Tenho 1,82 m de altura, sou um negão daqueles e pode me chamar de Ricardo. Esta história é real, então fiquem ligados e boa leitura.
Eu estava casado, mas a minha mulher andava me negando fogo em casa. Como diz o ditado: "Quando a gente tem fome e não tem comida em casa, vai comer na rua".
Comecei a trabalhar como promotor de vendas em vários supermercados do Rio de Janeiro. A cada dia eu estava em um lugar diferente, conhecendo gente nova, e as mulheres desse ramo geralmente são bem fogosas. Com todo aquele tesão acumulado e na seca total em casa, comecei a flertar com algumas, mas nunca tinha coragem de avançar o sinal, a mulherada dava em cima na cara de pau. Até que, um dia, vi uma loira de 1,60 m, linda, com um rabo espetacular que parecia o de uma passista da Viradouro.
Ao avistá-la em um corredor, em cima de uma escada, não resisti e mandei uma cantada: brinquei dizendo que estava rolando um eclipse naquele corredor. Ela ficou vermelha e me deu um sorriso extremamente safado. Aquela era a deixa que eu precisava.
Nas semanas seguintes, sempre soltava uma piadinha de duplo sentido, elogiando aquele rabo lindo e dizendo o quanto ela era gostosa e que eu faria loucuras com aquele corpo. E deu super certo. Ela me chamou para tomar uma cerveja e logo descobri que ela também estava na seca; o marido não a pegava de jeito e ainda era brocha. Dali mesmo, chamei um Uber e fomos direto para o motel.
Chegando lá, partimos para o chuveiro. Sem roupa, ela era mil vezes melhor! Que bunda grande e gostosa. Não resisti: comecei a acariciar a sua buceta, a apertar aquele bundão e a chupar os seus peitos. Ela se tremeu inteira quando viu o tamanho da minha pica — tenho cerca de 21 cm e meu pau é grosso, uma ex-namorada chegou a medir.
Ela não perdeu tempo e caiu de boca. O barulho do boquete era maravilhoso, ela chupava feito uma felina com fome, chegando a se engasgar de tanto tesão. Foi tão intenso que quase gozei logo na largada. Consegui me segurar, saímos do banho, a joguei na cama e comecei a chupar a sua buceta pequena, linda e rosinha. A danada era do tipo que jorrava: gozou três vezes seguidas na minha boca, um verdadeiro aguaceiro que molhou a cama toda.
Não aguentei mais, saquei o pau e meti sem pena, descarregando toda a energia acumulada de meses de abstinência. Como foi bom! Fizemos papai-e-mamãe, de quatro, ela por cima de frente e de costas... Passamos por várias posições. Quando eu já estava no meu limite, a botei de joelhos e gozei tudo no seu rosto branquinho e lindo.
Nos deitamos aliviados. Finalmente tínhamos tirado o atraso após meses de seca de ambos os lados.
Conversamos bastante, mas o tesão regeu o ambiente de novo. Ela pegou na minha pica e recomeçou com um boquete caprichado, fazendo o garoto animar na hora. A joguei de quatro para admirar aquele rabo sensacional. Enquanto fodia a sua buceta por trás, aproveitei para colocar um dedo no seu cuzinho. Ela gemeu alto. Aumentei para dois dedos e a safada gemeu ainda mais.
Quando o cuzinho já estava no ponto, tirei o pau da frente e o posicionei atrás, empurrando devagar. Foi entrando centímetro por centímetro, até a cabeça da minha piroca ser completamente abraçada. Esperei um pouco para ela se acostumar e o rabo lacear, enquanto continuava alisando a sua buceta na frente, o que a fez molhar a cama e se tremer inteira de novo.
Comecei o vai e vem. Quando cheguei na metade, ela já uivava de tesão. Enfiei o pau todo naquele cuzinho gostoso e passei a bombar cada vez mais forte. Depois de uns 20 minutos, não aguentei e leitei aquele rabo branco, lindo e imenso. Que foda fantástica!
Se preparem, meus amigos! Logo, logo postarei mais relatos com as gostosas safadas e casadas desses supermercados do Rio de Janeiro.!