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O Peso do Desejo

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Um conto erótico de Clara
Categoria: Heterossexual
Contém 511 palavras
Data: 20/06/2026 17:08:21

Meu nome é Clara. Tenho 34 anos, sou casada há doze com o Roberto, um homem bom, estável, que me trata como uma princesa de porcelana. Todo mundo na nossa cidade pequena me conhece como a esposa dedicada, a mãe carinhosa dos nossos dois filhos, a mulher que vai à missa aos domingos e nunca levanta a voz. Sou tímida, falo baixo, baixo os olhos quando alguém me elogia. Introvertida até o osso. Mas por dentro… por dentro eu queimo.

Ninguém imagina que, quando estou sozinha no banheiro depois do banho, eu aperto meus seios enormes com as duas mãos e imagino outros dedos — mais jovens, mais ansiosos — afundando neles. São pesados, cheios, com mamilos sensíveis que endurecem só de roçar na blusa. Eu amo quando os homens olham. Finjo que não percebo, mas sinto o olhar deles descendo pelo decote “acidental” que eu deixo um pouquinho mais aberto quando saio para o supermercado ou para a reunião de pais e mestres. O Roberto quase nunca nota mais. Ele me ama, mas me vê como a Clara de sempre: pura, fiel, intocável.

Ultimamente, o fogo está pior. Eu me pego fantasiando com garotos mais novos. Homens inexperientes, daqueles que ainda coram quando uma mulher mais velha sorri para eles. Quero ser a primeira experiência proibida deles. Quero guiá-los com minha voz suave, mandá-los me tocar do jeito que eu mandar… ou melhor, quero que eles me dominem. Quero me ajoelhar, tímida por fora, mas molhada por dentro, e entregar o controle. Ser submissa. Ser usada. Fazer coisas que a Clara “da família” nunca faria.

Mas tenho medo. Medo de destruir tudo. Medo de que descubram.

Até que, na semana passada, ele apareceu.

Lucas. O sobrinho da minha vizinha, de 22 anos. Veio passar as férias aqui enquanto fazia estágio. Alto, magro, mas com ombros largos de quem joga futebol. Olhos castanhos que ainda carregam aquela inocência de quem não viu muita coisa da vida. Quando a tia o apresentou no churrasco de domingo, ele gaguejou um “Prazer, dona Clara” e seus olhos desceram, só por um segundo, para o meu colo. Eu estava com uma blusa branca leve, quase transparente no sol da tarde. Senti meus mamilos traírem na hora.

Eu sorri, tímida como sempre, e baixei o olhar. Mas por dentro, meu coração disparou. Ele reparou. Ele quer.

Durante o churrasco, eu me peguei “sem querer” roçando meu corpo nele ao passar com a bandeja de cervejas. Meu seio esquerdo pressionou de leve contra o braço dele. Lucas ficou paralisado. Vi sua respiração mudar. Ele era virgem? Quase virgem? Eu queria descobrir.

À noite, deitada ao lado do Roberto que já roncava, eu deslizei a mão entre as pernas e imaginei Lucas gaguejando enquanto eu tirava a blusa devagar, mostrando tudo para ele. “Você pode tocar, Lucas… eles são seus agora”, eu sussurraria com minha voz doce. Ele ia tremer. Ia apertar forte demais no começo, inexperiente, e eu ia gemer baixinho, ensinando ele a ser mais bruto.

Gozei pensando nisso. E dormi com culpa… e com um sorriso.

Continua..

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