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Loucuras de Mãe e filha. Parte 2.

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Um conto erótico de Odinoque.
Categoria: Heterossexual
Contém 2611 palavras
Data: 20/06/2026 17:24:14

Continuando...

O sexo tinha sido intenso, exaustos de tanta putaria desabamos na cama e só acordei com a luz do dia, estava me sentindo muito bem e leve, a noite tinha sido uma loucura total e Ernesto um amante incrível que me mostrou outro patamar no que se diz respeito a satisfazer uma mulher. Ele estava deitado no meio da cama e nós uma de cada lado com a cabeça encostada em seu peitoral, cobertas com um lençol branco até a cintura, ele segurava o celular ajeitando para tirar uma selfie e como ficamos encostadas nele a foto não revelaria nossos seios nus, somente sugeriria que estávamos peladas, porém nossos belos rostinhos podiam ser vistos. Pensei em protestar mas como a vibe era ser radical (não me viu despertar) só deixei rolar, com certeza ele queria uma prova do feito que conseguiu para mostrar aos colegas de viagem e como a foto não era explícita apesar de íntima não vi problema, até porque nunca mais veria esse homem depois daqui, mas enquanto isso, aconchegada nos seus braços cai no sono novamente aquecida pelo seu calor.

Abro os olhos e não vejo ninguém na cama, ouço sons vindos do banheiro e vou em direção encontrando meus dois companheiros fazendo sexo. Miriam estava inclinada apoiando os braços na pia e Ernesto por trás mandando ver .

-Bom dia, Princesa! disse ele.

A trepada era intensa, haja vista que minha mãe nem deu bola pra mim .

-Já fiz essa safada gozar e agora vou jogar leite na buceta da sua mãe!

Ele a segurou pela cintura e empurrou tudo fazendo-a ficar na ponta dos pés enquanto jorrava seu líquido quente dentro de sua buceta. Quando tirou a peça de dentro dela o esperma corria abundante pelas suas coxas.

-Que delicia de pepeka, tá toda recheada agora!

Me agarrou e nos beijamos intensamente como dois namoradinhos apaixonados, minha mãe ainda se recuperava da foda matinal.

-Limpa ele todinho, amor.

O pinto já estava meia bomba e bem melado de porra que pingava no chão e eu não tinha intenção de por na boca, nem era falta de vontade mas a rola dele tinha acabado de sair de dentro da minha mãe e seria estranho mas quando dei por mim já tinha engolido tudo e de fato o sabor deu uma mudada mas como uma obediente cadela do meu macho deixei ele limpinho. Enquanto mimha mãe relaxava na banheira Ermesto foi tomar uma chuveirada pois tinha combinado de pescar com seus amigos, só que a cena dele com minha mãe e os beijos calorosos me deixaram acesa.

-Poxa, vou ser a única que não vai gozar agora cedo! fiz um charminho.

Ernesto saiu do banho e me levou pra cama, abriu minhas pernas e meteu o pauzão me rasgando mais uma vez para meu deleite, e para provocar, deixou o membro todo atolado dentro de mim e ficou parado sem fazer nenhum movimento me deixando louca.

-Você quer meu pau? Perguntou.

-Quero!

-Então fala que é minha putinha e pede rola, vai.

- Dá pau pra sua putinha, dá? Me come toda.

Ele beijava minha boca e chupava meus peitos com o cacete cravado até o talo mas não bombava quase me fazendo colapsar de tesão.

-Você ficou o tempo todo fazendo cu doce mesmo sabendo que ia entrar no pau, por isso vou te deixar de castigo e só vou te fazer gozar a noite quando vir comer as duas de novo.

Ele bem devagar foi tirando o pau me fazendo gemer sofridamente, eu precisava gozar urgentemente.

-Me come, por favor, se não gozar no seu pau vou enlouquecer, meu homem.

Acho que me ouvir chamá-lo de meu homem mexeu com seu ego porque ele me comeu com força e rapidinho me contorci no seu pau em um magnífico orgasmo.

-De noite sou eu que quero gozar, vou despejar todo meu leite no seu útero, vou fazer um filho em você, minha marmitinha.

Já atrasado para sua pescaria ele partiu ao encontro de seus amigos deixando eu e minha mãe jogadas no chalé se recuperando de uma noite e começo de dia espetaculares, saímos apenas para o almoço pois estávamos famintas. No restaurante encontramos Ernesto e seu bando e nos juntamos a eles e nem parecia que nós três tínhamos acabado de fazer a maior putaria horas atrás, éramos duas ladys super simpáticas e educadas, ele também se comportou como um cavalheiro. Em dado momento fui ao toalete e ouvi um dos companheiros de Ernesto lhe dizendo no banheiro masculino ao lado:

-Se você não tivesse mostrado a foto eu não acreditaria que aquelas duas deram pra você, ainda mais ao mesmo tempo.

-Pois é, sabia que elas não eram piriguetes vagabundas.

-Pode até ser, mas mãe e filha dando para o mesmo cara no mínimo gostam de uma putaria, disse o amigo.

-Só sei que o pau vai cantar hoje de novo, pelo menos a filha eu vou engravidar, disse Ernesto gargalhando com seu amigo.

Homens não prestam mesmo, mal nos conhecem e julgam como se fôssemos duas putas, coisa que obviamente não somos, se bem que parando para pensar, mãe e filha deixarem um sujeito que acabaram de conhecer usá-las do jeito que quiser e ao mesmo tempo, com certeza é coisa de duas vagabundas. Com várias atividades agendadas para o dia nos despedimos dos rapazes .

-Vejo vocês a noite? Perguntou Ernesto.

-Sim, pode passar lá mais tarde, disse minha mãe.

- Até a noite então, falei.

Alguns passos depois lembrei que tinha deixado a chave do chalé na mesa e voltei rapidinho para pegar enquanto minha mãe ficou esperando.

-Esqueci a chave!

Todos estavam sentados prestes a iniciar uma partida de dominó e quando faço menção de me retirar Ernesto segura minha mão .

-E aquele pedido que fiz hoje de manhã, tá de pé?

Não sei se ele tinha comentado com os amigos mas geral ficou me olhando, esperando resposta.

-Achei que tinha sido um aviso e não um pedido.

O clima mudou na hora, os olhares dos presentes mudou para incredulidade com exceção do meu amante que teve a garantia de que estava totalmente submissa aos desejos dele. Dei de ombros e segui meu trajeto ouvindo os cochichos de empolgação dos coroas certamente falando de mim.

A noite veio e Ernesto bateu a porta e foi prontamente recebido pela minha mãe com um beijo caliente, dava para ouvir os estalos da cama. Veio ao meu encontro e nossas bocas se encontraram avidamente, as línguas entrelaçando deliciosamente, ele estava cheiroso, o perfume misturado ao cheiro de homem viril era inebriante.

Dono da situação, atracou-se aos beijos com Miriam mais uma vez, os dois em pé ao meu lado, ele segura a barra do vestido e puxa para cima para tirar e viu que não tinha nada por baixo.

-Sem calcinha! Delícia.

Parecia faminto e sugou os seios com vontade, intercalando com mestria, mamãe afagava sua cabeça e de olhos fechados curtia a boca quente que lhe mamava. Levantei ficando de frente para os dois, tirei o rosto dele dos peitos dela e enfiei minha língua em sua boca. O beijo molhado era diferente, não era só tesão, o sentimento fazia presença, tinha carinho, cuidado. Cada vez mais me rendia a esse homem, e minha mãe também, ela se ajoelhou e tirou-lhe a cueca libertando a fera que surgia imponente, rija. Sem rodeios ela abocanhou fazendo ele gemer mesmo com a boca na minha, cada chupada era um espasmo dele, minha mãe era novata na arte do boquete e como estava faminta chupava com força.

-Tá com fome é bezerrinha? Disse ele.

Miriam assentiu com a cabeça sem tirar o pau da boca.

- E você tá com fome também, linda?

-Morrendo, fiquei o dia todo faminta.

-Que tesão ouvir isso.

Ernesto colocou a mão por baixo do meu vestido sem calcinha, ele sorriu e começou a massagear meu grelo, me beijando e a outra mão segurava os cabelos de Miriam que se deliciava com seu pauzão. Não sei dizer ao certo mas a urgência que se fez em nós para estar com esse homem era absurda, ficamos inquietas o dia inteiro e nem aproveitamos direito as atividades marcadas. Essa ânsia provavelmente tenha causas distintas para nós, minha mãe queria tirar o atraso de vinte anos sem sexo e eu aproveitar o pouco tempo que tinha antes de voltar para casa e ser do mesmo homem para sempre, ou seja, tudo se resumia em vontade de levar rola.

Ele surpreendeu-se ao ser atirado na cama de forma bruta e em êxtase me vendo descer em seu cacete duro, minha mãe impiedosa sentou sua buceta toda melada em seu rosto. Era nossa vez de dominar esse homem, usaríamos o pau dele a nosso bel prazer. Não demorou muito para Miriam gozar na boca de Ernesto e desabar na cama, agora éramos somente nós dois, ele me observando cavalgar feito uma amazona com os peitos ainda maiores vistos de baixo, e eu, subindo e descendo, quicando e rebolando em seu pau, cada milímetro daquele pedaço ridiculamente duro de carne me preenchia e dominava, me movimentava com brutalidade querendo cada vez mais dele dentro de mim. Sua rola estava mais pulsante e grossa, a respiração entrecortada as pernas tremendo involuntariamente. Ele estava prestes a gozar, mas era cedo, teria que trabalhar mais um pouco. Sai de cima, o pau dele estava enorme e pulsando, muito molhado, minha buceta pingando, escorrendo pela parte interna das coxas.

Fui até a mesinha e tomei um gole de espumante, tempo mínimo mas suficiente para ele se recuperar, me joguei por cima, dessa vez com minha xoxota pingando voltada para seu rosto.

-Quanta suculência, disse antes de cair de boca.

Não pude evitar o gemido alto que veio, a boca quente e voraz me chupando e o colosso diante de meus olhos, brilhando de tão encharcado implorando minha língua. Começamos um 69 intenso, em sincronia, a língua de Ernesto fazia mágica, eu mamava como se fosse a última pica do mundo saboreando as texturas e até o pulsar das veias. Minha mãe entrou na dança e passou a chupar ele comigo, duas bocas dão mais prazer que uma, o coitado se contorcia com a cara enterrada em mim. Já estava no meu limite, ele com toda certeza sabia satisfazer uma mulher com a boca, e como previsto explodi em mais um orgasmo arrebatador.

Suor e suco de buceta tomavam o rosto de Ernesto e posicionada de lado minha mãe pegou seu pau e direcionou em sua entrada deslizando sem dificuldade para dentro, a cada estocada um urro dela, em cada beijo sentia o gosto do meu próprio mel. Fiquei de camarote assistindo a bela trepada de duas pessoas se comendo alucinadamente enquanto me recuperava do orgasmo.

-Que buceta gostosa, assim vou acabar gozando.

-Nem pensar! Esse leite que está aí é meu.

Sai da cama e fiquei de pé com as mãos apoiadas na parede, as pernas abertas e o bumbum empinado.

-Vem aqui me encher.

Ele veio com passos firmes e olhar de predado, parou atrás de mim fitando minha raba, dava para sentir sua respiração nas minhas costas, o ardor do tapão que tomei na bunda me arrepiou toda, suas mãos firmes abriram minhas nádegas e o pau entrou com mais força que o habitual. Tudo estava mais intenso, o modo que me apertava a cintura, as bombadas estavam mais rudes numa velocidade quase sobrenatural. Ernesto me comia com uma brutalidade animalesca sem nenhuma piedade, eu impulsionava os braços contra a parede para forçar a bunda e aumentar a pressão, as estocadas fortes me empalavam tirando meus pés do chão, o safado estava me arregaçando pra valer.

O primeiro jato veio com tudo me preenchendo de forma arrebatadora, era muita porra, o pau de Ernesto pegava fogo e não parava de cuspir leite, cravado em mim quase tocando o útero. Ele grunhia segurando meu cabelo e pressionado meu rosto na parede.

-Te enchi de leite como disse que ia fazer, sua puta do caralho, vagabunda.

Não esperava nesta viagem por mais louca que pudesse ser, que outro homem despejaria seu leite dentro de mim em quantidades cavalares, meu noivo já tinha ejaculado em mim mas não tanto assim e bem ralo, esse que me enchia agora era tão grosso e cremoso que nem escorria pelas pernas. Ernesto pingava de suor e estava ofegante, sua expressão de satisfação mostrava que tinha cumprido seu papel, me deu uma surra de rola que minha buceta jamais esqueceria.

Fiz menção de ir ao banheiro mas ele segurou minha mão.

-Não, vai ficar toda gozadinha e dormir com todo meu leite dentro de você.

-Tá bom, disse indo para cama, toda obediente.

Estávamos exauridos após tanta metelança, minhas pernas estavam fracas, a buceta dolorida, minha mãe jogada na cama e Ernesto ainda esbaforido claramente cansado após entrar no modo turbo para me dar um trato. Mesmo assim ele enfiou a cara entre as pernas de Miriam e começou a fazer um oral bem caprichado com calma e muito carinho, a língua no clitóris e os dedos atolados na xoxota a fizeram gozar gostoso e com todos satisfeitos o descanso era mais que merecido.

-Acorda, menina! Olha o dia correndo! dizia minha mãe.

Olhei para o lado e ela já estava vestida e de banho tomado, eu descabelada deitada de bruços senti a pressão dele em cima de mim.

-Bom dia, princesa!

Nem deu tempo de responder, ele separou minhas nádegas e o meninão deslizou facilmente, o esperma que tinha dormido dentro da buceta agora escorria em abundância com a chegada do dono que iria usá-la mais uma vez.

-Ernestoooo!

-Culpa da sua mãe que não quis levar uma gozada na bucetona, agora aguenta!

-Manheee...

-Tinha acabado de tomar banho quando ele veio me comer, não ia me melar toda, se vira aí! disse fazendo graça.

Apesar de fazer charminho eu estava adorando acordar levando pica, ela entrava e saia com movimentos controlados e suaves, o som que o pau fazia pressionando a porra ao enterrar até a base era de suculência pura.

-Daqui a pouco passa do horário do café, dá para os pombinhos pararem de fazer amor? Brincou Miriam.

Fazer amorzinho logo cedo era muito gostoso mas ela estava certa, não foi pra isso que embarquei nessa loucura. Forcei o corpo para trás desengatando ele de mim, coloquei o travesseiro embaixo da barriga, arreganhei as pernas e empinei bem a bunda.

-Para de gentileza e me come igual as suas putas por aí, seu cafajeste!

A sujeira das palavras incendiou Ernesto que começou a socar com raiva castigando minha pepeca toda esfolada da noite passada.

-Assim que você gosta né putinha vagabunda.

-Sim paizinho.

A palavra saiu involuntariamente, vi a cara de surpresa da minha mãe de pé ao lado da cama e senti o pau de Ernesto ficar maior e o ritmo das penetrações crescer abruptamente.

-Sou seu papai, é? Sua voz era imponente.

A única coisa que saiu da minha boca foi um gemido abafado pelo colchão.

-O paizinho vai te dar uma leitada bem gostosa, você quer amor?

A situação era muito excitante e minha buceta começou a apertar o pau dele e vazar melzinho.

-Quero sim, paizinho. Dá leitinho, dá?

Ouvir minha súplica o fez derramar todo aquele líquido quente e viscoso dentro de mim novamente, seu sorriso triunfante brilhava, afinal, a putinha tinha pedido leite para o paizinho. Minha mãe ficou limpando o pinto dele com a boca enquanto fui tomar banho, não tinha condições de andar toda inundada de porra, tanto que ficou um rastro da cama até o banheiro. Banho tomado e todos arrumados, fomos tomar café da manhã.

Continua...

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