Domingo de sol do fim de tarde batia nas janelas do chalé mais afastado da estância, retiro de uma igreja. Dois jovens de 20 anos no mesmo quarto, o Femboy ajoelhado ao pé da cama, bunda lisinha e macia empinada, com uma cueca branquinha apertada, parecia uma calcinha atoladinha (gente quem reza de bunda empinada só de cueca?). O outro jovem, também da igreja, viu aquela bundinha gostosa, sabia que o amigo era uma putinha safada em segredo, fechou a porta devagar, trancou-a e já estava abrindo o cinto e sacando o pau.
— Fica quietinho, meu irmão não resisti sua reza… — murmurou, puxando o pau grosso para fora, baixando lentamente a cueca do amigo, passando a cabeça do pau no buraco e depois a rola toda entre as nadegas. — Eles estão rezando lá fora, mas eu sabia que a minha ia ser mais forte aqui dentro, você sabe o que eu preciso, a minha prece foi ouvida - enquanto continua ajoelhado empinada e submissa.
O femboy mordeu o lábio, sentindo o pau dele roçar entre suas nádegas. Um segundo depois, o pau empurrou devagar, abrindo o cu apertadinho. O som molhado de entrada ecoou baixo, misturado com o canto distante dos fiéis que diziam - Entra senhor, entra senhor e me enche de alegria o meu dia - do lado de fora ecoava a canção na estância.
— A-ah… — soltou o femboy, apertando firme o lençol e mordendo o travesseiro. A vara entrou até o fundo, esticando ele. Segurou sua cintura fina e começou a meter, primeiro devagar, crescendo aos poucos, ada socada fazia a bunda macia tremer.
Lá fora, vozes rezavam e cantavam. Dentro, o som de peles batendo e gemidos abafados. O femboy empinava mais, recebendo cada centímetro de prazer do pau do amigo, seu cuzinho estava latejando.
— Mais fundo, mais fundo, fode com fé… — pediu baixinho, voz trêmula. O "irmão na fé" obedeceu, metendo mais rápido, o pau escorregando fácil agora, lubrificado pelo próprio tesão. A cada puxada para fora, o cu apertava, sugando de volta.
Enquanto uns rezam outros gemem, enquanto seu amigo metia sem parar, o pau entrando e saindo do cu dele com estalos molhados. Suados e focados só no prazer.
O femboy gozou primeiro, pois no entra e sai de sua bunda ele se masturbava, o pau mole pingando no lençol enquanto o outro continuava metendo. Segundos depois, o "irmão na fé" gozou também, enchendo o cu dele de porra quente. O som de gemidos se misturou com o último "amém" vindo de fora do povo que chorava, e no quarto o irmão gozava dentro do amigo querido.
Eles ficaram parados, ofegantes, o pau ainda latejando dentro do cu cheio de porra. Lá fora, o grupo continuava rezando, sem saber o que acontecia nos chalés mais distantes.
O fato é que ficaram mais próximos e não cessaram de rezar, no quarto, cozinha, banheiro, no parque, todo lugar dava pra dar uma ajoelhadinha e serem felizes.