A Vanessa virou para mim com os olhos azuis arregalados, o peito branquinho subindo e descendo, a boca aberta sem sair um único som. A Camila, que até então estava plenamente satisfeita e com aquele olhar de sonsa recém-saciada, arregalou os olhos verdes olhando de mim para a irmã, percebendo que a historinha da "entrega de pizza" que a Vanessa tinha contado mais cedo não era lenda urbana — o fantasma do motoboy estava literalmente na nossa porta de novo.
— Você tá de brincadeira com a minha cara, Mauro? — eu engasguei, tentando me levantar da cama enquanto puxava a calça de qualquer jeito, sentindo o pau ainda meio anestesiado da maratona da madrugada. — Que história é essa, caralho?
O Mauro dava risada, percebendo o nervosismo da vanessa. Ele nem desconfiava do Ricardo mandando mensagem no Instagram da Vanessa, mas saber que o entregador da cidade já tinha fudido ela na nossa sala deixava o Mauro doido de tesão.
— O cara atendeu o telefone lá na pizzaria, ouviu o endereço e mandou: "Ah, é a casa do rapaz e da loirinha da academia? Pode deixar que essa entrega eu faço questão de levar pessoalmente, chefe!" — o Mauro repetia, imitando a voz do moleque, gargalhando. — Ele tá subindo a rua agora!
A Vanessa me olhou com uma mistura de pavor, vergonha e um fogo que subiu na mesma hora. A buceta dela devia estar ensopada só de lembrar do pau do entregador entrando no pelo naquela noite no tapete.
— Rafa... meu Deus, Rafa... — a Vanessa sussurrou, a voz toda manhosa e trêmula, passando a mão pelo cabelo bagunçado. — O que a gente faz? O Mauro chamou o cara de propósito...
— Eu não chamei de propósito não, eu nem sei quem é, mas agora que ele tá vindo, a gente não vai dispensar o almoço, né? — o Mauro mandou, dando um tapa na bunda da Camila, que deu um pulinho na cama, ajustando a camiseta do namorado.
— Camila... — eu olhei para a minha cunhada, vendo a malícia no rosto de 1,55m dela. — Você quer ver o cara que arrombou a sua irmã na sala?
— Eu quero ver ele fudendo minha irmãzinha — a Camila respondeu com aquela voz doce de sonsa, lambendo o lábio superior, lembrando do gosto do meu leite e já imaginando a safadeza. — Se ele é o entregador oficial da casa, acho que ele merece receber o pagamento do mesmo jeito que recebeu da última vez, né, Rafa?
Do lado de fora, o som abafado e característico do motor da moto ecoou na rua. A buzina tocou duas vezes no portão: Bi-bi!
O barulho fez a espinha de todo mundo arrepiar no quarto. A Vanessa deu um pulo da cama, o corpo todo pelado e marcado pelas mãos do Mauro, da minha boca e do meu pau, correndo pro espelho pra tentar ajeitar a bagunça.
— Ele chegou, Rafa! Meu Deus, ele tá lá fora! — ela choramingou, o rosto corando de um jeito lindo.
— Ele veio entregar o almoço, Vanessa... mas pelo visto, a sobremesa vai ser você — eu falei, puxando ela pela cintura e dando uma mordida no pescoço dela, sentindo a pele dela queimando de tesão.
Olhei pro Mauro, que já estava com a calça aberta, o volume monstruoso marcando a cueca, vidrado na ideia de ver a futura cunhada na mão do motoboy.
— Mauro, abre o portão e manda ele entrar aqui pra sala com a caixa — eu ordenei, a voz saindo grossa, sentindo o meu pau acordar com toda a força do mundo de novo. — Fala que a gente tá procurando o dinheiro. Vamos ver se aquele moleque tem peito pra encarar essa casa hoje com duas putinha faminta .
A Vanessa segurou o meu braço, tremendo inteira, mas com aqueles olhos azuis faiscando de pura perdição:
O Mauro deu uma risada baixa, uma gargalhada grave que fez o peito dele vibrar de puro entusiasmo. Ele deu dois passos em direção à porta do quarto, ajeitou a calça de qualquer jeito e virou para mim com os olhos brilhando de um jeito doentio.
— Ô Rafa, escuta aqui, tive uma ideia ainda melhor, caralho! — o Mauro sussurrou, a voz toda rouca de tesão, segurando no meu ombro com a mãozona pesada. — Em vez da gente ficar ali na sala dando na cara de primeira, o que você acha da gente se esconder ali na cozinha, atrás da cortina do corredor? A gente deixa as duas irem receber o moleque.
Eu olhei para o Mauro e depois para as duas na cama. O pau deu um solavanco violento dentro da calça.
— Fala mais, Mauro... que porra você tá pensando? — perguntei, sentindo a adrenalina subir na hora.
— A gente manda as duas vestirem uma lingerie bem apelativa, elas ficarem bem putinhas. A Vanessa de camisola transparente e a Camila só de calcinha e um cropped bem curto. Elas abrem o portão, mandam o motoboy entrar pra sala com a comida, e começam a cair matando em cima do moleque. A gente fica de camarote no escuro, só vendo a sua mulher e a minha namorada atacando o entregador juntas, antes da gente se meter no meio!
A Camila soltou um gemido abafado só de ouvir a proposta, passando a mão pela coxa e olhando para a Vanessa.
— Meu Deus, Mauro... você é um doente! — a Camila sussurrou com aquela voz de sonsa, a bochecha corando, mas os olhos verdes faiscando de puro fogo. — Você quer ver eu e a Vanessa sendo a putinha dele?
— Quero! Quero ver vocês duas caindo matando na pica do moleque enquanto ele tenta entender que porra tá acontecendo! — o Mauro respondeu, encarando a Vanessa. — E aí, Vanessa? Tem coragem de guiar a sua irmãzinha pra cima do entregador?
A Vanessa deu um sorriso de canto, aquele olhar sacana que eu conhecia bem. Ela se levantou da cama devagar, exibindo o corpo todo marcado das nossas transas, e foi direto no guarda-roupa.
— Coragem? Mauro, você não tem noção de como a minha buceta tá piscando só de imaginar o coitado entrando pela porta achando que ia só entregar um marmitex — a Vanessa falou, puxando uma lingerie vermelha de renda transparente, quase sem pano, e jogando um cropped preto minúsculo para a Camila. — Vamos, Camila... veste isso. Hoje a gente vai deixar esse entregador sem saber nem como volta pra pizzaria.
A Camila vestiu a peça rapidinho. O cropped preto mal cobria os bicos dos peitos fartos dela, e a calcinha de fita sumia completamente no rabo da minha cunhada. A Vanessa vestiu a lingerie vermelha que deixava a bucetinha raspada e os bicos dos peitos totalmente à mostra por baixo do tecido fino. As duas pareciam duas putas prontas para o serviço.
— A buzina lá fora deu mais um toque: Bi-bi!
— Vai, vai! Esconde, Rafa! — o Mauro me puxou pelo braço, arrastando a gente para o corredor escuro ao lado da cozinha, num ponto cego onde a gente conseguia ver a sala inteira pelo vão da porta.
A Vanessa deu uma última olhada pra mim no escuro, piscou o olho azul com pura malícia, segurou a mão da Camila e as duas foram em direção à porta da frente. A Camila abriu o portão pelo interfone e deixou a porta da sala encostada.
Da nossa espreita, eu e o Mauro ficávamos quase sem respirar, com as mãos nas calças, vendo a cena se desenhar.
O entregador entrou. Era o mesmo moleque forte, de jaqueta de couro e capacete debaixo do braço, segurando a caixa térmica de refeição. Ele pisou no tapete da sala dizendo:
— Boa tarde, pessoal, deu sessenta e cinco re...
O moleque travou a fala na hora. A voz dele simplesmente sumiu na garganta.
A Vanessa e a Camila estavam paradas no meio da sala, uma do lado da outra, rebolando devagar. O olhar do motoboy foi direto para a transparência da lingerie vermelha da Vanessa, descendo pelas coxas dela, e depois travou no corpinho da Camila, que estava com o cropped quase mostrando os peitos e a calcinha sumida no rabo.
— N-nossa... boa tarde... — o moleque gaguejou, o gogó subindo e descendo, a mão tremendo na caixa. — É... o Rafael tá aí?
A Vanessa deu dois passos pra frente, rebolando aquele rabo gigante, e parou a centímetros do entregador. Ela esticou a mão branquinha, pegou a caixa de comida da mão dele e jogou no sofá de qualquer jeito.
— O Rafael não tá na sala agora, meu amor... — a Vanessa sussurrou com aquela voz manhosa de puta, passando a mão pelo peitoral da jaqueta dele. — Mas ele deixou o pagamento garantido.
Antes que o moleque pudesse raciocinar, a Camila deu um passo por trás dele, passou as mãos pequenas pela cintura do entregador e enfiou a mão direto dentro da calça dele, pegando no pau do cara por cima da cueca.
— Puta que pariu... — o motoboy soltou um grito abafado, os olhos quase saltando pra fora quando sentiu as mãos da Camila apertando o pau dele.
— Olha o tamanho disso, Vanessa... — a Camila falou com a voz doce e sonsa, abrindo o zíper do cara sem dó nenhuma. — O moço veio entregado até demais pra gente...
A Vanessa não esperou. Ela se ajoelhou ali mesmo no tapete da sala, bem na frente dele, puxou o pau do motoboy pra fora — que já saltou duro e grosso de tesão — e abocanhou a cabeça de uma vez só, fazendo aquele barulho molhado de sucção ecoar pela sala.
— Ah, caralho! — o entregador urrou, jogando a cabeça pra trás, cravando as mãos no cabelo loiro da Vanessa.
A Camila, doida pra participar, se ajoelhou do lado da irmã. As duas começaram a disputar o pau do entregador: a Vanessa engolia a cabeça e a Camila lambia os ovos dele com vontade, subindo a língua pela base, deixando o moleque completamente enlouquecido no meio da sala.
Ali no corredor escuro, o Mauro apertou o meu braço com uma força brutal, o pau dele marcando a calça feito uma rocha, enquanto a gente assistia de camarote a minha mulher e a namorada dele devorando o entregador juntas no tapete.
— Puta que pariu, Rafa... — o Mauro rosnou bem baixo no meu ouvido, batendo punheta no escuro. — Olha a sua mulher e a minha dando o show... Eu não vou aguentar ficar aqui parado por muito tempo!
O Mauro estava quase rasgando o jeans da calça de tanto que o pau dele latejava no escuro do corredor. A visão das duas — a minha esposa de lingerie vermelha transparente e a cunhadinha num cropped preto minúsculo, ajoelhadas no tapete e disputando cada centímetro do pau do entregador — era uma apelação absurda.
A Vanessa engolia a pica do moleque até a garganta, fazendo aquele som molhado e alto de sucção (*nhum, nhum, nhum*), enquanto a Camila, com aquele olhar verde de sonsa, usava as duas mãos pequenas para massagear o saco dele, passando a língua quente por baixo, lambendo o melado que já escorria da cabeça.
— Meu Deus... caralho... duas?! — o motoboy quase chorava de tesão, com a cabeça jogada para trás, cravando os dedos no cabelo da Vanessa e puxando a cabeça da Camila contra a sua coxa. — Vocês são malucas, porra... que delícia!
— Cala a boca e goza na minha boca, seu gostoso... — a Vanessa soltou, tirando o pau dele da boca por um segundo, com o batom borrado e a saliva escorrendo pelo queixo branquinho, antes de abocanhar tudo de novo.
— Deixa um pouco pra mim, Vanessa! — a Camila reclamou manhosa, puxando a pica do cara pela base e enfiando na própria boca, engolindo com uma vontade de vadia que me fez dar duas puxadas brutas no meu próprio pau.
O Mauro não aguentou. O grandalhão deu um passo largo saindo do corredor escuro, puxando o zíper da calça com tudo e deixando aquele pau negro gigantesco pular pra fora. Eu fui logo atrás, pelado da cintura pra baixo, com a pica erguida e pulsando.
— O pagamento da entrega hoje é em dobro, moleque! — o Mauro urrou.
O motoboy abriu os olhos, assustado, vendo a gente sair da sombra, mas antes que ele pudesse esboçar qualquer reação de pânico, a Vanessa puxou ele pra baixo de vez.
— Não para não, seu safado! — a Vanessa gritou, tirando a lingerie vermelha com um puxão seco, ficando totalmente pelada na luz da sala. Ela se jogou de costas no tapete, abriu as pernas grossas torneadas pela academia e apontou para a bucetinha raspada e brilhando de suor: — Enfia essa pica inteira aqui de novo antes que eu morra!
O entregador, totalmente cego de tesão e anestesiado pela atmosfera da casa, ajoelhou entre as pernas da Vanessa, mirou o pau grosso na entrada dela e empurrou até o talo numa estocada só.
— AIII, CARALHO! — a Vanessa deu um grito agudo que ecoou no teto, arqueando as costas e cravando as unhas nas coxas dele, recebendo a pica no pelo.
O barulho da pele batendo começou seco e rápido: tapa, tapa, tapa! O motoboy começou a socar a Vanessa com uma sede absurda, o corpo suado dele chocando contra o corpo branquinho dela.
A Camila não ficou para trás. Ela se posicionou na frente do motoboy, montou no rosto dele e deu a bucetinha pro cara lamber enquanto ele fudia a irmã dela. Mas o Mauro já estava atrás da Camila. O negrão segurou a cintura fina da minha cunhada, alinhou aquela pica monstra no cuzinho que eu já tinha arrombado na madrugada e empurrou com tudo.
— AHHH, MAURO! — a Camila gritou no peito do entregador, sentindo a pica do namorado rasgar ela por trás enquanto o entregador chupava a buceta dela e fudia a Vanessa por baixo.
Eu não fiquei só olhando. Aproximei-me da cabeça da Vanessa, que estava com os olhos azuis revirando de puro orgasmo enquanto tomava a surra de pau do motoboy. Coloquei a minha pica dura na boca da minha esposa, e ela abriu o bocão de pronta vontade, engolindo o meu pau até o talo, fazendo um boquete desesperado enquanto o entregador socava com força lá embaixo.
Era suruba de pura sacanagem na sala de casa:
Eu fudendo a boca da Vanessa;
O motoboy arrombando a buceta da dela no pelo e lambendo a buceta da Camila;
O Mauro socando o cuzinho da Camila com toda a força.
— Fode a minha mulher, seu desgraçado! — eu gritei, vendo o entregador dar estocadas brutas que faziam a bunda dela balançar toda no tapete. — Enche ela de leite de novo!
— Isso, fode a minha namorada também! — o Mauro urrou de trás, dando tapas estalados na bunda da Camila que deixavam a pele branquinha marcada de vermelho. — A gente gosta é disso!
A Vanessa tirou meu pau da boca por um segundo, chorando de tesão, o suor escorrendo pelo pescoço, e gritou na minha cara:
— Rafa! Me racha no meio! O pau dele tá gigante dentro de mim, amor! Eu sou uma puta, Rafa! A cidade inteira me come e você assiste!
O entregador sentiu que estava no limite. O moleque segurou na cintura da Vanessa, travou o quadril e deu as últimas cinco metidas mais profundas da vida dele, enterrando até o saco.
— Vou gozar, porra! Vou jogar tudo aí dentro! — o motoboy urrou.
ELE DESCARREGOU. O moleque gozou jatos e jatos de leite bem fundo na buceta da Vanessa. Ela soltou um grito agudo, entrando num orgasmo tão violento que as pernas dela tremiam sem parar, abocanhando o meu pau de novo pra engolir o meu gozo que veio na sequência. Eu descarreguei quente direto na garganta da minha mulher, que engoliu tudo sem deixar cair uma gota.
Ao mesmo tempo, o Mauro deu um urro grave e despejou o leite dele todinho no cuzinho da Camila, que caiu desmaiada de prazer em cima do peito do entregador, com as duas irmãs completamente lavadas e destruídas de leite na sala.
A sala virou um cenário de puro colapso. O ar estava abafado, pesado de cheiro de sexo, suor e esperma. O motoboy caiu pro lado no tapete, sem fôlego, olhando pro teto sem acreditar no que tinha acabado de acontecer ali. A Vanessa continuou de pernas abertas, a bucetinha piscando e escorrendo o leite do entregador, com o meu gozo no canto dos lábios, me olhando com um sorriso de puta totalmente realizada.
O silêncio na sala só não era absoluto por causa das respirações descontroladas que ecoavam pelo ambiente. O motoboy estava jogado de costas no tapete, inteiramente pelado, o peito subindo e descendo rápido, os olhos arregalados encarando o teto de gesso como se tentasse assimilar o furação que tinha acabado de atravessar.
A Vanessa continuava de pernas escancaradas na frente dele, o corpo branquinho coberto de suor e a bucetinha vermelha, inchada, escorrendo o leite do moleque devagar até o tapete. A Camila estava caída de lado, com a cabeça apoiada no peitoral do entregador, o corpinho todo trêmulo depois de ter levado a leitada grossa do Mauro no cuzinho.
O Mauro se levantou devagar, com a calça ainda arriada no joelho, olhando pra cena com aquele olhar de triunfo puro. Ele passou a mão no rosto suado, soltou um riso rouco e encarou o entregador.
— E aí, garoto? — o Mauro falou, a voz grave cortando o abafado da sala. — A entrega foi paga ou a gente ficou devendo gorjeta?
O motoboy deu um riso fraco, sem fôlego, limpando a testa com o antebraço.
— Chefe... se toda entrega na cidade fosse assim, eu trabalhava de graça o resto da vida — o moleque soltou, a voz rouca. — Vocês são malucos de pedra, na moral... que mulherada é essa?
A Vanessa soltou uma risada debochada, aquela risada de quem sabe o poder que tem. Ela se arrastou pelo tapete, com o rabo empinado, sem vergonha nenhuma da nudez. Ela foi até onde o moleque estava, olhou bem nos olhos dele, ainda com o meu leite no canto do lábio, e mandou na cara dele:
— Gostou, né, seu safado? Mas agora pode ir se levantando e vestindo a calça, porque a sua entrega já acabou e o meu marido ainda tem muito serviço pra fazer comigo e com a minha irmã hoje.
O moleque não esperou duas vezes. Meio zonzo de tanto tesão e cansaço, ele se levantou, puxou a calça e a cueca de uma vez, vestiu a jaqueta de couro e pegou o capacete. Ele me olhou, deu um aceno com a cabeça num respeito torto de quem compartilha a mesma loucura, olhou pro Mauro e depois deu uma última encarada nas duas irmãs peladas no chão.
— Valeu pelo rango, chefe — o motoboy disse, abrindo a porta da sala. — Na próxima vez que pedirem comida, pode deixar que eu venho voando.
A porta se fechou e o ronco da moto cortou a rua até sumir no horizonte.
Assim que a porta trancou, o clima na sala não esfriou nada; pelo contrário, azedou de um jeito ainda mais gostoso e perigoso. A Vanessa se levantou do tapete, limpou a boca com as costas da mão e olhou pra Camila, que continuava jogada, com aquela cara de sonsa toda descabelada.
— E aí, cunhadinho? — a Vanessa provocou, olhando pro Mauro. — Viu só como a minha irmãzinha aprende rápido? Leva jeito pra coisa, né?
A Camila deu um sorriso malicioso, se sentando de pernas cruzadas no chão, exibindo os peitinhos e o rabo melado de leite.
— Eu aprendo com a melhor, né, maninha? — a Camila respondeu, a voz doce de pura provocação. — Mas agora que o entregador já foi embora... o que a gente faz com esses dois pau duros que ficaram aqui na sala?
O Mauro me olhou, e no olhar dele não tinha mais vergonha nenhuma. Ele já estava com o pau dando sinal de vida de novo só de ver as duas irmãs peladas se provocando no meio da sala.
— Rafa... — o Mauro falou, ajeitando a calça. — A gente vai ter que ir pro quarto de novo. O meu pau não vai sossegar enquanto eu não ver essa sua mulher de quatro de novo e a Camila na minha boca.
