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Putaria Anal Extrema Na Praia - Parte 1: Jota Arrombando Meu Cu e Me Fazendo Cagar Leitinho

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Um conto erótico de escritorpervertido
Categoria: Homossexual
Contém 5793 palavras
Data: 23/07/2026 20:24:30

Enrolei para escrever esse conto por falta de tempo, mas aqui estamos. No meu último conto celebrei o quanto meu leitor Jota me faz sentir tesão no cu, o quanto ele atiça minha submissão anal e multiplica meu já intenso vício em arrombar meu buraco. Se eu já adoro rasgar meu buraquinho sem parar, o Jota me deu vontade de expandir mais os limites, de ser um totalmente viciado em tomar no cu. Marcamos uma viagem para a praia para curtirmos essa perversão anal.

Cheguei mais cedo que o Jota na sexta-feira, descansei uns minutos e fui fazer minha chuca. Quando estava acabando, ouvi batidas na porta. Corri para colocar uma sunga apertadinha que mostrava muito bem os lados do meu bundão fazendo um corte em forma de V caminhando para o meu cu tesudo. Peguei uma garrafinha de lubrificante e coloquei perto do sofá. Logo fui atender e era o Jota. Abracei ele com muitas saudades de sentir o corpo dele.

— Tava tomando banho, né? — Jota pegou na minha bunda apertando depois de entrar no airbnb com a mala dele.

— Tava, limpei meu cu também. — Eu já estava massageando o pacote do Jota. No fim das contas, era o pinto dele era uma das melhores coisas e me fazia sentir mais tesão anal que qualquer outra coisa que eu socava no cu.

— Tá depiladinho no corpo todo, hein? Olhas esses peitão depilado… Deixou o pauzinho lisinho também? — Jota ia passando as mãos no meu corpo, molestando os meus peitos.

— Sim… Eu depilei tudo pra você. Queria te animar pra vc deixar eu ser submisso anal pra você… — Ele me fazia perder as palavras, apenas puxei minha sunga mostrando meu pauzinho já duro e as bolinhas todas depiladas. Eu tinha feito para o Jota, para mostrar o quanto ele me deixava com tesão.

— Que delícia! Já durinho pensando no tanto que eu vou fazer seu cu sofrer né? — Jota pegou no meu pintinho e massageou minhas bolinhas enquanto minha mão entrava na bermuda dele. O pau dele ia crescendo gostoso para mim.

— Sim! Você sabe, eu amo ser viadinho pau no cu para você… — Senti ele me beijando, as mãos dele entrando na minha sunga para pegar no meu bumbum.

— Senti saudade desse rabão meu putinho. — O dedo do meio do Jota entrava no meu cu já rodeando e alargando meu anel anal. Eu tirava o pau dele da bermuda para ver a rola deliciosa.

— É todo seu, você é o dono desse cu nesse fim de semana todinho. — Ele me guiou para deitar de costas em um sofá, tirou minha sunga devagarzinho. Abri às pernas para ele exibindo meu cu piscando.

— Tá muito bonitinho seu pauzinho depilado. — Desceu abrindo meu bumbum e meteu a língua no meu cu. Depois subiu chupando minhas bolinhas. — Já tá babando nesse pauzinho com esse cu molhadinho né?

— É você que me deixa todo excitado. — Fiz carinho no rosto dele. — Chupa meu pintinho vai… —

Eu claramente sempre preferi tomar no cu e nem me importaria se o Jota não quisesse meu pinto, mas ele queria. Dava pra ver nos olhos. Foi me chupando enquanto eu segurava a cabeça dele e metia minha rola na garganta. Jota gemia babando em mim. Era uma delícia fazê-lo engasgar e babar mais. Soquei naquela linda boca até quase gozar.

— Ah, melhor parar… Quero gozar pelo cu… — Pedi a ele.

— Vai querer gozar só no anal, é? — Senti ele pegando no meu bumbum, já enfiando os dois dedões, um de cada mão, no meu cu.

— Sim, só tomando no cu gostoso com você… Aiii… — Gemi com ele usando os dedões como alavancas e abrindo meu ânus para olhar dentro. Meu pauzinho ficou mole por eu não conseguir manter ereção quando o foco era anal.

— Bem gostosinho, mostrando o interior quentinho desse cu tesudo… — Eu vibrava com ele abrindo para arreganhar e forçar eu mostrar as paredes do meu reto.

— Abri mais, quero mostrar! — Senti o Jota forçar, colocando mais pressão no meu anel. A sensação de desconforto chegava enquanto eu o deixava festejar vendo mais do meu interior vermelho. Puxei as paredinhas para fora para ele ver meu cuzinho quase virando do avesso. Depois relaxei para mostrar os anéis internos querendo sofrer de tanto serem estourados por ele.

— Tá com esse cu molhadinho da chuca né? As paredinhas já puxando… — A língua dele entrou no meu cu massageando por dentro.

— Vai, mete no meu buraquinho errado! — Jota babava no meu bundão.

— Pervertido safado, quer no seu buraquinho errado é? Quer que eu te arrombe bem no lugar onde não deveria? — Jota se ergueu esfregando a cabeça da rola dele no meu cu.

— Quero sim, quero bem no meu lugar proibido… Quero fazer com você bem onde é errado… — Sempre tive um tesão imenso em saber que o cu não é o buraco mais adequado para sexo e fazer com muito tesão assim mesmo. — Só deixa eu chupar sua pica antes…

— Vem cá então.

Ele foi deitando no sofá comigo até apontar para eu sentar no peito dele. Jota puxou meu pauzinho para trás enquanto eu descia para chupar a piroca dele caindo de boca em um 69. Ele abriu meu bundão vendo meu cu guloso piscar e meu pintinho latejar babando mesmo mole quando eu engasguei na pica dele.

— Bundão gostoso redondinho! Fala para mim o que você quer. — Ele falava enquanto eu engasgava mais na pica dele, eu estava gostando muito de chupar tudo até o talo.

— Estoura meu cuzinho Jota, por favor… Rasga e arromba todinho…Faz tortura anal comigo por favor! — A rola do Jota pulava de tesão na minha mão. Ele, esperto, pegou a garrafinha de lubrificante e socou no meu cu. Apertou e deixou o líquido ir pra dentro.

— Vou fazer você cagar lubrificante de tanto te arrombar… — Ele tirou a garrafinha do meu cu e começou a socar os dedos. O abrindo meu buraco, forçando mais.

— Para você… Eu me cago todo. Vou espirrar creminho anal no meu comedor de cu! — A perversão dessas palavras me excitava muito. Jota fechou a mão e forçou para dentro de mim. Eu quase gritei com punho dele inteiro entrando. Geralmente, eu preciso de mais tempo para abrir meu cuzinho quando é fisting. Jota não esperou, me forçou a aguentar a mão dele me fazendo gemer com meu pintinho babando de tesão.

— Já tá querendo colocar para fora putinho? Aguenta mais um pouco que seu pauzinho tá babando todo. — Ele apertava meu bumbum arrepiado com a outra mão e ia girando a mão dentro do meu cu latejando todo rasgado no punho dele. — Fala pra mim, tá todo entupido nesse rabão guloso?

— Aí, eu tô… Meu cu tá ardendo, quero colocar pra fora… Tá muito desconfortável e incômodo! — Jota já sabia que o meu tesão era assim, eu queria mais era sentir meu cu estremecendo nas contrações e gemer de desconforto anal arrombador na pressão que ele fazia no meu cu.

— Aguenta só mais um pouquinho…

Ele segurou massageando meu reto até socar os dedos no fundo para dedilhar meu segundo buraquinho lá no fundinho do meu cu. A sensação me deixava com mais vontade de puxar para fora, meu pintinho ficava ainda mais molhadinho. Jota foi cruel comigo de novo, tirou o punho bem rápido e eu só puxei para fora me mijando de tesão e dor no cu. As contrações anais tomaram conta fazendo eu expelir o lubrificante que estava dentro de mim, abaixei chupando a piroca deliciosa dele para agradecer a tortura anal que ele ne deu de presente. Engasguei puxando meu cu arrombado ainda mais para fora, esguichando mijo no peito dele.

— Isso, as paredinhas tão quase saindo bebê… Delícia demais esse cu inchadinho cagando lubrificante para mim! — Ele abria meu bundão e eu engasgava ainda mais no pau dele, forçava minhas paredinhas do reto a quase sair para fora, mas ainda precisava de mais arrombamento anal para florear.

— Eu quero sua pica. — Não esperei permissão. Só me arrastei e sentei na rola dele que ia fazendo meu cu ficar entupido até a cabecinha entrar bem no meu segundo buraco e ir fundo no meu cólon. Eu me mijei de frente pra ele, depois meu pauzinho babou enquanto eu sofri com o pinto atolado até as bolas no meu cu.

— Ah. Porra. Assim eu gozo, chupou gostoso agora fica flexionando esse cu e cagando lubrificante quentinho na minha rola? — Meu cu puxava pra fora depois apertava aquela pica, eu chupava a rola dele com meu ânus sugando e cheio de contração querendo colocar para fora de novo.

— Goza ainda não… Eu sou viciado no seu pau entupindo meu cu! — Eu deslizei sentindo a pressão e aquela sensação completamente anal, sofria sentando na pica dele e amando que meu cu nem queria aguentar aquele pinto. Meu corpo queria era desesperadamente puxar a rola dele para fora, eu forçava para dentro sentando e era isso que fazia meu pauzinho babar e ficar mais molhadinho, a perversão de forçar meu cuzinho a engolir rola com a sensação física de arrombar meu ânus me deixava no paraíso.

— Tá difícil caralho, segurei dias pro se cu… — Fiquei tão excitado que meu cu puxou forte ejetando o pau dele para fora. Eu mesmo abri meu bumbum e puxei fazendo as paredinhas vermelhas aparecerem. Esfreguei as paredinhas já saindo um pouco bem no corpinho do pau dele.

— Ainda não, vamo ali na praia antes de você leitar meu cu a primeira vez hoje? — Fiquei todo submisso virando de costas e agachando no pinto dele, me esfregando igual um cachorrinho no cio anal.

— Eu tô um pouco cansadinho. — Eu entendi, mas queria ver o pôr-do-sol com ele.

— Eu te compenso, deixo você socar um plug no meu cu e depois sento na sua pica pra você leitar gostoso. Você sabe que eu vou gozar sentindo seu pinto rasgando meu cu sensível… — Fiz carinho no rosto dele enquanto soltei meu cu para cagar mais lubrificante limpinho e quentinho nele.

— Não tem como resistir…

Saímos dali e fomos nos vestir. Eu tinha três plugs comigo, escolhemos um médio que era grosso, até um pouco mais grosso que o pau dele. Estava claro que Jota tinha planos de realmente me rasgar. Socamos no meu cu depois dele colocar um pouco de lubrificante dentro. Jota ficou animado, eu estava me esforçando para ficar com o plug dentro do meu buraco arrombadinho e inchado. Ver ele de sunga da natação me lembrava a primeira vez que ele estourou meu ânus, também ficava com água na boca vendo a marca do pinto dele e me enchia de vontade chupar o saco dele adorando o dono do meu cu.

Nós passeamos pela praia juntos quando era quase o pôr-do-sol. O Jota beijava meu pescoço, às vezes me atiçava pegando no meu bumbum. Meu corpo estremecia com a dificuldade de segurar um plug grosso. Queria botar para fora me arrepiando com as contrações anais e a sensação de ficar entupido bem forte no rabo. Encontramos um canto mais escondido e fomos pro mar.

— Nossa ssim eu vou querer soltar… — Jota me abraçava no mar. Ele enfiava os dedos entre minhas nádegas cobertas pela sunga e empurrava o plug mais fundo.

— Aguenta bebê, engoli vai! — O safado me beijou na boca empurrando a base do plug para dentro e fazendo meu cuzão engolir todinho enquanto esfregamos nossos paus um contra o outro.

Ficamos nadando mais um pouco, a praia um pouco mais vazia. Estendemos as toalhas no local nde estávamos. Quando Jota deitou, eu não aguentei. O plug tava todo dentro de mim girando, eu estava com medo de não sair e não recomendo para iniciantes. Logo sentei no colo dele agachando.

— Cuidado, podem ver a gente… — Ele se preocupou.

— Eu já tô desesperado. Deixa eu colocar para fora. — Já fui tirando minha sunguinha para o lado, mostrando meu cuzinho latejando.

— Caralho, tá até mais inchado…— Ele pincelava meu cu com os dedos.

— Deixa eu botar para fora por favor! — Eu implorei só para sentir dois dedos do Jota entrando no meu cu. Ele empurrava o plug que estava atolado lá dentro fazendo ir mais fundo. Meu incômodo e desconforto anal cresciam. Meu pauzinho escorreu ainda mais, o pré-gozo vazou pela minha sunga.

— Calma, eu vou fazer você botar pra fora direitinho.

Os dedos dele iam me revirando por dentro, ele fazia movimentos em círculo, depois em forma de “chamar alguém” me fazendo gemer. Meu cu virava o playground dele e eu fazia biquinho puxando forte até puxar bem forte. Chegou um momento que não aguentei, atirei o plug para fora do meu buraco enquanto esguichava me mijando e molhando o Jota com o lubrificante que jorrava do meu cu. Eu mesmo usei meus dedos como alavancas, dois de cada mão enfiados no meu ânus para arregaçar meu anal inchadinho e puxar minhas paredinhas. Mijei ainda mais enquanto abria meu rabão para ele. As paredes vermelhas ficavam pulsando nas bordas do meu cu arregaçado enquanto eu tremia num orgasmo anal.

— Meu viciadinho em tomar no cu. — Ele tirou o pau da sunga para esfregar em mim.

— Deixa eu sentar na sua piroca e rebolar? — Deixei meu cuzinho em paz para fechar.

— Claro que pode, só vamos ver se vem alguém.

Eu nem esperei, sentei na pica rebolando com tesão. Meu cu não queria, sentia mais vontade de expulsar. Forcei para dentro com o Jota tirando meu pauzinho mole da sunga só para ver o quanto eu ficava molhado de tesão anal. Ele segurou meus peitões enquanto eu deslizava na pica dele e sentia meu pauzinho escorrer leitinho.

— Não basta ter orgasmo anal, tem que jorrar sentando no meu pau? — Ele beijou meu pescoço enquanto eu fazia questão de deixá-lo descansar da viagem comigo sentando na piroca dele.

— Sim, já todo bem sensível! Que pica gostosa, vou chupar ele com meu cuzão… — Comecei a apertar, soltar e puxar para fora. Ficava movimentos com meu cu para massagear e apertar ainda mais o pau dele. Fiquei tremendo arrepiado.

— Calma, senão gozo rapidão. Deixa eu rasgar esse cuzão no pôr do sol? — As mãos dele foram para minha cintura me fazendo sentir ainda mais submisso anal. — Caga meu pinto para fora como o putão pau no cu que você é.

O ápice do tesão nessa fala fez eu puxar para fora, mas meu cuzinho flexionou todo dessa vez porque meu pauzinho jorrou mais leitinho. A piroca dele pulava depois de ter sido ejetada do meu cu.

— Me arregaça, pode rasgar meu do jeito que você quiser… — Senti a mão dele entrando em mim sem nem me abrir direito, a invasão anal fazia meu pauzinho soltar mais porra. Não era nem preciso tocar nele, eu escorria leitinho sentindo a tortura anal.

— Esse cu é meu mesmo. — Começou a tirar a mão e colocar dentro de mim, o bate estaca de punho me fez mijar. — Já sabe que pode confiar em mim, solta esse cu e deixa esse pauzinho esguichar.

Segurei a cabeça dele no meu ombro enquanto ele fistava meu cu nos murros. Meu pauzinho molhava esguichando urina e pré-gozo. Meu corpo focou em sentir a tortura anal dolorosa triturando meu cu.

— Tá querendo sair, bota pra fora sem dó! — Segurei e puxei, Jota abriu meu anel com os dedos e viu minhas paredinhas saindo para ele. Não demorou, senti a pica entrando, colocando minhas paredinhas para dentro de novo.

— Ai tá me entupindo todo rasgado… Ai meu cu! — Eu sentia arder tentando aguentar a pica depois da surra de punho.

— Calma, você aguenta bebê. Olha que seu pintinho ainda tá babando. Você sabe que nasceu para tomar no cu.

Ele tinha razão. Senti dificuldade por causa da sensibilidade e da dor e do incômodo e desconforto anal, mas por outro lado… A pressão da pica no meu cu flexionando em volta dela, as contrações anais profundas e fortes com eu sentando até o talo para colocar a rola bem fundo no meu segundo buraco, o tanto que o pinto dele entupia meu cu estourado do fisting me fazendo querer colocar para fora…

Ele tinha razão, eu podia estar suando de dor no cu e todo desconfortável e incomodado, mas meu pauzinho babava porque eu sou mesmo um pervertido anal viciado em levar no rabo. Jota era maravilhoso por perceber minha gula anal e segurar minha cintura sem me deixar escapar da piroca até eu começar a sentar de novo.

Comecei a cagar mais lubrificante que estava preso no fundo do meu cuzão bem na linda rola dele. Aquela penetração anal sofrida me fazia perder meu controle anal completamente em certos momentos. Era exatamente nos ápices do meu tesão. E o Jota me acompanhava deixando a pica dura para mim enquanto as mãos dele se moviam para abrir meu bundão e ver meu cu bicudo sofrendo ao deslizar no pau dele.

— Desculpa, eu desesperei, mas vou rebolar para te compensar. — Ele olhou pro meu bundão tremendo no colo dele.

— Fica calmo bebê, eu sei que você adora tomar no cu, agora senta na piroca e serve minha rola!

Eu amava aquilo, deixar ele descansando enquanto eu sentava com meus olhos cheios de lágrimas para fazer ele sentir prazer. Meu pauzinho mole ainda babava muito quando eu piscava meu cuzão já todo arregaçado e completamente, aumentei a velocidade enquanto eu rebolava ainda mais no colo dele.

— Jota muito obrigado, eu sou grato de você deixar seu pau duro rasgar meu cu! — Eu gemia tremendo tanto que meu bumbum balançava sozinho quando eu parei para descansar uns momentos com a rola dele atolada até as bolas em mim. Também fui honesto, Jota estava cansado da viagem e deixava a pica dura para eu sentar. Ele merecia muito mais da minha servidão anal.

— Eu que agradeço bebê, tô quase leitando nessa sentada.

Senti o Jota gemendo mais alto. Flexionei meu cuzão apertando e soltando a pica dele enquanto eu voltava a sentar até ele me segurar. Ele urrou no meu ouvido me chamando de puto pau no cu. Rebolei na rola dele sentindo o leite sendo atirado lá dentro do meu segundo buraquinho. Meu cu pulsava com vontade de expulsar a pica e o leitinho para se aliviar, mas eu segurava dentro de mim beijando-o na minha submissão.

Meu pauzinho ainda esguichou um pouco de urina só no tesão da sensibilidade enorme por dentro e da pressão da pica do Jota na minha próstata e na minha bexiga. A conclusão é que não deixei o pinto dele sair, era o Jota que mandava em mim. tornei-me o putinho dele conectado pelo vício que tínhamos em rasgar meu cu.

— Segura meu leitinho bebê. — Eu já sabia o que ele ia fazer. Jota pegou o plug e meteu no meu ânus me entupindo assim que tirou o pau de dentro de mim. — Tenta segurar, vai…

— Tento sim.

Meu cuzinho tava todo arregaçado e ardendo. Tinha levado punho, piroca e leite do Jota. Era muito difícil manter o plug lá dentro com as contrações intensas mandando eu botar aquilo para fora de mim. Segurei tremendo no início porque o Jota sorria. Fiquei de quatro limpando o pau dele com minha língua antes de arrumarmos nossas sungas. Jota me deu um beijo gostoso depois de eu coletar o meu creminho anal, o resto de leitinho dele e o pregozo todo no pinto dele.

Fomos tomar uma água de coco e ele deu um jeito discreto de alcançar o plug no meio das pessoas quando sentamos em um canto mais escondido. Meus mamilos nos meus peitões ficaram durinhos quando ele empurrou a base do plug para dentro de mim de novo. Eu mijei na pressão anal. Fiquei arrepiado segurando só para ver o sorriso do Jota confirmando que ele sabia que mandava no meu cu.

Tomamos a água de coco e fomos comprar um picolé. Ele sabia que eu estava batalhando e sofrendo muito para manter o plug completamente dentro de mim, a base girando por dentro chegava a me fazer ficar molhadinho no meu pintinho babando de tanto que me incomodava. A sorte é que quando concentro no anal não consigo ficar ereto.

Fomos de volta para o apartamento sem gastar muito tempo. Ao entrarmos, Jota me beijou me empurrando para ficar de pernas abertas deitado na mesa da cozinha. Ele foi tirando minha sunga até eu ficar nuzinho para ele, deu para ver o quanto eu estava meladinho do meu pauzinho estar constantemente babando por causa do plug, minhas virilhas estavam encharcadas.

— Agora segura bebê, meu pau já tá duro de novo para você. — Jota não esperou eu colocar o plug para fora, ele me penetrou com o pau empurrando o plug para mais fundo.

— Aí caralho, tá intenso demais! Rasgando tudo… Machucando com tanta pressão! — Eu tremi segurando a mão dele, o plug foi empurrado muito fundo pela pica dele, tava penetrando meu cólon com a cabeça da piroca empurrando mais fundo ao penetrar esse segundo buraquinho delicado. Cheguei a esguichar mijo de tanto tesão na tortura da destruição do meu cu.

— Você aguenta meu putinho, deixa eu comer esse cu com plug dentro. Segura o pauzinho mole pra eu ver. — Segurei minha piroquinha para ele enquanto ele fazia carinho em mim e deslizava a rola no meu cu. — Tá vendo, tá escorrendo leitinho só de eu socar nesse cu com plug lá no fundo.

Ele estava certo de novo, a pressão anal estava insuportável no meu cuzão ardendo querendo colocar para fora para se aliviar. Todavia, meu pauzinho derramava leitinho. Jota foi aumentando a velocidade com a qual fodia meu rabo.

— Aí meu cu Jota, meu rabão caralho… Não sei se dou conta. — Eu apertava a mão dele sentindo meu cu perder o controle tentando ejetar o plug.

— Rabão sim, um bundão guloso desses aguenta sim. Adoro ver essas bandas grandes tremendo na minha rola! Aguenta para escorrer mais leitinho para mim.

Eu só gemia ainda mais e me tremia na rola dele. Os olhos sensuais viam meu pauzinho realmente escorrendo muito leitinho. Dava para sentir o quanto Jota se deliciava de ver que eu gozava só no anal, só no bate estaca da rola deliciosa dele socando o plug fundo no meu cu. Era até humilhante me sujeitar a tanta tortura no meu rabo e sair escorrendo leitinho no meu desespero anal.

— Agora puxa… — Ele deslizou a rola para do meu cu e eu comecei a puxar. — Isso, queria ver meu putinho pau no cu escorrendo leitinho batido desse rabão e leitinho do pauzinho.

— Ai, não tô conseguindo colocar o plug pra fora, acho que foi fundo demais… — Eu realmente não tava conseguindo e comecei a ficar nervoso.

— Calma que eu te ajudo. — Jota correu pegando o lubrificante que estava na minha mala e um dildo meu. Lambuzou a mão e deslizou para dentro, foi indo fundo me fazendo arrepiar numa deliciosa tortura anal que genuinamente me fazia sentir no limite. — Aguenta bebê, você vai conseguir tomar nesse cu todinho.

Jota segurou na minha mão com eu tremendo de novo. Senti ele agarrando a base do plug quando metade do antebraço entrou. Meu corpo estava em desespero com a sensibilidade interna gritando do jeito que ele me arrombava. Jota brincou girando o plug dentro de mim para fazer meu pauzinho babar ainda mais. Eu estava com lágrimas nos olhos, mas não pedi para parar. Ele merecia minha entrega anal só por me dar a rola dura dele.

— Respira fundo e laceia o cu. — Não contestei, obedeci. Jota foi saindo devagar, puxando o plug. — Agora caga esse plug pra eu ver!

O safado ainda deixou o plug dentro de mim. Tirou a mão e deixou o plug atolado perto da portinha. Ejetei virando meus olhos, esguichei urina sentindo meu cu derreter num orgasmo deliciosamente ardido e dolorido. Era como se meu cu e meu pauzinho mole estivessem gozando juntos ao mesmo tempo, ainda mais gostoso porque eu puxava minhas paredinhas vermelhas do reto para o Jota ver num pequeno prolapso.

Ele massageava as paredinhas saindo. Eu estava exausto no cu quando ele foi socando meu dildo. Não era pequeno, era grossão com trinta e dois centímetros penetráveis. Jota deslizou aquela tora para dentro de mim fazendo até uma leve protuberância aparecer na minha barriga de tão fundo que entrava em um baixinho como eu.

— Tira Jota, tira. Não tô aguentando. — Minha piroquinha babava intensamente de tesão no meu cu sendo completamente destruído. Eu não aguentava mais, meu cu estava com umas sensações muito fortes de querer se aliviar. A ardência e a pressão eram insanas, resultaram num prazer absolutamente dolorido.

— Aguenta, olha como minha pica tá dura de você deixar eu rasgar seu cuzão. — Ele se levantou e eu pude pegar na rola dele. Jota devia estar exausto, mas a piroca estava durinha.

— Pode, arregaça meu cu do jeito que você quiser! — Ele queria o dildo enorme em mim, eu desejava a rola dele. O dildo era ótimo para rasgar meu cu todinho sem pena, mas eu sentia saudade da pica dele no meu rabo. Não era sobre tamanho, ele podia me alargar no punho e com esses brinquedos grandes, mas era a piroca dele que me fazia delirar na conexão com o dono da minha bunda. Mesmo arregaçado, eu sempre apertaria meu cuzinho na rola só para chupar o pau dele na gratidão dele torar meu cu.

E Jota não foi com pouco gosto. Ele começou a bombar aquele dildo no meu cu com uma violência maravilhosa. Eu tive que pegar minha sunga e socar na minha boca para não gritar. Chorava de dor no fundo do meu cu se alastrando pelo arrombamento do meu cólon na destruição do meu segundo anel. E a grande humilhação era como meu pintinho se molhava todinho, a dor intensa não impedia meu vício em tomar mo cu. Acabei ficando molhadinho no meu pintinho, era a prova da minha submissão anal e eu entregava para o Jota, o dono do meu bumbum. Ele continuou fodendo meu cu com o brinquedão por um bom tempo.

— Bom garoto. — Jota finalmente tirou o dildo do meu rabo, estava espumado de tanto bater o leitinho dele. Depois tirou a sunga da minha boca e me beijou deslizando a piroca pra dentro. Eu o abracei sentindo os pelinhos dele e gemendo de tesão nesse macho. — Tá bem macio, caga leitinho batido na minha rola, solta tudo…

— Ai meu cu! — Obedeci puxando toda a espuminha que tava dentro de mim para fora.

— Eu amo comer seu cu todo fodido, inchadão, cagando leitinho no meu pau! — Chega apertei a rola dele quando o ouvi. Era exatamente isso que eu mais desejava, tornar o Jota viciado em cu.

— Leita meu rabo. Por favor Jota, jorra leitinho dentro.

— Não bebê, só mais tarde.

Jota tirou a rola e eu estranhei. Não pude argumentar. Eu estava exausto e com muita dor anal. Saímos dali pra banhar. Ele ainda dedava meu cu enquanto eu brincava com o pau dele. Era carinhoso, chupava meus peitões pedindo para eu tentar colocar as paredinhas do cu para fora. Esfregava elas quando eu conseguia. Ficamos acariciando mais partes do corpo um do outro até eu descer beijando as coxas dele.

Cheguei a ficar de quatro, beijando os pés dele com meu coração batendo bem forte. Queria muito que o Jota soubesse que eu era extremamente grato por ele deixar o pinto duro para mim mesmo estando cansado e por torturar meu ânus e me fazer escorrer leitinho sem tocar no meu pauzinho. O esforço dele deveria ser valorizado.

Comemos um sanduíche e fomos deitar de ladinho vendo um filme. Ele ficou por trás com o pinto meia bomba. Enfiava a mão no meu short para massagear minha piroquinha dura enquanto eu esfregava o bumbum no pacote dele devagarzinho.

— Não tem jeito né, você molha todinho. — Eu já babava com meu pintinho.

— Desculpa Jota, é que eu sou muito viciadinho em você e no seu pau. — Senti ele beijando meu pescoço.

— Também adoro esse bundão gostoso. — A mão dele entrou debaixo do meu short pegando no bumbum, depois debaixo da cueca enfiando um dedo no meu cu que não aguentava mais nada de tão sensível. — Tá molhadinho, posso ver?

— Vamos ver o filme… — Eu insisti.

Jota ainda me beijava, colocava a mão debaixo da minha camisa para ficar brincando com meus mamilos. Eu devolvia, chupava gostoso a língua dele, pegava na barriga, nos peitos e nos braços. Ficamos brincando assim até o fim do filme quando Jota socou dois dedos no meu cu.

— Tá muito difícil, né? Tô sentindo inchadinho, apertou também. Quentinho… — Senti o coração dele batendo mais forte quando virei de frente para ele pegando no peito dele.

— Tá tudo rasgado… Difícil demais. — Enfiei a mão na cueca do Jota para pegar no pau que eu estava viciado. Senti os dedos dele entrando. Ele colocou mais dois da outra mão dentro e enganchou já forçando meu cuzinho a abrir. — Pode abrir, arregaça meu cu. Pode forçar todinho!

— Safado, vou abrir todinho. — Ele forçou meu anelzinho todo ardido e meu pauzinho ficou mole do tanto de tesão no cu. — Vai aguentar pro seu comedor?

— Vou…

Tirei as mãos dele e fui pegar o lubrificante. Encharquei a minha mão, puxei meu short para minha coxa bem devagarzinho e fiquei de quatro em frente ao Jota sentado no sofá. Fui enfiando os dedos no meu cu, senti a sensibilidade e a dor da expansão depois de tanto foder e arregaçar o dia todo. Deslizei minha mão inteira pra dentro suando e gemendo. Fiquei ali forçando meu cuzão a aguentar sendo que nem meu corpo queria. Deslizei o punho para fora e puxei me mijando, colocando as paredinhas para fora para o Jota ver minha paixão por uma sodomia perversa.

— Caralho, assim não tem como não, vem cá…. — Jota tirou a roupa e veio, me ajudou a tirar meu short puxando uma perna minha para cima. — Fica igual cachorrinho quando vai mijar pra mim…

Obedeci. Gemi alto com a mão dele entrando. Ele começou a me fistar de novo.

— Ai, tá arregaçando demais meu cu!

— Deixa que eu quero seu biquinho bem inchado. — Ele ia fundo me fazendo perder o controle anal. Ficou assim uns dois minutos. — Agora tá bicudinho, eu vou meter! — A mão dele saiu e a rola foi entrando.

— Que delícia, sua pica tá atolando no meu cu! — Nesse ponto, depois de brinquedo enorme, mão no rabo e tudo mais, eu ainda adorava o pau dele. A pica do Jota ainda era a maior delícia de sentir no meu cu estourado e todo latejando.

— Ah caralho! Tá quente pegando fogo, deve tá doendo muito né? — Ele deslizava devagar indo até as bolas.

— Tá horrível, tá doendo muito e ardendo demais… — Abri uma bandinha do meu bumbum para mostrar meu anel arrombado e inchado flexionando e puxando, beijando e chupando a rola dele. Eu flexionava, abria e puxava só para mostrar o quanto meu cu adorava fazer amor com aquela pica, o quanto pulsava pedindo mais. — Mete no meu bundão que eu amo ser seu putinho anal.

— Assim não dá, vou gozar! — Ele começou a meter no meu rabão bem gostoso. — Toma que eu vou te encher de leite!

— Goza dentro vai! Coloca esperma lá no fundo do meu cu! — Jota me deu de presente mais uma carga daquela porra entrando lá no fundo e me fazendo querer puxar o pau dele para fora.

— Puxa não bebê, vem cá! — Manejamos para o pau dele não sair até que sentei nele com ele deitado no sofá. A pica dele estava dentro e mais mole por ter gozado. — Deixa minha piroca ficar dura dentro desse cu! Agora vai e caga leitinho nela.

— Cago sim!

Virei de frente para ele ver meu pauzinho e comecei a sentar devagar. O leitinho ia saindo e a rola dele ia crescendo para mim. Sentir aquilo crescendo e alargando meu cu de novo me deixava doido de tesão. Minha piroquinha ficava toda babada mesmo com meu corpo querendo rejeitar e expelir aquele pinto. Eu não estava aguentando mesmo e ainda assim tinha que admitir: cagar leitinho na pica do Jota enquanto eu rebolava sentando era uma delícia. Eu genuinamente adorava ficar sentando e expulsando e batendo o leitinho no meu cu até espumar.

— Aí, eu amo cagar leitinho na sua rola! — Aquela admissão pervertida me fez ficar ainda mais vermelho.

— Vamos fazer botar para fora então! — Ele mexeu os quadris. Jota estava metendo no meu cu enquanto eu sentava nele. Nesse ritmo, eu expulsei a pica toda me mijando e botando as paredes para fora num pequeno prolapso.

— Bota mais! Coloca essa piroca no meu rabo!

Jota colocou para dentro me fazendo virar os olhos de tanta dor e incômodo anal. E mesmo assim, eu me divertia forçando meu ânus a engolir. Toda vez que meu cu ejetava a rola dele eu acabava me mijando de tesão e colocando minhas paredinhas para fora.

Exibia para o Jota e ele já mirava e enfiava o pau para dentro. Meu cuzão estava tão triturado que nem aguentava mais levar rola e eu sentava. Quanto mais forçava, mais pulsava de tesão mesmo a pressão sendo insuportável. A sensação era que estava tirando tudo para fora do lugar dentro de mim. Eu amava aquilo, adorava cada segundo do meu desespero anal e rebolava forçando meu ânus na pica deliciosa mesmo que sentisse machucando. Não tinha como parar, meu vício em tomar no cu se juntou ao meu vício em servir a pica do Jota e eu sentava forte levando a pirocada bem quando o quadril dele subia.

Jota só gemeu e gozou, gozou urrando segurando minha cintura para leitar bem no fundo. Expulsei a rola dele e abri minhas nádegas mostrando meu buraco inchado cagando leitinho no pau dele. Ficar exibindo o estrago que ele fez puxando tudo era simplesmente delicioso!

Segui descendo para lustrar a pica todinha, limpei com minha língua cheio de orgulho de ser putinho anal pervertido para o Jota. Ele levantou me beijando, fez eu deitar e foi chupar meu pauzinho. Fiquei durinho de tesão nele e não levei dois minutos para gozar. Saiu só umas gotinhas, eu tinha escorrido muito leitinho tomando no cu.

— Quase seco, gozou tudo levando no rabo! — Ele sorriu bem safado.

— É que eu amo escorrer leitinho tomando no cu, ainda mais quando é seu pau dentro!

— Gosta é? — Ele subiu me beijando e metendo dois dedos no meu buraco.

— Eu não tô aguentando mais… — Gemi bem baixinho.

— Deixa bater esse leitinho… Tá cagando mais da minha porra todo bicudinho!

Ficamos ali um pouco mais, beijávamos enquanto ele me dedava. Daí ele me levou para o banheiro para banhar antes de irmos dormir. Ficávamos esfregando um no outro. Ele ainda prometeu me arregaçar mais no dia seguinte e fiquei com ainda mais tesão. Dormimos juntos com eu fantasiando sobre transar com ele.

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Foto de perfil de escritorpervertidoescritorpervertidoContos: 38Seguidores: 41Seguindo: 6Mensagem Sou aficcionado em sexo anal. Escrevo contos sobre treino anal, fetiches e foco bastante no prazer do cu misturado com romance. Também gosto de trocar experiências! Aceito críticas e sugestões no meu email: pervertedwriterass@gmail.com

Comentários

Foto de perfil de Jota_

Porra cara, que tesão sem fim lendo esse conto! Fico aqui imaginando alguém tão viciado em tomar no cu me dando esse prazer imenso, que nem uma putinha satisfazendo o macho... hehehe

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