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A Melhor Amiga Da Minha Esposa E Os Novos Vizinhos A Transformaram Numa Puta Pt6

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Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3086 palavras
Data: 20/06/2026 12:41:01
Última revisão: 20/06/2026 13:52:39

Eu ainda não conseguia acreditar no que estava vendo na tela. Douglas posicionou a cabeça grossa e latejante do pau dele de 23 cm bem na entrada da buceta molhada da Thais. Ele dava pequenos toques provocantes, batendo a glande inchada contra os lábios inchados e brilhantes dela, espalhando os fluidos. Thais tremia inteira, olhando para baixo com os olhos arregalados.

— É muito grande… — gemeu ela, a voz trêmula.

Douglas sorriu, segurou a base do pau e começou a pressionar devagar. A cabeça grossa forçou a entrada da minha esposa centímetro por centímetro. Thais soltou um gemido longo e dolorido — “Aaaahhh… devagar… ai meu Deus…” — enquanto sua boceta era aberta lentamente pelo tamanho absurdo dele. Eu via claramente como os lábios dela se esticavam ao máximo ao redor daquela rola grossa, brilhando de tesão e um pouco de dor. Douglas entrava muito devagar, controlando o quadril, dando estocadas curtas e rasas no começo, deixando ela se acostumar com a invasão.

— Isso… relaxa… você está apertadinha pra caralho — murmurava ele, empurrando mais um pouco.

Thais gemia de dor misturada com prazer, o corpo tenso: “Hmmm… ai… está muito fundo… aaahh…”. Aos poucos, as estocadas lentas foram ficando mais profundas. A cada avanço, Douglas enterrava mais alguns centímetros, até que quase metade do pau dele já desaparecia dentro dela. Os gemidos da Thais mudavam de tom — a dor dava lugar a um prazer intenso. “Ohhh… meu Deus… assim… devagar… hmmm… está enchendo tudo…”

Douglas segurava os quadris dela com firmeza e começou a meter com mais ritmo, ainda lento, mas constante. Cada estocada fazia os seios dela balançarem e arrancava gemidos mais altos e molhados da minha esposa: “Aaaahh… que delícia… continua… hnnng… mais fundo…”. Ele acelerou um pouco, metendo mais forte, o som obsceno da boceta encharcada dela ecoando na sala — ploc, ploc, ploc — enquanto o pau grosso entrava e saía quase inteiro agora.

Thais estava completamente entregue, as pernas abertas ao máximo, as unhas cravadas nos ombros dele. Seus gemidos viraram quase gritos de prazer: “Ai meu Deus… você é enorme… me fode… hmmm… assim… não para… aaahhh… que gostoso…”. Douglas metia com prazer, fundo e ritmado, o corpo musculoso brilhando de suor enquanto dominava completamente a minha esposa.

Eu assistia tudo paralisado no quarto do hotel, o coração martelando no peito, uma mistura insuportável de raiva, ciúme, choque e uma excitação doentia que me deixava enojado de mim mesmo. Meus olhos estavam grudados na tela, as mãos tremendo, sem conseguir parar de assistir enquanto outro homem fodia minha esposa na nossa própria casa.

Douglas segurou firme a cintura da Thais e começou a aumentar o ritmo. As estocadas lentas e profundas deram lugar a movimentos mais fortes e constantes. Ele puxava o quadril para trás quase até a cabeça do pau sair e enfiava tudo de uma vez, com força, fazendo o corpo dela balançar no sofá.

— Agora aguenta, gostosa… — grunhiu ele.

Thais soltou um gemido alto e arrastado:

— Aaaahhh… meu Deus… assim tá muito fundo… hnnnggg…!

Cada estocada agora era mais rápida e potente. O som molhado e obsceno da boceta encharcada dela preenchia a sala — ploc-ploc-ploc-ploc — enquanto o pau grosso de 23 cm entrava e saía quase inteiro, brilhando com os fluidos dela. Douglas acelerava cada vez mais, batendo o quadril contra a bunda empinada da Thais com força, as bolas dele estalando contra ela.

Thais estava descontrolada. Seus gemidos viraram um misto de prazer e surpresa:

— Ai… ai meu Deus… você é tão grande… aaahhh… me arrombando… hmmm… mais… não para…!

Douglas segurou os cabelos loiros dela como rédea, puxando a cabeça para trás enquanto metia sem piedade. O sofá rangia com a intensidade das estocadas. Os seios médios de Thais balançavam freneticamente para cima e para baixo. Ela cravava as unhas nas costas dele, as pernas tremendo ao redor da cintura de Douglas.

— Isso… aperta esse pau gostoso… você tá encharcada pra mim — rosnava ele, aumentando ainda mais o ritmo, fodendo ela com força bruta e velocidade.

Thais gemia cada vez mais alto, quase gritando:

— Aaaahhh… que delícia… me fode… me fode assim… hnnngg… eu vou gozar… aaahhh… Douglas…!

O corpo dela inteiro convulsionava. Douglas não parava, metendo fundo e rápido, batendo bem no fundo da boceta dela. Thais gozou forte, o corpo arqueando, a boceta apertando o pau dele em espasmos enquanto ela soltava gemidos longos e descontrolados, quase chorando de prazer.

Douglas continuou metendo durante o orgasmo dela, prolongando o prazer, até que ele mesmo grunhiu alto e gozou dentro dela, enchendo a boceta da minha esposa com jatos grossos e quentes de porra.

Eu assistia tudo no quarto do hotel, completamente paralisado. Meu coração batia tão forte que parecia que ia explodir. Uma raiva cega, um ciúme devastador e uma excitação doentia me consumiam ao mesmo tempo. Minhas mãos tremiam . Eu não conseguia parar de olhar, mesmo sentindo nojo de mim mesmo por continuar assistindo enquanto outro homem gozava dentro da minha esposa na nossa própria casa.

Douglas continuou metendo com força, cada estocada mais profunda e violenta, o pau grosso entrando e saindo rapidamente da boceta da Thais. O ritmo era selvagem. Ele segurava firme os quadris dela, batendo com tudo enquanto grunhia:

— Eu vou gozar… vou gozar!

Thais, com a voz rouca e desesperada, conseguiu gemer:

— Por favor… dentro de novo não…

No último segundo, Douglas puxou o pau para fora com um som molhado. Ele segurou o membro latejante com a mão e mirou na bunda empinada da minha esposa. Jatos grossos e abundantes de porra começaram a sair, cobrindo a bunda redonda e as costas dela. Eram muitos jatos, quentes e viscosos, escorrendo pela pele clara de Thais, pingando entre suas nádegas e descendo pela coxa. Ele gozou uma quantidade absurda, marcando ela inteira.

Thais caiu exausta sobre o sofá, o corpo tremendo, a respiração pesada, a boceta vermelha e aberta, pingando da mistura de tesão e porra.

Douglas, ainda com o pau semi-duro brilhando, passou a mão na bunda dela, espalhando a porra e disse com um sorriso satisfeito:

— Isso é só o começo…

Eu fiquei ali, sentado na cama do hotel, com lágrimas nos olhos. Meu peito doía como se tivesse levado um soco. Assistir aquilo tudo estava me destruindo por dentro. Ainda teria que esperar até amanhã para ver as gravações completas do dia de hoje. Fiquei encarando as fotos dela no meu celular — nossas fotos juntos, sorrindo, casados, felizes.

“Thais… como você pode fazer isso comigo?”, pensei, sentindo uma mistura insuportável de dor, raiva e decepção.

Mais tarde, desci até o bar do hotel e enchi a cara. Bebi mais do que devia, tentando afogar tudo aquilo. Tinha uma esperança fraca de que talvez aquela traição tivesse sido algo isolado, um momento de fraqueza. Amanhã eu veria as gravações do dia de hoje… mas não podia assistir em casa. Não sabia do que seria capaz se visse Thais ou Douglas pessoalmente depois daquilo. Poderia fazer alguma besteira.

Liguei para um hotel barato perto da loja e paguei a diária para o dia seguinte.

Na manhã seguinte peguei meu voo de volta para Belo Horizonte. Durante toda a viagem fiquei olhando pela janela, relembrando tudo que vivemos juntos — nosso namoro, o casamento, a lua de mel em Cabo Frio, os planos de futuro. Também pensava na proposta de trabalho em Cabo Verde. Era tentadora… mas como eu poderia aceitar algo assim agora?

Cheguei em BH, peguei um táxi direto para o hotel barato que havia reservado e, assim que entrei no quarto, abri o notebook com as mãos tremendo.

As gravações do dia anterior mostravam Douglas e Thais na loja. Ele aproveitava os momentos em que não tinha cliente por perto para dar tapas na bunda dela, apertar e dar uns cochichos no ouvido. Thais sorria envergonhada, mas não o afastava. Em determinado momento ele a chamou para a sala de mercadorias nos fundos. Assim que entraram e fecharam a porta, Douglas a agarrou pela cintura, abriu a calça e tirou o pau enorme para fora.

— Chupa — ordenou ele.

Thais obedeceu. Ela se ajoelhou, segurou o pau grosso com as duas mãos e começou a chupar bem gostoso. Primeiro lambeu toda a extensão, passando a língua devagar pela cabeça inchada, depois abriu a boca e engoliu o máximo que conseguia. O pau de Douglas esticava os lábios dela ao limite. Ela chupava com vontade, subindo e descendo a cabeça, babando bastante enquanto olhava para ele com aqueles olhos azuis. Douglas segurava os cabelos dela e gemia:

— Isso… você é uma bela chupadora, loira gostosa… engole mais fundo.

Pouco depois Rômulo e Sandra apareceram na sala. Douglas sorriu e disse:

— Não disse? Ela já é minha puta.

Sandra se aproximou, tirou a roupa rapidamente e falou para Rômulo:

— Fecha a loja e vem me comer.

Enquanto isso, Thais continuava chupando Douglas com dedicação, o pau brilhando de saliva. Douglas a levantou, tirou o resto da roupa dela e a chupou com fome, lambendo e sugando sua boceta. Depois a posicionou de quatro sobre umas caixas e a penetrou. Thais gemeu alto quando ele meteu fundo. Percebi que a boceta dela já parecia mais acostumada com o tamanho dele — Douglas metia com mais facilidade, estocando forte e ritmado enquanto ela gemia descontrolada.

Rômulo, depois de fechar a loja, começou a foder Sandra com força ao lado deles. A sala de mercadorias virou um cenário de sexo puro: os dois casais fodendo ao mesmo tempo, gemidos, tapas na bunda e o som molhado dos corpos se chocando.

Eu assistia tudo no quarto escuro do hotel, o peito apertado, sentindo o mundo desabar.

Sandra, ainda sendo fodida por Rômulo, olhou para Thais com um sorriso safado e provocou:

— Amiga, você já experimentou dois ao mesmo tempo?

Thais, gemendo enquanto Douglas metia nela, respondeu ofegante:

— Não…

Sandra riu e disse:

— Meninos, tudo tem sua primeira vez…

Douglas e Rômulo não precisaram de mais incentivo. Eles posicionaram Thais de quatro no chão da sala de mercadorias. Douglas continuou metendo na boceta dela por trás, enquanto Rômulo se ajoelhava na frente e enfiava o pau grosso na boca da minha esposa. Thais agora era fodida pelos dois ao mesmo tempo, um na buceta e outro na boca. Os gemidos dela ficavam abafados pelo pau de Rômulo, saliva escorrendo pelos cantos da boca enquanto os dois revezavam o ritmo, metendo com força.

Sandra se aproximou e sussurrou no ouvido da Thais:

— Anal você ainda não fez, né?

Thais mal conseguiu responder. Douglas cuspiu na mão, lubrificou o pau enorme e começou a pressionar contra o cuzinho apertado dela. Thais tensionou o corpo inteiro, gemendo de dor e surpresa quando a cabeça grossa forçou a entrada. Douglas foi devagar no começo, abrindo o ânus virgem da minha esposa centímetro por centímetro, enquanto Rômulo segurava a cabeça dela e fodia sua boca.

— Relaxa… vai caber tudinho — grunhia Douglas, metendo devagar até conseguir enterrar boa parte do pau no cu dela.

Thais gemia alto, lágrimas nos olhos, o corpo tremendo. Aos poucos a dor deu lugar a um prazer intenso e confuso. Douglas aumentou o ritmo, fodendo o cu dela com estocadas cada vez mais fortes, enquanto Rômulo alternava entre a boca e os seios dela. Depois eles trocaram: Rômulo foi o segundo a foder o cu dela, metendo com força enquanto Douglas enchia a boceta dela.

Thais perdeu completamente o controle. Gemidos altos, o corpo suado e marcado por tapas, ela gozou várias vezes seguidas, o ânus apertando os paus deles enquanto era duplamente penetrada.

No final, os dois gozaram dentro e sobre ela. Thais caiu exausta no chão da sala de mercadorias, o corpo coberto de porra, boceta e cu vermelhos e abertos, a expressão de quem estava completamente satisfeita e destruída de prazer.

Eu fiquei ali, deitado na cama do hotel barato, com lágrimas nos olhos e uma raiva que queimava por dentro.

Vingança.

Era a única coisa que passava na minha cabeça agora. Eu iria fazer de tudo para que aqueles dois pagassem caro pelo que fizeram com a minha esposa. Não sabia ainda como, mas eu ia destruir a vida deles.

Fiquei deitado por horas, olhando para o teto, a mente trabalhando sem parar em planos de vingança.

Fiquei no hotel com uma raiva que consumia tudo por dentro. Minhas mãos tremiam tanto que quase derrubei o celular. Em meio ao ódio e à dor, o nome de Pamela apareceu na tela. Liguei para ela sem pensar duas vezes.

— Pamela, preciso que você venha me encontrar agora. É urgente.

Ela não hesitou. Chegou cerca de quarenta minutos depois. Assim que entrou no quarto, eu desabei. Mostrei todas as gravações para ela — desde o primeiro dia até o que tinha acontecido naquela tarde na sala de mercadorias. Pamela assistiu em silêncio, com os olhos arregalados e cheios de lágrimas.

Quando terminei, eu disse com a voz rouca de raiva:

— Eu sei que eles são seus irmãos… mas se você realmente gosta de mim, me ajuda a me vingar deles.

Pamela me olhou com lágrimas escorrendo pelo rosto e respondeu baixinho:

— Eles são meus irmãos… mas eu gosto de você, Ti. Porém, Thais também não é santa. No fundo você já sabe disso.

Eu respondi friamente:

— Eu já sei o que fazer com ela… e com a Sandra. Não se preocupa.

Pamela ficou em silêncio por alguns segundos, respirando fundo, depois me abraçou forte, encostando a cabeça no meu peito.

— Eu te ajudo então… — sussurrou ela.

Ela me beijou na boca, um beijo quente e consolador, e me abraçou novamente, apertando o corpo contra o meu como se quisesse tirar um pouco da minha dor. Fiquei ali, abraçado a ela, a mente ainda fervendo com planos de vingança.

Eu disse para Pamela:

— Essas gravações são dos dias anteriores. As de hoje só vou conseguir acessar amanhã. Então o que rolar hoje, só vou ver amanhã.

Ela me olhou e perguntou:

— Você não consegue ver ao vivo?

— Só pelos monitores do meu escritório em casa — respondi.

Pamela então falou:

— Hoje meus irmãos foram comprar mercadorias. Está tranquilo. Eles não vão foder a vadia da sua esposa.

Eu a olhei estranho. Ela deu de ombros e completou:

— É a verdade, Ti. Aceita.

Fiquei em silêncio por um momento e respondi:

— Então está na hora de eu voltar.

Peguei um Uber com duas paradas. A primeira na loja, a segunda na casa de Pamela e dos irmãos. Não queria que ninguém nos visse juntos.

Entrei na loja. Assim que Thais me viu, seu rosto se iluminou. Ela sorriu largamente, veio correndo em minha direção, me abraçou forte e me deu um beijo apaixonado.

— Amor! Você voltou! — disse ela, apertando o corpo contra o meu. — Senti tantas saudades…

Eu fingi normalidade o melhor que pude, retribuí o abraço, devolvi o beijo e acariciei seus cabelos, como se nada tivesse acontecido.

— Também senti saudade, amor — respondi, forçando um sorriso.

Por dentro, eu estava destruído.

Fiquei ali com ela por uns minutos, fingindo tranquilidade. Thais então disse:

— Vou fazer uma ligação rapidinho.

Ela ligou para Douglas na minha frente e falou:

— Thiago voltou. Posso sair mais cedo hoje?

Ouvi ele responder que sim. Ela desligou sorrindo e disse:

— Vamos pra casa, meu amor.

Chegamos em casa. Assim que entramos na sala — o mesmo lugar onde eu tinha visto ela sendo fodida pelo Douglas —, senti um enjôo forte subir pela garganta. O estômago revirou. Thais, completamente alheia, falou animada:

— Vou preparar um strogonoff pra nós dois!

Enquanto ela mexia na cozinha, me perguntou sobre a viagem. Eu contei tudo sobre o trabalho, as reuniões e o problema que resolvemos, mas omiti completamente a proposta de Cabo Verde. Quando ela perguntou o que eu tinha feito no tempo livre, inventei que tinha saído para jantar com o chefe e descansado no hotel. Na verdade, eu tinha passado horas assistindo as gravações dela na nossa casa, na loja e na casa dos vizinhos.

Thais sorriu, veio até mim e me abraçou forte:

— Estou tão feliz que você voltou…

Ela me apertou contra o corpo e me deu um beijo carinhoso. Eu retribuí o abraço, mas por dentro só sentia raiva, nojo e uma dor profunda.

Após o jantar, Thais me puxou pela mão com um olhar safado e me levou para o quarto. Assim que entramos, ela fechou a porta e disse com voz manhosa:

— Estou com tantas saudades de você…

Eu pensei com amargura: “Saudades… ou falta do sexo dos vizinhos?”

Ela me empurrou para a cama, tirou a roupa rapidamente e subiu em cima de mim. Começamos a transar. Thais estava molhada e ansiosa, sentando devagar no meu pau. Foi nesse momento que eu notei: ela estava mais alargada do que o normal. Mesmo eu tendo 18 cm — um tamanho que muitos homens sonham em ter —, sua boceta parecia mais folgada, acostumada a paus maiores e mais grossos. A sensação era diferente, menos apertada. Isso me deu um aperto no peito.

No começo, eu fodia sem muita vontade, quase mecânico, ainda com a cabeça cheia das imagens das gravações. Mas conforme o tesão subia, comecei a me comparar com Douglas e Rômulo. A raiva e o ciúme se transformaram em uma necessidade de dominar. Eu a virei de quatro, segurei firme sua cintura e meti com força, estocando fundo e rápido, querendo impor meu papel de marido.

— Você é minha — grunhi, metendo com vontade, batendo forte contra sua bunda.

Thais gemia alto, empinando mais para mim. Eu a fodia com raiva e desejo misturados, puxando seus cabelos, apertando sua bunda com força, estocando como se quisesse apagar qualquer vestígio dos outros dois. Quanto mais eu metia, mais possessivo ficava. Queria que ela sentisse que aquele corpo ainda era meu.

Thais gemia alto, empinando mais a bunda para mim. Eu a fodia com raiva e desejo misturados, puxando seus cabelos loiros como rédea, apertando sua bunda com força e estocando fundo, como se quisesse apagar qualquer vestígio dos outros dois dentro dela. Quanto mais eu metia, mais possessivo ficava. Queria que ela sentisse que aquele corpo ainda era meu.

Mesmo não sabendo que eu já sabia de tudo, segui imponente, dominando cada movimento. Acelerei o ritmo, metendo com força bruta, batendo fundo enquanto ela gemia descontrolada. Thais apertava os lençóis, o corpo tremendo, até que gozamos juntos — eu enchendo ela de porra quente enquanto seu corpo convulsionava em espasmos fortes, gemendo meu nome.

Caímos exaustos na cama. Enquanto recuperava o fôlego, pensei: “O que será que vem pela frente? Eu vou me vingar… mas quero mostrar que ainda tenho um controle, mesmo que seja pouco nesse momento.”

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Comentários

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Muito boa a historia curioso para ver o desdobramento da situacao de Cabo Verde.

Parabens

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Oi tudo bem com você, esse conto é regado de erotismo e de erotismo dos bons .

Contos com vingança costumam agradar muito a todos, todo mundo gosta de ver gente sem caráter se foder, eu sou liberal gosto de contos em que existe a cumplicidade do casal, relacionamentos abertos tudo combinado direitinho, com regras Claras e essa coisa toda, acho bem excitante mas não tenho nenhuma simpatia por traidores e traidoras ,acho que muito pouca gente tem , pode ser que alguém tenha simpatia por traidores e traidoras, eu já traí e fui traída, arrumei uma desculpa para trair, a chamada traição por vingança mas no fim eu percebi que eu traí foi a mim mesma.

Quanto mais cruel é terrível for a vingança mas as pessoas vão gostar do conto, normal ,eu li o comentário do velhaco , na opinião dele o marido tinha que chegar já quebrando tudo mas aí eu conto perdi a graça ,agora com uma vingança bem elaborada e bem destruidora do tipo implacável rende muito mais estrelinhas aqui no CDC.

Se eu conto é uma das coisas melhores que eu li ultimamente aqui no CDC.

Você está de parabéns o conto está muito bem escrito, a história é muito boa está bem legal.

Beijinhos da titia Suely Brodyaga 😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘

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Nao vejo sentido em vingança. Separa da vadia e vai pra caro verde. Simples. Ela que se foda

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Isso seria o "certo" ? Acredito que sim mas pensa bem , o marido é apaixonado pela esposa, viveu uma vida inteira ao lado dela e nao é de uma hora pra outra que ele passa a desgostar da esposa mesmo diante de uma traição

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Dizem que o conto é forma breve, e talvez o seja apenas no papel, porque raramente termina na última linha. Acabado o enredo, começa o julgamento.

Um conto, policial ou erótico, continua sendo conto. Tem seus personagens, seu conflito e seu desfecho. O autor dispõe as peças e move os acontecimentos conforme lhe aprouver. Ainda assim, não falta quem entre na história com o propósito de rearrumar os móveis da casa alheia.

Há no leitor certa tentação de converter literatura em espelho. Não lhe basta acompanhar os fatos. Deseja corrigi-los, moralizá-los, ajustar os personagens ao código íntimo que traz consigo. Se o herói erra, condena o autor. Se a personagem foge ao esperado, reclama da pena que a escreveu.

É curioso. A mesma liberdade que se exalta no ato de ler costuma ser negada no ato de criar.

Pergunta-se por que tantos contos seguem este ou aquele caminho. Ora, talvez pela razão simples de que os homens e suas circunstâncias raramente obedecem às expectativas de quem observa de fora. A literatura, quando sincera consigo mesma, não presta contas à conveniência.

Cada história possui sua própria lógica, ainda que encontre ecos na vida comum. Exigir que o autor acomode sua imaginação à moral transitória dos leitores não é crítica, é substituição. E o ofício de inventar pertence menos ao tribunal do público do que ao risco silencioso de quem escreve.

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Na minha opinião o Ti é tão decepcionante quanto os outros corno mansos, ele tinha q chegar já jogando tudo na cara dela, colocado ela pra fora de casa,junto com a amiga piranha, depois ido atrás de se vingar, mas não, ao invés disso vai trocar beijinhos e depois transar com uma vagabunda q já está com a buceta e o cu arrombados, e ainda diz q quer mostrar q tem algum controle? Controle sobre o q?, se a puta da esposa já está toda arrombada, traindo e mentindo pra ele, q espécie de homem é esse, se não for um trouxa,. provavelmente é um sádico, não existe a mínima possibilidade disso passar como real, um homem de verdade não tinha nem esperado chegar em casa, já ligaria pra ela na hora joga do toda a merda no ventilador e avisando pra ela sair de casa antes dele chegar

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Boa mano Velhaco .

O marido nao brigou pq esta com o pensamento de vingança, tomara que ele se vingue de verdade e nao seja apenas mais um corno manso igual tem a maioria no site.

Sei que oque vc escreveu acontece de verdade , mas o autor ( que é muito bom ) tem que ter um enredo , também nao esqueça da Pamela , ate agora parece que ela gosta do cara ( pode ser que seja uma personagem armada pelos irmaos ) , se o cara chegasse em casa e acabasse tudo o conto acabaria .

O autor é bom , historia boa sem fantasia ( apesar dos paus gigantes) e vamos aguardar

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Oi amiguinho, tudo bem com você.

Então amiguinho se ele já chega quebrando tudo o quanto perde a graça ,ele tem que elaborar bem a vingança , se vingar de forma totalmente nuclear o que ele poderia fazer agora? Meter bala em todo mundo? Aí Ele parava na cadeia ia jogar a vida dele fora por causa da traidora e dos talaricos, ainda ia perder a oportunidade de ficar com a novinha.

Eu acho que o fim mais legal é ele realmente acabar com a vida de todo mundo, destruindo financeiramente e emocionalmente a traidora, a amiga e os talaricos e viver a vida dele com a novinha em Cabo Verde.

Eu ia gostar muito desse fim.

Beijinhos da titia Suely Brodyaga 😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘

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Olá tudo bem, bom na minha opinião, ele não precisa dormir do lado da vadia pra ferrar a vida dela e dos Talaricos, pode fazer isso sem se humilhar, sem perder a dignidade de transar com um ser desprezível como esse, tudo q ele fará com eles agora pode ser feito sem ele estar com ela, até mesmo ele começar a comer a irmã novinha dia Talaricos, nada justifica ele continuar com ela e ainda por cima transar como se não soubesse de nada, e veja bem o conto ficaria até mais interessante, ela se humilha do tentando voltar com ele e ele fazendo de tudo pra destruir todos

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Tem umas inconsitências, uma hora o Douglas goza dentro dela mas no outro paragrafo ele ainda não gozou e ela fala dentro não, aí ela goza na bunda dela. Depois, no dia seguinte, ela deixa ambos gozarem nela, no cu e na buceta.

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O contos está muito legal

Mas o reencontro dele com a esposa acheio muito fraco, muito normal zinco. Ela nao demonstrou nada. Nem medo, nem receio, nem arrependimento, nem dúvida.

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Talvez ela percebeu que marido vem deixado acontecer naturalmente rsrs sqn

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Também acho que isso tudo foi mais culpa do marido que nao interveio logo mo começo do que dá esposa.

Mas em fim... vamos ver a vingança

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Boa Osório

Ela tem q manter o papel de boa esposa e dona de casa .

Ele esta com pensamento de vingança e por isso chegou de boa pra não chamar atenção

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