Sou Lucas e sou casado com Mia. Sou um cara branco, alto, forte, ombros largos, ando em dia com o treino e relativamente feliz com meu corpo. Tenho olhos esverdeados e cabelos escuros. Tenho um muito pau grosso e de comprimento médio. Todas que comi sempre adoraram, porque disseram que meu pau preenche gostoso dentro. Minha esposa Mia é uma mulher linda tanto de rosto quanto de corpo, aquela mulher perfeita que deixa qualquer homem maluco. Um rabão maravilhoso, peitos médios e nada de barriga. Cabelos escuros, lisos, mas ondulados e uma naquela cor morena perfeita.
Nos atraímos facilmente um pelo outro. Além de todas as nossas compatibilidades, uma das mais simétricas sempre foi no sexo. Nossas fodas eram sempre maravilhosas e eu enchia a minha vadia de leite o tempo inteiro. Em uma das nossas fodas, eu cheguei em casa tão insano de vontade que já beijei a minha vagabunda com tudo na entrada do nosso apartamento.
─ Oi, amor, como foi n... huummm... ─ Gemeu Mia interrompida pelo meu beijo.
─ Quero você agora, minha puta! Não consigo esperar nem mais um segundo! ─ Falei já metendo a mão na buceta de Mia, que vestia um vestidinho leve sem calcinha.
─ Aaiii, amor!! Você me deixa molhadinha já na chegada assim, seu safado!! Aaahhh!! Me come, faz o que quiser com sua puta!! Aaaiii!! ─ Gemia a puta rebolando em meus dedos, que já eram totalmente banhados pelo seu mel.
Fui beijando minha vadia até a sala. Inclinei Mia sobre a mesa de jantar e levantei seu vestidinho até a cintura abri minha calça, pois ainda estava com a roupa do trabalho e tirei meu pau duro de cabeça inchada e latejando para fora.
─ Vou te socar até encher várias vezes essa buceta de leite, minha puta suja!
─ Aaiii, amor!! Assim, fico toda molhada!! Aahh!!
Meti o pau com vontade naquela buceta encharcada.
─ Aaahhhhh!! Que delícia de buceta, minha vagabunda!! Porraa!!
─ Aaiiii!! Usa, meu gostoso!! Usa essa buceta que é só sua!!
─ "Plaft"! ─ Bati forte na bunda de Mia.
─ Vou te marcar, minha vadia!! Vou encher de leite dentro e de tapas nesse rabão!! ─ Falei enquanto socava com força e a puta se segurava na mesa, que avançava e recuava segundo minhas estocadas fundas na buceta de Mia.
─ Aaaiiiii!!! Marca, meu homem!!! Marca tua mulher!!! Aaaiii!! Issoo!! Metee!!! Aaahhh!! Amor!!! ─ A puta gemia e rebolava cada vez mais enquanto eu metia e batia forte naquela bunda perfeita.
─ Toma leite nessa bucetaa!! Aaahhhh!!! ─ Falei enfiando fundo na xota de Mia e dando uma carga robusta de porra dentro da minha vagabunda apertada.
─ Aaaiiiii!! Tô gozandoooo!! Aaahhhhhhh!!!! ─ Gemeu Mia tremendo e arrepiando enquanto instintivamente dava reboladas no meu pau querendo extrair cada gota de porra que saia por aquela cabeça inchada e latejante.
Ficamos alguns segundos mais encaixados com a minha puta tendo espasmos e de pernas dormentes como tipicamente ficava depois de gozar forte no meu pau grosso. Tirei meu pau de dentro de Mia e muito líquido saiu daquela buceta inchada das minhas socadas. Passei os dedos na buceta dela enquanto beijava sua boca, Mia gemeu de leve na minha boca por estar com o grelinho sensível. Meus dedos foram novamente molhados pela buceta da minha vagabunda.
─ Lambe meus dedos, minha puta. ─ Falei estendendo os dedos na direção do seu rosto.
─ Sim, meu amor. ─ Disse Mia obediente antes de lamber com vontade.
─ Gostou?
─ Sim, meu gostoso. Amo tudo que me manda fazer.
─ E eu amo mandar em você! ─ Falei saindo de perto dela.
Sentei no sofá de pau de fora da calça ainda duro e babando.
─ Limpa meu pau, minha puta! Chupa e lambe ele todo.
─ Sim, meu amor, faço tudo que me mandar fazer. ─ Falou Mia mais uma vez obediente se ajoelhando no tapete da sala entre minhas pernas e abocanhando meu pau melado.
─ Aaahhh!!! Issooo, minha vagabunda!! Que boquinha deliciosa e perfeita!! Caralhoo!!! Não para vai!!
Mia chupava com vontade, mas delicadeza ao mesmo tempo. Segurei nos cabelos de sua nuca e conduzia o ritmo de suas engolidas.
─ Delíciaaa!! Aaahhh!! Não para, vagabunda minha!! Vou gozar!! Aaahhhh!!! Toma mais leite, minha puta!! ─ Segurei a cabeça de Mia engolindo fundo meu pau e jorrei leite na garganta da minha puta. ─ Porraaa!! Que gozada!! Essa sua boquinha é mágica, minha vadia gostosa!!
─ Cof! Cof! Que bom que gostou, meu amor! Cof! Cof! ─ Respondeu Mia engolindo a porra que jorrou forte em sua garganta fazendo minha puta tossir um pouco.
─ Vem, minha delícia, vamos tomar um banho. ─ Falei dando a mão para Mia e a abraçando em seguida. ─ Mas, antes, vai escovar esses dentes, porque tá com a boca cheirando a porra e pau.
─ Por que será que minha boca está com esse cheiro, né, meu amor?! ─ Respondeu Mia de forma bem-humorada.
A vida sexual entre minha puta e eu era maravilhosa, mas um certo comportamento dela começou a me deixar bastante intrigado. Comecei a reparar algo diferente em um certo dia, quando estava no trabalho e Mia me mandou uma publicação do instagram. Era um reel onde tinha uma mulher deliciosa dançando com um biquíni minúsculo enfiando na bunda.
─ Olha, amor, iria gostar de eu comprar um biquíni assim pra usar pra você?
─ Claro, amor! Mas só pra mim!
─ Sim, meu gostoso rs. Só em casa pra você sempre que você quiser.
─ Vai ficar ainda mais delícia, minha gostosa!
─ Obrigada, amor. Que bom que gostou, mas não fica olhando muito a bunda dessa safada aí rs.
─ Claro que não, amor rs.
Óbvio que eu fiquei só olhando pra bunda da puta gostosa que ela mandou e cheio de tesão na vadia, mas não falei nada. Até ali não notei nada de mais só achei estranho quando cheguei em casa perguntando se ela tinha encomendado o biquíni e Mia me disse que havia desistido da compra. Achei esquisito, porque ela parecia tão empolgada. Deixei de pensar nisso e fomos foder como sempre, mas ela estava num fogo fora do comum.
─ Aaiiii!! Me fala, gostoso, gostou do biquíni?! Aaaiii!! Que pau grosso!! Ahhh!!
─ Gostei sim, minha puta gostosa!!
─ Aahhh!! Aahh!! E iria gostar de me ver com ele socado na bunda como aquela mulher estava.
─ Eu iria sim!! E comer muito você só tirando ele pro lado, minha vagabunda!!
─ Aaaiii!! Issoo!!! Me encher de leite!! Aaahhh!!
─ Vou encher de leite agora!! Toma porra, minha puta!! Aaahhhhh!! ─ Enfiei fundo e jorrei forte no útero da minha vagabunda gostosa.
─ AAHHH!! AAAIIIII, GOSTOSOOOOO!! ─ Gritou Mia gemendo alto com força, tremendo e com sua buceta latejando forte no meu pau inchado.
Nos curtimos mais um pouco e fomos tomar banho juntos.
Nos dias seguintes, o mesmo ritual começou a se tornar comum: sempre uma nova publicação com alguma mulher de biquíni ou com fitas de bronzeamento, que eram até mais explícitos, porque dava pra ver a buceta perfeitamente delineada nas imagens. Mia perguntava se eu gostava de bronze assim, se o biquíni era bonito, se eu queria que ela dançasse rebolando só de calcinha como elas faziam. Eu tentava agir naturalmente, mas ela estava provocando demais! Eu já ficava duro só de ver a notificação de uma nova mensagem dela com esse tipo de conteúdo.
Virou algo habitual entre nós. Ela não explicava nada e apenas mandava uma vagabunda gostosa quase pelada.
─ Gosta, amor?
─ Gosto sim.
Ela não deixava claro o que estava perguntando se eu gostava e eu também não dizia do que tinha gostado, que obviamente era a vadia com a buceta ou os peitos marcando. Meu pau vivia duro e eu chegava em casa já fazendo a minha puta mamar no meu pau enquanto ela questionava se eu tinha gostado. Aos poucos fui notando que Mia sentia tesão em me deixar duro vendo outras mulheres, mas a pergunta que não calava em minha mente era: será que ela também quer ser corna mansa?
Eu decidi que iria descobrir o que ela queria me enviando aqueles conteúdos sem parar e o momento mais propício para extrair os desejos mais sujos dela era no seu ápice de tesão, ou seja, quando meu pau estivesse fundo dentro daquela buceta e socando com força na minha puta! No dia seguinte, coloquei em prática meu plano. Estávamos metendo gostoso, meu pau latejando dentro da minha vagabunda gostosa.
─ Me fala, vadia, por que me manda tanta mulher?
─ Aaiii!! Aaahhh!! Amor, é porque quero ficar bonita assim pra você!! Aaaiii, pau grossoo!! Entra me abrindo!!! ─ Disse Mia me abraçando com as pernas enquanto fodíamos num papai e mamãe bem gostoso.
─ Mas você nunca se bronzeia ou compra os biquínis. Parece que você quer que eu veja um bando de vagabunda e chegue duro fodendo você pensando nelas.
─ Aaiii!! Aaaiiii, amor!! Aaahhh!! Vou gozar!! Aaiii!! ─ Disse Mia tremendo forte e com sua buceta pulsando de uma forma que eu nunca tinha sentido antes. ─ Me enche, amor!! Aaaiii!!!
─ Toma porra!! Aaahhhh!!! Caralhoooo!! Que delícia!!! Puta que pariu!! ─ Falei enterrando o pau duro dentro dela e gozando com força também, jorrando todo meu leite no útero da minha vagabunda gostosa.
Ficamos encaixados por um bom tempo, porque a gozada foi muito intensa, mas descobri minha resposta e era sim! A minha vadia queria ser corna mansa e gozou forte apenas de eu cogitar essa hipótese.
Depois desse dia, as coisas se tornaram um pouco mais explícitas e Mia já nem perguntava mais nada quando mandava as publicações. Eu comecei a ousar nas respostas falando diretamente das mulheres que estavam nos reels. Na primeira vez, ela mandou uma puta rebolando num fio dental delicioso.
─ Gata! ─ Respondi.
─ Hum. ─ Reagiu Mia de forma sucinta.
Pensei que ela não havia gostado, pois ficou uns minutos sem dizer mais nada, mas acabou enviando outra publicação com uma outra vadia sensualizando e com a buceta marcando e totalmente dividida num biquíni branco.
─ Deve achar essa gata também, né, safado?! Rs. ─ Falou Mia em tom ameno.
─ Achei mesmo, vadia gostosa! ─ Respondi com ainda mais segurança do que na primeira vez.
─ Olhou pra algum lugar específico, amor?
─ Você quer que eu seja sincero?
─ Não se responde uma pergunta com outra, amor! Rs. E sempre quero que seja sincero.
─ Rs. Tudo bem. Eu olhei diretamente pra buceta dela marcando no biquíni, minha puta.
─ Aaiii, amor!! Você não presta mesmo!! Mas já tô aqui louquinha pra sentir esse pau grosso me arrombando gostoso e com força!! ─ Disse Mia em um áudio com voz de tesão e ofegante.
─ Manda mais vadias, que vou chegar ainda mais duro pra comer você, minha vagabunda gostosa!! Louco pra chegar em casa e usar a minha propriedade!
─ Eu mando mesmo! Se é pra sentir esse pau bem grosso, duro e latejando dentro de mim me dando muito leite, eu mando pro meu homem quantas mulheres forem necessárias! Aaiiii!! Quase gozei, amor!! Vem logo me usar, meu gostoso!! Aaii!! Tô molhadinha!!
─ Caralho, minha puta!! Tô pulsando e preciso me concentrar! Vou deixar essa buceta inchada e escorrendo meu leite de tanta socada forte e funda que vou dar nela!! Se prepara, vagabunda, vai me dar muito assim que eu chegar!! ─ Respondi já completamente maluco de tesão e com o pau babando pela cabeça inchada.
Daquele dia em diante, resolvi mudar as regras do jogo e tomar totalmente o controle fazendo Mia minha submissa completa. Cheguei em casa e coloquei as cartas na mesa. Mia veio em minha direção como sempre, mas, naquele dia, foi tudo diferente.
─ Oi, amor, como foi no trab...
─ Shiuu!! ─ Falei segurando o rosto da minha vagabunda com minhas mãos grandes. ─ Hoje é um dia especial.
─ Espec... ─ Tentou falar Mia.
─ Eu mandei ficar quieta! ─ Falei firme.
─ Huumm... ─ Gemeu Mia com um leve tremor no corpo demonstrando tesão.
Eu sabia que aquela puta amava ser submissa e queria deixar isso oficializado.
─ Você me pertence! É minha propriedade! Eu uso você como eu quiser, entendeu, vagabunda submissa do dono?! ─ Falei em tom calmo, mas impositivo.
─ Aaiii!! Entendi, meu amor! ─ Disse Mia com voz trêmula de tesão.
─ Na hora da putaria, eu não sou seu amor! Eu sou seu dono! Entendeu, vadia do dono?! ─ Falei com mais firmeza.
─ Aaii!! Sim, meu dono!! Eu entendi, meu donoooo!! Aahhh!! ─ Gemeu Mia.
─ Chupa meu pau logo!! Ficou me excitando com um monte de puta, agora vai me aliviar, vagabunda!!
─ Chupo, meu dono! ─ Disse Mia se ajoelhando na minha frente enquanto eu abria a calça e tirava o pau pra fora.
─ Isso, porra!! Aahh!! Que boquinha gostosa, minha vagabunda!! ─ Falei ritmando as engolidas de Mia enquanto segurava sua cabeça. ─ Você quer saber o motivo de hoje ser um dia especial?
─ Uhum. ─ Respondeu ela com meu pau na boca.
─ Vem! Vamos para o quarto. ─ Falei puxando dando a mão para minha puta e levando-a para nossa cama. ─ Mas, antes, quero que escove seus dentes, não quero beijar sua boca com gosto de pau, mesmo sendo o meu pau.
─ Sim, meu amo... sim, meu dono ─ Respondeu Mia se corrigindo antes de ir para o banheiro.
Quando Mia voltou, meu telefone estava em cima da cama, bem no centro dela.
─ Aí está o seu presente. ─ Falei aponto para o celular.
─ É... ok. Eu não entendi, meu dono. ─ Respondeu Mia franzindo a testa com uma expressão de dúvida em seu rosto.
─ Vai entender. ─ Puxei a puta pela cintura e a beijei com vontade enquanto a despia deixando minha vadia totalmente nua. ─ Deita de bruços, vagabunda gostosa do dono.
─ Sim, meu dono.
─ Que delícia de rabo você tem, minha puta!
─ Sou toda sua, meu dono.
─ Eu sei.
Fui me deitando por cima de Mia, ela estava com a buceta totalmente molhada. Coloquei a cabeça inchada do meu pau na porta daquela xota apertada e fui empurrando.
─ Aaii, donoo!! Sempre grossoo!! Aaahhh!!!
─ Ahhh! Delícia de xota apertada!! Puta que pariu!! Tesão!! ─ Sentia a buceta de Mia me apertando forte. ─ Desbloqueia meu telefone, vai!
Mia pegou meu celular e o desbloqueou como mandei enquanto eu continuava metendo em sua bucetinha deliciosa.
─ Aahh!! Ahhh!! Dono, é aquela moça personal aqui da vizinhança. ─ Respondeu a puta vendo uma foto do insta da nossa vizinha de biquíni na tela. ─ Aaiii!! Aaahhh!! Ainda não entendi, meu dono!! Aaaiii!!
─ Vamos imaginar que estou fodendo com ela hoje, minha vadia!!
─ Aaahhh!!! Não, dono!! Aiiii!! Não fala isso!! ─ Disse Mia gemendo mais e com a buceta latejando muito.
─ Vamos fazer sim!! Eu mando na nossa putaria a partir de hoje e você vai me obedecer totalmente, minha vagabunda suja!! Aaahh!! Caralhoo!!! Quase gozei com essa buceta me apertando!!
─ Donoo!! Aaiii!! Eu não sei se...
─ Eu sei!! Você quer ser tudo que eu mandar e me dar muito prazer!! Cala a boca e me obedece!! Dá zoom bem nesse rabão delicioso!!
─ Eu faço tudo que quiser!! Tudo para dar prazer a você, meu donooo!!! Aaaiiii!!
─ Faz logo, minha corna mansa!!
─ Aaaiiii!! Não fala isso, donooooooo!!! Aaahhhhhh!!!! ─ Disse Mia dando zoom na bunda da vagabunda gostosa e ao mesmo não aguentando segurar o orgasmo com a humilhação mais explícita que eu já havia feito. ─ Tô gozandooo!!! Aaaiiii, meu donoooo!!! ─ Gemeu e tremeu, a minha vadia corna.
─ Toma porra dentro, corna do donooo!! Aaahhhhhhhhhhhhh!! Porraaaaaaaaa!!! Tô gozando, caralhoooo!!! ─ Gemi e enfiei meu pau fundo na buceta de Mia jorrando minha porra dentro do meu depósito exclusivo de leite.
Nós dois gozamos tanto que ficamos muito tempo encaixados ali apenas curtindo o relaxamento corporal que o orgasmo causa. Eu entendi, sem a mínima chance de dúvida, que Mia gostava de ser humilhada dessa forma, de uma forma que meu prazer fosse fosse, ao mesmo tempo, humilhante para ela. Isso tudo a deixava tão excitada que sua buceta latejou praticamente por todo tempo que permaneci dentro dela após gozarmos.
Cerca de uma semana se passou e fodíamos nessa dinâmica de fantasia de traição diariamente, no fim de semana, foram várias vezes por dia. Mia não escondia mais seu tesão e eu também não, mas decidi que queria levar isso para além da fantasia. Eu sempre escolhia conversar com ela durante o sexo, porque era o momento no qual minha corna estava mais aberta (literalmente também rs) para me ouvir. Estávamos fodendo com força quando comecei a conversar.
─ Vou comer uma puta, minha corna. ─ Falei socando forte na buceta da chifruda mansa.
─ Aaiii, meu dono!! Não sei! Aahhh!! Aahhh!!! ─ Falou a puta entre gemidos e com ainda mais tesão.
─ Essa buceta pulsa quando falo isso, corna!! Não adianta querer negar!
─ Mas, dono...
Tirei o pau de dentro de Mia.
─ O que foi, dono?
─ Vou comer uma vagabunda e não é fantasia.
─ Eu não sei, meu dono...
─ Mas sua buceta sabe e quer. Vou provar! ─ Falei recolocando o pau duro e inchado dentro de Mia. ─ Vou deixar meu pau fundo na sua xota, minha corna, e falar tudo que quero fazer com você e com a vagabunda que vou meter. Se você gozar ouvindo, eu realmente vou ter minha confirmação, vou encontrar uma puta pra comer. Se não, eu não traio você com ninguém e continuamos apenas na fantasia.
─ Dono!!! Aaiii!! Espera vai!! ─ Falou Mia meio desesperada.
─ Não vou esperar nada!! Eu quero essa resposta agora e essa buceta vai dizer o seu desejo mais profundo, minha corna frouxa!!
Enfiei meu pau fundo na buceta da minha chifruda, dei umas socadas num papai e mamãe bem gostoso, meu pau indo fundo naquela xota deliciosa e molhada. Os sons molhados ecoavam junto com os gemidos da minha vadia. Cheguei minha boca bem perto do ouvido de Mia e falei:
─ Você quer que eu encontre uma vagabunda fora de casa e meta com força em todos os buracos dela usando a vadia para eu esvaziar minhas bolas e depois voltar pra nossa casa e para você?
─ Aaaaaiiiiiiiiii, meu donoooooooooo!!! Aaaahhhhhhhhhhh!!!!!! ─ Mia não respondeu com sua boca, como imaginei, mas com sua buceta, que gozou forte apertando meu pau intensamente.
A resposta que tanto busquei estava dada: Mia iria ser corna mansa além da fantasia.
Comecei a semana determinado a encontrar uma vagabunda para meter chifre na minha corna. Nos primeiros dias, não obtive sucesso na minha busca, mas, na quinta-feira, uma esperança surgiu durante a reunião semanal com o chefe da empresa.
─ Bom, pessoal, graças aos esforços de todos, conseguimos fechar contrato com aqueles novos clientes e, em forma de agradecimento, decidimos fazer um jantar especial amanhã. Ainda hoje, envio informações sobre o restaurante onde nos encontraremos. Cheguei em casa e contei tudo para Mia, que fez uma cara pensativa e eu sabia que ela estava pensando besteira. Fodemos gostoso demais naquela noite.
─ Amanhã você não vai no jantar, corna mansa! ─ Falei socando meu pau com força naquela buceta gostosa em um papai e mamãe muito gostoso.
─ Aaiiiii, donoooo!! Por quê?? Aahh!! Aahh!! Issoo!! Fode tua puta!! Teu depósito de porra!!!
─ Porque vou comer alguma puta!! Aahhh delícia de buceta, corninha!! Vou te fazer corna de verdade pela primeira vez, minha chifruda mansinha, e ainda mandar você mamar meu pau melado de mel de vadia depois que eu chegar em casa!! ─ Sem aguentar falar isso, tive que gozar ─ Aahhh!! Toma leite, corna do donooo!! Aahhhh!!! ─ Enfiei fundo jorrando porra dentro da minha vagabunda.
─ Aaaiiiiiiiiii!! Tô gozando, meu donoooooo!! Aaaahhhh!!! ─ Mia gozou forte pulsando no meu pau enquanto continuávamos encaixados por alguns minutos.
─ Você vai mesmo...
─ Shiuu!! Fica quietinha, minha vadia gostosa. Não precisa se preocupar com nada, ok? Você vai me obedecer e ponto final. ─ Interrompi a puta mostrando que tudo estava sob meu controle, inclusive ela mesma.
─ Tudo bem, meu dono. Eu não vou pensar mais nisso e só obedecer como me mandou fazer.
─ Essa é minha puta submissa!! ─ Falei pouco antes de beijar a boca deliciosa da minha puta gostosa.
No dia seguinte, eu estava me arrumando para sair quando Mia se aproximou de mim com um olhar sério.
─ Amor, eu tenho medo do que vai acontecer hoje à noite. ─ Disse ela.
Puxei Mia pela cintura e a beijei.
─ O que vai acontecer hoje é que vamos nos divertir muito e realizar nossos fetiches. Depois disso, seguimos nossa vida normalmente, você e eu. Confia em mim?
─ Não, seu cafajeste traidor. Rsrs. ─ Respondeu Mia rindo e colocando a cabeça no meu peito.
Beijei minha corna novamente e coloquei a mão dentro de sua calça tocando sua buceta.
─ Você diz que está com medo, mas essa buceta está escorrendo muito. Olha isso! Molhou meus dedos. ─ Falei lambendo os dedos encharcados de mel. ─ Você está louca pra virar corna, né, minha vagabunda gostosa?!
─ Aaiii, amor!! Não fala assim!! ─ Disse Mia já revirando os olhos.
─ Você vai levar seu primeiro chifre hoje, minha corninha. O primeiro de muitos! Não precisa me esperar acordada e não quero que goze mais sem a minha permissão. Você é minha corna submissa e me deve obediência total! ─ Falei firme antes de dar um beijo em Mia e sair.
Chegando no restaurante, encontrei todo o pessoal do trabalho. A mais gostosa do trabalho era Valéria, uma colega que estava trabalhando com a gente há cerca de um ano, mas ela tinha namorado e parecia fiel. Era muito gostosa e mais cavala. Confesso que já havia comido Mia várias vezes pensando nela, obviamente, sem minha esposa desconfiar que eu estava usando seus buracos pra gozar por outra, mas havia uma outra potencial delícia com quem eu poderia trair minha esposinha corna mansa. Gaby era a nova estagiária, tinha dezenove anos e era linda, não era cavala como a colega que comentei antes, mas havia algo muito excitante nela. Era uma menina baixinha, magrinha, mas com peitos médios e uma bunda empinada redonda deliciosa. Seus cabelos eram loiros, compridos. Seu rostinho era angelical e ela tinha bochechas rosadas. Eu sempre imaginava o quanto ela deveria ficar ainda mais linda fodendo, porque Gaby me lembrava muito uma atriz pornô que eu sempre assistia enquanto fodia a buceta da minha corninha mansa.
O jantar avançou e o clima estava ótimo. Todos estávamos nos divertindo e contando histórias, já que o pessoal do trabalho é bastante unido. Gaby estava mais tímida no início, mas foi se soltando com o tempo. Ela e eu sentamos lado a lado e ficamos conversando.
─ Essa pizza está maravilhosa, mas ainda queria um bom hambúrguer. ─ Disse Gaby.
─ Sério?! Eu amo hambúrguer. Qualquer dia podemos juntar alguns colegas e irmos numa hamburgueria deliciosa perto da minha casa. Minha esposa e eu vamos lá sempre. Ela ama hambúrguer. Será o melhor da sua vida! ─ Falei.
─ Uau! Convite aceito com certeza! Rs.
─ Eu vou cobrar hein, mocinha. Rs.
O jantar estava no final e começamos a ir embora. Valéria e o namorado se despediram e saíram poucos minutos antes de Gaby e eu sairmos pela porta também onde vimos o casal.
─ Esperando o uber? ─ Perguntei.
─ Sim. Ele chegará em dez minutos. ─ Disse Valéria.
─ Nossa! O meu vai demorar até mais, porque ainda nem chamei. ─ Falou Gaby.
─ Vamos todos comigo, eu levo vocês em casa. ─ Falei.
─ Não, seria muito abuso, Lucas. ─ Respondeu Valéria.
─ Eu faço questão, podem cancelar o chamado.
─ Tudo bem, eu vou aceitar. ─ Disse Valéria.
─ Eu aceito também. Obrigada. ─ Falou Gaby.
Todos entramos no carro, mas Valéria e o namorado iriam ficar num lado da cidade totalmente oposto à região onde Gaby e eu morávamos. Levei o casal primeiro e aí as coisas começaram a esquentar de vez. A partir do próximo parágrafo, a putaria vai começar a ficar pesada. Bem do jeito que você, vagabunda do dono, quer ler enquanto toca nessa buceta gostosa molhada.
Deixamos Valéria e o namorado em casa e fomos em direção à casa de Gaby. A conversa no trajeto foi tranquila até que tomou o rumo que eu queria.
─ Tá vendo? Aquela é a hamburgueria que eu falei. ─ Comentei.
─ Ah, sim! Eu adoraria experimentar um dia.
─ Já aceitou meu convite, Gaby, agora só precisamos marcar. Pode levar seu namorado.
─ Eu não tenho namorado.
─ Leva seu ficante. Rs.
─ Eu não tenho namorado, ficante, caso, nada! Estou totalmente encalhada.
─ Só por escolha sua, porque linda, como você é, impossível não ter vários caras querendo sair com você.
─ Obrigada... ─ Disse ela envergonhada passando a mão no cabelo e olhando pra baixo. ─ Sua esposa é linda também.
─ De onde conhece minha esposa?
─ Eu... eu vi numa foto.
─ Viu no meu instagram? Você olhou lá, né, sua safadinha. Rs.
─ Tá! Confesso! Rs. Eu vi lá sim.
Parei o carro.
─ Por que parou? ─ Perguntou Gaby.
─ Para a gente conversar, mas, se não estiver à vontade, posso seguir.
Gaby ficou em silêncio alguns segundos.
─ Gaby, a gente se olha há algum tempo. Você não acha que tá rolando alguma coisa? ─ Questionei.
─ Não, Lucas. Somos apenas colegas de trabalho.
─ Sim, mas você foi vasculhar meu insta e eu acho que isso demonstra interesse da sua parte. Rs. ─ Falei sorrindo. ─ Mas confesso uma coisa... eu também fui olhar seu insta.
─ Por quê?
─ Porque achei você linda demais desde o início. Todos os homens lá na empresa acharam.
─ Nossa... rs. ─ Respondeu Gaby corada.
─ Por que você olhou meu insta? ─ Questionei pegando na mão de Gaby.
─ Ok. Achei você bonito também... mas você é casado!
─ Sou, mas podemos nos divertir sem ninguém saber.
─ Eu não sou uma vagabunda, Lucas.
─ Mas as vagabundas são as melhores. ─ Falei me aproximando e beijando a boca carnuda de Gaby.
Gaby retribuiu o beijo e já fui colocando a mão na coxa daquela delícia que eu tanto fantasiei comer. Ela usava um vestido curto e senti sua pele macia e quente. Subi a mão pela parte interna de sua coxa já perto da buceta, percebendo o calor aumentar ainda mais.
─ Huuumm... ─ Gaby gemia na minha boca sentindo meus avanços.
Cheguei até sua buceta, a vadia estava sem calcinha e toda molhada. A parte de baixo do vestido estava na cintura e a de cima também. Comecei a tocar naquela xota encharcada.
─ Aaaiii, Lucas!! ─ Falou ela saindo do meu beijo. ─ Melhor não... aahhh!!!
─ Por quê, minha gostosa? ─ Questionei já beijando novamente.
─ Você é casado. Huumm. ─ Falava Gaby entre gemidos, pois eu seguia tocando sua buceta, que já pulsava entre meus dedos.
─ E daí? Não estou morto! Eu quero e você também, minha delícia. Esquece o resto e vamos aproveitar esse final de noite delicioso. ─ Falei enquanto beijava seu pescoço fazendo-a arrepiar e se molhar ainda mais.
A puta dizia que não, mas apertava meu pau duro com cada vez mais vontade por cima da calça e também não afastava minha mão de sua buceta.
─ Aaaiiii, Lucas!!! Foda-se!! ─ Disse Gaby um pouco antes de me beijar com vontade e tentar desabotoar minha calça para libertar meu pau de uma vez por todas.
─ Isso, minha vadia gostosa!! Quero te comer muito hoje, puta!! ─ Falei colocando o pau pra fora.
Meu pau já estava todo babado e Gaby não perdeu tempo: pegou nele e caiu de boca sem pensar duas vezes.
─ Porraaaa!!! Que delícia de boquinha!! Era exatamente como sempre imaginei enquanto comia minha mulher!! Aahhh!! Caralhoo!! Assim vai me fazer gozar logo, vagabunda deliciosa!!!
Gaby mamava com vontade, lambia a cabeça me olhando e voltava a mamar. Fiz a puta engasgar várias vezes, porque vagabunda que se preze precisa engasgar forte na hora do boquete ou não deve nem começar!
Enquanto Gaby me chupava, senti meu telefone vibrando. Ao tirar o celular do bolso, notei que era Mia me ligando e meu primeiro pensamento foi de deixar tocando, mas mudei de ideia.
─ Continua chupando, minha puta gostosa.
─ Uhum. ─ Respondeu Gaby.
─ Oi, amor.
Gaby parou de chupar e me olhou com cara de surpresa, pois não tinha visto meu telefone tocar.
─ É ela?! ─ Questionou gesticulando com a boca toda babada do boquete delicioso que fazia em mim.
─ É sim, continua vai.
Ela me olhou rindo com sinal de negação com a cabeça, mas continuou. Sim, era uma vagabunda suja como sempre imaginei.
─ Oi, amor. Estava preocupada com sua demora, já está tarde. ─ Disse Mia ao telefone.
─ Ah, sim! Bom, eu dei carona pra uns colegas... colegas de trabalho e já estou... ahh... estou indo pra casa logo. ─ Respondi sem resistir aos gemidos, por a vadia da Gaby intensificou a mamada e quase me fez gozar.
─ Entendi, amor. Você está bem? ─ Questionou Mia.
─ Estou bem sim... aahhhh... só um inchaço aqui... aahhh!! ─ Falei olhando para Gaby, que sorriu passando a língua nos lábios.
─ Onde? Como assim? Você está com outra, né?! Aaii!! ─ Mia gemeu de excitação.
─ Estou quase... quase... aahh... quase em casa!! Depois ligo, amor! ─ Gemi gozando durante a ligação, porque Gaby mamou com tudo pra me fazer encher sua boca de leite enquanto eu falava com a corna mansa, depois desliguei na cara de Mia.
Segurei a cabeça de Gaby até ela sugar até a última gota de porra que conseguiu extrair do meu pau. A vadia tirou a boca dele assim que a soltei, me olhou, abriu levemente a boca mostrando a porra, fechou e engoliu tudo.
─ Você realmente não presta, Gaby. É uma vagabunda da pior espécie! Rs. ─ Falei ofegante.
─ Ah, desculpa, senhor corretinho! Rs. Você é um grande exemplo de retidão, né?! ─ Falou Gaby com cara de deboche e um sorriso safado.
─ Vou dar uns tapas em você, menina! Rs.
─ Bate que eu gosto, seu cafajeste traidor! Rs.
─ Bebe água, minha vadia. ─ Falei entregando a ela uma garrafa plástica cheia que tinha no porta-luvas.
─ Por quê, gostoso?
─ Pra limpar esse gosto de porra que ficou. Rs. Quero beijar você!
─ Você não presta!! Rs. ─ Falou Gaby antes de beber.
A beijei com vontade, nossas línguas quentes se entrelaçando.
─ Você mora sozinha? ─ Questionei.
─ Não, mas, hoje, minha colega foi dormir na casa do namorado. Deve passar o fim de semana lá como sempre.
─ Ótimo! Vamos para sua casa terminar o que começamos. ─ Falei ligando o carro e saindo.
─ Mas e sua esposa? Falou que voltaria logo.
─ A corna que espere! Estou há anos sem comer buceta diferente e minha vontade de meter em outras nunca passou. Eu preciso foder com você como se fosse a última mulher que vou comer nesse mundo. Ela que aprenda a lidar com todos os chifres que vou colocar na cabeça dela.
─ Nossa!! Você realmente não presta!! Rs. Muito cafajeste! ─ Falou Gaby tocando na buceta com uma mão e no peito com a outra.
─ Eu não presto mesmo, mas você está tão excitada quando eu, minha vagabunda gostosa! Rs. Se prepara, porque vou deixar essa buceta inchada e escorrendo muita porra esta noite. ─ Falei masturbando Gaby e encharcando meus dedos em seu mel abundante, que já escorria até pelo banco.
Chegamos ao condomínio de Gaby e subimos de elevador até seu apartamento. Fomos nos beijando e quase comi ela ali mesmo. Meti os dedos naquela buceta apertada e cheia de mel.
─ Aaii, Lucas!! Calma!! Tô louca de tesão, mas já estamos chegando. ─ Disse Gaby com os seios de fora tirando minha mão de sua xota.
─ Por mim, a gente metia aqui mesmo. ─ Falei beijando seu pescoço e pegando no seio apertando o biquinho de leve.
─ Aahh!! Calma, gostoso!! Já devem ter visto tudo pela câmera. Humm!!
─ Tô pouco me fodendo se viram ou não, você é minha vadia hoje e eu vou te comer até matar minha vontade!
O elevador abriu e a porta do apartamento de Gaby era bem em frente. Entramos enquanto eu sarrava meu pau na bunda dela ali no corredor mesmo. Beijei o pescoço de Gaby, que arrepiava enquanto ela me ajudava a tirar as calças.
─ Você é... aaaiii... maluco, seu safado gostoso!!
─ Tira logo esse vestido! Preciso meter em você, minha puta deliciosa!! ─ Falei quase arrancando aquela peça de roupa da minha vadia gostosa.
Quando Gaby tirou o vestido, pude ver seu corpo em sua totalidade. Era uma delícia de mulher. Minha mulher é perfeita, mas minha fome por carne nova estava insana. Eu precisava me acabar metendo naquela novinha vagabunda.
─ Lucas? ─ Perguntou Gaby me vendo a observar.
─ Preciso meter meu pau dentro de você agora.
Levei Gaby direto para sua cama. A joguei de barriga pra cima na cama e já abri suas pernas. O cheiro daquela buceta era perfeito e me fazia salivar. Não aguentei e caí de boca com vontade.
─ Aahhh!! Assim, caralho!! Que boca gostosa, Lucas!! Aaiii!! ─ Gaby gemia com vontade segurando minha cabeça e rebolando em minha boca.
Saia muito mel e eu bebia tudo como se fosse um néctar que eu não provava há séculos.
─ Eu vou... aahhh... aaiiiii!!!! ─ Gaby gemeu alto enquanto gozava forte na minha boca sem ter conseguido terminar a frase.
Senti sua buceta contraindo várias vezes e notei seu corpo arqueando enquanto experimentava o êxtase da primeira gozada da noite. Enquanto o corpo de Gaby relaxava e descontraia, eu estava com o pau pingando pré-gozo de tanto tesão que estava sentindo. Subi beijando seu corpo até encontrar sua boca quente. Dividimos o mel delicioso de sua buceta que ainda estava em minha boca. Posicionei meu pau de cabeça inchada na entrada da buceta de Gaby, nem pensei em camisinha e forcei a entrada. Ela estava mais fechada por ter acabado de gozar e meu pau é bem grosso, principalmente a cabeça.
─ Huumm... que pau grosso, Lucas... aahh!! ─ Disse Gaby fazendo uma leve carinha de dor, mas mordendo o lábio de tesão.
─ Vou ter que meter, minha vadia. Preciso provar essa xota deliciosa!! Aahh!! ─ Falei empurrando mais num delicioso papai e mamãe.
─ Aahhh!!! Me preenche toda, meu gostoso!! Esse pau vai me arregaçar, mas foda-se!!
─ Entrou tudo, minha vagabunda!! Vou socar muito agora!! ─ Falei começando a bombar.
─ Aaiii!! Issooo!! Fode tua puta novinha, fodeee!! Mete chifre na tua corninha!! Aaahhh!! Aaahh!! ─ Gaby gemia no ritmo das estocadas do meu pau na sua buceta apertada.
─ Foda-se a minha corna!! Eu vou comer você e encher de leite!! Corna tem que apoiar o macho e aceitar o chifre!! Aahh!! Já vou gozar dentro de você, minha puta!! Agora você é minha!!
─ Eu sou sua!! Aaii!! Só sua!! Aahhh!! Aahhh!!
─ Eu sou teu dono!! ─ Falei apertando o rosto da puta.
─ Aii!! Meu dono!! Eu sou sua submissa!! Aaaaiiii!! Mete, meu donooo!! ─ Gaby gritava sem se importar mais com nada. ─ Me enche!! Aiii!! Enche tua puta submissa, meu donooo!! Joga leite dentro de mim, meu dono gostoso!! Aaaiii!! Aaaaahhhh!!!
─ Toma leite, minha vagabunda submissa!! Porraaaaa!!! Aaaahhh!!
Enfiei fundo e me acabei dentro de Gaby numa gozada tão forte que pareceu mais de uma hora jorrando daquela buceta apertadinha enquanto ela abraçava minha cintura com as pernas parecendo querer que a porra esguichasse ainda mais fundo. Ficamos ali encaixados e ofegantes sentindo um pulsar no outro. O calor, o cheiro no ar, tudo remetia à putaria que fizemos ali. Foi algo sujo e delicioso, porque nós dois estávamos conscientes da traição e isso nos excitou mais ainda. Foi o tempero perfeito para finalizar um prato delicioso.
Tirei meu pau de dentro de Gaby e vi uma mistura de porra e mel escorrendo de sua buceta apertada e inchada.
─ Huumm... ─ Gaby gemeu baixinho se sentindo seu grelinho sensível.
─ Vou voltar pra casa, mas amanhã venho aqui, minha gostosa.
─ E sua esposa?
─ Me chama de dono, minha vadia!!
─ Aaii... não faz assim que já senti minha buceta pulsando, meu dono. Mas não terá problemas?
─ Não se preocupe com isso, minha puta gostosa. Eu sei lidar com minha corninha. Se preocupar em me dar esse cú delicioso.
─ Meu dono, eu nunca dei ele!! ─ Disse Gaby de olhos arregalados.
A puxei e beijei sua boca.
─ A partir de amanhã, não poderá mais dizer isso, vagabunda delícia do dono.
Trocamos mais alguns beijos, me vesti e entrei no carro. Minha corna mansa estava me esperando e o bom traidor à casa torna.
Ao chegar em casa, me bateu um certo receio por medo de ter magoado Mia, mas, naquele momento, não havia mais como voltar atrás. Eu precisava encarar tudo. Quando entrei pela porta, Mia me olhou séria, se levantou do sofá e veio em minha direção.
─ Seu desgraçado, você me deixou aqui e foi comer puta, né? Humm... ─ Ela tentou fingir irritação, mas percebi uma leve tremia em seu lábio e em sua voz, o que indicava muita excitação.
Sem pensar duas vezes, tomei conta da situação segurando o rosto de Mia e a encostando na parede.
─ Eu já falei, vagabunda corna, me chama de dono!! ─ Coloquei a mão por baixo do babydoll que Mia estava usando e toquei sua xota totalmente molhada.
─ Aaiii, me desculpa, meu dono!!
─ Sabe, minha corninha, eu não só comi a Gaby, minha colega de dezenove anos, como amanhã eu voltar na casa da minha submissa e comer aquele cuzinho delicioso e apertado. ─ Falava enquanto masturbava a puta corna, que sabia que não deveria gozar sem minha permissão.
─ Aaiii, donooo, obrigada por me trair!! Aahh!! Tô quase, meu dono!! ─ Disse ela colocando a cabeça no meu peito.
─ Não vai gozar ainda, puta chifruda. Me chupa agora! ─ Falei pegando nos cabelos da nuca de Mia e fazendo-a se agachar.
─ Sim, meu dono!! ─ Disse Mia tirando meu pau pra fora.
─ Antes de chupar, sente bem o cheiro, mansa.
Mia inspirou fundo sentindo o aroma de sexo e do mel de Gaby em meu pau duro e quase gozou, pois seu fetiche estava, finalmente, realizado. Ela estava ofegante de excitação quando me olhou pedindo permissão com o olhar pra me chupar.
─ Chupa, corna! Sente o sabor do mel da vagabunda que acabei de comer.
Mia não esperou eu terminar de falar para cair de boca com toda a vontade do mundo.
─ Porraa!! Aahhh!! Assim quase me faz gozar, minha chifruda!! Aaahhh!! Delícia!! ─ Falei sentindo meu pau inchar forte e derramar pré-gozo.
A corna se masturbava agachada de pernas abertas enquanto lambia meu pau da base até a cabeça depois engasgando fundo.
─ Chega, caralho!! Preciso foder você!! ─ Falei pegando Mia pelos cabelos com a força certa para arrancar um gemido enquanto a guiava até nosso quarto.
Retirei o babydoll de Mia o mais rápido possível e chupei seus peitos.
─ Aaaiii!! Caralhoo, me come, meu dono!! Não aguento mais!! Me faz teu depósito de porraaa!! Aahhh!! ─ Implorava Mia gemendo.
Joguei Mia na cama, ela ficou de quatro com a bunda bem empinada. Meti puxando seu cabelo e sentindo aquele rabão delicioso que ela tem.
─ Quer saber, né, corna?! Saber que fodi a novinha até encher ela de leite!! ─ Falava bombando forte na buceta de Mia.
─ Aaaiii!!! Aahhh!! Você me traiu mesmo?! Aahhh!!
─ Eu traí!! Aahh!! Você é finalmente corna mansa!! Aahh!! Agora é caminho sem volta, minha chifruda!! Amanhã volto lá pra comer mais a minha novinha gostosa!!
─ Aaaahhhh!! Não fala assim!! Aaiiii!! Posso gozar, donooo?? Eu não aguento mais!! ─ Disse Mia empinando mais a bunda ainda.
─ Só se disser que é minha corna!! ─ Falei batendo forte na bunda de Mia. ─ Plaft!
─ Aahh!! Bate, meu dono!!! Eu sou sua corna!!
─ E vai aceitar todas as minhas traições sendo bem corna mansa?! Aahh!! ─ Eu estava no limite também.
─ Eu aceitoooo!!! Aaaiii, donooo!!!
─ Vou gozar, corna!! Pensando na Gaby!! Aahhh, saudade minha Gaby!!
─ Goza pra tua Gaby, meu donoooo!!
─ Toma leite, minha Gaby gostosa!! Aaaahhhhhhhhh!! ─ Enfiei fundo jorrando dentro de Mia.
─ Aaaaaiiiiiiiiiiiiiiii!!! Enche a tua Gaby, meu donoooo!! Aaahhhhhhh!!! ─ Mia gemeu alto gozando com força.
Senti sua buceta letajar como nunca e aquele grito de tesão veio do fundo de seu peito. Mia estava liberta! Nós estávamos libertos e querendo explorar cada vez mais o que nos dava tesão. Nos deitamos de lado e ficamos ali encaixados por muito tempo nos recuperando. Mia virou para trás, me olhou sorrindo e nos beijamos. Compreendemos nossa cumplicidade ali e dormimos ambos acabados das loucuras que tinham acontecido naquela noite.
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