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Helena, a suja 12

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Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1126 palavras
Data: 24/07/2026 10:25:03
Última revisão: 24/07/2026 10:32:07
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 12: Vadia Arrombada

Saí do escritório de Fred completamente destruída. Minhas pernas mal me sustentavam, o cu latejava dolorosamente, dilatado e cheio da porra dos cinco homens. Dirigi para casa em transe, o corpo dolorido, mas a mente flutuando em um mar de endorfina. Meu corpo tinha sido usado. Meu cu ardia deliciosamente, porém, minha buceta precisava levar um pau grande e grosso.

Cheguei ao prédio já anoitecendo. Entrei no elevador de serviço rezando para encontrar João. A sorte estava do meu lado: ele estava lá, com o uniforme suado do dia de trabalho, os braços fortes e o olhar que mudou no instante em que me viu mancando, com o cabelo bagunçado e o cheiro de sexo ainda impregnado na pele.

— Dona Helena… o que aconteceu com você? — perguntou, preocupado, mas já com o tom rouco de tesão.

— Tomei uma surra hoje, João. — Respondi com a voz mais inocente que consegui. — Cinco machos me usaram sem piedade. — Continuei me virando de Costa para ele — Meu cu está destruído… cheio de porra. — levantei o vestido e abri minha bunda. — Preciso de um macho que saiba cuidar de uma vadia arrombada como eu.

— Eu amo cuidar de vadias arrombadas.

— Jura que vai deixar meu rabo pronto pra ser usado por outro macho?

— Juro, claro que juro. — Falou ele me abraçando com carinho.

Assim que o elevador chegou ao meu andar ele me pegou no colo e me levou direto para o meu apartamento, trancando a porta atrás de nós. Assim que entramos, João me prensou contra a parede da sala e me beijou com paixão. Não foi um beijo qualquer, foi profundo, faminto, cheio de sentimento. Sua língua invadiu minha boca, explorando, possuindo. Eu derreti. Beijou-me várias vezes, cada beijo mais intenso que o anterior, segurando meu rosto com as mãos grandes e calejadas.

— Você me deixa louco, Helena… — murmurou entre um beijo e outro. — Seu cheiro de puta usada, seu gosto de vadia, só de saber que você está toda arregaçada, melada…

Aqueles beijos me deixaram completamente molhada. Meu controle se dissolveu. Ele sabia exatamente como apreciar uma vagabunda como eu, meu cu dolorido e arrombado piscava, minha buceta babava. Eu queria dar tudo para ele.

— Me leva pro quarto — pedi, ofegante.

João me carregou no colo como se eu fosse frágil e preciosa. Me deitou na cama com carinho, tirou minha roupa devagar, beijando cada pedaço de pele que aparecia. Quando olhou de perto meu rabo todo usado. Ele gemeu de tesão, mas não atacou como um animal. Beijou-me novamente, apaixonado, antes de descer.

— Deixa eu cuidar de você, minha rainha… minha vadia arrombada…

Sua língua quente começou a limpar meu cu com devoção. Ele lambeu, sugou e enfiou a língua fundo, tirando toda a porra que os outros tinham deixado. Depois subiu, beijando minha buceta inchada, lambendo meu grelo com carinho. Eu gemia, rebolando contra sua boca, completamente entregue.

— João… eu quero você na minha buceta — confessei, olhando nos olhos dele.

— Mas e seu marido…

— Que se foda aquele corno. — interrompi. — Vai foder a minha buceta ou vai ficar com da puta?

Ele subiu sobre mim, beijando-me mais uma vez com aquela paixão que me deixava fraca. Posicionou o pau grosso na entrada da minha buceta que estava melada e me penetrou sem dificuldade, devagar, centímetro por centímetro, até estar completamente dentro. Gemi alto,era uma sensação proibida, íntima, diferente de tudo.

O pau dele batia fundo no meu útero, atingia o ponto G, saia quase todo fazendo os lábios da minha buceta se esticarem; então mergulhava fundo novamente. Seu corpo grande e pesado sobre o meu pequeno e entregue, sua mãos calejadas e grossas fazendo carinho no meu rosto enquanto seu pau espancava minha buceta melada. Não demorou e eu senti o orgasmo chegando, mas esse veio diferente, não veio como um onda avassaladora como os que tive enquanto Fred e seus amigos destruíam meu rabo, esse veio crescendo devagar, chegando aos poucos, vindo junto com cada beijo apaixonado de João.

— Você é tão gostosa, minha puta… — sussurrou ele, estocando com ritmo carinhoso, mas firme. — Minha rainha… tão molhada pra mim.

— Soca esse pauzão na minha buceta. — Gemi sentindo o orgasmo chegando. — Da pau pra sua puta arrombada da.

— Você é mesmo uma vadia. — Falou com tom apaixonado, sem parar de meter na minha buceta. — Está com o rabo todo arregaçado e quer mais pau. — sussurrou no meu ouvido.

— Sou vadia mesmo. — provoquei. — Amo ficar com rabo destruído e ter um corno apaixonado pra me foder depois.

João me fodeu com amor e tesão ao mesmo tempo. Segurava meu rosto, me beijava enquanto metia, chamando-me de “minha puta”, “minha rainha”, “vadia arrombada” e etc. Eu envolvia as pernas ao redor dele, cravando as unhas em suas costas, gozei forte ao redor do pau dele. O orgasmo veio intenso, fazendo meu corpo tremer, mijei no pau dele e ele ficou louco de tesão com isso.

— Isso vagabunda, mija na rola do corno. — Pediu, dava pra ver o tesão faiscando nos olhos apaixonados dele.

João tirou o pau da minha buceta e passou a bater com ele no meu grelo melado pedindo pra mija nele, foi o que fiz. Ele batia e eu gozava e mijava mais. Ele enfiava tudo novamente bombando com força e tirava pra bater no meu grelo. Gozei feito uma cadela, mas ele queria mais e depois de repetir isso duas ou três vezes ele foi chupar minha buceta mijada. Que sensação maravilhosa, era isso que me faltava, um macho que depois de eu ser usada, arrombada e destruída na rua, me fizesse gozar sabendo o que eu tinha feito, um cachorrinho adestrado.

— Quero pau na minha buceta. — Pedi manhosa.

O Porteiro obedeceu imediatamente, socando aquele pauzão grosso, duro e cheio de leite em mim. Bombou sem dó, estocadas fundas e firmes, dava pra sentir ele batendo fundo no meu útero, João gemia e dava pra sentir o gozo chegando.

— Goza dentro de mim… enche sua rainha — pedi, beijando-o.

João acelerou, gemendo meu nome, e gozou fundo dentro da minha buceta, jatos quentes inundando meu útero. Ficou lá dentro por longos segundos, beijando-me com paixão, claramente apaixonado.

— Chupa minha buceta gozada. — pedi docemente.

Ele obedeceu de pronto, caiu de boca na buceta que ele tinha acabado de encher de porra e chupou, lambeu, sorveu. Por fim me beijou apaixonado com gosto de porra eu amei. João me aceitava como a vadia que eu era.

Nós dois estávamos caindo. João me olhava com um amor evidente, quase reverente. E eu… eu estava começando a me apaixonar por ele também. Pelo porteiro que me tratava como rainha enquanto me chamava de puta.

Ficamos abraçados na cama, suados e satisfeitos, quando ouvimos o barulho da chave na porta da frente. Marcos tinha chegado.

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Comentários

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ue tenho vídeos incesto zoo. Para os macho é venda. A mulheres uma boa conversa mando uns vídeos. Telegram @ANDERSONAGUIARSP1977

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Enquanto a buceta era só do marido, ainda havia um ponto, um limite. Agora caiu no lugar comum. Ela tinha um fetiche em dar o cu, mas se mantinha “fiel” com a buceta. Infelizmente, para mim, a partir desse momento, o conto deixou de ser interessante.

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