A semana passou rápido, mas o clima em casa só ficava mais tenso. Minhas filhas começaram a usar roupas ainda mais curtas e coladas. Toda vez que a Jaque passava, não conseguia tirar os olhos da sua bunda ou peitos. A Letícia ia pelo mesmo caminho: usava um short justo que deixava transparecer que a sua bundinha era delicada e dura. Aos poucos, a imaginação me dominava. Eu já não as enxergava apenas como filhas, mas como mulheres. Para completar, a Yara não apareceu em casa naquela semana, o que fez as meninas começarem a estranhar.
Como era pleno verão, decidi testar até onde Jaqueline e Letícia iriam com aquilo. Roupas cada vez mais provocantes, abraços demorados e olhares trocados tinham que ter um motivo. Passei a andar pela casa de samba-canção, sem cueca e sem camiseta. Cada vez que eu cruzava o corredor, percebia os olhos delas me acompanhando. No primeiro dia, a Jaque comentou:
— Nossa, pai... milagre você sem camiseta. Tá muito calor, né?
— Demais, filha.
Não satisfeita, a Jaque deu um passo além. Comprou um short tão curto e justo que mal cobria a metade da bunda. Na frente, o tecido colado marcava as curvas da sua boceta. O top, igualmente justo, deixava evidentes os contornos dos seus seios fartos. Ali tive a certeza de que ela queria cruzar a linha entre pai e filha. Ela usou aquela mesma roupa por três dias seguidos e, em cada um deles, meu olhar percorreu cada detalhe do seu corpo. A Letícia, embora também usasse shorts e top deixando a barriga de fora, parecia um pouco mais discreta. Cabia a mim tomar a decisão de ultrapassar ou não aquele limite. Naquele momento, tentei me conter e decidi que não iria além.
Mas o desejo acumulado era forte demais. Sem aguentar a pressão, decidi ir a uma casa noturna bem longe dali para tentar me aliviar. Era sábado. O fato de estar há dez anos sem me envolver com ninguém pesava muito naquele momento. Minha ideia era simples: ficar com a primeira mulher que aparecesse. E achei. Paguei trinta minutos no caixa, peguei a chave e subi com uma moça de cerca de vinte anos. Não era bonita de rosto, mas tinha um corpo escultural. Fechei a porta do quarto e ela disse:
— Vamos, benzinho. Tira a roupa e deixa eu te chupar.
Tudo automático, como se fôssemos apenas cliente e produto — e, de fato, eramos. Abaixei as calças e a moça começou o sexo oral. Mas meu pau simplesmente não erguia; não havia tesão ali. Ela tentou de tudo: boquete, masturbação com uma mão, com as duas... Tudo sem êxito. Até que me dei conta de que não iria acontecer. Meio sem graça, ela disse:
— Tá tudo certo, acontece. Você não foi o primeiro e não vai ser o último.
Conversamos um pouco, deixei uma gorjeta e saí. Entrei num bar próximo, tomei três cervejas e decidi voltar para casa. Não era nem meia-noite. Ao entrar, as meninas estavam na sala assistindo a uma série.
— Oi, pai. Já chegou? Pensei que fosse voltar mais tarde — disse Letícia.
— Não, só fui ver um amigo. Vou dormir — respondi.
— Você bebeu, pai? — perguntou Jaque.
— Não, só estou cansado. Boa noite.
Fui para o quarto. Por volta das três da manhã, levantei para beber água e vi que a Jaque continuava no sofá, quase cochilando em frente à TV.
— Acordada ainda, filha? — perguntei.
— Sim, pai... mas já estou pescando aqui. Acho que vou deitar — respondeu.
Fui para a cozinha, acendi a luz, peguei a garrafa na geladeira e servi um copo d'água. Quando me virei, Jaque estava ali, usando aquele short minúsculo, com os bicos dos seios marcados no tecido justo.
— Oi, pai. Vou dormir. Me dá um beijo?
Ela me abraçou, mas não foi um abraço comum. Ela me segurou com força, colando o corpo no meu. Ficou tão perto que meu pau ficou pressionado contra a sua virilha. Ela sustentou o abraço por alguns segundos e não consegui conter a reação do meu corpo. Jaque percebeu a ereção crescendo e não se afastou até me sentir completamente duro. Sentindo o volume contra si, deu um beijo no meu rosto — perigosamente perto do canto da minha boca — e murmurou:
— Boa noite, pai.
Ela caminhou para fora da cozinha e meu olhar seguiu aquela bunda enorme e redonda se afastando. Naquela noite, me masturbei repetidamente pensando no que tinha acabado de acontecer. Ali tomei minha decisão: se a Jaque quisesse ultrapassar o limite, eu não iria impedi-la.
Enquanto isso, a Yara quase não aparecia mais na minha casa depois do que tinha acontecido naquele dia fatal. Mas o Carlos começou a desconfiar da distância entre nós, até que, em um domingo de manhã, ela bateu à minha porta.
— Oi, dá para falar?
— Dá sim. O que houve? — perguntei.
— Vamos à padaria comigo? — convidou.
Fiquei confuso, mas aceitei. No caminho, ela confessou:
— O Carlos está desconfiado de que brigamos, porque eu não desço mais na sua casa e você não sobe mais na minha. Pensei em fazer um almoço para todos nós hoje.
— Situação delicada... mas marca, sim. Ele não pode desconfiar de nada.
— Nem imaginar. Seria o fim do meu casamento e da nossa família — respondeu Yara.
Apenas concordei em silêncio.
— Ah, tem outra coisa: a Beth e a Ju vão chegar em duas semanas. O avião pousa às cinco da manhã do sábado, então devem chegar aqui por volta das seis. Eu vou ter que ir ver a mãe do Carlos, que não está bem lá em Brotas, nesse mesmo final de semana, mas no domingo à noite já estou de volta.
A Beth é minha irmã mais velha. Bom, não contei antes, mas somos em quatro irmãos — duas mulheres e dois homens. Em São Paulo, moram apenas a Yara e eu; o restante está espalhado no Rio Grande do Sul e o outro no interior de Sõ Paulo. Todo ano, a Beth vem passar as férias conosco, ficando geralmente de quinze a vinte dias com o marido e a filha, a Juliana, de 22 anos. A Beth trabalha como recepcionista em um hotel em Gramado, no Rio Grande do Sul. Tem 42 anos, cabelos e olhos pretos, usa óculos e tem sardas no rosto, exatamente como a Jaque. É magra e muito alta — tem 1,90 m. Sempre a achei a mais bonita da família por ser muito elegante e culta: fez pós-graduação e estava finalizando o mestrado. A Juliana herdou exatamente o mesmo biotipo e é a cara da mãe: alta, com cerca de 1,80 m, ainda mais magra que a Beth, cabelos pretos com mechas loiras, olhos castanhos e uma cara de safada sem igual. Eu sempre desconfiei que ela dava um certo trabalho para a mãe. Tinha seios pequenos, mas uma bunda enorme.
Compramos o pão e voltamos. Ao entrar em casa, vi a Letícia preparando o café. Assim que me viu, veio na minha direção, me deu um abraço apertado e um beijo demorado, bem perto do canto da minha boca. A Jaque acordou logo em seguida e nós três tomamos café juntos. Expliquei que almoçaríamos na casa da Yara naquele dia e que não precisavam cozinhar. Mas, simultaneamente, uma ideia começou a tomar conta da minha cabeça: estava na hora de provocá-las e descobrir o que minhas filhas realmente queriam.
O plano começou na segunda-feira seguinte. Todo dia, quando eu acordava, uma das duas já estava na cozinha preparando o café. Naquela manhã, era a Jaque. Cheguei por trás e a abracei bem forte, fazendo com que ela sentisse meu pau ainda mole encostar na sua bunda. Ela não reclamou; apenas se virou sorrindo e disse:
— Deixa eu te dar um beijo de bom dia.
Me abraçou firme e me deu um beijo no rosto. Na terça de manhã, foi a vez da Letícia. Repeti o mesmo gesto. Ela reagiu exatamente como a irmã: deixou-se encoxar por alguns segundos e terminou me dando um beijo na bochecha. Ficamos a semana inteira nesse jogo de provocações. A Letícia encurtou ainda mais as roupas e passou a usar um short tão pequeno que deixava a polpa da bunda totalmente à mostra. Eu mal conseguia me segurar, esteve a ponto de agarrar as duas ali mesmo, mas o receio ainda me segurava.
Na terça da semana seguinte, o pessoal do trabalho me chamou para um happy hour na sexta-feira, e eu aceitei. Quando cheguei em casa e avisei as meninas, para minha surpresa, a Jaque incentivou:
— Vai sim, pai! Vai beber, conversar, se divertir. Você precisa.
— Vai sim, pai. Ainda mais que a tia não vai estar aqui — completou Letícia.
— Sua tia vai para onde? — perguntei, fingindo surpresa.
— Vai viajar com o tio para ver a mãe dele, esqueceu? — respondeu Letícia.
— Ah, é verdade.
— E a tia Beth chega no domingo, às seis da manhã — lembrou ela.
Era a oportunidade perfeita. Montei um plano: iria ao bar, beberia um pouco, mas fingiria estar completamente embriagado só para ver até onde elas iriam. Os dias pareciam arrastar-se como anos até que a sexta-feira finalmente chegou. Depois do expediente, fomos para o bar. Os colegas engrenaram nas conversas sobre a fábrica e relacionamentos, e eu acabei me distraindo, quase esquecendo o objetivo da noite. Por volta das três da manhã, percebendo que se bebesse mais ficaria realmente bêbado de verdade, decidi ir embora. Paguei um Uber e voltei para casa.
Chegando lá, demorei de propósito para abrir o portão, fazendo barulho para parecer que não conseguia acertar a chave. Assim que entrei no corredor, vi que a porta da sala estava encostada e as duas continuavam acordadas. A Letícia me olhou e perguntou:
— Pai... tá bêbado?
— Um pouquinho... Vou deitar — respondi, arrastando a voz.
Nesse momento, meu pau começou a reagir e a endurecer.
— Nada de ir para a cama com essa roupa cheia de graxa não. Vai tomar banho! — disse Jaque.
As duas se levantaram do sofá e me pegaram pelo braço, conduzindo-me até o banheiro. Entrei e comecei a me despir.
— Ainda bem que você já sabe que precisa tirar a roupa para tomar banho — debochou Letícia.
Assim que tirei a cueca, o volume ereto ficou totalmente exposto. Tanto a Jaque quanto a Letícia encararam meu membro, paralisadas por alguns segundos.
— Bom, vou entrar. Pega a toalha para mim, filha?
— Pego, pai — respondeu Letícia.
Entrei no box e rodei o registro. A água morna começou a cair sobre mim. Paguei o sabonete e comecei a me ensaboar. As duas se aproximaram da porta de vidro.
— Tá tudo bem, pai? — perguntou Letícia.
— Sim, a água tá gostosa. Já, já a cachaça passa.
— Quer ajuda para se ensaboar? — ofereceu Jaque.
— Quero.
A Jaque entrou. Reduzi o fluxo da água e ela começou a passar o sabonete nos meus ombros. Nesse momento, segurei meu pau e comecei a me masturbar lentamente. Olhei para a Letícia, que acompanhava cada movimento mordendo os lábios. Ali tive a absoluta certeza de que elas queriam aquilo tanto quanto eu.
— Filha, pega mais um sabonete para a gente, por favor? — pedi à Letícia.
Ela foi até o armário sob a pia, pegou um sabonete novo, desembrulhou e me entregou:
— Toma, pai.
Peguei o sabonete e comecei a deslizá-lo pelo meu membro duro. A Letícia não tirava os olhos.
— Jaque, quer que eu passe nas suas costas?
— Quero, pai.
Ela se virou e comecei a deslizar o sabonete por seus ombros, fazendo movimentos leves e circulares até formar uma espuma densa. Como ainda estava vestida, o short e o top ficaram completamente encharcados. O tecido branco do top colou em sua pele, destacando os bicos eretos dos seus seios fartos. Olhei para a Letícia e perguntei:
— Enquanto eu passo nas costas da sua irmã, você não quer passar nas minhas?
— Ah, não quero molhar minha roupa. Depois fica ruim para secar — respondeu.
— Ué, entra sem.
Ela ficou tímida por um instante, mas logo começou a tirar o top e o short, ficando apenas de calcinha e sutiã rosas. Entrou no box, fechou a porta, mas logo se lembrou de algo: saiu, foi até a sala e depois à cozinha. Ouvi o barulho das janelas sendo fechadas e o volume da TV aumentando. Voltou, pegou outro sabonete e disse ao entrar novamente:
— Fechei tudo. Vai que aparece alguém a essa hora, né?
Ela se posicionou atrás de mim e começou a passar o sabonete nas minhas costas. O box era pequeno e mal cabia nós três; qualquer movimento fazia nossos corpos ensaboados se encostarem. Eu mal podia acreditar: minhas duas filhas no banho comigo, uma na frente e outra atrás, enquanto meu pau latejava de tesão. Ficamos assim por alguns minutos, até que decidi tomar a iniciativa:
— Podemos trocar? Quero passar nas costas da Lê.
— Podemos, pai. Eu já estava ficando cansada — disse a Letícia.
Viramo-nos. Fiquei de frente para a mais nova, que mordeu os lábios novamente e empinou o bumbum. Comecei a ensaboar suas costas enquanto a Jaque continuava nas minhas. Pouco depois, a mais velha pediu:
— Pai, tira meu top? Não tô conseguindo, tá pesado por causa da água.
Virei-me e puxei o tecido para cima, libertando seus seios grandes e perfeitos: redondos, firmes e com a aréola rosada. Segurei o impulso de cair de boca neles naquele instante.
Voltei a atenção para a Letícia. Puxei o sabonete por todas as suas costas e ela deu um passo para trás, fazendo meu pau encostar diretamente no seu cóccix. Ao mesmo tempo, sentia os seios fartos da Jaque pressionados contra as minhas costas.
— Pai, desabotoa meu sutiã? — pediu a Letícia.
Soltei o fecho. Ela tirou a peça e a pendurou no registro. Em seguida, colou o corpo totalmente no meu. Passei a roçar meu membro ereto na sua bunda enquanto minhas mãos subiam até seus seios — menores, do tamanho de laranjas, firmes e rosados. Ela ergueu os braços e envolveu meu pescoço, enquanto a Jaque esfregava o peito ensaboado nas minhas costas.
O tesão era tanto que minhas pernas chegavam a tremer. Virei-me para a Jaque e vi seu olhar faminto. Abaixei-me e comecei a puxar seu short molhado. Minha visão foi dominada por aquele corpo. Ela me ajuda a tirar e quando olho para a sua pepeka, eu noto uma grama bem ralinha. Me ergo, olho para ela e falo:
- Deixa eu passar sabonete nas suas costas?
Ela se virou. Minhas mãos deslizaram pelo seu quadril, barriga e subiram até segurar firme seus seios fartos, apertando os bicos eretos. Atrás de mim, a Letícia tirou a calcinha e a colocou junto ao sutiã. A Jaque forçou o quadril para trás, prendendo meu pau no meio do seu bumbum, enquanto a Letícia começava a passar a língua pelas minhas costas.
Eu sabia que precisava ir até o fim com as duas. Como o espaço ali estava insuportável, propus:
— Vamos para o quarto?
— No seu, no meu ou no da Lê? — perguntou a Jaque.
— No meu.
Desliguei o registro, encostando o corpo na Letícia, que me encarava mordendo os lábios. A Jaque abriu a porta do box, pegou uma toalha para ela e entregou outras duas para mim e para a Lê. Nos enxugamos rapidamente.
— Vamos, pai? — chamou a Jaque, estendendo a mão.
Segurei a mão dela e a da Letícia. Seguimos em direção ao meu quarto, tomados pelo desejo. Ali não existia mais pai e filhas — apenas um homem e duas mulheres.
Quando cruzávamos a sala, a campainha tocou forte e uma voz gritou no portão:
— Ôôôô de casaaaaa!
Levei um susto.
— É a Ju! — disse a Jaque.
— Mas ela não ia chegar só amanhã? — perguntei, surpreso.
— Também achei — comentou a Lê. — Pai, Jaque, vão para os quartos de vocês! Eu vou receber elas.
Mais uma vez, algo interrompia tudo. Corri para o meu quarto enquanto a Jaque ia para o dela.
— Ô de casa! Estão dormindo? Ninguém para me receber? — a Ju gritava do portão.
Olhei para o relógio do celular: eram 5h da manhã. Os horários não batiam. Dois minutos depois, ouvi a voz da Letícia na entrada:
— Tia! Ju! Pensei que vocês só chegassem amanhã!
— Não, menina, é hoje mesmo! Só consegui trocar a passagem para um voo que saía duas horas antes, por isso cheguei mais cedo. Nossa, menina, como você tá grande! Virou uma mulher linda de verdade. Tava tomando banho? — respondeu Beth.
— Sim, tia, estava no banho! Mas entram, o sol já vai nascer — disse a Lê, disfarçando.
Me vesti rapidamente e saí do quarto para cumprimentar minha irmã e minha sobrinha. Assim que pisei no corredor, a Jaque também saiu do quarto dela.
— Paulo! Jaqueeeee! Que felicidade ver vocês!
A Beth correu para dar um abraço apertado na minha filha e, em seguida, em mim. Mas, assim que nos soltou, nos olhou intrigada e comentou:
— Nossa... que estranho. O cabelo de vocês dois tá molhado.