeu com uma nova notificação.

Aproximei-me e peguei o aparelho. A notificação era do Instagram, da mesma conversa com o tal Ricardinho. Ela ainda não tinha percebido que eu li as últimas mensagens dele, mas quando dei um toque na tela e abri o histórico recente das conversas, minhas pernas quase fraquejaram. O chão pareceu sumir debaixo dos meus pés.

As mensagens que a minha própria esposa tinha enviado respondendo as dele, eram de um nível que eu jamais tinha imaginado.

Ela tinha respondido:

Vanessa: Oiii Ricardinho, Minha bucetinha tá bem gostosa, olha.

Logo abaixo da mensagem, tinha uma foto enviada por ela. Era uma foto tirada do alto, focado na bucetinha dela branquinha, perfeitamente raspada, com os lábios rosados entreabertos de tanto tesão. Na mesma imagem, na parte de cima, ela puxava o top para mostrar os peitos fartos com os bicos rosados e com os bicos durinhos.

Abaixo da foto, outra mensagem digitada por ela:

Vanessa: lindo vem quando??

Tô louca para sentar nesse seu pau gostoso

E para fechar o estrago, logo em seguida tinha um vídeo curto que ela mesma gravou no espelho do nosso banheiro. Ela estava de costas, empinando aquela bunda gostosa, puxando as duas bandas do bumbum com as mãos para escancarar o centro. No vídeo, o cuzinho dela aparecia piscando na câmera, bem rosinho.

A legenda do vídeo trazia a frase crua que fez meu peito queimar de uma mistura insana de raiva, ciúme e uma excitação doentia:

Vanessa: Agora meu cuzinho é comestível também, Seu gostoso.

Fiquei ali parado no meio da sala escura, olhando para a tela do celular com o pau latejando de um jeito absurdo. A Vanessa não só estava oferecendo a buceta para o cara que tirou a virgindade dela no passado, como já estava avisando que o cuzinho dela ja estava levando pica tambem

Do quarto no fim do corredor, deu para ouvir o som alto da cama rangendo e o primeiro gemido agudo da Vanessa ecoando pela casa, seguido pela risada grave do Mauro e os sussurros da Camila.

Guardei o celular no bolso, apertei o passo pelo corredor e caminhei em direção ao quarto. Tudo tinha ficado muito mais sujo do que eu imaginava, e eu ia curtir cada segundo dessa ruína.

Apertei o celular no bolso da calça e fui andando pro quarto, sentindo meu pau duro feito uma rocha e a cabeça martelando com o vídeo daquele cuzinho piscando no celular. Quando abri a porta, a cena era um absurdo de suja.

O Mauro tava deitado de costas na cama, e a Vanessa tava montada na cara dele, de quatro, esfregando a bucetinha melada de leite na boca do negão. O Mauro segurava o rabo dela com as duas mão, enterrando a língua com vontade, enquanto a Camila tava de joelhos do lado, chupando o pau gigante do namorado com tanta fome que fazia um barulho molhado de engasgo.

— Olha quem chegou... — a Vanessa soltou, a voz abafada, virando o rosto pro meu lado com os olhos azuis revirando de safada. — Vem logo, Rafa... O Mauro tá acabando com a minha buceta com essa língua nojenta!

Eu não disse uma palavra. Não comentei do celular, do Ricardinho do Rio de Janeiro, nem de porra nenhuma. Guardei aquele tesão torto no peito pra usar de combustível. Fui direto até a beirada da cama, arranquei a calça de uma vez e botei meu pau duro na cara da Camila. A cunhadinha nem esperou ordem: soltou o pau do Mauro e abocanhou a minha pica com tudo, engolindo a cabeça até o talo, fazendo o olhão verde brilhar olhando pra mim.

— Isso, sua puta... gasta essa boca na minha pica — eu rosnei, segurando o cabelo dela com força e dando umas metidas secas na garganta dela.

O Mauro deu um tranco pra cima, tirou a cara da buceta da Vanessa e virou ela de costas de uma vez na cama. O negão não teve dó: agarrou as coxas grossas dela, mirou o pau grosso bem na entrada e meteu tudo de uma vez, rasgando.

— AIII, CARALHO! — a Vanessa deu um grito agudo que rasgou o quarto, jogando a cabeça pra trás e cravando as unhas no lençol. — Puta que pariu, Mauro! Que pau grande do caralho!

— Fala quem tá te comendo, sua cadela! — o Mauro urrou, socando a bunda dela sem piedade, no barulho seco de pele com pele: tapa, tapa, tapa!

— É você, Mauro! É você, porra! Me racha no meio! — a Vanessa gritava, completamente louca, enquanto a buceta dela engolia a pica do cunhado.

Pensar que ela tinha mandado aquele vídeo do cuzinho pro Ricardinho falando que tava comestível me deu uma raiva tão gostosa que perdi o juízo. Puxei a Camila pelo braço, tirei a boca dela do meu pau e joguei ela de quatro do lado da irmã.

— Fica de quatro aí, sua vadia! — ordenei, com a voz rouca.

A Camila empinou aquele rabo. Peguei meu pau babado da boca dela, cuspi bastante saliva na cabeça e meti no cuzinho dela. Empurrei de uma vez só, rasgando tudo por trás.

— AHHH, RAFA! — a Camila gritou no travesseiro, travando o corpo todo enquanto eu entrava até o saco. — Caralho, que fundo!

Ficou nós dois socando lado a lado: o Mauro arrombando a buceta da Vanessa na minha frente e eu esfolando o cuzinho da Camila por trás. O barulho no quarto parecia um inferno de sacanagem — estalo de rabo apanhando, cama rangendo e as duas irmãs gemendo alto e sem vergonha nenhuma.

— Olha aqui, Vanessa! — eu gritei, dando uma metida funda no cu da Camila e dando um tapa estalado na bunda da minha mulher. — Olha a sua irmã tomando no cu ao seu lado!

A Vanessa virou a cabeça, me olhando com aquela cara de puta toda suada, enquanto o Mauro continuava socando nela por trás:

— Fode ela, Rafa! Arromba o cuzinho dessa vadia! Mas depois você vai vir comer o meu também, que tá prontinho pra você!

O Mauro segurou na cintura da Vanessa com mais força, estufou o peito e começou a dar umas bombadas alucinadas, batendo tão fundo que a Vanessa chorava de tesão.

— Vou gozar, porra! — o Mauro urrou, o pescoço cheio de veia saltada. — Vou gozar dentro da sua mulher, Rafa!

— Goza, caralho! Enche a minha mulher de porra! — eu gritei, acelerando o ritmo no cu da Camila até o limite.

O Mauro deu a última metida até o talo e gozou uma jorrada quente e grossa dentro da buceta da Vanessa. Ela soltou um grito rasgado, entrando num orgasmo tão violento que as pernas dela tremiam no ar. Vendo a minha mulher ser preenchida de leite pelo negão, eu não aguentei mais um segundo: puxei meu pau do cu da Camila e descarreguei direto na bunda da minha cunhada, sujando a pele branquinha dela toda de leite quente.

A gente desabou na cama, todo mundo ofegante, com o cheiro de porra e suor dominando o quarto inteiro. A Vanessa ficou deitada de lado, limpando o rosto, respirando fundo, e eu olhei pra ela sabendo que a história do tal Ricardinho do Rio tava só esperando a vez de explodir.

O silêncio que se seguiu no quarto era quase denso, quebrado apenas pelo chiado do ar-condicionado e pelo arfar pesado de quatro corpos jogados na cama, completamente lavados em suor e leite. A Vanessa estava deitada de lado, encarando a parede com o olhar ainda meio vidrado, enquanto a Camila tentava limpar a coxa na beirada do lençol. O Mauro, com aquele peito subindo e descendo, parecia um tronco derrubado no colchão.

Foi nesse exato momento de calmaria que o celular dele, largado na mesinha de cabeceira, começou a vibrar de um jeito desesperado. Não era notificação de rede social; era chamada contínua, uma atrás da outra.

— Caralho... quem é a uma hora dessa? — o Mauro resmungou, a voz saindo rouca e arrastada, esticando o braço pesado para pegar o aparelho.

Quando ele olhou para o visor, a expressão de relaxamento no rosto do negão sumiu no ato. A cara dele fechou de um jeito que a gente nunca tinha visto.

— É da minha terra... minha irmã — ele disse, já se sentando na cama de um pulo, a toalha caindo pro lado. Ele atendeu no viva-voz, a mão trêmula: — Alô, Jeane? O que foi, irmã?

A voz do outro lado veio rasgada pelo choro, um desespero completo que deu pra ouvir no quarto inteiro. O pai dele, que já era idoso e morava sozinho no interior a quatro horas dali, tinha sofrido um acidente. Tinha sido socorrido pelos vizinhos e estava sendo transferido às pressas para a UTI no hospital regional da cidade deles. Os médicos estavam pedindo a presença da família imediata para autorizar um procedimento de urgência.

— Mano, você precisa vir agora! Eu tô sozinha no hospital, não sei o que fazer, o pai tá mal demais! — a irmã dele chorava copiosamente do outro lado.

— Calma, Jeane! Tô indo agora! Junta os documentos aí que em quatro horas eu tô entrando na porta desse hospital! — o Mauro gritou, pulando da cama num sobressalto, a cara de pau e safadeza dando lugar a um pavor absoluto.

O clima no quarto virou uma chave no mesmo segundo. O tesão acumulado evapora no ar quando uma parada dessas acontece. A Camila deu um salto, cobrindo o corpo com a camiseta do namorado, o olhar verde assustado.

— Meu Deus, Mauro! Seu pai... — ela disse, ajeitando o cabelo com as mãos trêmulas. — Espera, eu vou arrumar minhas malas correndo pra ir com você!

— Não, amor! Deixa que eu vou só! — o Mauro cortou na hora, puxando a calça jeans do chão de qualquer jeito e enfiando as pernas às pressas, sem nem colocar a cueca direito. — Você veio pra cá pra descansar, passar suas férias com a sua irmã. Você não tem nada que ir se enfiar em corredor de hospital no meio da noite, vendo desespero de família. Eu vou ter que ficar lá uns dias, nem sei quando volto.

— Mas Mauro, eu não posso te deixar ir sozinho num momento desse... — a Camila apelou, fazendo aquela carinha de sonsa preocupada.

— nao se preocupe amor, vai da tudo certo! — ele disse, abotoando a camisa com as mãos tremendo de agitação. Ele olhou para mim e para a Vanessa, que já estávamos sentados na cama cobrindo a nudez com o lençol. — Rafa, Vanessa... desculpa aí a correria, o clima pesado do nada, mas é meu pai. Camila, você fica! Aproveita suas férias com eles aqui na cidade. O Rafa cuida de você. Eu pego o Carro e vou rasgando a estrada agora.

Ele não deu nem tempo de argumentar. Correu pro banheiro, jogou água na cara, pegou a carteira e a chave do carro na mesa de centro. A Camila foi atrás dele até a porta da sala, só de camiseta, dando um abraço rápido e um beijo de despedida.

— Me liga assim que chegar lá, tá? Pelo amor de Deus — ela pediu, a voz manhosa.

— Ligo sim. Juízo vocês aí — ele soltou, sem olhar pra trás, entrando no Carro. O motor roncou alto e os pneus cantaram no asfalto da rua até o som do carro sumir completamente na esquina.

A porta da sala se fechou. O silêncio voltou a tomar conta da casa, mas agora era um silêncio diferente. Tenso. Carregado de uma liberdade perigosa.

A Camila voltou devagar pelo corredor, rebolando aquele corpinho de 1,55m na camiseta larga do Mauro, sem nada por baixo. Ela encostou no batente da porta do nosso quarto, onde eu e a Vanessa ainda estávamos sentados na cama, ajeitando o lençol.

A minha cunhadinha olhou pra mim, depois olhou pra Vanessa. Aquela carinha de preocupação pela família do namorado durou exatamente trinta segundos. Um sorriso devagar, carregado de pura malícia e debochado, começou a desenhar nos lábios dela.

— Bom... — a Camila soltou, a voz saindo mansa, cruzando os braços e deixando a barra da camiseta subir ainda mais nas coxas branquinhas. — Parece que o meu namorado deixou a gatinha dele trancada no abrigo... e sem nenhuma vigilância pros próximos dias.

A Vanessa deu uma risada baixa, encostando a cabeça no meu ombro, o corpo ainda cheirando o suor da suruba de mais cedo.

— Você não presta mesmo, né, Camila? — a Vanessa provocou, com aquele olhar sacana.

— Ué, maninha... eu só tô seguindo as ordens do meu homem. Ele não mandou o Rafa cuidar de mim? — a Camila deu uma piscadela verde na minha direção, passando a língua nos lábios, e soltou a bomba: — Agora que a gente tá sozinhos de verdade nessa casa... Rafa, o que você vai fazer com a sua cunhada livre o dia inteiro?

Eu olhei pra ela, senti o meu pau dar aquele solavanco de novo no lençol e me lembrei perfeitamente da mensagem do Ricardinho do Rio no celular da Vanessa. O Mauro tinha ido embora, a Camila estava totalmente desimpedida, e o passado da minha mulher estava a caminho. A casa era nossa, e a safadeza estava apenas começando.

__Camila preciso conversa a sós com o Rafa.

Vanessa disse.

A Camila deu um risinho abafado, deu as costas e foi andando devagar pelo corredor, rebolando a bunda por baixo da camiseta larga do Mauro. Assim que o barulho da porta do quarto de hóspedes se fechou, o clima dentro do nosso quarto mudou drasticamente.

A Vanessa esperou alguns segundos, garantiu que a irmã já estava longe e se virou para mim. Ela não demonstrou nenhum pavor ou vergonha. Pelo contrário: um sorriso lento, debochado e carregado de pura safadeza se desenhou nos lábios dela. Os olhos azuis brilhavam com uma malícia que eu nunca tinha visto tão escancarada.

— E aí, meu corninho... — ela soltou, a voz saindo num tom baixo, arrastado e provocante. — Quer dizer então que você andou xeretando o meu celular e lendo as minhas mensagens?

O meu sangue gelou, mas a resposta não veio em tom de briga. Ela se arrastou pelo colchão de joelhos, totalmente nua, e parou bem na minha frente, apoiando as mãos nas minhas coxas.

— Você achou mesmo que eu não ia perceber que você tinha mexido no meu telefone? — ela continuou, dando uma risadinha de canto. — Eu vi a cara que você fez quando voltou pra cama. Mas quer saber de uma coisa? Eu adorei. Adorei saber que você viu a foto da minha bucetinha e o vídeo do meu cuzinho piscando pro Ricardinho. Eu sei exatamente o quanto isso te deixou louco de tesão.

Ela se aproximou mais, colando o peito no meu, e sussurrou bem perto da minha orelha, me fazendo arrepiar inteiro:

— Tenho uma proposta irrecusável para você, Rafa...

Eu continuei em silêncio, a respiração pesada, sentindo o pau latejar de novo enquanto encarava a audácia da minha mulher.

— O Ricardinho tá vindo do Rio e vai chegar— ela começou, encarando o meu rosto com uma clareza chocante. — Ele foi o cara que tirou minha virgindade, e você sabe o quanto isso mexe comigo. Então, o negócio é o seguinte: a Camila tá solta nessa casa, desimpedida, sem o Mauro por perto e morrendo de vontade de ser sua de verdade.

A Vanessa passou a mão pela minha barriga, descendo devagar até segurar a base do meu pau.

— Que tal um acordo de casal? — ela propôs, jogando a bomba de vez. — Você pega a Camila. Come a minha irmãzinha todo dia, de manhã, de tarde e de noite. Faz dela a sua puta particular, arromba o cuzinho dela quantas vezes você quiser e dorme abraçado com ela na nossa cama... E em troca, você me deixa livre pra foder com o Ricardinho sem cobrança nenhuma. Você fica no seu camarote assistindo o cara que me tirou a virgindade me rasgar de novo, enquanto você se acaba na minha irmã. O que você acha, meu amor? Negócio fechado?

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 87Seguidores: 203Seguindo: 36Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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Muito bom. Ainda quero ver ela bem submissa sendo comida por mais de 3 piças enormes.Ele juntas ela e cunhada do chçao, escorrendo leite. Estou apostando que eles ainda vão perder o controle da brincadeira. Não pare!

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O conto esta maravilhoso e hoje so abri o site pra ver este conto .

3 estrelas merecidamente

A única coisa q fiquei incucado que a esposa estava falando com o ricardinho por trás do marido e se o marido nao ve o celular ?

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Acho que nao e todo marido que ver o celular da mulher

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