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Episódio 3: Anal com o Homem Casado

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Da série Prazeres de Amy
Um conto erótico de Amy Bloom
Categoria: Heterossexual
Contém 3922 palavras
Data: 20/06/2026 00:40:35

Prazeres de Amy - Episódio 3

Amy não queria câmera naquela noite.

Depois de tantos dias se exibindo para telas, chats e clientes que a desejavam à distância, ela sentiu falta de algo mais simples e mais perigoso: um homem real, uma mesa de bar, uma conversa boa e a possibilidade de voltar para algum lugar sem precisar fingir que aquilo fazia parte do trabalho.

Abriu o aplicativo de encontros ainda deitada na cama do Airbnb, com o cabelo molhado do banho e a cidade escurecendo do lado de fora da janela.

Não demorou muito até parar no perfil de Henrique.

Henrique, 43. Casado. Discreto. Boa conversa, bons drinks e química sem drama.

Amy leu a descrição duas vezes.

Ele não escondia o que era. Não tentava vender uma versão inocente de si mesmo. Aquilo, de algum modo, tornava tudo mais direto. Ela sabia onde estava pisando antes mesmo da primeira mensagem.

E talvez fosse exatamente isso que a excitasse.

Não tocou no assunto. Não perguntou sobre esposa, rotina ou culpa. O proibido não precisava ser dito em voz alta para existir. Bastava estar ali, discreto, preso ao perfil dele e à imaginação dela.

A conversa começou sem pressa.

Henrique escrevia bem. Não era vulgar de início, não tentava apressar nada e parecia entender que desejo também podia nascer de pausas. Em poucos minutos, sugeriu um barzinho tranquilo, daqueles com iluminação baixa, drinks bons, cerveja gelada e petiscos divididos no centro da mesa.

Nada de balada.

Nada de música alta demais.

Amy gostou.

A noite estava fresca, então escolheu um vestidinho solto, leve, com alças finas e tecido macio. Parecia casual o bastante para um encontro despretensioso, mas revelava mais do que prometia. O decote era simples, sem exagero, e justamente por isso provocava. Ela decidiu não usar sutiã.

Diante do espelho, viu o tecido tocar seus seios com delicadeza.

O ar frio que entrava pela janela arrepiou sua pele, e os mamilos marcaram de leve o pano fino. Amy sorriu para o próprio reflexo. Era o tipo de detalhe que parecia acidental para os outros, mas para ela era escolha.

Por baixo do vestido, no entanto, não havia nada inocente.

A lingerie era preta, toda em renda e tiras finas, com cinta-liga presa às coxas e uma sensualidade quase teatral. Não era uma peça feita para ser descoberta por acaso. Era um aviso escondido. Uma promessa.

Amy passou os dedos pela renda, ajeitou as meias e observou o contraste entre o vestido leve e a mulher perigosa que existia por baixo dele.

Então abriu a gaveta da nécessaire.

O plug estava ali.

Ela o segurou por alguns segundos, sentindo o peso pequeno na palma da mão.

Não era um detalhe qualquer. Era uma decisão.

Usá-lo antes mesmo de sair significava transformar o caminho até o bar em parte da fantasia. Significava carregar no corpo a intenção daquela noite. Cada passo, cada cruzar de pernas, cada movimento ao se sentar lembraria Amy do que ela esperava encontrar depois dos drinks.

Ela respirou fundo.

Deitou na cama de ladinho, pegando o lubrificante que estava logo ali, ao lado, como se fosse um livro de cabeceira.

Despejou o lubrificante no dedo e com calma começou a alisar o cuzinho, passando o lubrificante ali, sentindo a pontinha dos dedos tocando ele, morde os lábios, pegava o Plug e começa com calma a penetra-lo em seu cuzinho. Soltava um gemidinho manhoso, mordendo os lábios e sentindo o bico dos seios ficarem durinhos, adorando aquela sensação gostosa, que aquele plug proporciona.

Quando terminou, ficou parada diante do espelho, ainda sentindo o corpo se acostumar ao segredo que levaria consigo.

A sensação era discreta, mas constante. Um preenchimento silencioso, uma pressão íntima que não a deixava esquecer por que estava se arrumando daquela maneira. Amy desceu as mãos pela cintura, alisou o vestido sobre os quadris e percebeu que o tecido escondia tudo perfeitamente.

Por fora, parecia apenas uma mulher bonita saindo para beber.

Por dentro, Amy já estava tomada pela expectativa.

Pegou a bolsa, passou perfume no pescoço e nos pulsos, depois apagou as luzes do Airbnb.

O bar ficava a poucos minutos de carro. Quando chegou, a brisa fresca atravessou suas pernas e fez o vestido se mover contra sua pele. Amy sentiu um arrepio subir devagar. Não sabia se vinha do frio ou do segredo que carregava.

Talvez dos dois.

Henrique já estava lá.

Sentado em uma mesa próxima à janela, usava camisa escura com as mangas dobradas, barba bem aparada e uma calma que combinava perfeitamente com a idade dele. Quando a viu, levantou-se sem pressa.

Não a encarou de forma vulgar.

Observou.

E Amy gostou mais disso.

- Amy? - perguntou.

- Depende - ela respondeu, sorrindo. - Você é o Henrique dos bons drinks?

Ele sorriu de volta.

- Espero não decepcionar.

Ela se sentou à frente dele, cruzando as pernas com cuidado. O movimento fez a sensação íntima do plug se tornar mais presente, e Amy precisou manter a expressão tranquila por um segundo a mais do que o normal.

Henrique percebeu alguma coisa.

Não o quê.

Mas percebeu.

- Está tudo bem? - perguntou.

Amy pegou o cardápio.

- Está ótimo.

Ele não insistiu. Essa foi a primeira coisa de que ela gostou nele naquela noite.

Henrique sabia observar sem invadir.

Conversaram sobre a cidade, música, bares ruins, viagens improvisadas e encontros que não deveriam acontecer. Ele tinha humor, mas não fazia esforço para ser engraçado. Sabia ouvir. Sabia provocar com frases simples. E, principalmente, sabia sustentar silêncio sem parecer inseguro.

Amy se descobriu interessada rápido demais.

A aliança apareceu quando ele ergueu o copo.

Ela já sabia. Tinha visto no perfil. Mesmo assim, ver o metal na mão dele, real, brilhando sob a luz baixa do bar, causou nela um efeito diferente.

O proibido ganhou corpo.

Não era mais uma informação em uma tela. Era a mão dele segurando o copo. Era o dedo marcado por uma vida que não incluía Amy. Era a certeza de que aquela noite não pertencia ao mundo correto das coisas assumidas.

E isso a atiçou.

Ela não perguntou nada.

Apenas olhou uma vez.

Henrique notou, mas também não comentou.

A tensão ficou entre eles como uma terceira presença à mesa.

O primeiro drink desceu leve. O segundo tornou a conversa mais baixa. Henrique falava olhando nos olhos dela, e Amy sentia o corpo responder de formas diferentes: pelo calor do álcool, pela pressão constante do plug, pelo tecido do vestido tocando seus seios sem a proteção de um sutiã, pela consciência de que, se ele soubesse o que ela usava por baixo, talvez não conseguisse manter aquela calma toda.

Essa ideia a divertia.

- Você sorriu sozinha - ele comentou.

Amy apoiou o queixo na mão.

- Estava pensando em uma coisa.

- Boa?

- Imprudente.

- Melhor ainda.

Ela riu baixo.

Henrique gostava do jogo, mas não parecia desesperado por ele. Esse era o perigo. Homens apressados eram fáceis de controlar. Henrique não se entregava tão rápido. Ele fazia Amy querer revelar mais.

Aos poucos, a conversa mudou de tom.

Não ficou vulgar. Ficou honesta.

Falaram sobre desejo como adultos que não precisavam fingir inocência. Henrique perguntou do que ela gostava sem transformar a pergunta em ordem. Amy respondeu pouco, o suficiente para sugerir mais do que explicar.

- Eu gosto de intensidade - disse ela.

- Isso pode significar muita coisa.

- Eu sei.

- Você gosta de homens intensos ou só gosta de provocar até eles perderem o controle?

Amy sentiu o corpo inteiro reagir.

A pergunta havia chegado perto demais.

Ela tomou um gole do drink, deixando-o esperar pela resposta.

- Eu gosto quando eles sabem a diferença entre força e pressa.

Henrique apoiou os braços na mesa.

O olhar dele mudou.

Não ficou agressivo. Ficou mais atento. Como se, pela primeira vez naquela noite, ele tivesse visto por baixo do vestido, da conversa e do sorriso.

- Essa é uma diferença importante - disse.

- Para mim é.

- Então você não gosta de delicadeza?

Amy sorriu.

- Gosto. Quando ela vem antes da parte em que deixa de ser necessária.

O silêncio que veio depois foi mais íntimo do que qualquer toque.

Amy descruzou as pernas lentamente e cruzou de novo para o outro lado. O movimento fez o plug pressionar dentro dela de um jeito que arrancou um arrepio quase imperceptível. Quase.

Henrique viu.

Os olhos dele desceram apenas por um segundo até o tecido leve do vestido, onde os mamilos de Amy marcavam de forma discreta por causa do frio e da excitação. Depois voltaram ao rosto dela.

Ele não disse nada.

E justamente por isso Amy soube que ele havia entendido alguma coisa.

A noite esfriava do lado de fora, mas o corpo dela parecia cada vez mais quente. A renda por baixo do vestido roçava sua pele a cada pequeno movimento. A cinta-liga a fazia se sentir mais perigosa do que parecia. O plug transformava a espera em uma tortura boa, um lembrete constante de que ela não tinha ido até ali para terminar a noite sozinha.

Henrique chamou o garçom e pagou a conta.

Não perguntou se ela queria ir embora.

Apenas olhou para ela depois que o cartão voltou.

- Quer continuar a conversa em outro lugar?

Amy fingiu pensar.

Poderia dizer que era cedo. Poderia pedir outro drink. Poderia manter o jogo por mais alguns minutos.

Mas seu corpo já havia respondido muito antes dela.

- Quero - disse.

Na calçada, o vento frio passou entre eles. Amy abraçou o próprio corpo por instinto, e Henrique notou o movimento. Tirou a jaqueta e colocou sobre seus ombros sem fazer cena.

O gesto deveria ser apenas educado.

Mas a mão dele tocou de leve a parte baixa de suas costas, e Amy sentiu a pressão do plug se tornar mais nítida. Prendeu o ar por um segundo.

Henrique percebeu de novo.

Dessa vez, sorriu.

- Você está escondendo alguma coisa de mim?

Amy olhou para ele.

O coração acelerou.

Não era hora de contar. Ainda não. Parte do prazer estava justamente em deixar que ele descobrisse depois, no quarto, quando o vestido já não estivesse entre eles e a intenção dela não pudesse mais ser confundida com acaso.

- Talvez - respondeu.

- Eu gosto de talvez.

- Então vai gostar da resposta.

Henrique se aproximou.

Não a beijou ainda. Apenas ficou perto o suficiente para que Amy sentisse o perfume dele, o calor do corpo, a segurança calma que parecia segurar a noite inteira no lugar.

- Motel ou seu Airbnb? - ele perguntou.

Amy gostou da objetividade.

Gostou mais ainda por saber que, quando ele descobrisse a lingerie, a cinta-liga e o segredo que ela carregava, entenderia que aquela decisão havia sido tomada antes mesmo de ela sair de casa.

- Motel - respondeu.

Ele abriu a porta do carro para ela.

Amy entrou, ajeitando o vestido sobre as pernas. Ao se sentar, a sensação íntima voltou com força suficiente para fazê-la fechar os olhos por um instante.

Henrique percebeu.

Mas não perguntou.

Ainda.

Amy sorriu olhando pela janela.

Naquela noite, não havia câmera ligada, nem chat, nem cliente do outro lado da tela.

Havia apenas um homem casado, charmoso demais para ser seguro, uma cidade onde ninguém a conhecia e um segredo escondido sob um vestido leve.

E Amy estava pronta para ser descoberta.

O motel ficava a poucos minutos do bar.

Durante o caminho, Henrique dirigiu em silêncio, com uma das mãos no volante e a outra descansando sobre o câmbio. Não tentou preencher o ar com conversa desnecessária. Amy gostou disso. A tensão entre os dois já estava alta demais para frases pequenas.

Ela olhava pela janela, sentindo o vestido subir levemente sobre as coxas cada vez que se mexia no banco. A lingerie por baixo arranhava sua pele de forma deliciosa, e o segredo que carregava dentro de si a mantinha em alerta, como se o corpo inteiro estivesse antecipando a descoberta.

Henrique percebeu.

-Você ficou quieta -disse.

Amy virou o rosto para ele.

-Estou pensando.

-Em quê?

Ela sorriu.

-No quanto você vai gostar de descobrir o que tem por baixo desse vestido.

Henrique não respondeu de imediato. Apenas olhou para ela por um segundo antes de voltar a atenção para a rua.

-Gosto de surpresas.

Amy apoiou a cabeça no banco, satisfeita.

-Essa você vai gostar.

No quarto, a luz era baixa, refletida em tons quentes nas paredes. Assim que a porta se fechou atrás deles, a distância educada do bar desapareceu. Henrique deixou a chave sobre a mesa, virou-se para Amy e a observou sem pressa.

Ela ficou parada perto da cama, ainda com a jaqueta dele sobre os ombros.

-Vai continuar me olhando assim? -perguntou.

-Estou decidindo por onde começo.

Amy sentiu um arrepio atravessar a pele.

-Começa tirando isso de mim.

Henrique se aproximou. Primeiro removeu a jaqueta, deixando-a cair sobre uma poltrona. Depois tocou as alças finas do vestido, deslizando os dedos com calma, como se estivesse testando a paciência dela.

Amy sustentou o olhar dele.

Henrique puxou o vestido devagar. O tecido desceu pelo corpo dela até cair aos seus pés.

Por um instante, ele não disse nada.

Amy ficou diante dele usando apenas a lingerie preta de renda, a cinta-liga e as meias presas às coxas. O contraste entre o vestido leve e aquilo que ele escondia pareceu atingir Henrique exatamente como ela esperava.

O olhar dele mudou.

Não perdeu a calma, mas ficou mais escuro.

-Você saiu de casa assim? -perguntou.

Amy sorriu, satisfeita com a reação.

-Eu disse que você ia gostar da surpresa.

Henrique deu um passo ao redor dela, observando a renda, as tiras, a forma como cada peça havia sido escolhida para provocar. Quando parou atrás de Amy, sua mão tocou a cintura dela e desceu devagar até a curva dos quadris.

Ela prendeu a respiração.

Ele percebeu.

A mão dele ficou imóvel por um segundo.

-Tem mais alguma coisa que eu deveria descobrir? -perguntou perto do ouvido dela.

Amy fechou os olhos por um instante.

Ali estava o momento.

O segredo que a acompanhara desde o Airbnb, transformando cada passo, cada drink e cada cruzar de pernas em parte da fantasia.

Ela virou o rosto apenas o suficiente para encará-lo de lado.

-Descobre.

Henrique entendeu.

Sua mão desceu com cuidado, e quando finalmente percebeu o plug, Amy sentiu o corpo inteiro reagir. Não pelo toque em si, mas pela consciência de que ele havia descoberto sua intenção. A noite toda estava revelada naquele detalhe.

Ele ficou em silêncio por alguns segundos.

Depois soltou uma risada baixa, quase incrédula.

-Então era isso.

Amy abriu os olhos.

-Eu não vim para conversar a noite inteira.

Henrique segurou sua cintura com mais firmeza, aproximando-a de seu corpo.

-Você sabe o que está pedindo?

Amy gostou da pergunta.

Gostou porque não havia pressa nela. Havia desejo, mas também controle. Havia aquela brutalidade contida que ela reconhecera no bar e que agora parecia prestes a aparecer.

Ela colocou uma das mãos sobre a dele.

-Sei.

-E se eu for intenso demais?

Amy virou-se de frente para ele.

-Eu te aviso.

Henrique sustentou seu olhar.

-Então me avisa antes de fingir que aguenta mais do que aguenta.

O sorriso de Amy foi lento, provocador e sincero.

-Combinado.

O beijo veio forte.

Dessa vez, não havia a delicadeza inicial da calçada. Henrique a segurou pela cintura e a puxou contra si, e Amy sentiu o corpo ceder ao peso daquele desejo com uma facilidade perigosa. Era exatamente o que procurava: firmeza sem descontrole, domínio sem descuido, força acompanhada de atenção.

Ele a conduziu até a cama.

Amy deixou.

A lingerie ainda estava no corpo, mas já não parecia roupa. Parecia parte da cena. Um aviso. Um convite. A confirmação de que ela havia se preparado para ser desejada daquele jeito.

Henrique afastou-se apenas o bastante para observá-la.

-Você gosta mesmo do risco, não gosta?

Amy respirou fundo, ainda sentindo o coração bater acelerado.

Pensou na aliança. No perfil do aplicativo. Na noite fresca. No vestido inocente escondendo tudo aquilo. No plug, na renda, na expectativa. Em como cada escolha havia sido uma resposta antes mesmo de ele fazer qualquer pergunta.

-Gosto -respondeu. -Mas gosto mais quando vale a pena.

Henrique sorriu.

Então voltou para ela.

Henrique começou a beija-la, sua boca vou se envolvendo nos lábios dela com intensidade, as mãos percorriam seus seios nus, alisando e acariciando seus biquinhos, provocando sensações em Amy.

Ele começa a descer com a boca com calma, sua barba vai roçando no pescoço dela muito antes dos lábios tocarem sua pele, provocando certas sensações em seu corpo, a boca descia até os seios, onde ele começa a chupa-los, sugando aqueles bicos como se fossem os ultimos seios da face da terra.

Tinha desejo, tinha intensidade, Henrique estava ali para come-la e a cada ação sua demonstrava isso de maneira intensa, arrancando suspiros e gemidos de Amy.

Os lábios descem até a fina calcinha de renda que cobria sua bucetinha, com calma ele tirava apenas ela, exibindo aquela buceta pequena, com lábios que mereciam ser muito bem beijados. E foi isso que ele fez, abocanhou aquela buceta como alguem que a muito tempo não tinha nada para se saciar.

Chupava ela prestando atenção em suas reações e a cada reação positiva e intensa ele sabia exatamente onde voltar com a lingua para dar mais prazer ainda para ela.

Amy já estava subindo pelas paredes, segurava seus seios com as mãos, apertando seus biquinhos, levando a mão na nuca dele, enquanto gemia alto, sendo chupada por ele, sentindo ao mesmo tempo aquele plug ainda em seu cuzinho.

– AIN CARALHO ISSO VAI HUMMMMM

Atendendo aos seus gemidos, ele continou a chupa-la, deslizando a lingua pelo clitoris, chupando ele, lambendo aqueles labios deliciosos da bucetinha dela, até que em um movimento intenso da mão dela nos cabelos dele, Amy começa a gemer mais descompassadamente, seu corpo se arrepia todo e respiração irregular em um gozo intenso com aquele homem que acabou de conhecer.

Ele parou, sorrindo para ela, tirando o que ainda tinha sobrado de suas roupas, revelando um pau médio, de um tamanho bom, grosso na medida certa e com uma cabeça não tão grande, mas que parecia perfeita para colocar na boca.

E foi isso que ela fez, se ajoelhou no chão, não dando chance para ele voltar pra cama, segurando o pau dele com a mão, expos suas bolas e começou por elas, deslizando aquela lingua habilidosa pelas bolas dele, chupando uma a uma, sentindo como eram grandes e pesadas, logo depois foi subindo com a boquinha, lambendo e beijando aquele pau todo até a cabecinha.

Com uma troca de olhar sacana, cheia de cumplicidade, Amy abocanha o pau dele, engolindo de uma só vez, iniciando um boquete intenso e bem molhado, sugando na mesma intensidade que ele havia chupado ela, como se precisasse recompensa-lo pelo orgasmo intenso que tinha acabado de ter.

– Nossa.. que pau gostoso …

Falava isso enquanto olhava para ele, respirando fundo logo apos engolir ele todo, mas assim que termina de falar, volta a mama-lo, forçando ele em sua boquinha, iniciando um vai e vem gostoso com a boca ali.

Henrique estava impressionado com as habilidades de Amy, era intenso e gostoso, ele segurava sua nuca com calma, apenas para apoiar a mão ali, seu quadril começa um movimento lento de vai e vem, fodendo a boquinha dela aos poucos, aos mesmo tempo que ela o abocanhou cada vez mais.

Mas Amy tinha outros planos, parava de mama-lo, se virando e ficando de 4 na cama, bem empinada, com a bunda para o alto e o restante do corpo praticamente deitado em cima da cama.

As luzes do quarto completavam ainda mais aquela obra de arte, aquela mulher linda, toda empinada, entregue ao desejo de ser possuida por aquele homem.

Ele não se demora, começa a penetrar sua bucetinha com calma, seu pau entra fácil pois ela estava muito molhada, começa um vai e vem aos poucos, socando com força logo depois, segurando ela pela cintura, dando tapas naquela bunda linda.

Amy gemia, gemia alto, sentia o pau dele ir fundo em sua buceta e pedia mais, empurrava a bunda contra o quadril dele e gemia cada vez mais alto, mandando que ele soque com força, que coma aquela buceta safada dela.

Ele começa a brincar com o plug também, estimulando o cuzinho dela, sentindo a buceta ficar mais quente com aqueles toques até que ela vira a cabeça pra trás, olhando para ele e diz:

— VAI quero sentir ele dentro do meu cu.

Ela se deita de bruços na cama, levanta uma das pernas proxima da cintura, ficando praticamente de ladinho, ele pega o lubrificante que havia ali, olha para aquele plug e lentamente começa a puxar, aos gemidos de Amy acompanhando aquele movimento.

Logo depois, cai de boca naquele cuzinho, fazendo Amy gemer na hora com as investidas dele, logo em seguida, derrama o gelzinho ali e começa a penetrar logo em seguida seu pau no cuzinho de Amy.

Ela relaxa bem, respirando fundo, sentindo o pau dele todo entrando em seu cuzinho, o vai e vem começa lento, aos poucos o pau vai entrando cada vez mais, até que ela sente as bolas dele tocando seu bumbum.

Até olhava no espelho da parede, vendo que aquele caralho conseguiu ir fundo dentro do cuzinho dela. Sua buceta babava, molhando a cama abaixo dela, seus gemidos eram intensos, seu cuzinho agasalhava perfeitamente o pau de Henrique.

Amy começa a contrair o cuzinho, apertando o pau dele com força, fazendo Henrique gemer de prazer.

Começou com movimentos mais intensos, cheios de tezão, o pau dele ia cada vez mais fundo, ela gemia alto querendo cada vez mais.

Ela leva a mão na bucetinha, começa a alisa-la enquanto ele soca fundo dentro dela, seus corpos suados, o tezão a flor da pele, Amy mais uma vez começa a gozar, mas não faz isso sozinha, Henrique com a respiração profunda, começa um intenso gozo no cuzinho dela, enchendo de porra aquele cuzinho gostoso dela.

Eles paravam os dois ali, ela por cima dela respirando fundo e ela em baixo dele, sentindo o peso daquele homem grande em cima dela.

Quando a intensidade da noite finalmente diminuiu, Amy permaneceu deitada por alguns instantes, tentando recuperar o fôlego.

O quarto estava em silêncio, exceto pela respiração dos dois. A lingerie já não estava perfeita, o cabelo dela havia se espalhado pelo travesseiro e sua pele ainda guardava o calor da cena.

Henrique passou os dedos devagar pela lateral do corpo dela, sem a pressa de antes.

-Você não estava brincando -disse.

Amy virou o rosto para ele, cansada e satisfeita.

-Eu quase nunca brinco quando escolho a lingerie certa.

Ele riu baixo.

Amy olhou para a mão dele. A aliança ainda estava ali.

O brilho discreto do metal reacendeu nela a mesma faísca que sentira no bar. O proibido continuava existindo, silencioso, mas agora tinha cheiro de perfume, gosto de drink e a memória do corpo dele sobre o dela.

Ela sabia que talvez não o visse de novo.

Talvez fosse melhor assim.

Algumas noites funcionavam justamente porque não prometiam manhã nenhuma.

Após um banho Amy se sentou na cama, pegou o vestido no chão e olhou para Henrique por cima do ombro.

-Me leva de volta?

-Já?

-Antes que eu decida que quero outra rodada.

Henrique sorriu como se considerasse a possibilidade.

Amy também sorriu.

Mas levantou mesmo assim.

Naquela cidade, ela ainda era uma desconhecida. No dia seguinte, seguiria viagem. E aquela noite ficaria exatamente onde deveria ficar: escondida entre o bar, o motel e a parte de Amy que sempre soube reconhecer quando um perigo tinha valido a pena.

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