Um mês se passou do melhor fim de semana da minha vida, até então, o semestre acabou, fechei todas as matérias e o meu chefe me deu a semana de folga para eu aproveitar, então resolvi ir passar a semana na minha cidade, ficava de pau duro toda vez que lembrava do fim de semana, imaginando tudo que poderíamos fazer, fiquei revendo os filmes quando estava sozinho em casa, e estava realmente empolgado com as possibilidades. Fui primeiro a casa de meus pais, deixei minhas coisas tomamos um café e fui encontrar com ela na loja de material de construção que a família dela é dona na cidade. Cheguei na loja cumprimento de todos, o pai dela no caixa sempre sorridente e gente boa, fez varias perguntas de como estava a loucura na cidade nova e grande, os estudo, o trabalho com computador e etc. A mãe dela para sorte minha não estava, e nem estava afim de aguentar a arrogância dela dela. Perguntei da minha namorada e o ele me falou que ela tinha ido fazer uma entrega em um cliente junto com um primo que trabalhava com ela, me disse onde era, cidade pequena é assim, e fui a pé para encontra-los.
Era no fundo da cidade, uma parte que tinham casas novas, se fosse hoje em dia seria murado e viraria um condômino, mas naquela época só um novo bairro, vi o caminhão na entrada da casa que estava em obra, sem muro sem portas ou portão, só o esqueleto de uma construção no inicio, eu entrei numa boa, a casa tinha dois andares, tipo um sobrado geminado, quando cheguei no corredor eu vi um som de gemido, achei estranho, e um som repetitivo de batida, fiquei tenso e de pau duro, a escada não estava completa e no meio da escada, o som aumentou e a os gemidos eram um pouco mais claros, minhas pernas travaram um pensamento de que se eu visse algo que não queria ver, e como eu poderia estar com tesão imaginando o que estava imaginando, um som de tapa, e um gemido mais safado, eu subi mais 3 ou 4 degraus e conseguia ver as pernas dentro de um dos quartos, o cara a atras de calça jeans até as coxas e a camiseta da loja de material de construção a mulher estava de quatro provavelmente apoiada em algo eu não via seu rosto, mas dava para ver seu peitos balançando com o sutiã para baixo e a camiseta da loja material de construção levantada sobre eles, corpo todo balançava com as estocadas fortes que o cara dava, os gemidos aumentavam e ele as vezes dava tapas na bunda delam a bunda dela estava vermelha e com marca de dedos, as vezes eles soltava um xingo, chamando ela de vadia, de vagabunda, puta, e a cada xingo ela gemia e rebolava contra ele, eu estava hipnotizado olhando aquela cena e não conseguia me mover, minha cabeça falava ao mesmo tempo que eu deveria ir lá e acabar com aquilo, mas meu corpo e meu pau estavam como pedra e meus olhos fixos, quando consegui me mover foi a hora que ele falou, “ vem que quero gozar nessa sua cara de Puta “, a bunda foi puxada para frente o pau saltou melado, babando, provavelmente o tesão dela, eu pisquei não querendo a ver mas vendo a hora que ela se ajoelhou seus cabelos caindo sobre o rosto e quando ela engoliu o pau, e o cabelo foi puxado para trás para que ele gozasse em seu rosto nos olhos se cruzaram por segundos que foram horas, eu ouvi uma voz na entrada da casa e desci a escada no exato momento que o gozo saiu do pau do primo e bateu no rosto da mãe da minha namorada.
- Oi amor - minha namorada estava entrando na obra, e tinha um saco de padaria na mão, eu abracei ela, ela deu um sorriso - nossa você está branco, e meio suado, o que houve? - eu sorri meio forçado, ainda e choque e tenso por toda a cena, mas segurei ela no abraço ela encostou mais o corpo em mim e sorriu me beijando - ficou assim só de me ver - e esfregou a cintura na minha. Eu aumentei a intensidade do beijo. Lembrei dos dois ali em cima e com certeza a mão dela com a cara suja,
- Vamos para sua casa, preciso tomar uma agua e respirar - ela fez que não com a cabeça, eu sorri olhando em seus olhos e falei alto - Sua mãe e seu primo foram pegar alguma coisa na loja, e estavam saindo quando cheguei, eu disse que esperaria você chegar e iria com você para casa, ela disse que merecíamos matar a saudade - ela riu.
- Nem parece minha mãe falando isso, se for mentira sabe que vou me encrencar né - eu ri alto, pegando sua mão e indo em direção a saída dela - Mas eles deixaram o caminhão? - eu dei de ombros e fiz um sinal de malucos, que tirou um sorriso dela.
Chegamos na casa dela, e era inicio da tarde não tinha ninguém, fomos comendo os sonhos que ela tinha comprado para os três, mas nem passava na cabeça dela porque mandaram ela na padaria. Chegamos e fomos direto para o quarto dela, ela estava de calça jeans e a camiseta da Loja de material de construção, começamos a nos beijar e levantei a camiseta dela e abaixei seu sutiã e comecei a chupar seus peitos, apertando e lambendo e chupando, ela soltava leves gemidos e voltei para sua boca abrindo sua calça e mão foi para dentro e comecei a alisar sua buceta dando foco no clitoris e as vezes um dedo entrava dentro dela, ele primeiro me beija e então só deitou a cabeça no ombro ficou alisando meu pau sobre a calça e tremendo em pé encostada na parede entre seu banheiro e sua cama, ela gemia e mordeu meu ombro quando enfiei o segundo dedo e com o dedão pressionava seu clitoris, a calça dela caiu e a calcinha estava toda enrolada embaixo dos meus dedos, o som úmido no quarto e os gemidos, quando ela conseguiu abrir minha calça, na minha cabeça a cena da mãe dela sendo fodida como uma puta, eu virei ela de costas para mim e comecei a prensar ela parede, de costas para mim ela rebolava e gemia, quando senti ela gozar encostando a testa na parede, e dando um gritinho meio miado, eu coloquei meu pau para fora mantendo ela naquela posição e enfiei de uma vez na sua buceta ela soltou um novo gritinho mas jogou a bunda para trás, eu comecei a meter e fui andando para trás, até deixar ela apoiada na parede quando ela ficou nessa posição olhou para trás sorrindo e mordendo os lábios, o gemido veio mais forte quando acelerei dei um tapa tímido em sua bunda, ainda com a cena da mãe dela na cabeça e comecei a fuder mais forte e quando estava perto de gozar, eu dei mais um tapa ela sorriu e olhou para trás de novo soltando um gemido, eu tirei de dentro e gozei nas suas costas, ela ficou gemendo ainda de quatro antes de se virar meu pau ainda estava duro, começando o processo de amolecer, sorri para ela e alisei meu pau olhando para ela que olhau para ele sorrindo de volta.
- Amor, chupa - ela riu me olhou e então abaixou o corpo ainda com a pernas esticadas e lambeu ele e depois ficou chupando até ele amolecer em sua boca e ficou rindo quando levantou com a boca completamente sem nada só babada e me beijou forte. No banho falou que gostou dos tapinhas e da posição e que eu estava muito safado..
A mãe dela ligou quando era o fim da tarde, eu estava quase saindo, mas ela falou que fui convidado para ficar para o jantar.